Luthieria - Music is Life - Guitar

Luthieria - Music is Life - Guitar Oficina musical fundada em 2017, após a conclusão de seu primeiro curso de Luthieria, por Kristiano Breno de Freitas Bessert. seja nosso amigo!!

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22/05/2026

O baixo que a Fender destruiu?
A história oculta do Pré-Vester E7 fabricado em 1987!
Você já teve em mãos um instrumento que legalmente não deveria existir?
Neste vídeo, trago para a bancada uma verdadeira relíquia da organologia moderna e um pesadelo jurídico dos anos noventa.
Este contrabaixo Vester Stage Series, padrão Precision, carrega uma reviravolta histórica fascinante e uma construção que desafia o mercado atual.
Como especialista em história da arte e restauro de instrumentos de corda, analiso este exemplar não apenas como uma ferramenta musical, mas como um documento histórico de uma era de ouro da manufatura asiática. O anacronismo histórico e o mistério do número de série é o mais louco dessa história toda!
Oficialmente, a marca Vester só foi registrada e introduzida no mercado global em 1990.
No entanto, a análise epigráf**a do número de série deste instrumento revela o código E7 no início!
Matematicamente, isso prova que este baixo foi fabricado em 1987. Mas como assim, se a marca só começou em 1990?
Estamos diante de um Pré-Vester, ou seja, um protótipo raríssimo da linha Stage Series, construído antes mesmo da marca existir como operação comercial independente.
E aí entra a conexão Young Chang e Fender...
A numeração E7 denuncia a sua origem na lendária fábrica da Young Chang na Coreia do Sul, mundialmente famosa por seus pianos de altíssimo luxo.
Nos anos oitenta, a Fender contratou a Young Chang para produzir as primeiras guitarras e baixos Squier Bullet oficiais. O veredito técnico é que este baixo foi conhecido por ser construído com a mesma madeira, o mesmo maquinário e pelos mesmos artesãos responsáveis pelos instrumentos oficiais da Fender na Ásia durante aquele período.
O jeitinho de fazer as coisas que levou ao processo judicial que extinguiu a marca nos anos 90...
A semelhança estética com os modelos americanos não era mera coincidência, era uma cópia cirúrgica.
A Vester replicou o formato exato do headstock, conhecido como a mão do instrumento, e utilizou uma tipografia no logotipo praticamente idêntica à da Fender. Coragem, não é?

CONTINUA NO COMENTÁRIO FIXADO!

07/05/2026

Muita gente se acostuma com o braço mais “gordo” ou curvado, mas a transição para um raio de 20 polegadas (mais plano) muda o jogo por três motivos:

1. Ação de cordas mais baixa: Você consegue baixar as cordas sem que elas “travem” (fretting out) na hora do bend.

2. Velocidade: A superfície plana reduz o esforço da mão esquerda, facilitando passagens rápidas e arpejos.

3. Tocabilidade Moderna: Transforma a pegada clássica do Takamine em um instrumento extremamente macio, ideal para quem busca performance técnica.

O processo exige precisão milimétrica no lixamento para garantir que a escala fique perfeita.

O resultado? Uma guitarra acústica que toca praticamente sozinha. 😜

Você prefere uma escala mais curva ou plana? Comenta aí.👇

23/04/2026

Enquanto uns fazem trend, aqui a gente constrói. Raio 20” saindo do forno.

O uso de um raio de 20” em um violão Jumbo com cordas de aço, combinado à trastes jumbo aço inox, cria uma configuração de alta performance.

Aqui estão os principais benefícios dessa combinação:

1. Tocabilidade e Velocidade
Um raio 20” é extremamente plano se comparado aos padrões tradicionais de violões (12” ou 16”).
• Vantagem: Isso reduz a curvatura da escala, permitindo que a mão execute passagens rápidas e acordes complexos com menor esforço dos dedos.
• Ergonomia: Em um corpo Jumbo, que já é volumoso, uma escala mais plana ajuda a compensar a postura, facilitando o alcance.

2. Bends Limpos e Sem “Check-out”
As vezes a corda pode “morrer” ao ser empurrada para o centro da escala durante um bend em raios menores, o raio 20” elimina esse problema.
• Ação Baixa: Você consegue manter uma ação de cordas muito baixa sem que encoste nos trastes seguintes, o que é essencial para quem usa algumas técnicas.

