Irmandade da Lapa

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Irmandade da Lapa


Dos meados de oitocentos aos princípios do séc.

A Verenável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa foi instituída no século XVIII, datando os seus primeiros estatutos do ano de 1757. Nasceu como instituição religiosa mas, cedo, o seu campo de intervenção estendeu-se para lá das funções de culto. XX, assistiu-se à concretização dos principais sonhos do seu fundador, o brasileiro Padre Ângelo Sequeira, que no seu livro 'Botica Preciosa, e Thesouro Precioso da Lapa' confessava querer «achar todos os remédios para o corpo, para a alma e para a vida». Esta baliza cronológica compreende, assim, a afirmação do extinto Seminário-Colégio da Lapa, a construção do Cemitério da Irmandade, a conclusão das obras da Igreja e, mais tarde, a edificação do Hospital. Conheça mais sobre a sua história em: www.irmandadedalapa.pt

𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐠𝐚𝐫𝐢𝐝𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐀𝐥𝐚𝐜𝐨𝐪𝐮𝐞 𝐞 𝐒𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬.Um encontro que mudou uma vida. Um coração que mudou a histó...
16/10/2026

𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐠𝐚𝐫𝐢𝐝𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐀𝐥𝐚𝐜𝐨𝐪𝐮𝐞 𝐞 𝐒𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬.
Um encontro que mudou uma vida. Um coração que mudou a história.

No primeiro altar do lado do Evangelho, na Igreja da Lapa, Santa Margarida Maria Alacoque surge ajoelhada aos pés do Sagrado Coração de Jesus. A sua presença recorda uma história que começou longe do Porto, na Borgonha francesa, no século XVII.

Foi a esta religiosa que, segundo a tradição católica, Cristo revelou o Seu Sagrado Coração, confiando-lhe a missão de dar a conhecer ao mundo uma devoção centrada no amor e na misericórdia divina. Dessa experiência nasceram duas práticas que atravessaram os séculos: a Festa do Sagrado Coração de Jesus e as primeiras sextas-feiras do mês.

Margarida Maria morreu em 1690. A sua história, porém, não ficou encerrada no convento. Continua presente em igrejas, imagens e gestos de fé — também aqui, na Lapa, onde a sua figura permanece junto daquele Coração que escolheu dar a conhecer. Na Igreja da Lapa, revelamos histórias.
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At the first altar on the Gospel side of Lapa Church, Saint Margaret Mary Alacoque kneels before the Sacred Heart of Jesus.

A French nun of the 17th century, she became known for the revelations in which Christ entrusted her with spreading devotion to His Sacred Heart, a symbol of divine love and mercy.

Centuries later, her story remains present in the art and faith of Lapa Church — a quiet reminder that some stories are still waiting to be discovered.
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13/10/2026
🕯️ 𝟓.ª 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐂𝐞𝐦𝐢𝐭𝐞́𝐫𝐢𝐨𝐬 | 𝟏𝟎 𝐚 𝟏𝟖 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨De 10 a 18 de Outubro, os cemitérios abrem as suas portas par...
07/10/2026

🕯️ 𝟓.ª 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐂𝐞𝐦𝐢𝐭𝐞́𝐫𝐢𝐨𝐬 | 𝟏𝟎 𝐚 𝟏𝟖 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨

De 10 a 18 de Outubro, os cemitérios abrem as suas portas para uma semana dedicada à descoberta, à reflexão e à partilha de conhecimento sobre estes lugares de memória.

Na sua 5.ª edição, a Semana Cultural apresenta uma programação diversificada, com visitas guiadas e visitas noturnas, percursos temáticos, conferências, conversas, exposições, workshops e atividades para famílias, cruzando o património funerário com a História, a arquitetura, a arqueologia, a arte, a natureza, a filosofia e a antropologia.

📍 𝐍𝐨 𝐂𝐞𝐦𝐢𝐭𝐞́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐋𝐚𝐩𝐚
𝟏𝟎 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨 | 𝟏𝟎𝐡𝟎𝟎–𝟏𝟐𝐡𝟎𝟎

𝑻𝒐𝒅𝒐𝒔 𝒐𝒔 𝒄𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒗𝒂̃𝒐 𝒅𝒂𝒓 𝒂̀ 𝑳𝒂𝒑𝒂. 𝑽𝒊𝒂𝒈𝒆𝒏𝒔, 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊𝒅𝒂𝒔 𝒆 𝒓𝒆𝒈𝒓𝒆𝒔𝒔𝒐𝒔 𝒏𝒐 𝑷𝒐𝒓𝒕𝒐 𝒐𝒊𝒕𝒐𝒄𝒆𝒏𝒕𝒊𝒔𝒕𝒂.

