Poetria

Poetria A Poetria nasceu para que nela morassem livros. Especializada em poesia e teatro, desde 2003.

Amanhã na PoetriaTemos o enorme prazer de receber na Poetria a autora Bijal Shah, para um encontro especial com os leito...
09/04/2026

Amanhã na Poetria
Temos o enorme prazer de receber na Poetria a autora Bijal Shah, para um encontro especial com os leitores, a propósito do seu mais recente livro Bibliotherapy: The Healing Power of Reading.
Nesta obra inspiradora, Bijal explora o poder transformador da leitura enquanto ferramenta de cuidado, reflexão e bem-estar — uma verdadeira celebração da literatura como espaço de cura e reencontro connosco próprios.
Haverá momento de conversa e sessão de autógrafos.
10 de abril
18h00
Poetria, Porto

Uma oportunidade única para conhecer a autora e mergulhar no universo da biblioterapia.
Esperamos por si

Tomorrow at Poetria
We are delighted to welcome author Bijal Shah to Poetria for a special event with readers, celebrating her recent book Bibliotherapy: The Healing Power of Reading.
In this inspiring work, Bijal explores the transformative power of reading as a tool for care, reflection, and well-being — a true celebration of literature as a space for healing and reconnection with ourselves.
The event will include a conversation and book signing.
April 10
6:00 PM
Poetria, Porto

A unique opportunity to meet the author and immerse yourself in the world of bibliotherapy.
We look forward to welcoming you

A Language That Survives, de Salomé Costa - Apresentação Salomé Costa é uma escritora e artista portuguesa de natureza m...
05/04/2026

A Language That Survives, de Salomé Costa - Apresentação

Salomé Costa é uma escritora e artista portuguesa de natureza multidisciplinar e interdisciplinar, atualmente sediada nos Países Baixos, onde frequenta o programa de Estudos Antigos na Universidade de Amesterdão. O seu percurso artístico iniciou-se na música clássica, área em que se formou ao longo de cerca de doze anos, antes de iniciar um processo de desconstrução dessa identidade, abrindo caminho a novas linguagens e formas de expressão.

É nesse espaço de transição e reinvenção que surge A Language That Survives, a sua obra de estreia e o primeiro gesto de uma trajetória artística que procura cruzar territórios, disciplinas e sensibilidades. Mais do que um livro, esta obra afirma-se como um campo de experimentação, onde palavra e imagem se encontram e se tensionam.

Constituída por uma combinação de poesia multilingue e fotografia, A Language That Survives propõe uma reflexão íntima e fragmentária sobre identidade, valor e propósito. Nascida de um processo de transformação pessoal e artística, a obra convida o leitor a habitar os seus fragmentos emocionais, desafiando-o a construir uma leitura própria e a participar ativamente na criação de sentido.

Neste trabalho, Salomé Costa estabelece um diálogo entre linguagens e geografias, revelando uma voz singular, simultaneamente sensível e conceptual, que se inscreve num território artístico contemporâneo, fluido e em constante mutação.

A apresentação terá lugar no dia 29 de abril, às 18h00, na Poetria.

Ilumina-me, de Rosa Mesquita, e Sussurros da Madrugada, de Celso Furtado - ApresentaçãoHá livros que nascem da necessida...
04/04/2026

Ilumina-me, de Rosa Mesquita, e Sussurros da Madrugada, de Celso Furtado - Apresentação

Há livros que nascem da necessidade de dizer — e outros que emergem como lugar de encontro entre múltiplas formas de sentir e pensar o mundo. A sessão de apresentação de Ilumina-me, de Rosa Mesquita, e Sussurros da Madrugada, de Celso Furtado, reúne duas obras distintas que convergem na intensidade da experiência poética e na procura de sentido através da palavra.

Em Ilumina-me, Rosa Mesquita propõe um território de escrita híbrido, onde poesia e prosa se entrelaçam de forma orgânica e pulsante. Como sublinha o prefácio de Sara Pascoal, trata-se de uma escrita em movimento, feita de fragmentos que oscilam entre a respiração breve do verso e a densidade narrativa da prosa, num contínuo de imagens, ritmos e sentidos. A obra constrói-se como um espaço de travessia — entre luz e vertigem, entre memória e reinvenção — onde cada texto procura o seu próprio centro.

Doutorada em Literaturas e Culturas Românicas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Rosa Mesquita desenvolve um percurso que cruza investigação, docência e criação literária. Com especial interesse pela poesia contemporânea e pelas relações interartes, a sua escrita reflete um olhar atento às múltiplas formas de expressão e às transformações do mundo atual, incluindo os desafios colocados pelas culturas digitais e pela inteligência artificial.