3. O “Feeling” dos Trastes Jumbo em Inox
A escolha do material e do tamanho dos trastes altera drasticamente a resposta:
• Durabilidade: O aço inox é quase imune ao desgaste das cordas de aço (fósforo-bronze ou 80/20), mantendo o brilho e o coroamento perfeito por anos.
• Mínimo Atrito: A superfície do inox é mais lisa, tornando vibratos e bends extremamente fluidos.
• Altura (Jumbo): Trastes mais altos signif**am que seus dedos não precisam tocar a madeira da escala. Isso resulta em um toque mais leve, melhor entonação e facilita técnicas de legato e/ou tapping.

4. Projeção e Sustentação no Corpo
O violão Jumbo já possui naturalmente um volume e graves acentuados.
• Clareza: Os trastes de inox tendem a oferecer um ataque um pouco mais brilhante e definido, o que ajuda a equilibrar o som encorpado e por vezes “turvo” de um corpo Jumbo, trazendo mais separação de notas no dedilhado.
• Sustain: A massa maior dos trastes Jumbo contribui para uma melhor transferência de vibração da corda para a madeira, prolongando a nota.

15/04/2026

Nada melhor do que ver uma PRS SE recebendo o tratamento que merece!

• Setup premium
• Elétrica organizada
• Trastes brilhando
• Molas silenciadas

Sabe aquele barulhinho de “reverb” que ninguém quer, mas que sempre aparece?
Muita gente me pergunta por que coloco essas espuminhas nas molas... Ta aí a resposta! Além de deixar a elétrica um brinco e os trastes brilhando, esse “truque” é o que separa uma guitarra comum de uma impecável.
O resultado? Uma estabilidade que aguenta até as alavancadas mais agressivas, como no final do vídeo!

Luthieria é nos detalhes.
Desde a organização dos fios até o silenciamento mecânico da ponte, cada passo conta para o resultado final. Essa PRS agora não só está linda, como está 100% funcional e afinada.

Pronta para o palco (ou para o quarto, mas com som de profissional!). Quem mais aí é viciado em ver um setup completo?
O que você achou desse brilho? Comenta aqui embaixo! 👇

05/04/2026

Essa Ibanez EX 1988 chegou no atelier precisando de uma ressurreição, e o processo foi nível hard! 🛠️🎸
Para recuperar o timbre e a tocabilidade desse clássico japonês, desmontei tudo e foquei na retíf**a e nivelamento de trastes, seguido de um coroamento técnico e polimento gradual até o grão 10.000 para um deslize perfeito. O corpo passou por uma limpeza profunda e blindagem estratégica no single central para eliminar ruídos.
Nas ferragens, a icônica ponte Takeuchi (Made in Japan) recebeu banho ultrassônico e setup completo. Para fechar com chave de ouro, instalamos um kit de captadores Tesla, que entregaram uma performance surpreendente, encostando nos grandes nomes do mercado. O resultado? Uma máquina de 1988 pronta para o palco com estabilidade e um sustain absurdo.
Confira os detalhes técnicos e o teste sonoro no vídeo!

26/03/2026

Processo de troca de trastes dessa SG feita a mão pelo Avô do meu cliente!

O link na minha bio te leva pro meu YouTube, onde está o vídeo completo, com mais de 15min mostrando o passo a passo de como fiz tudo nessa guitarra!

19/03/2026

O Resgate da Rara Hyundai 90’s 🇰🇷

Você sabia que a Hyundai já fabricou guitarras? 🚙🎸

Essa Stratocaster coreana dos anos 90 chegou ao atelier direto de um sótão, onde ficou esquecida por décadas. O desafio era transformar um instrumento empoeirado e oxidado em uma máquina novamente.

O Processo de Luthieria Passo a Passo:

Para essa restauração, não economizei no detalhamento técnico para garantir a melhor performance:
• Desmontagem e Higienização: Retirada completa de ferragens e componentes para uma limpeza profunda.
• Banho Ultrassônico: Tratamento químico e mecânico em todos os parafusos e peças metálicas para remover anos de ferrugem e oxidação.
• Tratamento de Escala e Trastes: Limpeza da madeira, hidratação profunda e polimento espelhado dos trastes para um “feel” macio e sem ruídos.
• Elétrica de Alta Performance: Substituição de potenciômetros e componentes internos, incluindo a instalação de um Treble Bleed (mantendo o brilho do timbre mesmo em volumes baixos).
• Acabamento: Polimento completo do corpo para resgatar o brilho original dessa pintura clássica.