Uma visita guiada pelo 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫 𝐃𝐨𝐮𝐭𝐨𝐫 𝐉𝐨𝐫𝐠𝐞 𝐑𝐢𝐜𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐭𝐨 às histórias de algumas das personalidades que repousam no Cemitério da Lapa e aos seus percursos entre o Porto, o Brasil e a Europa.

Uma viagem pelas partidas, regressos, viagens e experiências de lazer que permite conhecer melhor a sociedade e a cultura do Porto oitocentista, a partir deste singular espaço de memória.

📩 𝐈𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐨𝐛𝐫𝐢𝐠𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬: [email protected]
Venha descobrir o que os cemitérios têm para contar.

Camilo não caberia numa exposição imóvel. A sua personalidade, tão inquieta quanto a sua escrita, pedia que a exposição ...
02/10/2026

Camilo não caberia numa exposição imóvel. A sua personalidade, tão inquieta quanto a sua escrita, pedia que a exposição saísse da Lapa e fosse ao encontro de outros lugares. E assim aconteceu: Camilo e a Lapa fez-se à estrada.Agora, depois de atravessar esse território de memórias, desce até Cascais para cumprir a sua última etapa.

A 6 de outubro, no Palácio da Cidadela de Cascais, Camilo e a Lapa integra um dos núcleos da exposição Irmandade da Lapa – Do Porto a Cascais, numa apresentação que estabelece também uma ponte entre dois lugares e duas geografias unidas por uma mesma história.

É a última estação deste percurso.

Depois de Cascais, a exposição regressará ao Porto. Regressará à Lapa, à casa de onde partiu e onde encontrará, finalmente, o seu lugar permanente: a Casa da Irmandade da Lapa.
O caminho termina onde a memória permanece.

📍 Palácio da Cidadela de Cascais
📅 6 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027

DO PORTO A CASCAISA Lapa sai de casa.No dia 6 de outubro, a história da Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa che...
01/10/2026

DO PORTO A CASCAIS
A Lapa sai de casa.

No dia 6 de outubro, a história da Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa chega ao Palácio da Cidadela de Cascais, numa exposição que leva consigo muito mais do que objetos, documentos ou obras de arte.

𝗔𝗼 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗼 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗱𝗼𝗶𝘀 𝘀𝗲́𝗰𝘂𝗹𝗼𝘀 𝗲 𝗺𝗲𝗶𝗼, 𝗮 𝗟𝗮𝗽𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶𝘂-𝘀𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗹𝗮́ 𝗱𝗮𝘀 𝘀𝘂𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗲𝗱𝗲𝘀.

Construiu-se na cidade, na memória de quem a atravessou, na fé que divulgou, na música que nela se fez, na assistência prestada, na educação, na cultura, nas histórias que guarda e nas que continua a criar. A Igreja e o Cemitério da Lapa são parte dessa história, mas nunca foram o seu limite.

É essa dimensão — feita de património, cultura, memória e serviço — que agora chega a Cascais.

«Irmandade da Lapa — Do Porto a Cascais» apresenta uma parte significativa desse percurso na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela, entre 6 de outubro de 2026 e 14 de fevereiro de 2027.

A escolha de Cascais não é apenas uma mudança de morada para uma exposição.

É um passo.

Levar a Lapa para fora do Porto é permitir que outras pessoas conheçam aquilo que durante séculos se foi construindo entre aquelas paredes e, sobretudo, aquilo que delas saiu para a cidade e para o país.

Num lugar de intensa vida cultural como Cascais, a Lapa encontra novos públicos, novos olhares e novas possibilidades de diálogo.

Uma instituição com esta história não se mede apenas pelo património que conserva.

Mede-se também pela capacidade de o fazer chegar mais longe.

𝗗𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗮 𝗖𝗮𝘀𝗰𝗮𝗶𝘀, 𝗮 𝗟𝗮𝗽𝗮 𝗹𝗲𝘃𝗮 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮.
𝗘 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮 𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶𝗿 𝗰𝗮𝗺𝗶𝗻𝗵𝗼.

𝟲 𝗱𝗲 𝗼𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲 | 𝟭𝟴𝗵𝟬𝟬
Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais

«𝗜𝗿𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗮 𝗟𝗮𝗽𝗮 — 𝗗𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗮 𝗖𝗮𝘀𝗰𝗮𝗶𝘀»
6 de outubro de 2026 — 14 de fevereiro de 2027

Santa Teresinha do Menino Jesus (1873–1897)Doutora da Igreja, Padroeira dos Missionários Católicos, dos doentes com tube...
01/10/2026

Santa Teresinha do Menino Jesus (1873–1897)
Doutora da Igreja, Padroeira dos Missionários Católicos, dos doentes com tuberculose e Sida

Teresa Martin nasceu em Alençon, França, a 2 de janeiro de 1873. Filha mais nova de Luís Martin e Zélia Guérin, cresceu numa família numerosa e profundamente católica. Aos quatro anos perdeu a mãe. Algumas das suas irmãs entraram no Carmelo de Lisieux e, pouco depois, Teresa sentiu que queria ser carmelita. Aos quinze anos, pediu ao Papa Leão XIII autorização para entrar no Carmelo e logo atravessou as portas do convento.

