Movimento Cultural da Terra de Miranda

Movimento Cultural da Terra de Miranda www.terrademiranda.org A eles se juntaram associações culturais bem como muitas outras personalidades da Terra de Miranda. A nossa é uma luta justa.

Movimento Cultural da Terra de Miranda nasceu no início de 2020 no contexto da alienação da exploração das barragens do Douro Internacional à margem do interesse das populações. O Movimento pretende oferecer ao País um modelo justo, inclusivo e equilibrado de partilha de recursos públicos produzidos pelas barragens que se situam no território da Terra de Miranda, substituindo um modelo que conside

ramos injusto e que tem origem no período anterior à Democracia e à Constituição. A partir do nosso exemplo, todos os Portugueses que abraçam uma causa JUSTA ficam a saber que VALE A PENA LUTAR por aquilo em que acreditam.

18/06/2026

Ainda há em Portugal quem não se vergue à força dos lobbies obscuros que são capazes de colocar os governos a fazerem leis à sua medida. A nossa homenagem à SIC e ao José Gomes Ferreira.

🚨 EÓLICAS E FOTOVOLTAICAS: APELO À UNIÃO DE TODOS OS MOVIMENTOS CÍVICOS 🚨O Estado adotou recentemente medidas graves sob...
15/06/2026

🚨 EÓLICAS E FOTOVOLTAICAS: APELO À UNIÃO DE TODOS OS MOVIMENTOS CÍVICOS 🚨
O Estado adotou recentemente medidas graves sobre a exploração dos recursos
naturais no interior do país, designadamente:
i) Retiraram aos municípios a competência para licenciarem a instalação de
centrais eólicas e fotovoltaicas;
ii) Permitem às empresas energéticas adquirir direitos de instalação dessas
explorações automaticamente, se as entidades competentes, incluindo os
municípios, não emitirem os seus pareceres no prazo de 10 dias, o que é
manifestamente impossível de acontecer;
iii) A Ministra do Ambiente declarou que vai poder autorizar a instalação dessas
centrais mesmo contra os pareceres técnicos das entidades competentes.
Significa isto que a proteção do ambiente nas zonas com valor ecológico, e cultural
nas de proteção histórica, vai poder ser sacrificada para instalar estas explorações;
iv) O Estado está a autorizar a devassa de terrenos privados pelas empresas
concessionárias de explorações mineiras, mesmo contra a vontade dos seus
proprietários.
Tudo isto feito nas costas do Povo, contando com a sua passividade e desprezando
ostensivamente as populações, o que é inaceitável num Estado de Direito.
Está em curso um processo de ocupação generalizada do interior do país com
painéis solares e torres eólicas, que mudará para sempre o clima, a paisagem, a
vegetação, a qualidade de vida e o potencial agrícola e turístico desse território.
Primeiro, políticas erradas de um Estado centralista depauperaram estes territórios
e despovoaram-nos. Agora, por via da exploração intensiva dos mesmos, estão
apostados em destruir o último recurso que resta às populações: a qualidade e
pureza ambiental, a autenticidade e beleza das paisagens e da cultura.
Tudo isto tem de parar.
As populações têm de ter uma participação esclarecida e decisiva sobre o destino
dos seus territórios e recursos naturais, em especial:
1. Na decisão de quererem, ou não, a instalação dessas explorações;
2. Em caso de aceitação, na definição de uma participação justa e permanente nos
recursos financeiros que elas venham a gerar, no que respeita:
2.1. Às compensações pelos danos provocados por essas instalações;
2.2. À participação na riqueza produzida pelos recursos naturais dos seus
territórios;
2.3. À participação nas receitas fiscais do Estado, geradas pela riqueza produzida
com a exploração desses recursos nos respetivos territórios.
Enquanto o Estado não resolver estas questões, não podemos aceitar que os
nossos territórios sejam entregues a interesses extrativos e obscuros.
Apelamos a todos os movimentos cívicos que se levantaram contra estas medidas,
que se unam numa federação de movimentos, para que a vontade das populações
seja respeitada e os seus interesses sejam salvaguardados.
Apelamos também às autarquias locais, que são quem representa as populações
desses territórios, para que se juntem a este movimento nacional.
Exigimos também aos membros do Governo e aos eleitos locais total transparência
e partilha de informação nesta matéria com as populações.
Terra de Miranda, 15 de junho de 2026
MCTM – Movimento Cultural da Terra de Miranda

Eólicas e fotovoltaicas: Apelo à união de todos os movimentos cívicos O Estado adotou recentemente medidas graves sobre a exploração dos recursos naturais no interior do país, designadamente: Retiraram aos municípios a competência para licenciarem a instalação de centrais eólicas e fotov...

Foto e texto : Portugal de antigamente.“Fase de construção da Barragem de Miranda do Douro, Bragança 1960”Autoridade Tri...
09/06/2026

Foto e texto : Portugal de antigamente.

“Fase de construção da Barragem de Miranda do Douro, Bragança 1960”Autoridade Tributária e Aduaneira
ENGIE
Soluções Sustentáveis EDP

06/06/2026

Nove movimentos cívicos e associações de todo o país criaram uma plataforma nacional contra a proliferação de megaprojetos solares e eólicos e em defesa de uma transição energética justa e sustentável, foi hoje divulgado.

No seu manifesto, enviado à agência Lusa, o novo Movimento Energia Justa e Sustentável (MEJS) expressa preocupação pela forma como a transição energética tem vindo a ser conduzida no país e contrapõe com “a necessidade inadiável de um Plano de Ordenamento das Energias Renováveis”.