O resultado é um instrumento com alma vintage, estética impecável e uma elétrica que não deixa a desejar para nenhuma guitarra moderna.
Nada como ver o metal brilhando de novo e o circuito estalando de limpo!

O que você achou dessa transformação?
Teria coragem de tocar em um “carro” de seis cordas desses?
Comenta aqui embaixo o que mais te impressionou nesse antes e depois!

Obrigado por fornecer alguns dos materiais usados nessa guitarra (fios e componentes eletrônicos)

02/02/2026

Quer saber por que as vezes aquela ponte barata perde a afinação rápido enquanto uma japonesa de 40 anos continua firme?

No meu dia a dia, vejo muita ponte espanar ou perder a afinação simplesmente pela baixa qualidade do metal ou falta de investimento/redução de custo.

Hoje o comparativo é:
De um lado, a engenharia da Takeuchi Japonesa de 1988” vinda de uma Ibanez JEM
Do outro, uma Jackson Licenciada 2018.

Além da durabilidade superior dos materiais, que f**a óbvio só de tocar e sentir o peso, mostro principalmente que engenharia tbm é importante, e não só robustez!
Já que o formato com o parafuso de trava no topo do carrinho é um divisor de águas para quem busca agilidade e praticidade no dia a dia.

Entenda por que o aço de 1988 ainda dá aula pra muita ponte moderna! 🎸

Qual desses você iria preferir?

28/01/2026

Bem vindos à parte 2 do Teste de Resistência: Qual cola venceu? Comenta aí se você acertou!

Parei tudo para tirar uma dúvida que muita gente me pergunta (e que eu tbm sempre tive): o preço reflete sempre a performance?
Decidi colocar três colas distintas frente a frente em um teste de estresse real.

O Protocolo:
Para garantir a isonomia, utilizei o mesmo material (réguas de cedro), superfícies preparadas com lixa grão 80 e limpeza técnica com álcool.
Apliquei o mesmo volume de adesivo em todas e as peças f**aram sob pressão constante em grampos por exatos 45 dias.

Vale lembrar que todo ambiente da minha oficina é climatizado e com humidade controlada… tudo constantemente está a 22°C de têmpera e 50% de umidade.

Enfim, vamos as Candidatas:

🥉GomaGom Cola Branca (Professional): A opção de volume. Embalagem de 500g por aprox. 5€. É uma cola de base PVA de baixo custo.
• Resultado: Foi a que cedeu primeiro. Embora seja honesta pelo preço (o melhor custo por grama), para colagens estruturais que sofrem muita tensão, ela f**a um degrau abaixo.

🥈UHU Cola Madeira Rápida (D2): Um clássico. Embalagem de 75g por aprox. 5€. Classif**ação de resistência à umidade D2.
• Resultado: Desempenho excelente. Durante o teste de impacto (martelada), a cola provou que a adesão superou a resistência das fibras da madeira em alguns pontos, arrancando pedaços da peça. Muito confiável.

🥇Bostik Cianocrilato 7432: Alta performance. Embalagem de 20g por aprox. 5€.
• Resultado: Imbatível. Foram quase 3 minutos de marteladas e a junta nem mexeu. Só consegui separar a peça fazendo alavanca com chave de fenda, o que resultou na destruição total das fibras. A resistência química e a penetração desse cianocrilato de média viscosidade na madeira lixada criaram uma fusão quase monolítica.
Conclusão: O cianocrilato da Bostik é a opção mais cara por grama, mas onde o erro não é permitido e a área de contato é pequena, ele é o rei. Para grandes superfícies, a UHU continua sendo o melhor equilíbrio entre custo e segurança estrutural.

Assista aos 2 vídeos no meu perfil e veja o estado que as peças f**aram! 🪵🔨

Endereço

Praceta Ismael Teixeira, N3. RC Direito
Paço De Arcos

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 20:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 20:00
Quinta-feira 09:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00

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