Do lado de fora, um mundo. Dentro do Carmelo havia oração, trabalho, silêncio e pequenas tarefas. Para Teresa, nada era pequeno. Ali descobriu que não eram necessários grandes feitos para viver uma vida plena de amor. Uma palavra, um gesto, uma contrariedade aceite em silêncio, uma tarefa feita com cuidado. Também aí podia estar a santidade. Chamou a esse caminho a “pequena via”.
“𝐀 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐯𝐨𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐨 𝐚𝐦𝐨𝐫”, escreveu.

Viveu quase sempre entre as paredes do Carmelo e, com apenas 24 anos, morreu de tuberculose a 30 de setembro de 1897. Deixou-nos as suas memórias, reunidas em História de uma Alma. Depois da sua morte, aquelas páginas atravessaram os muros do convento e viajaram pelo mundo. Beatificada em 1923 e canonizada em 1925, foi proclamada Padroeira das Missões em 1927.

Pouco antes de morrer, Teresa falou de uma “chuva de rosas” que faria cair sobre o mundo. A imagem ficou ligada a Teresa. No centenário da sua morte, João Paulo II declarou-a Doutora da Igreja.

Teresa não percorreu o mundo. Viveu recolhida. Mas foi aí que encontrou o essencial. A santidade pode começar pelo que está diante de nós.

Uma pequena tarefa.
Uma palavra.
Um gesto.
Um dia.
E outro.
Talvez a pequena via de Teresa possa começar também hoje, para si.
Não amanhã, nem quando houver mais tempo ou uma vida diferente.

Hoje.
Num gesto de paciência.
Num perdão que adiamos.
Num cuidado que ninguém verá.
Numa palavra boa dita no momento certo.

É essa a proposta de Santa Teresinha: fazer do pequeno uma escolha, e do quotidiano um lugar de amor.
𝐄 𝐡𝐨𝐣𝐞, 𝐪𝐮𝐚𝐥 𝐬𝐞𝐫𝐚́ 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐚 𝐯𝐢𝐚?

𝟭.ª 𝗥𝗲𝘂𝗻𝗶𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗲𝗹𝗵𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝟮𝟵 𝗦𝗘𝗧. 𝟮𝟬𝟮𝟲A 𝗜𝗿𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗮 𝗟𝗮𝗽𝗮 esteve representada na primeira r...
30/09/2026

𝟭.ª 𝗥𝗲𝘂𝗻𝗶𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗲𝗹𝗵𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼
𝟮𝟵 𝗦𝗘𝗧. 𝟮𝟬𝟮𝟲

A 𝗜𝗿𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗮 𝗟𝗮𝗽𝗮 esteve representada na primeira reunião do 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗲𝗹𝗵𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 pela sua Provedora, 𝗠𝗮𝗻𝘂𝗲𝗹𝗮 𝗥𝗲𝗯𝗲𝗹𝗼, e pelo seu Mestre de Capela, 𝗙𝗶𝗹𝗶𝗽𝗲 𝗩𝗲𝗿𝗶́𝘀𝘀𝗶𝗺𝗼 .

A presença da Irmandade neste órgão consultivo reconhece um 𝗽𝗲𝗿𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶́𝗱𝗼 𝗮𝗼 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗼 𝗱𝗲 𝗴𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 e o seu contributo continuado para a vida cultural, artística e patrimonial da cidade do Porto.

Filipe Veríssimo integra igualmente o Conselho na qualidade de 𝗽𝗲𝗿𝘀𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼 𝗺𝗲́𝗿𝗶𝘁𝗼 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮𝗹, distinguido pelo seu percurso e pelo contributo relevante que tem dado à vida cultural da cidade e do país.

Duas presenças que traduzem, em diferentes planos, uma mesma relação com a cultura: a de uma Instituição que preserva, produz e abre o seu património à cidade, e a de quem, através da música, tem vindo a ampliar esse património e a fazê-lo escutar para além das suas paredes.