Já Sussurros da Madrugada, de Celso Furtado, apresenta-se como uma obra de poesia intimista e confessional, onde a palavra surge como espaço de sobrevivência emocional. Ao longo dos poemas, o autor percorre temas como o amor, a identidade, a memória e a liberdade, numa escrita profundamente marcada pela experiência pessoal e pela pertença cultural.

Natural de Luanda, onde nasceu em 1984, Celso Furtado construiu um percurso académico internacional, sendo Mestre em Negócios Internacionais pela London School of Economics. A sua relação com a poesia nasce cedo, influenciada por autores como Fernando Pessoa e Florbela Espanca, e desenvolve-se como um espaço de introspeção e liberdade. Na sua escrita, cruzam-se o pensamento filosófico e a expressão emocional, dando origem a uma voz sensível e autêntica.

Entre a experimentação formal de Ilumina-me e a intensidade confessional de Sussurros da Madrugada, esta sessão propõe um encontro entre diferentes modos de habitar a palavra — dois gestos literários que, cada um à sua maneira, procuram iluminar a experiência humana.

A apresentação terá lugar no dia 11 de abril de 2026, às 17h00, na Poetria.

Há Sempre um Luar na Escuridão, de Beatriz L. Moura - ApresentaçãoBeatriz L. Moura estreia-se na escrita com uma obra pr...
03/04/2026

Há Sempre um Luar na Escuridão, de Beatriz L. Moura - Apresentação

Beatriz L. Moura estreia-se na escrita com uma obra profundamente íntima, marcada por um percurso de vida feito de procura, deslocação e constante questionamento. Natural de Marco de Canaveses, iniciou o seu caminho académico na área das Letras, no Porto, que viria a interromper por motivos económicos. Aos 23 anos, concretizou o desejo de emigrar para a Suíça, onde desenvolveu atividade profissional no setor hoteleiro, entre diferentes experiências em Portugal e no estrangeiro.

Curiosa, emocionalmente intensa e de carácter versátil, Beatriz L. Moura assume a escrita como espaço de expressão das suas múltiplas dimensões — entre a fragilidade e a força, entre o desencanto e a persistência na crença no amor. A sua voz nasce desse confronto interior, onde convivem experiências contraditórias e uma permanente busca de sentido.

Em Há Sempre um Luar na Escuridão, a autora apresenta um conjunto de textos escritos em modo de diário, reunindo vivências próprias e fragmentos emocionais observados ao longo do tempo. Entre desabafos e reflexões, a obra percorre os territórios da juventude, dos afetos e das desilusões, dando corpo a uma escrita que oscila entre a confissão e a tentativa de compreensão.

Marcado por uma forte carga emocional, este livro revela-se como um percurso de autoconhecimento, onde a escrita surge não apenas como forma de expressão, mas também como tentativa de resposta às inquietações que acompanham o crescimento e a experiência humana.

Há Sempre um Luar na Escuridão é, assim, o testemunho de uma voz em construção, que encontra na palavra um lugar de permanência — mesmo quando tudo parece incerto.

Sexta-feira dia 24 de Abril às 18h, na Poetria

Dia Internacional do Livro Infantil 2026Celebrado anualmente a 2 de abril, data do nascimento de Hans Christian Andersen...
02/04/2026

Dia Internacional do Livro Infantil 2026

Celebrado anualmente a 2 de abril, data do nascimento de Hans Christian Andersen, o Dia Internacional do Livro Infantil constitui uma ocasião privilegiada para sublinhar a importância da leitura desde a infância e o papel essencial dos livros na formação sensível, crítica e imaginativa dos mais novos. Instituído em 1967, este dia é hoje assinalado em todo o mundo com iniciativas que promovem o contacto precoce com a literatura.

Em 2026, a celebração conta, em Portugal, com um cartaz digital da autoria do ilustrador André da Loba, distinguido com o Prémio Nacional de Ilustração em 2025, cujo percurso internacional reforça a relevância da ilustração enquanto linguagem artística autónoma e fundamental no universo do livro infantil.

À semelhança de anos anteriores, o IBBY Internacional convidou um país a dar voz à celebração, cabendo este ano a iniciativa ao Chipre. Sob o mote “Planta histórias que o mundo floresce!”, título de um poema de Elena Perikleous, destaca-se o poder transformador da literatura, capaz de semear imaginação, empatia e futuro.

Mais do que uma efeméride, este dia recorda-nos que cada livro aberto na infância é um gesto de construção — individual e coletiva — de um mundo mais atento, criativo e humano.

Apresentação de Vazio Legal, de Liliana FreitasNascida em Faro e criada em Barcelos, Liliana Silveira de Freitas constru...
02/04/2026

Apresentação de Vazio Legal, de Liliana Freitas

Nascida em Faro e criada em Barcelos, Liliana Silveira de Freitas construiu o seu percurso académico no Porto, onde se licenciou em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto, em 2013, e concluiu o mestrado na mesma área pela Universidade Católica Portuguesa, em 2016. Exerce atualmente advocacia em Lisboa, com especial enfoque no Direito do Trabalho — um campo onde a linguagem, a norma e o conflito se entrelaçam diariamente.

