Bernardino Pires - O fotógrafo e a cidade

Bernardino Pires - O fotógrafo e a cidade Será este um lugar de partilha e divulgação da arte de Bernardino Pires (1901-1977)

Apoios: COMPETE 2020; PORTUGAL 2020; União Europeia – Fundo de coesão.

©Bernardino Pires / In-Libris
23/07/2025

©Bernardino Pires / In-Libris

Maria Luísa Malato na Gigões & Anantes com a In-Libris
21/06/2025

Maria Luísa Malato na Gigões & Anantes com a In-Libris

Pré-lançamento e apresentação da mais recente edição da In-Libris no Correntes d'escritas - Bernardino Pires e a Revoluç...
21/02/2025

Pré-lançamento e apresentação da mais recente edição da In-Libris no Correntes d'escritas - Bernardino Pires e a Revolução: o preto, o branco e a cor.

https://www.facebook.com/share/197fTJRrJ3/
29/01/2025

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***Foi há 50 anos!***
Incêndio do Jacob Maersk, 1975.

No dia 29 de janeiro de 1975, o superpetroleiro dinamarquês "Jacob Maersk", carregado com 88 mil toneladas de petróleo, encalhou à entrada do porto de Leixões. O motor do navio incendiou-se, provocando uma explosão que o partiu em três.

Durante vários dias, os destroços do petroleiro estiveram em chamas com labaredas que atingiram os 100 metros de altura. A nuvem de fumo negro era visível em Viana do Castelo e Aveiro. Por toda a cidade o ar tornou-se quase irrespirável. Dezenas de moradores das imediações tiveram de ser internados com problemas respiratórios. Cerca de 15 mil toneladas de crude deram à costa, poluindo as praias num raio de 50 km.

O custo da catástrofe foi, na altura, estimado pela OCDE em 2,8 milhões de dólares. As correntes acabaram por arrastar a proa do navio para junto do Castelo do Queijo, onde permaneceu durante cerca de 20 anos, tornando-se quase um ícone, ainda que involuntário, da cidade.

📷 Bernardino Pires | In-Libris
✂️ Tratamento da imagem: Porto Desaparecido
🗃 Mais imagens de acidentes e tragédias: http://goo.gl/wW6quM

28/01/2025

Hoje lembramos o dia do nascimento do poeta, escritor e professor português Vergílio Ferreira.
Nasceu em Gouveiaca 28 de Janeiro de 1916.

CAI A CHUVA ABANDONADA

Cai a chuva abandonada
à minha melancolia,
a melancolia do nada
que é tudo o que em nós se cria.

Memória estranha de outrora
não a sei e está presente.
Em mim por si se demora
e nada em mim a consente

do que me fala à razão.
Mas a razão é limite
do que tem ocasião

de negar o que me fite
de onde é a minha mansão
que é mansão no sem-limite.
Ao longe e ao alto é que estou
e só daí é que sou.

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'

Foto de Bernardino Pires.
Porto, 1955

14/01/2025

Rolando Benardino

13/01/2025

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Porto

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