É também nesta proximidade entre a 𝗜𝗿𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗗𝗲𝗽𝗮𝗿𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮𝗹 𝗲 𝗼 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼 𝗮𝗿𝘁𝗶́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗙𝗶𝗹𝗶𝗽𝗲 𝗩𝗲𝗿𝗶́𝘀𝘀𝗶𝗺𝗼 que se constrói uma parte significativa da ação cultural da Lapa, a perfeita sintonia entre património e criação, memória e contemporaneidade.

A participação no Conselho Municipal de Cultura reafirma esse compromisso com o Porto: 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝗿 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗺𝗼𝘀, 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗿 𝗻𝗼 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗶𝗿 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿𝗮́ 𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶𝗿. 𝗣𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗲́ 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮.

📸 Câmara Municipal do Porto

28/09/2026
27/09/2026

𝐒𝐞𝐭𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨 𝐧𝐚 𝐋𝐚𝐩𝐚 | Coração de D. Pedro IV
Foram 14 horas.
14 horas de portas abertas.
4.400 pessoas atravessaram a Lapa para ver o coração de D. Pedro IV.

Quatro mil e quatrocentas pessoas diante de um coração que a cidade guarda há quase dois séculos.

É difícil não pensar no que significa esta afluência quando o que estava diante dos olhos era, afinal, algo tão pequeno como um coração e tão gigante como o significado que carrega.

O coração que D. Pedro quis deixar ao Porto. O coração que chegou à Lapa em 1835. O coração que permanece resguardado no mausoléu de granito, fechado a cinco chaves.

Foram três dias de grande emoção. De um vislumbre de que fibra são feitos os grandes corações. Perante a grandiosidade, sentimos o que é ser português, fazer parte e perpetuar a sua história.

Hoje, a porta voltou a fechar-se.

O coração regressou ao mausoléu.
4.400 foi o número que entrou para a história da Lapa.

Obrigado por fazer história connosco.
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𝗜𝗡𝗦𝗧𝗜𝗧𝗨𝗧𝗢 𝗦𝗘́𝗕𝗔𝗦𝗧𝗜𝗘𝗡 𝗦𝗜𝗦𝗦𝗢𝗡 𝗢𝗙𝗘𝗥𝗘𝗖𝗘 𝗔̀ 𝗜𝗥𝗠𝗔𝗡𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗟𝗔𝗣𝗔 𝗚𝗥𝗔𝗩𝗨𝗥𝗔 𝗗𝗘 𝗗. 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗜𝗩A Venerável Irmandade de Nossa Senhora da...
26/09/2026

𝗜𝗡𝗦𝗧𝗜𝗧𝗨𝗧𝗢 𝗦𝗘́𝗕𝗔𝗦𝗧𝗜𝗘𝗡 𝗦𝗜𝗦𝗦𝗢𝗡 𝗢𝗙𝗘𝗥𝗘𝗖𝗘 𝗔̀ 𝗜𝗥𝗠𝗔𝗡𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗟𝗔𝗣𝗔 𝗚𝗥𝗔𝗩𝗨𝗥𝗔 𝗗𝗘 𝗗. 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗜𝗩

A Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa recebeu ontem, 25 de setembro de 2026, uma 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗼𝗱𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗴𝗿𝗮𝘃𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗗. 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼 𝗜𝗩, da autoria de 𝗦𝗲́𝗯𝗮𝘀𝘁𝗶𝗲𝗻 𝗔𝘂𝗴𝘂𝘀𝘁𝗲 𝗦𝗶𝘀𝘀𝗼𝗻, datada de 1859, numa oferta do 𝗜𝗻𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝘁𝗼 𝗦𝗲́𝗯𝗮𝘀𝘁𝗶𝗲𝗻 𝗦𝗶𝘀𝘀𝗼𝗻.
A cerimónia decorreu no Salão Nobre da Casa da Irmandade da Lapa, num momento de especial significado, uma vez que é precisamente neste espaço que, entre 24 e 27 de setembro, se encontra excecionalmente exposto ao público o 𝗖𝗼𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗗. 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼 𝗜𝗩.
A gravura, que integrou em 2024 a exposição «Sisson, 200 Anos», na Biblioteca Nacional do Brasil, reforça também a ligação histórica e cultural entre Portugal e o Brasil, associando a memória de D. Pedro IV — D. Pedro I do Brasil — à obra de um artista de relevante presença na cultura brasileira oitocentista.
A Provedora da Irmandade da Lapa, Dr.ª Manuela Rebelo, agradeceu ao Instituto Sébastien Sisson e à sua Diretora-Geral, Dr.ª Bárbara Ferreira, esta generosa oferta, que passa a integrar o património cultural e memorial da Irmandade.
Uma imagem de D. Pedro IV recebida junto do seu próprio Coração: um encontro simbólico entre História, memória e património.

Endereço

Largo Da Lapa 1
Porto
4050-069

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