Visões Úteis

Visões Úteis Companhia de Teatro profissional fundada no Porto em 1994. | Professional Theatre Company established in 1994 in Porto (Portugal). http://www.visoesuteis.pt

Lembram-se do Noddy? O Noddy era um materialista, não era?Acreditava que a economia, o seu táxi, definia a sociedade, a ...
16/06/2026

Lembram-se do Noddy? O Noddy era um materialista, não era?
Acreditava que a economia, o seu táxi, definia a sociedade, a cidade dos brinquedos, e depois a cidade dos brinquedos definia as consciências.

“O Diabo em Mim”, com direção de Carlos Costa, tem estreia marcada para novembro e parte de experiências teóricas e práticas no universo da cartomancia; a banda sonora é assinada pelo Vasco Zentzua.

...depois do arraial, a festa continuaA partir da criação Arraial de Quimeras, Inês de Carvalho e Ana Vitorino desenham ...
11/06/2026

...depois do arraial, a festa continua

A partir da criação Arraial de Quimeras, Inês de Carvalho e Ana Vitorino desenham Chimeras’ Fest - um workshop que propõe partilhar a experiência do projeto (estreado em março passado, no Porto), assim como as reflexões levantadas e as possibilidades de (re)construção e (re)interpretação a partir das mesmas materialidades.
Chimeras’ Fest integra a programação da Conferência e Exposição “Critical Costume 2026: Costume interfaces and interdisciplinary entanglements”, que terá lugar no London College of Fashion da University of the Arts London, entre os dias 9 e 11 de setembro de 2026.
As quimeras são curiosas, não conhecem barreiras, fronteiras ou limites.
Vivam as quimeras.

Um dos segredos mais mal guardados no VU é o nosso Clube de Teatro, onde, de outubro a maio, com orientação da Sónia Bar...
09/06/2026

Um dos segredos mais mal guardados no VU é o nosso Clube de Teatro, onde, de outubro a maio, com orientação da Sónia Barbosa, vamos construindo finais de tarde que escapam à espuma dos dias. Felizmente, em junho, antes que chegue o solstício, f**a tudo às claras

Agora que A Memória do Aqueduto  está bem documentada - entre livro, vídeo e reflexão crítica - é tempo de saltar para a...
04/06/2026

Agora que A Memória do Aqueduto está bem documentada - entre livro, vídeo e reflexão crítica - é tempo de saltar para a DUPLA, a outra criação do ano passado, e começar a tratar da edição em livro do seu texto. O lançamento está previsto para o início do outono, mais uma vez com a Húmus: Tyger, Tyger, burning bright, in the forests of the night.

"No Cruzamento da História e Crítica“ é uma publicação que se divide e confunde - no melhor dos sentidos - entre arquite...
02/06/2026

"No Cruzamento da História e Crítica“ é uma publicação que se divide e confunde - no melhor dos sentidos - entre arquitetura, artes performativas e património cultural. Pelo que lhe f**a muito bem a inclusão de um artigo do Jorge Palinhos acerca da dimensão vertical nas artes performativas; como não podia deixar de ser, inspirado pela nossa “memória do aqueduto“ em que o público, reclinado em espreguiçadeiras, assistia às deambulações de Matilde Cancelliere e João Delgado Lourenço, subindo numa espiral ao longo das paredes do reservatório do Amial.

👉https://www.unirio.br/espacoteatral/arquivos/publicacoes/pdf-publicacoes/MAY12_2026_ATTHECROSSROADSOFHISTORYANDCRITICISM.pdf

Nós já sabíamos - porque por lá passamos - que no teatro universitário nem sempre há tempo para arrumar camarins, escrit...
28/05/2026

Nós já sabíamos - porque por lá passamos - que no teatro universitário nem sempre há tempo para arrumar camarins, escritórios, arrumos… mas acreditem que o TEUC - Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra - exagera.

Aproveitando uma visita do Carlos Costa - com uma turma da licenciatura em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra - o TEUC aproveitou para nos devolver uma coisa que tínhamos esquecido por lá… precisamente há 30 anos.

Provavelmente poucas pessoas recordarão que, por essa altura, a Câmara Municipal do Porto aceitava pendurar, no espaço público, faixas publicitárias de eventos culturais, neste caso a nossa quinta criação: A Cantora Careca.

E como é que isto foi parar ao TEUC?
Bom, considerando que a faixa foi cuidadosamente cortada - para esconder as datas do Porto - a suspeita é que a teremos pendurado numa janela da Associação Académica de Coimbra para publicitar uma apresentação no Teatro Académico de Gil Vicente.

E depois, bem, depois devemos ter esquecido e o TEUC guardou durante 30 anos.
Agora não sabemos bem o que lhe fazer, mas não a conseguimos deitar fora, e depois de uma lavagem à máquina está como nova.

“A Cantora Careca” - numa tradução de Luís de Lima e encenação do querido João Paulo Seara Cardoso - estreou a 30 de maio de 1996 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa, Coimbra e Aveiro num total de 28 apresentações.