É precisamente desse território — entre a lei e aquilo que escapa à sua linguagem — que emerge Vazio Legal. Nesta obra, a autora propõe uma coletânea de poemas, ou “incursões poéticas”, como prefere designá-los, onde a rigidez das estruturas jurídicas se confronta com a instabilidade da experiência humana.

O “vazio” a que o título alude não é apenas o das lacunas da lei, mas também o da perplexidade contemporânea: o esgotamento da empatia, a fragilidade das relações, a inquietante ausência de sentido. A escrita de Liliana Freitas habita esse espaço de tensão, onde o rigor da formação jurídica encontra uma voz poética sensível, questionadora e profundamente atual.

Vazio Legal conta com design de Joana Bravo e edição de Catarina Real, numa composição que acompanha e amplifica a identidade da obra.

A apresentação terá lugar no próximo dia 30 de abril, às 18h30, com a presença da autora, Liliana Silveira de Freitas, bem como de Joana Bravo (designer), Catarina Real (editora) e Francisca Camelo.

Apresentação de Vazio Legal, de Liliana FreitasNascida em Faro e criada em Barcelos, Liliana Silveira de Freitas constru...
31/03/2026

Apresentação de Vazio Legal, de Liliana Freitas

Nascida em Faro e criada em Barcelos, Liliana Silveira de Freitas construiu o seu percurso académico no Porto, onde se licenciou em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto, em 2013, e concluiu o mestrado na mesma área pela Universidade Católica Portuguesa, em 2016. Exerce atualmente advocacia em Lisboa, com especial enfoque no Direito do Trabalho, um campo onde a linguagem, a norma e o conflito se entrelaçam diariamente.

É precisamente desse território - entre a lei e aquilo que escapa à sua linguagem - que emerge Vazio Legal. Nesta obra, a autora propõe uma coletânea de poemas, ou “incursões poéticas”, como prefere designá-los, onde a rigidez das estruturas jurídicas se confronta com a instabilidade da experiência humana.

O “vazio” a que o título alude não é apenas o das lacunas da lei, mas também o da perplexidade contemporânea: o esgotamento da empatia, a fragilidade das relações, a inquietante ausência de sentido. A escrita de Liliana Freitas habita esse espaço de tensão, onde o rigor da formação jurídica encontra uma voz poética sensível, questionadora e profundamente atual.

Vazio Legal conta com design de Joana Bravo e edição de Catarina Real, numa composição que acompanha e amplifica a identidade da obra.

A apresentação terá lugar no próximo dia 30 de abril, às 18h30, com a presença da autora, Liliana Silveira de Freitas, bem como de Joana Bravo (designer), Catarina Real (editora) e Francisca Camelo.

21 de março Dia Mundial da Poesia“As coisas juntam-se em desequilíbrio”Há dois anos começámos a reunir vozes no Porto.Nã...
21/03/2026

21 de março
Dia Mundial da Poesia

“As coisas juntam-se em desequilíbrio”

Há dois anos começámos a reunir vozes no Porto.
Não como gesto isolado, mas como parte de um projeto maior: criar em Portugal um centro contemporâneo dedicado à poesia. Um espaço onde a criação, a edição e a programação cultural se encontram de forma contínua.

Não como quem organiza, mas como quem tenta perceber de que forma a poesia insiste em aparecer — entre leituras, livros, traduções, encontros e tudo aquilo que escapa ao programa.

O FIPP foi-se construindo assim:
entre rubricas, formatos, gestos repetidos e transformados —
leituras que regressam de outro modo, conversas que se prolongam, textos que mudam de lugar, vozes que se cruzam pela primeira vez e depois permanecem.

Nada fixo.
Nada totalmente previsível.
Um espaço em contínua reorganização.

Ao longo destes dois anos, o que se criou não foi apenas um festival, mas um conjunto de práticas — um modo de estar, de escutar, de ligar.

E isso não termina.

Este ano, o FIPP regressa.
Não como repetição, mas como continuação de algo que ainda se está a compor — camada a camada, fragmento a fragmento.

FIPP’26 acontece nos dias 24, 25 e 26 de julho, no Porto, com um novo tema: “des-equilibrar”. Se em 2024 explorámos as ruturas, agora queremos explorar o desequilíbrio — a instabilidade criativa, a tensão que gera movimento, a recusa de acomodação.

Herberto Helder escreveu: “As coisas juntam-se em desequilíbrio.” É essa a nossa linha condutora. Não procuramos consenso ou harmonia fácil. Procuramos o encontro improvável, a palavra que desestabiliza, a poesia que não pede autorização para existir.

