21/07/2024
Já no próximo sábado, dia 27 de Julho, recebemos a inauguração da “Arqueologia Sentimental”, uma exposição colectiva de e . Ficam todos convidados a vir conhecer este dueto de verão, das 16H às 20H! 🌞👯🪸
_______
SINOPSE
Num tempo já esquecido, criaturas coloridas voavam ao sabor do vento do norte, anunciando a mudança de lua ou a fúria das marés. Faziam-se promessas em troca de um amor correspondido e afundavam-se navios usando a oferenda certa. Desse mundo extinto, ficou só a terra, e nela, alguns artefactos escondidos pelo pó do tempo. Arqueologia sentimental é uma exposição que viaja entre dois mundos, dois tempos e dois corações. Num constante trabalho de troca e diálogo, Amargo e Lince abrem o seu relicário ao público e convidam-nos a aprender mais sobre o seu universo imaginário.
_______
BIOS
Amargo (1997) é A Margo que é Margarida Ferreira. Natural de Coimbra, mudou-se para o Porto em 2015 onde se licenciou em Design de Comunicação na FBAUP. Em 2021 terminou o mestrado em Visual Communication na Konstfack (Estocolmo) e apresentou como projeto final uma compilação de webcomics interativos chamado A Safe Space for Disagreements (não publicado). Atualmente, Amargo vive no Porto onde trabalha a partir de casa como freelancer nas áreas da ilustração, animação e banda desenhada. Exibiu em 2021 a exposição Passeio no Parque nos espaços físicos e digitais onde atua o GrETUA (Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro) e em 2022 apresentou na galeria Apaixonarte em Lisboa o projeto Careful Hands.
João Lince (1997) é um tatuador e artista portuense licenciado em Design de Comunicação e mestre em Design da Imagem (FBAUP, 2022). Entre peles pintadas, livros ilustrados e azulejos, podemos encontrá-lo habitualmente no Bonfim ou em Arroios, onde gosta de tomar café e desenhar sobre amores místicos e desamores diabólicos. Em 2021 lançou o seu primeiro livro, Dante, uma reinterpretação q***r do inferno através da ilustração e do veludo. Já em 2024 exibiu o seu segundo projeto a solo na Livraria Aberta, a exposição A morte do bezerro, onde celebrou a morte de mais um “amor mitológico”.