Ao longo das últimas duas décadas, em Portugal, o Stand Up Comedy deixou de funcionar num nicho social e expandiu-se par...
26/05/2026

Ao longo das últimas duas décadas, em Portugal, o Stand Up Comedy deixou de funcionar num nicho social e expandiu-se para diversos formatos, lugares, circuitos, modos de produção e media. Hoje, “os bobos” já não são as referências inferiores da corte, antes pelo contrário, partilham palcos – mais ou menos ao vivo – com performers de outras áreas, e enormes comunidades de fãs como qualquer estrela pop. E quanto ao repertório e estilo, os comediantes portugueses já não estão limitados pelos formatos de há 10 ou 20 anos, expandindo os horizontes em termos de estilo e repertório.
Este ciclo, com curadoria de Carlos Costa – artista e investigador - e Eduardo Marques - performer e programador na área do stand up – pretende experimentar novas dramaturgias e circuitos para o stand up, no domínio das artes performativas. Para isto, os dois curadores irão realizar casamentos improváveis entre artistas de stand up e protagonistas de outras áreas - ciência e direito internacional - através de processos de escrita colaborativa e interpretada por artistas que já se dedicam à stand up.

STAND UP OFF é uma coprodução com o Teatro Municipal de Vila Real e o Teatro José Lúcio da Silva, programada para maio de 2027, e junta, para começar, duas pessoas que se aproximaram, entre piadas, ao balcão de um café; a fotografia é da Patrícia, a principal fornecedora de cafeína do Carlos e do Eduardo.

Os Clã conheceram-se em 1992, tal como, pela mesma altura, se conheciam as pessoas que logo a seguir fundaram o VU.Nesse...
21/05/2026

Os Clã conheceram-se em 1992, tal como, pela mesma altura, se conheciam as pessoas que logo a seguir fundaram o VU.
Nesses anos a Manuela Azevedo e o Carlos Costa até estudavam na mesma faculdade da Universidade de Coimbra, por onde também andavam, entre tanta gente, o Miguel Guedes (Blind Zero), o Nuno Cardoso (fundador do VU e até há pouco diretor do TNSJ) e a Catarina Martins (fundadora do VU e recente candidata à Presidência da República); é que naqueles anos não existiam tantas alternativas como hoje e era vulgar sonhar com artes e estudar direito
O VU e os Clã, começaram a dar espetáculos entre 1994 e 1995 e foram-se cruzando pelos palcos do país, sem nunca verdadeiramente se cruzarem ao longo destas três décadas.
Talvez por isso o Carlos tenha achado que o convite do Teatro Municipal de Vila Real - para dinamizar uma “Conversa de Bastidores“ com a Manuela e o Hélder Gonçalves - era a coisa mais natural do mundo.
Vai ser no TVR: quinta-feira, 21 de maio, pelas 21.30h; e os Clã tocam no dia seguinte à mesma hora.

créditos de imagem ©TVR

São demasiadas coisas. Na vida, há demasiadas coisas. Se calhar foi por isso é que o Demócrito arrancou os olhos; é que ...
19/05/2026

São demasiadas coisas. Na vida, há demasiadas coisas. Se calhar foi por isso é que o Demócrito arrancou os olhos; é que para ele - era um filósofo pré-socrático - era tudo um turbilhão infinito de átomos.Sempre em movimento. Sem nunca se encaixarem uns nos outros.
É oficial: pelo VU há cada vez mais gente perdida dentro de um baralho de cartas.
“O Diabo em Mim”, com direção de Carlos Costa, tem estreia marcada para novembro e parte de experiências teóricas e práticas no universo da cartomancia; o desenho de luz é assinado pelo Pedro Correia.

Aqui estamos☝🏼.Preparados para vos receber.Já podem entrar 🙌🏼 Avisamos que o que depois acontece é uma “revolução”, a ex...
15/05/2026

Aqui estamos☝🏼.
Preparados para vos receber.
Já podem entrar 🙌🏼

Avisamos que o que depois acontece é uma “revolução”, a exposição desarrumada, os figurinos “agitados”, habitados, levados para fora dos seus lugares - expositores, palcos de museu, e postos a andar... Por nós, que, como somos muito novos para os ter vivido antes, apenas podemos imaginar as histórias que o arquivo nos conta com palavras, imagens, tecidos, vestígios. E o resto inventamos com o corpo.

Agora é que é, “já demos a volta a isto”, várias vezes.
Foi bem bonita a festa, um arraial de criar bicho, ao romper da primavera, pela casa e pelos jardins.

Juntem-se a nós nesta revisitação.


O vídeo da criação Arraial de Quimeras já está disponível no vimeo do Visões Úteis!
Pode ser visionado aqui 👉🏼 https://vimeo.com/1183413333

Com direção de Inês de Carvalho, Arraial de Quimeras desdobrou-se numa exposição e num conjunto de ativações performativas, em torno do poder performativo do figurino e do arquivo do Visões Úteis. Teve a sua primeira temporada de apresentação pública na Casa São Roque, no Porto, entre 19 e 29 de março de 2026.

Arraial de Quimeras foi desenvolvido numa parceria com a Casa de São Roque e com o apoio do programa Criatório, da Câmara Municipal do Porto.

Endereço

Rua Justino Teixeira, Nº 653
Porto
4300-280

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