Atelier Rikia Amaral

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04/04/2026
A unique opportunity to bring political pieces into the public arenaIn Brazil, the legal limitation of access on pregnan...
03/25/2026

A unique opportunity to bring political pieces into the public arena

In Brazil, the legal limitation of access on pregnancy termination has been considered a criminal act since 1940, due to the national Penal Code. It was established that, with or without the consent of the pregnant woman, the act of abortion constitutes a crime against life. Even with the modern Constitution of 1988, the issue of women’s autonomy over their own bodies and reproductive rights does not address the demands and specificities of Brazilian women. Today, very few cases are legally authorized, and even then, there are always several legal restrictions, difficulties in accessing support, lack of trained doctors, and the risk of public exposure, which leads to moral judgment and persecution.
a.f_feministas

Serpente tem mão? 🐍A serpente gigante emerge não apenas como proteção, mas principalmente como sabedoria ancestral, fert...
03/21/2026

Serpente tem mão? 🐍

A serpente gigante emerge não apenas como proteção, mas principalmente como sabedoria ancestral, fertilidade e conexão entre mundos.

Vida que deu origem a lugares e grupos humanos. Sem sua proteção, a Amazônia sumiria nas águas e se tornaria verdadeiramente uma terra encantada.

Para que a fauna, a flora e os rios possam viver, é necessário proteger e defender o conhecimento tradicional, a serpente, mãe da existência física e espiritual, aquela que tudo vê, pertence a todos os reinos, protege, destrói, se revela, encanta e se torna onipresente em todos os ambientes aquáticos e terrestres.

Armellina tem mão.

Serpente tem mão? 🐍A serpente gigante emerge não apenas como proteção, mas principalmente como sabedoria ancestral, fert...
03/21/2026

Serpente tem mão? 🐍

A serpente gigante emerge não apenas como proteção, mas principalmente como sabedoria ancestral, fertilidade e conexão entre mundos.

Vida que deu origem a lugares e grupos humanos. Sem sua proteção, a Amazônia sumiria nas águas e se tornaria verdadeiramente uma terra encantada.

Para que a fauna, a flora e os rios possam viver, é necessário proteger e defender o conhecimento tradicional, a serpente, mãe da existência física e espiritual, aquela que tudo vê, pertence a todos os reinos, protege, destrói, se revela, encanta e se torna onipresente em todos os ambientes aquáticos e terrestres.

Armellina tem mão.

A sala - Não se ouve nada… Não se ouve nada!J. Lacan - O quê? ... Que é que há?A sala - Não se ouve nada ao fundo!J. Lac...
03/15/2026

A sala - Não se ouve nada… Não se ouve nada!
J. Lacan - O quê? ... Que é que há?
A sala - Não se ouve nada ao fundo!
J. Lacan - Quem?... Que é que há? Sinto muito... Será que me ouvem melhor assim ?…
A sala - Não!...
J. Lacan - E o auto-falante não funciona?... Como? Bom! Então vamos devagar... Assim?... Assim ouvem melhor?... A ssim está bom?
A sala - Não!…

(Rikia Amaral sopra no microfone)…

- funciona muito bem!...

Há um lugar onde a tinta escorre como pensamento, onde cada gesto pictórico convoca não apenas a imagem, mas a
carne do mundo.

Um apartamento em Vênus e nós somos as monstras que vos falam

Como um apartamento habitado por presenças intensas e materiais indóceis, a galeria se converte em território plástico onde desejo e forma se entrelaçam. Somos monstras: figuras de fronteira que desfazem normatividades do olhar e instauram uma expografia da emergência.

Curadoria e coordenação: Suyan de Mattos
Expografia: Isabella Brito
Abertura: 14 de março de 2026
Local: Galeria Azimute – Belém do Pará

Um apartamento em Vênus e nós somos as monstras que vos falamHá um território onde a pintura não se limita à superfície:...
03/09/2026

Um apartamento em Vênus e nós somos as monstras que vos falam

Há um território onde a pintura não se limita à superfície: ela respira, pulsa e se afirma como corpo, desejo e pensamento. É nesse campo expandido que se instala Um apartamento em Vênus e nós somos as monstras que vos falam, exposição que reúne 35 artistas na Galeria Azimute, em Belém do Pará, com abertura em 14 de março de 2026.

Inspirada nas fraturas conceituais de Paul B. Preciado, nas reflexões de Catherine Malabou sobre as formas interditadas do prazer e na vertigem erótica de Georges Bataille, a mostra propõe um espaço de fabulação e deslocamento. Vênus surge como metáfora do desejo indisciplinado, da matéria que se dobra, borda, tensiona e pinta outras possibilidades de existência. Aqui, a pintura é atitude — atravessa suportes e afirma a plasticidade como gesto político.

Participam da exposição Adriana Mendonça, Adriano Bastos, Alexandre Felix, Bárbara Moreira, Belo e Bizarro, Carlos Camilo, Érico José, Gabriel Victal, Giba Gomes, Helena Dalbone, Isadora Jochims, Ismael Lombardi, Jeferson Lorenzato, Júlio César Lopes, Leandro Celestino, Léa Soibelman, Léo Tavares, Lia do Rio, Luiz Monken, Marco Antonio Mendes Rabello, Marcelino Cruz, Marcio Martins, Monica Barki, Nadia Bacin, O santo inimigo do mal, Pedro Polau, Ralf, Rikia Amaral, Sôla Ries, Suyan de Mattos, Tainá Pinto, Thiago Prado e Verli.

