28/03/2022
Artur Deus Dionísio, guardem este nome e sigam a sua escrita. Neste momento, Viena de Áustria já o conhece, o jornal Público começa a divulgar o seu pensamento, em Portugal.
Parabéns, Artur, e sim, continua a defender e a fazer cultura.
“Nacionalismo” é um software humano geralmente visto como ultrapassado, não raramente usado como termo depreciativo: mas pelo que luta quem morre pela nação ucraniana? E que outras implicações carrega perspectivar cultura enquanto software humano?