Visões Úteis

Visões Úteis Companhia de Teatro profissional fundada no Porto em 1994. | Professional Theatre Company established in 1994 in Porto (Portugal). http://www.visoesuteis.pt

“Se eu fosse a vocês desconfiava dos contadores de histórias, mas das cartas não: tudo o que eu disser é sobre as cartas...
03/09/2026

“Se eu fosse a vocês desconfiava dos contadores de histórias, mas das cartas não: tudo o que eu disser é sobre as cartas, não é sobre vocês; pode parecer que é sobre ti, porque entras com uma pergunta e eu respondo, mas não é sobre ti porque na verdade não te respondo a ti mas às cartas, não te leio a ti, leio as cartas; e o melhor de tudo é que é mesmo aleatório.”
“O Diabo em Mim” - uma coprodução do VU com o Teatro Municipal de Vila Real e direção de Carlos Costa - tem estreia marcada para novembro e parte de experiências teóricas e práticas no universo da cartomancia; a coordenação de produção é da Cláudia Alfaiate.

Chegou setembro, tempo para pensar nas promessas de verão, não? Então que tal começar por aqui: estão abertas as inscriç...
01/09/2026

Chegou setembro, tempo para pensar nas promessas de verão, não? Então que tal começar por aqui: estão abertas as inscrições para a edição 2026/2027 do nosso Clube de Teatro!

Quartas, das 19h às 20.30, a partir de 8 de outubro, com a maravilhosa Sónia Barbosa; mensalidades de 36 euros (+10€ de inscrição/seguro).
Não pode haver melhor escolha para vos levar do fim deste verão até ao início do próximo!Quem se junta?
Para esta edição podem contar com:

- Dinâmicas de grupo a partir de jogos teatrais
- Exploração de exercícios físicos de expressão corporal
- Exercícios de exploração do espaço, objetos e outros indutores
- Desenvolvimento e exploração de exercícios de improvisação
- Abordagem às técnicas de leitura e trabalho de texto
- Aquisição de técnicas de respiração, projeção de voz e dicção
- Desenvolvimento do trabalho coletivo na concretização de um processo criativo original para a apresentação final do curso.

E, claro, um ambiente informal, seguro e descontraído.

O Anzol (2009), de Gemma Rodríguez, tradução e encenação de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins: “A mim o que m...
27/08/2026

O Anzol (2009), de Gemma Rodríguez, tradução e encenação de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins: “A mim o que me mete medo é que haja uma explosão e ai eu nao asfixiava mas íamos todos pelos ares e o prédio ficava feito em pedaços. E toda a história terminava com uma enorme cratera cheia de escombros e carne humana esturricada. Os tipos de gás acham que eu tenho de ser mais positiva.”

Fotografia: Paulo Pimenta [Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.
No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

Casa de Mulheres (1996), de Dacia Maraini, tradução de José Colaço Barreiros e encenação de Nuno Cardoso: “Eu divirto-me...
25/08/2026

Casa de Mulheres (1996), de Dacia Maraini, tradução de José Colaço Barreiros e encenação de Nuno Cardoso: “Eu divirto-me e até me faço pagar... Pagam-me para que lhes bata, pagam-me para poderem odiar-me, pagam-me para sofrerem e pagam-me para se sentirem melhores, para me amarem melhor... E eu satisfaço-os...“

Fotografia: LimamiL [Ana Vitorino, Catarina Martins]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

A Cidade dos Diários (2005), de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira: “Para trás está uma névoa ...
20/08/2026

A Cidade dos Diários (2005), de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Pedro Carreira: “Para trás está uma névoa imensa mas para a frente vejo tudo com muita clareza. Eu estou preparado.”

Fotografia: Paulo Pimenta [Ana Vitorino]
Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

O Vento (2011), de Inês de Carvalho (sem texto).Fotografia: Paulo Pimenta [Alberta Lemos]Em agosto, estamos perdidos no ...
18/08/2026

O Vento (2011), de Inês de Carvalho (sem texto).
Fotografia: Paulo Pimenta [Alberta Lemos]
Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

A Frente do Progresso (2007), a partir de Joseph Conrad, tradução e encenação de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Ma...
14/08/2026

A Frente do Progresso (2007), a partir de Joseph Conrad, tradução e encenação de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins: “Sentiam-se mais sozinhos do que nunca. Algo dentro deles tinha desaparecido. Algo que os protegia do desespero e da selvajaria. Aquele sítio parecia agora muito maior e muito vazio.”

Fotografia: João Tuna/TNSJ [Carlos Costa,Pedro Carreira]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

O Aleijadinho do Corvo (1997), de Martin McDonagh, tradução e encenação de António Feio:“O órfão da aldeia, era o que eu...
12/08/2026

O Aleijadinho do Corvo (1997), de Martin McDonagh, tradução e encenação de António Feio:“O órfão da aldeia, era o que eu era. O aleijadinho da aldeia e mais nada. Há por aí muitas pessoas mais deformadas do que eu só que, por fora, não se vê.“

Fotografia: LimamiL [Pedro Carreira]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

Muna (2008), de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins: “Eu tenho pena de ti, sabes? Toda a gente às vezes se sent...
10/08/2026

Muna (2008), de Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins: “Eu tenho pena de ti, sabes? Toda a gente às vezes se sente assim triste. Como se estivesse num labirinto sem saída. Esticamos a mão para alguém e às vezes agarramos alguma coisa. Tudo o que podemos dar uns aos outros é empatia. Queres ir para um sítio com cores mais bonitas e onde há mais ar?”

Fotografia: João Tuna/TNSJ [Ana Vitorino, Pedro Carreira Rui Queiroz de Matos]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.
No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

Nióbio (2012), de Ana Vitorino, Carlos Costa: “Mas o nosso progresso era bom! Tínhamos vacas e estrelas! Havia futuro! T...
05/08/2026

Nióbio (2012), de Ana Vitorino, Carlos Costa: “Mas o nosso progresso era bom! Tínhamos vacas e estrelas! Havia futuro! Tínhamos vacas e cães gordos! E as estrelas brilhavam! Nós já fomos uma grande simulação!”

Fotografia: Paulo Pimenta [Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins, Pedro Carreira]

Em agosto, estamos perdidos no arquivo, entre 1996 e 2012.

No ano passado, na primeira edição deste (a)gosto no arquivo, todas as imagens publicadas eram fotografias de fotografias, portanto o mais básico do básico: fotografar com o telefone uma imagem analógica impressa em papel fotográfico. E é neste estado - entre improviso e falta de recursos - que se encontra o arquivo das artes performativas em Portugal; e sem arquivos não há memória, sem memória não há identidade, sem identidade não há inscrição social, sem inscrição social não há reconhecimento, ou pelo menos o devido reconhecimento.

Mas em 2026 estão a ser dados passos decisivos: por um lado, o governo acaba de consagrar as práticas de arquivo como um domínio elegível para atividades financiadas no âmbito do apoio às artes; e no VU já investimos num disco de 4TB dedicado exclusivamente ao arquivo e estamos a evoluir na qualidade das digitalizações, sempre com a generosa orientação do Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Todas as imagens partilhadas neste verão estão creditadas, indicando os nomes das pessoas fotografadas; são ainda acompanhadas de um pequeno excerto do texto do espetáculo em causa.

Endereço

Rua Justino Teixeira, Nº 653
Porto
4300-280

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Visões Úteis publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Visões Úteis:

Atalhos

Compartilhar