Adorna Galeria

Adorna Galeria Galeria Adorna Em 2003, nasce o projeto que virá a definir-se tal como o conhecemos hoje – a Galeria Adorna. Estefânia R.

No Adorna a fotografia é abordada de maneira contemporânea e eclética. São tidas em conta as diferentes facetas que um projeto pode representar, sem limites ou censura. Neste espaço, a fotografia é compreendida como pluridisciplinar no que toca à sua forma e às suas motivações. São organizadas seis exposições por ano, cujo principal objetivo é facultar e efetivar encontros, cruzamentos, trocas e r

econhecimento da prática da fotografia contemporânea. A direção da galeria encontra-se ao encargo de Estefânia R. de Almeida que comissaria a maior parte das exposições. de Almeida nasceu em Paris, em 1973 e reside em Portugal desde 1992. Apaixonada por fotografia, tornou-se numa colecionadora desde a adolescência. Esta paixão levou-a a aprofundar conhecimentos na temática e, mais tarde, resolve abrir ao público, um espaço de exposições por onde passam hoje fotógrafos nacionais e internacionais, alguns que fazem já parte da história da arte da fotografia. O objectivo sempre consistiu em oferecer, a um público alargado, trabalhos que representam um valor estético, intelectual e com relevância contemporânea.

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração de "Walls", a próxima exposição de fotografia de Dimitra Dede ...
19/09/2025

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração de "Walls", a próxima exposição de fotografia de Dimitra Dede no próximo dia 20 de Setembro, pelas 15h. A exposição está inserida na programação das Inaugurações Simultâneas Miguel Bombarda e do Festival Encontros da Imagem de Braga.

Walls

Na sua mais recente série de trabalhos, intitulada Walls, Dimitra Dede explora profundamente os temas da maternidade, da identidade feminina e da exclusão social, partindo do seu livro Metaphors e do poema homónimo de Sylvia Plath.
As fotografias são acompanhadas por excertos literários, incluindo o poema Walls, de Constantine P. Cavafy, que evoca um sentimento de confinamento, isolamento e perda de autonomia.

Através de fotografias inéditas e de um olhar íntimo, Dede amplia a reflexão sobre a maternidade, não como um ideal romantizado, mas como um processo de apagamento, transformação e, por vezes, opressão.
Dimitra Dede apresenta uma obra poética que é simultaneamente testemunho e denúncia, memória e resistência. Uma reflexão poderosa sobre o que significa ser mulher, mãe, artista e como se resiste quando as paredes se fecham.

Dimitra Dede é uma artista visual sediada em Londres, que trabalha principalmente com fotografia. O seu trabalho tem sido apresentado em galerias, museus e festivais na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. O seu livro ‘Mayflies’ foi nomeado para o prémio Author Book Award nos Rencontres d’Arles Book Awards 2020 e para o Unseen Dummy Award 2018 no Unseen Festival, em Amesterdão. O seu livro ‘Apeiron’ foi nomeado para o Deutsche Börse Foundation Photography Prize 2023 e para o prémio Author Book Award nos Rencontres d’Arles Book Awards 2022.

Curadoria de Estefânia r.

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição coletiva “Um livro de histórias curtas (o...
04/07/2025

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição coletiva “Um livro de histórias curtas (ou não)”, dia 5 de Julho, pelas 16h.

Uma iniciativa do Adorna inserida na programação das Inaugurações Simultâneas Miguel Bombarda.

"Notre voyage à nous est entièrement imaginaire. Voilà sa force. Il va de la vie à la morte. Hommes, bêtes, villes et choses, tout est imaginé. C’est un roman, rien qu’une histoire fictive."

Louise-Ferdinand Céline, Voyage au bout de la nuit

Um livro de histórias curtas (ou não) apresenta uma viagem de ida e volta onde várias narrativas unem-se num relato. Através duma seleção do arquivo do Adorna, Virginia de Diego projeta uma história entrelaçada entre o passado e seus reencontros; o calor, o luto e a luta, um e todos os verões, algumas figuras beatíficas e um ciclo que volta e nos revolve. Um território perdido, geográfica, temporal e imaginativamente, onde as memórias são seladas e os lugares inacessíveis. Uma ode ao verão como lugar das emoções e, assim, região própria da fotografia. Um exercício arqueológico não só de recuperação mas também, sobretudo, de criação.
Com obras de: Michael Ackerman, Dimitra Dede, Jorge Isla, Stéphane Lagoutte, Marco Rocha, Rico Schwartzberg, Bruno Silva e Cynthia Zahar.

Virginia de Diego (Madrid, 1983) é artista visual, curadora e professora. Doutora cm Laude em Belas Artes, atualmente leciona na Universidade do Porto e dirige duas plataformas curatoriais: PRESENTE - uma galeria-montra focada na exposição de obras entre a arte e a arqueologia - e DORIAN LOCI, uma iniciativa que explora os confettis como peça de arte contemporânea.