Porque a poesia não cabe num dia. Não cabe numa efeméride. Precisa de lugar, de continuidade, de estrutura.

E é isso que estamos a construir.

Mais informações sobre a programação de FIPP’26 em breve.
A poesia não pede licença. Mas precisa de lugar.

🚨AlertaRecebemos recentemente na Poetria a visita de Gassanee Thaisonthi, especialista em relações internacionais da The...
27/02/2026

🚨Alerta
Recebemos recentemente na Poetria a visita de Gassanee Thaisonthi, especialista em relações internacionais da The Writers’ Association of Thailand.

Foi um encontro muito especial — feito de conversa, partilha e de um entusiasmo genuíno pela possibilidade de aproximar geografias literárias.

Gassanee veio falar-nos da vontade da The Writers’ Association of Thailand construir uma ponte entre escritores e poetas portugueses e a comunidade literária tailandesa, no âmbito do programa internacional de residência International Writers’ Village – Writer-in-Residence Program (Thailand 2026)

Trata-se de uma residência de seis semanas destinada a escritores internacionais, desenvolvida em colaboração com o Departamento de Promoção Cultural do Ministério da Cultura da Tailândia e a Faculdade de Humanidades da Kasetsart University.

O programa inclui:

— Uma semana de acolhimento e orientação em Banguecoque
— Cinco semanas de imersão em comunidades locais
— Encontros com livrarias, clubes de leitura e agentes culturais
— Troca profissional com a comunidade literária tailandesa
— Bolsa semanal de ~400USD
— Alojamento nas comunidades provinciais tailandesas
— Voo de ida e volta reembolsado
— E, garantidamente, comida tailandesa autêntica e boa

Gassanee solicitou o apoio da Poetria para ajudar a divulgar esta oportunidade, estabelecer essa ponte entre poetas e escritores portugueses e apoiar a recomendação de poetas e escritores portugueses interessados em integrar esta experiência de escrita e imersão cultural.

Foi um gosto enorme conhecê-la — e o Blake conquistou-a imediatamente.

Se és poeta ou escritor e tens interesse em saber mais ou candidatar-te, inscreve-te ou partilha com quem deves!

Candidaturas abertas até 25 de Março de 2026.

Mais informações:
https://kasets.art/p1MaN2

Contacto: [email protected]

15/02/2026

este chá não tem whisky
tem as ferramentas necessárias
para a construção do tempo

o aglomerado de olhares fugidios
as mãos
tem a pele e as marcas
as pernas
os seios
o posicionamento dos dentes
risos
gemidos
(a m***a dos gemidos)
tem os dedos cruzados
a nudez
livros de meia-noite
canções ao ouvido
as línguas
o sexo
suor dos corpos
humedecida animalidade
agressiva
primitiva animalidade

noites sem dormir em êxtase
noites sem dormir em pranto
noites sem dormir em melancólica observação de pássaros
noites sem dormir em contemplação da enorme repetição dos atos
noites sem dormir em alcoólicas falhas genitais
noites sem dormir em pura vergonha
p**a da vergonha
tivesse eu vergonha

este chá não tem whisky
tem toda a fisionomia
dos sonhos
e os pesarosos medos
dos pesadelos

Turvo, de Sérgio Morais
Partilhamos um momento da leitura de um dos poemas do livro.
Um registo íntimo, onde o autor nos abre o seu espaço privado e a sua voz.

É só gente bonita que vem à Poetria.Hoje, a nossa livraria ficou mais luminosa com a visita da Emily, da Zoe e da Alexa,...
07/02/2026

É só gente bonita que vem à Poetria.
Hoje, a nossa livraria ficou mais luminosa com a visita da Emily, da Zoe e da Alexa, três californianas que andam por Madrid a dar aulas de inglês e decidiram perder-se (bem) pelo Porto. Foi o vício dos livros que as trouxe até nós e as suas escolhas não podiam ser mais icónicas: A Emily rendeu-se ao nosso mestre do tédio e levou o Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, a Zoe optou pela intensidade visceral de Sylvia Plath com The Bell Jar e a Alexa escolheu a poesia urbana e a nostalgia de Patti Smith em Just Kids. Boas leituras, boas companhias. Gostaram de conhecer o Blake, riram-se, folhearam, conversaram — e ainda levaram um roteiro caseiro para uma tarde bem passada, para aproveitarem o Porto como verdadeiras locais.
Talvez as voltemos a ver mais logo, na vernissage da exposição do Martim. A cidade é pequena. A poesia trata do resto.

Endereço

Rua Sá De Noronha 115
Porto
4050-526

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 11:00 - 18:00
Terça-feira 11:00 - 18:00
Quarta-feira 11:00 - 18:00
Quinta-feira 11:00 - 18:00
Sexta-feira 11:00 - 18:00
Sábado 11:00 - 18:00

Telefone

+351928059076

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