Como um apartamento habitado por presenças intensas e materiais indóceis, a galeria se converte em território plástico onde desejo e forma se entrelaçam. Somos monstras: figuras de fronteira que desfazem normatividades do olhar e instauram uma expografia da emergência.

Curadoria e coordenação: Suyan de Mattos
Expografia: Isabella Brito
Abertura: 14 de março de 2026 (sábado)
Local: Galeria Azimute – Belém do Pará

Geopoéticas: Rios e RuasA sétima edição da Residência Artística Volante propõe um mergulho poético e investigativo na Ci...
03/01/2026

Geopoéticas: Rios e Ruas

A sétima edição da Residência Artística Volante propõe um mergulho poético e investigativo na Cidade Velha de Belém do Pará, território inaugural da cidade e palimpsesto vivo de temporalidades justapostas. Intitulada “Geopoéticas: Rios e Ruas”, esta edição convida artistas de distintas regiões do país a explorar a cidade como corpo vivo, cujas camadas históricas e simbólicas se entrelaçam à pulsação do presente.

Por meio de caminhadas, escutas, registros visuais e práticas colaborativas, os participantes são provocados a realizar um mapeamento sensível da Cidade Velha, considerando seus rios e suas ruas como vetores de memória, deslocamento e inscrição no espaço. A proposta não busca apenas a documentação do que foi ou do que é, mas a criação de cadernos de artista que desafiem o formato tradicional, operando como dispositivos vivos, abertos, plurais e inventivos — uma forma expandida de anotar, cartografar e reinscrever o território.

Cada artista será instigado a tensionar a relação entre passado e presente, ruína e reinvenção, fazendo emergir leituras contemporâneas que desloquem as narrativas históricas cristalizadas. A residência assim se configura como um campo de experimentação e escuta, onde o gesto artístico se entrelaça ao gesto político e poético de habitar e imaginar a cidade.

IntroitusA entrada oficial...antes, carne levare.Abertura: 31 de janeiro de 2026Exposição: 31/01 a 07/03/2026Sextas e sá...
01/27/2026

Introitus

A entrada oficial...antes, carne levare.

Abertura: 31 de janeiro de 2026
Exposição: 31/01 a 07/03/2026
Sextas e sábados: 14h às 19h

📍OLugar Arte Contemporânea
Rua Orestes, 28, 3º andar, Fábrica Bhering, Santo Cristo, Rio de Janeiro/RJ
[email protected]

.capicua.
12/09/2025

.capicua.

Nom-du-PèreVideoperformance 1’36”2025  🎦
10/16/2025

Nom-du-Père
Videoperformance
1’36”
2025



🎦

CANGOLÉ no Centro Municipal Hélio OiticicaAbertura: 06/09 às 16h Visitação: 07/09 a 04/10/2025A exposição Cangolé propõe...
08/28/2025

CANGOLÉ no Centro Municipal Hélio Oiticica

Abertura: 06/09 às 16h Visitação: 07/09 a 04/10/2025

A exposição Cangolé propõe uma travessia estética entre a canga e o parangolé, atualizando o gesto
radical de Hélio Oiticica em direção a uma arte vestível, coletiva e libertária.

Cangolé é corpo em movimento, é dança como insubmissão, é roupa que não veste — mas liberta.
Cada peça se ativa no contato com o corpo e o espaço público, reinventando a relação entre arte,
política e sensorialidade.

Performances, vídeos e registros fotográficos compõem esse corpo-processo iniciado em residência
artística e expandido no Museu de Arte Moderna da Bahia. Agora, ocupa o Centro Municipal Hélio
Oiticica como território de experimentação e transfiguração.

Texto de apresentação: Bené Fonteles
Curadoria e coordenação: Suyan de Mattos
Expografia: Isabella Brito
Artistas participantes: Adriano Bastos, Alberto Escobar, Alexandre Félix, Andrea Nestrea, Brenda
Urbina, José Arcanjo, Juliana Naufel, Marco Antônio Mendes Rabello, Rikia Amaral, Tetsuo &
Lomaritaka, ZMário
Fotografias: Adriano Bastos, Andrea Nestrea, Eduardo Lopes, Ricardo Pamfilio de Sousa, Robé
Vídeo: Adriano Bastos, Robé | Edição de vídeo: Brenda Urbina

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
07 de setembro a 04 de outubro de 2025

Arte como afeto, invenção, território e travessia.



The Bruce effect…or pregnancy block, is the tendency for female rodents to terminate their pregnancies following exposur...
07/22/2025

The Bruce effect

…or pregnancy block, is the tendency for female rodents to terminate their pregnancies following exposure to the scent of an unfamiliar male.

The effect was first noted in 1959 by Hilda M. Bruce, and has primarily been studied in laboratory mice (Mus musculus).

The Bruce effect is also observed in deer-mice, meadow voles, collared lemmings, and it has also been proposed in other non-rodent species such as geladas.

Address

291 Church St
New York, NY
10013

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