Créditos da imagem: © Marco Rocha

Alguns pormenores da exposição "Desculpa" de Sofia Pratas Morais que inaugurou a 17 de Maio e está enquadrada nas Inaugu...
22/06/2025

Alguns pormenores da exposição "Desculpa" de Sofia Pratas Morais que inaugurou a 17 de Maio e está enquadrada nas Inaugurações Simultâneas Bombarda.

Pode ser visitada de quinta-feira a sábado das 14:30h às 19:30h até 28 de Junho

O Adorna gostaria de agradecer a todas e a todos que marcaram presença no passado sábado e contribuíram, para o enriquec...
17/06/2025

O Adorna gostaria de agradecer a todas e a todos que marcaram presença no passado sábado e contribuíram, para o enriquecimento da conversa em torno do trabalho “Desculpa”: Retrato e Anti-Retrato, Ética e Arte a partir da autora do trabalho Sofia Pratas Morais e Mark Durden que desde já agradecemos pelo contributo e disponibilidade.

O trabalho "Desculpa" de Sofia Pratas Morais está enquadrado nas Inaugurações Simultâneas Miguel Bombarda e pode ser visitado de quinta - feira a sábado entre as 14:30h e as 19:30h até 28 de junho.

O Adorna gostaria de a(o) convidar para a conversa em torno do trabalho "Desculpa": Retrato e Anti-Retrato, Ética e Arte...
11/06/2025

O Adorna gostaria de a(o) convidar para a conversa em torno do trabalho "Desculpa": Retrato e Anti-Retrato, Ética e Arte no próximo sábado, 14/06 às 11:30h na galeria Adorna.

Nesta conversa Mark Durden e Sofia Pratas Morais exploram "desculpa" de Sofia, uma experiência íntima de fotografar a sua Avó, revelando como esse processo transformou a sua perceção da força. Fala-se sobre o anti-retrato face à tradição do retrato, e abordam-se também os dilemas éticos envolvidos em expor alguém que já não pode consentir plenamente. A conversa parte de retrato e anti-retrato, ética, arte e afeto, e conta com a intervenção do público para explorar outros temas de relevância.
A conversa será conduzida em inglês.

Mark Durden é escritor, artista e acadêmico. Suas muitas publicações incluem The Routledge Companion to Photography Theory, coeditado com Jane Tormey (Routledge 2019), Photography Today (Phaidon 2014), que posteriormente foi traduzido para francês, espanhol, turco e chinês, Fifty Key Writers on Photography (Routledge 2012), que foi traduzido para chinês e farsi. Desde 1997, ele expõe regularmente, nacional e internacionalmente, como parte do grupo de artistas Common Culture. Desde 2017, Durden trabalha em colaboração com João Leal na fotografia de arquitetura modernista europeia, começando com os edifícios de Álvaro Siza no Porto. Atualmente, ele é professor de fotografia e diretor do Centro Europeu de Pesquisa Documental da Universidade de South Wales.

Sofia Pratas Morais, Coimbra, Portugal, 1983, utiliza a fotografia introspectivamente. Desde 2021 que participa em exposições colectivas, como Mit Einer Palme Spielent, iniciativa MNAC, Entre o Sonho e a Ficção na ZDB, e Outros Mundos com Atelier de Lisboa.
Foi aluna do Atelier de Lisboa e da Ursel August Art Residency. Completou o primeiro ano do Mestrado em Estudos Curatoriais na Universidade de Coimbra. É licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e Mestre em Eng. de Software pela Carnegie Mellon University.

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição “desculpa” de Sofia Pratas Morais, dia 17...
17/05/2025

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição “desculpa” de Sofia Pratas Morais, dia 17 de Maio, pelas 16h.

Uma iniciativa do Adorna inserida na programação das Inaugurações Simultâneas Miguel Bombarda.

A sua Avó sempre foi uma mulher de espírito forte, mas Sofia Pratas Morais só começou a reconhecer essa força ao fotografá-la. Talvez a demora se deva à confusão entre força e agressividade ou mau feitio — e ao criá-la, a Avó foi sempre acolhedora. Mas agora, os papéis inverteram-se: Sofia é adulta, e a Avó, com a perda de memória, regressa a uma espécie de infância — sem filtros, mais próxima da sua essência. E mesmo assim, ou talvez por isso, diz repetida e firmemente “Não!” à câmara, num gesto de auto-afirmação.
Este trabalho levanta questões éticas difíceis para Sofia, que reconhece, que apesar da sua Avó não compreender o conceito de exposição pública, o seu desconforto é inerente às imagens. Ainda assim, Sofia decide continuar, porque acredita que esta força merece ser partilhada, e porque sabe que isso não a afeta. Fá-lo com orgulho, para a homenagear.