A plataforma integra a associação ProtegeAlentejo e o movimento Juntos Pelo Cercal, no concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, Cidadãos pela Beira Baixa, Movimento Cívico em Defesa de Pedrógão de São Pedro e Bemposta, Movimento Cívico Gardunha Sul e Plataforma de Defesa do Tejo Internacional, no distrito de Castelo Branco.

Também as organizações Juntos pelo Divor – Paisagem e Património, no distrito de Évora, Juntos por São Luís, no concelho de Odemira, distrito de Beja, e a Plataforma pela Sustentabilidade e Biodiversidade do Algarve e Alentejo se juntaram ao novo movimento agregador.

Estes nove fundadores do MEJS consideram, no manifesto, que a transição energética tem privilegiado megaprojetos solares e eólicos.

Todos “com localização e dimensão inaceitáveis, apresentados como receita única e urgente para o cumprimento das metas do PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima)”, pode ler-se.

A plataforma diz rejeitar que esta estratégia energética transforme Portugal numa “gigante fábrica de energia”, com “o objetivo da exportação ou da atração de centros de dados”.

No entender das organizações, além de esta opção política causar “impactos claramente irreversíveis” para o país, “jamais deveria sequer ser ponderada sem o esclarecimento e o sufrágio da população portuguesa”.

“A esta opção política, desordenada e obscura, contrapomos a necessidade inadiável de um Plano de Ordenamento das Energias Renováveis, ampla e efetivamente participado aos níveis local, regional e nacional, que respeite vinculativamente a vontade popular”, sugere a plataforma.

Para que este plano “seja elaborado com a transparência que o ordenamento exige, terão que ser colocadas na praça pública informações e escolhas que nunca foram partilhadas e acordadas com as comunidades”, argumentam os subscritores do manifesto.

E que, eventualmente, alerta o MEJS, “exigirão uma reavaliação das metas do PNEC”, como “qual a potência energética de que Portugal de facto necessita e para que usos, quais as previsões de crescimento de consumos e em que setores e que ‘mix’ energético deve ser considerado nesta fase de transição”.

O documento reitera a necessidade de ser avaliado “o efeito acumulado de todos os projetos e infraestruturas associadas”, tais como “Linhas de Muito Alta Tensão [e] subestações” previstas em todo o país e não apenas cada projeto de forma isolada.

O Plano de Ordenamento das Energias Renováveis deve respeitar os “sujeitos rurais” e respetivos territórios, “enquanto lugares vivos e habitados”, defende a plataforma, rejeitando “a artificialização de vastas áreas naturais”.

Em alternativa aos grandes projetos, o movimento quer “uma política robusta de apoio à produção renovável descentralizada, incluindo o autoconsumo individual e coletivo”, a criação das “comunidades de energia renovável” e do “pequeno sistema agrovoltaico integrado”.

Deve ainda ser dada primazia às “pequenas centrais em zonas degradadas ou artificializadas e [aos] sistemas locais de armazenamento associados”, acrescenta.

Além de se referir aos projetos ligados ao hidrogénio e aos centros de dados como “elefantes brancos”, o movimento nacional sustenta que o “recurso à figura do interesse público” deve “estar ao serviço do coletivo”, só devendo ser usado “em condições excecionais”.

No que respeita ao combate às alterações climáticas, o movimento, que diz ser apartidário, apontou como soluções o sequestro das emissões de carbono, a regeneração dos solos, das boas práticas agrícolas e florestais e o restauro de habitats.

No manifesto, o Movimento Energia Justa e Sustentável apela também “a todos os cidadãos, associações, autarquias, instituições científicas e decisores políticos para que participem ativamente neste debate fundamental para o futuro do país”.

Texto: Lusa

06/06/2026

Texto : Cooperativa Árvore:
De 6 de Junho a 4 de Julho, a Árvore apresenta o Mês do Mirandês, uma programação dedicada ao património, à identidade e à criação contemporânea.

Ao longo deste mês, a Galeria recebe as exposições “PE(r)SSONA”, de Balbina Mendes ( ), e “No piso térreo de um clarão”, de Marco Silva (._maarco_._ ), além da Mostra dos Alunos dos Cursos Livres.

No dia 27 de Junho, às 16h, realiza-se ainda a conferência “Terra de Miranda: património e identidade, hoje”, promovendo uma reflexão sobre a preservação e atualidade da língua e cultura mirandesas.

Uma celebração da diversidade cultural e do mirandês enquanto língua viva, espaço de memória e criação.

Sic notícias
03/06/2026

Sic notícias

31/05/2026

Continua sem chegar ao Parlamento a proposta de lei sobre a isenção de IMI das barragens.
O Governo está há mais de 18 meses a preparar uma alteração à lei que pode isentar a empresa da EDP de pagar o IMI, mas, para já, não apresentou qualquer proposta ao Parlamento.
Segunda, 25 mai 2026 21:59 TVI

Francisco Lopes Presidente do Conselho Regional do Norte."Autarca histórico do Interior, onovo presidente do ConselhoReg...
31/05/2026

Francisco Lopes Presidente do Conselho Regional do Norte.
"Autarca histórico do Interior, o
novo presidente do Conselho
Regional do Norte e da Câmara
de Lamego aponta o dedo a um
Estado que desconfia das insti-
tuições que estão no território,
incluindo as câmaras, e defende
que devem ser as regiões a deci-
dir onde gastar o dinheiro da
Europa."
"Jornal de Noticias"

29/05/2026

Endereço

Miranda Do Douro/Mogadouro/Vimioso
Miranda Do Douro

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