Projeto Ymago

Projeto Ymago Projecto de difusão de autores que exploram com grande liberdade o enraizamento da imagem nas mais diversas problemáticas, saberes, crenças e práticas.

Projecto de difusão de autores que pensam a imagem em termos inovadores, explorando com grande liberdade e pertinência o seu enraizamento e as suas relações com as mais diversas problemáticas, saberes, crenças e práticas.

MARLENE MONTEIRO FREITAScanine jaunâtre“O estatuto das equipas, a da casa e a convidada, vai-se sempre alterando, nunca ...
26/01/2026

MARLENE MONTEIRO FREITAS
canine jaunâtre

“O estatuto das equipas, a da casa e a convidada, vai-se sempre alterando, nunca se sabe bem quem é da casa. É um jogo ficção, mas há uma série de protocolos: há aquecimento, hino, apertos e mão, pontuação, intervalo, troca de camisolas... E há um árbitro. É capaz de ser a figura central deste jogo de ficção quase patético, perverso. Ele próprio, eu acho, é uma figura bastante patética. Apenas apita e nada de realmente significativo acontece.”

Daniel Dias, artigo-entrevista a MMF, Público, 24.1.2025, p. 42

https://www.publico.pt/2026/01/23/culturaipsilon/noticia/jogo-perverso-canine-jaunatre-3-peca-resgatada-marlene-monteiro-freitas-2162326

10/01/2026

CAROLINE GUIELA NGUYEN
lacrima
ccb, 10.1.2025

FRANCESCA ALBANESEgenocídio de gaza – um crime coletivo20.10.2025O genocídio em curso em Gaza é um crime coletivo, suste...
29/10/2025

FRANCESCA ALBANESE
genocídio de gaza – um crime coletivo
20.10.2025

O genocídio em curso em Gaza é um crime coletivo, sustentado pela cumplicidade de Estados terceiros influentes que permitiram violações sistémicas e prolongadas do direito internacional por parte de Israel. Enquadrada por narrativas coloniais que desumanizam os palestinianos, esta atrocidade transmitida ao vivo foi facilitada pelo apoio direto, ajuda material, proteção diplomática e, em alguns casos, participação ativa de Estados terceiros. Ela expôs um abismo sem precedentes entre os povos e os seus governos, traindo a confiança na qual se baseiam a paz e a segurança globais. O mundo encontra-se agora num fio da navalha entre o colapso do Estado de direito internacional e a esperança de renovação. A renovação só é possível se a cumplicidade for confrontada, as responsabilidades forem cumpridas e a justiça for defendida.

https://www.ohchr.org/en/documents/country-reports/a80492-gaza-genocide-collective-crime-report-special-rapporteur-situation

CARLOS ALMEIDA (flul / mppm)JOÃO FIGUEIRA (uncommon ground)univ novafcshsala D106HOJE18h
28/10/2025

CARLOS ALMEIDA (flul / mppm)
JOÃO FIGUEIRA (uncommon ground)
univ nova
fcsh
sala D106
HOJE
18h

JOÃO FIGUEIRAportugal, palestina, Israelo legado de melo antuneshttps://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/«N...
17/10/2025

JOÃO FIGUEIRA
portugal, palestina, Israel
o legado de melo antunes

https://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/

«No campo da doutrina, o sionismo que condenamos é o que proclama o principio consagrado na famosa “Lei do Retorno”, segundo a qual todo o judeu, i.e., todo o que professe a religião judaica, tem o direito (para não dizer o dever) de, seja qual for o país em que esteja fixado, instalar-se com direito de cidadania plena, em Israel. Importante é verificar que este direito é reconhecido aos judeus apenas, dele estando excluídos todos os outros povos, incluindo e principalmente aqueles que, há 14 séculos, povoam a Palestina. O sionismo que condenamos é ainda o movimento político nascido nos fins do século passado na Europa, como reacção, aliás justíssima, às perseguições de carácter étnico que os judeus aí fixados – do ramo asquenaze – sofreram e que culminaram nos horrores hitlerianos, movimento que se propõe criar num território, a Palestina, um Estado (Judenstaat) [i.e., um Estado Judaico] ao qual pertenceriam todos os judeus definidos como tais, não tanto pela sua fé, mas como membros de uma comunidade étnica. No campo da prática, o povoamento por israelitas de um território já habitado constitui uma colonização forçada e pressupõe a expulsão dos palestinianos ou a sua redução a um estado de sujeição; é, pois, uma situação colonial ou neocolonialista»

Booklets (un)common groundLivraria Térmita
16/10/2025

Booklets (un)common ground
Livraria Térmita

JOÃO FIGUEIRAportugal, palestina, Israelo legado de melo antuneshttps://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/ «...
12/10/2025

JOÃO FIGUEIRA
portugal, palestina, Israel
o legado de melo antunes

https://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/

«No campo da doutrina, o sionismo que condenamos é o que proclama o principio consagrado na famosa “Lei do Retorno”, segundo a qual todo o judeu, i.e., todo o que professe a religião judaica, tem o direito (para não dizer o dever) de, seja qual for o país em que esteja fixado, instalar-se com direito de cidadania plena, em Israel. Importante é verificar que este direito é reconhecido aos judeus apenas, dele estando excluídos todos os outros povos, incluindo e principalmente aqueles que, há 14 séculos, povoam a Palestina. O sionismo que condenamos é ainda o movimento político nascido nos fins do século passado na Europa, como reacção, aliás justíssima, às perseguições de carácter étnico que os judeus aí fixados – do ramo asquenaze – sofreram e que culminaram nos horrores hitlerianos, movimento que se propõe criar num território, a Palestina, um Estado (Judenstaat) [i.e., um Estado Judaico] ao qual pertenceriam todos os judeus definidos como tais, não tanto pela sua fé, mas como membros de uma comunidade étnica. No campo da prática, o povoamento por israelitas de um território já habitado constitui uma colonização forçada e pressupõe a expulsão dos palestinianos ou a sua redução a um estado de sujeição; é, pois, uma situação colonial ou neocolonialista»
(Melo Antunes, Diário de Lisboa, 22.7.1976, http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=06825.175.27594 #!23)

JOÃO FIGUEIRAportugal, palestina, Israelo legado de melo antuneshttps://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/ «...
12/10/2025

JOÃO FIGUEIRA
portugal, palestina, Israel
o legado de melo antunes

https://www.unground.pt/txt/portugal-palestina-israel/

«É provável que um habitante [muçulmano] de Hebron esteja mais próximo dos antigos hebreus, pelas suas origens, do que a maioria daqueles que se identificam como judeus em todo o mundo»
(Shlomo Sand, «Os Nossos Antepassados Hebreus», 2010)

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Rua Conselheiro Mendes Pinheiro, 43
Montemor-O-Velho
3145-265

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