O Adorna quer agradecer a todos aqueles que marcaram presença na inauguração "o que vejo não é o que ouço - ensaio so...
06/04/2025

O Adorna quer agradecer a todos aqueles que marcaram presença na inauguração "o que vejo não é o que ouço - ensaio sobre a distorção” de juliana maar com instalação sonora de Rodrigo Pedreira, no passado dia 22 de Março enquadrada nas Inaugurações Simultâneas de Bombarda, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
Para visitar até 10 de Maio, de quinta a sábado, entre as 14:30h e as 19:30h

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição “o que vejo não é o que ouço - ensaio sob...
19/03/2025

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição “o que vejo não é o que ouço - ensaio sobre a distorção” de juliana maar com instalação
sonora de Rodrigo Pedreira, dia 22 de Março, pelas 16h.
Uma iniciativa do Adorna inserida na programação das Inaugurações Simultâneas Miguel Bombarda, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

"Não pode mostrar-se o que não pode ser visto, mas a verdade não é bem essa. Aquilo que não pode ser visto pode ainda assim ser sugerido e, nessa sugestão, ser visto com uma espécie particular de clareza. É este o caso do som e da sua ausência.”
- Rodrigo Magalhães

juliana maar é uma artista visual portuguesa que desenvolve trabalho maioritariamente em fotografia de autorretrato e fotografia documental. estas são as formas que encontra para trabalhar a interação entre a sua narrativa pessoal e o mundo exterior. residente na serra do Açor há 9 anos e estudante de ciências sociais,
cruza a prática artística com trabalho académico.

Rodrigo Pedreira explora, a partir de princípios intermodais, a relação das tecnologias audiovisuais com o meio, o espaço e tempo, propondo a psicadelia enquanto forma de pensamento. Os seus trabalhos orbitam entre diferentes práticas e zonas de pensamento cruzando som, vídeo, escultura, instalação e performance. Assume a deriva como resistência à utilidade.

Direção Artística de Estefânia r.

Performance da Bárbara Fonte inserida na exposição estátua vivíssima.
08/03/2025

Performance da Bárbara Fonte inserida na exposição estátua vivíssima.

Já amanhã com Bárbara Fonte que nos vai apresentar a sua exposição “Estátua Vivíssima”, uma exposição que incorpora as I...
24/01/2025

Já amanhã com Bárbara Fonte que nos vai apresentar a sua exposição “Estátua Vivíssima”, uma exposição que incorpora as Inaugurações Simultâneas de Miguel Bombarda / Porto Art District, agradecimentos a Performing the Archive.
Realizada a seis mãos por Bárbara Fonte, Estefânia r. e Paula Pinto.

Finissage de Acrylic Afternoons da autoria de Bruno Silva, estamos a tua espera até às 19h30.Até já.
18/01/2025

Finissage de Acrylic Afternoons da autoria de Bruno Silva, estamos a tua espera até às 19h30.
Até já.

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição de fotografia "Arqueologia do Presente", ...
19/09/2024

O Adorna tem o prazer de a(o) convidar para a inauguração da próxima exposição de fotografia "Arqueologia do Presente", de Marco Rocha, a 21 de Setembro, pelas 16h. Uma iniciativa do Adorna inserida na programação das Simultâneas Miguel Bombarda, com o apoio da Câmara Municipal do Porto.

Precede-se uma conversa, às 15h15, no Centro Português de Fotografia, com Marco Rocha, Francisco Varela e Estefânia r.

Dia 28 de Setembro a exposição incorpora o roteiro oficial do Festival Encontros da Imagem de Braga, relativo às inaugurações na cidade do Porto, pelas 17h30.


“...Neste trabalho de Marco Rocha são “desocultados” episódios, não como
rastreamentos de uma memória passada, mas sim como insurgências sem data do nosso tempo, seja ele qual for. Há nos gestos do fotógrafo a clara
vontade de realizar um levantamento topográfico do seu quotidiano; no entanto, o que nos apresenta não é a descrição dos objectos do mundo, mas antes a construção de elementos que são já objectos do universo estético.

A câmara fotográfica é aqui um dispositivo de mutação estética onde os espaços e as construções funcionais se transformam em paisagens de carácter forense, totens ou eventos espaciais que associamos à lógica das instalações. O dispositivo fotográfico (a câmara de 35mm) é aqui utilizado
em movimentos de micro- ajustes como se de um scanner se tratasse, utilizando um aparelho que foi desenhado para a mobilidade numa quase estaticidade. Desconstruindo, assim, o programa do aparelho fotográfico, que também é ideológico e cultural, tal como nos aconselha Vilém Flusser.

Esta é uma metodologia de extremo rigor na definição das paisagens, de artefactos estéticos, enquanto apropriação cultural do território...”

Texto de Francisco Varela


Curadoria de Estefânia r.

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147, Rua Do Rosário
Porto
4050

Telefone

+351964666863

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