19/03/2026
Vivo e aprendo para…
…ter a preocupação da avó Maria e ao mesmo tempo, a serenidade da avó Luísa.
Levo comigo as regras do meu tio Manel, que me ensinaram a viver, e a força e racionalidade do meu pai, que me ensinam a permanecer de pé.
A flexibilidade da minha mãe, para estar sempre onde é precisa e, ainda assim, nunca perder o seu lugar.
Aprendi a organizar o mundo com o cuidado do avô Chico e a enfrentá-lo com a assertividade do avô Joaquim.
Da minha irmã, levo a sensibilidade que me mantém humana.
Guardo a empatia e a sabedoria da tia Luz, e o carinho do tio Zé, que aquece o coração e me lembra que família também pode existir sem laços de sangue.
E, quando a vida pesa, lembro-me do sentido de humor do bisavô Mota e da confiança nos olhos azuis da bisavó Carolina.
Lembro-me da positividade da tia Rita e dos doces sempre na mala, que arrancam um sorriso.
Quando o mundo parece mais cinzento, lembro-me da bondade do avô Feliciano e da lealdade da avó Elisa.
Da leveza de vida do tio Zé e da esperança da Tia Paula...
Levo comigo a simpatia do meu sogro e a resiliência inabalável da minha sogra.
Há em mim a mente sonhadora do primo Joaquim , o estilo do tio Manuel e um bocadinho do talento do padrinho Bruno, que me lembra que criar também é uma forma de viver.
Vivo e aprendo para ser um pouco de todos aqueles que me fizeram.
Alguns ficam, outros vão,
mas todos permanecem em mim. 🫂🤍