A BARRACA Teatro

A BARRACA Teatro Companhia de Teatro Independente fundada por Maria do Céu Guerra e Mário Alberto. Iniciou a sua actividade a 4 de Março de 1976.

Actualmente é dirigida por Maria do Céu Guerra e Hélder Mateus da Costa. Para saber mais visite www.abarracateatro.com Companhia de Teatro Independente
Instituição de Utilidade Pública

A BARRACA CELEBRA O 25 DE ABRILEste é, talvez, o momento histórico mais importante para celebrar o 25 de Abril. Meio séc...
24/04/2026

A BARRACA CELEBRA O 25 DE ABRIL

Este é, talvez, o momento histórico mais importante para celebrar o 25 de Abril. Meio século se passou sobre “ Esse dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio”.
Nestes tempos onde se tentam alterar memórias, atenuar atrocidades, normalizar ódios e despotismos com objetivos exclusivos de poder, é importante lembrar, é importante não esquecer.
“O Príncipe de Spandau” é uma ficção sobre a vida de Rudolf
Hess (vice Führer de Hi**er) desde o seu julgamento em Nuremberga até à sua morte/suicídio.
É um espetáculo sobre a memória do ponto de vista de quem a quer manipular sem escrúpulos.

“66: Recorda sempre: uma mentira muitas vezes repetida - atenção, bem repetida! - transforma-se numa verdade!”

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: Hélder Mateus da Costa
Interpretação: Gil Filipe
Encenação: A Barraca
Coordenação Geral: Maria do Céu Guerra
Assistentes: Érica Galiza, Manuel Petiz, Maria Baltazar e Vasco
Lello
Cenário e Figurinos: A Barraca
Desenho de Luz: Gil Filipe e Vasco Lello
Sonoplastia: A Barraca
Operação de Luz e Som: Maria Baltazar e Vasco Lello
Cartaz: Luís Henriques
Fotografias: Adrien Roseiro e Vasco Lello
Produção: Inês Costa e Rita Lello
Grafismo: Inês Costa
Higienização: Sona Dabó

Agradecimentos: Vanda Carmo, Artemvários, Inês Forjaz

ℹ️ Para compra de bilhetes consultar a Bol d’A Barraca ou link
na nossa bio.

🎟️ Reservas e Informações: [email protected]/ [email protected] ou 213 965 360 / 913 341 687 / 924
460 664

📍 Teatro Cinearte, Largo de Santos 2, 1200-800 Lisboa,
Portugal

A BARRACA CELEBRA O 25 DE ABRILEste é, talvez, o momento histórico mais importante para celebrar o 25 de Abril. Meio séc...
16/04/2026

A BARRACA CELEBRA O 25 DE ABRIL

Este é, talvez, o momento histórico mais importante para celebrar o 25 de Abril. Meio século se passou sobre “ Esse dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio”. Nestes tempos onde se tentam alterar memórias, atenuar atrocidades, normalizar ódios e despotismos com objetivos exclusivos de poder, é importante lembrar, é importante não esquecer.
“O Príncipe de Spandau” é uma ficção sobre a vida de Rudolf Hess (vice Führer de Hi**er) desde o seu julgamento em Nuremberga até à sua morte/suicídio.
É um espetáculo sobre a memória do ponto de vista de quem a quer manipular sem escrúpulos.

“66: Recorda sempre: uma mentira muitas vezes repetida - atenção, bem repetida! - transforma-se numa verdade!”

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: Hélder Mateus da Costa
Interpretação: Gil Filipe
Encenação: A Barraca
Coordenação Geral: Maria do Céu Guerra
Assistentes: Érica Galiza, Manuel Petiz, Maria Baltazar e Vasco Lello
Cenário e Figurinos: A Barraca
Desenho de Luz: Gil Filipe e Vasco Lello
Sonoplastia: A Barraca
Operação de Luz e Som: Maria Baltazar e Vasco Lello
Cartaz: Luís Henriques
Fotografias: Adrien Roseiro e Vasco Lello
Produção: Inês Costa e Rita Lello
Grafismo: Inês Costa
Higienização: Sona Dabó

Agradecimentos: Vanda Carmo, Artemvários, Inês Forjaz

ℹ️ Para compra de bilhetes consultar a Bol d’A Barraca ou link na nossa bio.

🎟️ Reservas e Informações: [email protected] / [email protected] ou 213 965 360 / 913 341 687 / 924 460 664

📍 Teatro Cinearte, Largo de Santos 2, 1200-800 Lisboa, Portugal

A Barraca em DIA MUNDIAL DO TEATRO dois espectáculos, salas cheias!!! Mensagem para o Dia Mundial do Teatro 2026 Willem ...
27/03/2026

A Barraca em DIA MUNDIAL DO TEATRO dois espectáculos, salas cheias!!!

Mensagem para o Dia Mundial do Teatro 2026 Willem DAFOE

Sou um ator mais conhecido pelo meu trabalho no cinema. Mas as minhas raízes estão profundamente no teatro. Fui membro do The Wooster Group de 1977 a 2003 e, nessa companhia, criei e interpretei peças originais no The Performing Garage, em Nova Iorque, fazendo também digressão por todo o mundo. Trabalhei ainda com Richard Foreman, Robert Wilson e Romeo Castellucci.
Hoje, sou Diretor Artístico da Bienal de Teatro de Veneza. Este compromisso, os eventos do mundo atual, e o meu desejo de regressar ao trabalho teatral, consolidaram fortemente a minha crença na importância e no poder singular e positivo do teatro.
No humilde início do meu percurso no The Wooster Group, a companhia de teatro sedeada em Nova lorque, frequentemente tínhamos muito pouco público em alguns espetáculos no nosso teatro. