17/08/2015
As chamadas “medicinas alternativas” são assim conhecidas porque são uma alternativa à medicina convencional. No entanto, o termo correcto aplicável a estes tipos de medicina é de “terapias não convencionais”.
Algumas destas terapias datam de épocas anteriores à medicina convencional sendo as únicas utilizadas na altura, embora existam outras mais recentes. O elo de ligação entre todas elas reside no facto de serem não só alternativas à medicina convencional como complementares. São um auxílio para o tratamento médico convencional de alguns doentes, facilitando a sua recuperação e aumentando a qualidade de vida, não sendo suficientes em casos mais sérios.
O que diferencia, principalmente, as “medicinas alternativas” da medicina convencional é o facto de os terapeutas procurarem a causa do problema de saúde do doente, uma vez que o problema pode, não só, ter origens físicas, como, também, psicológicas. O mesmo não acontece, usualmente, com os médicos convencionais que, em vez de irem de encontro à origem da doença, procuram apenas a cura dos sintomas da doença. Assim, se a origem não se cura, o doente voltará vezes sem conta ao consultório médico com o mesmo problema. Poderá, então, dizer-se que as “terapias não convencionais” cuidam melhor da saúde, que é definida pela Organização Mundial de Saúde – OMS – como sendo “não apenas a ausência de doença mas um completo estado de bem-estar físico, mental e social”.
Outra vantagem das “medicinas alternativas” é a sua componente natural. Não é necessário o uso de medicamentos convencionais e a relação paciente/terapeuta é mais humanizada que a relação doente/médico.
Com este trabalho visamos informar sobre as vantagens e desvantagens das “terapias não convencionais”, conhecer as várias terapias e descobrir no que diferem e aquilo que lhes é comum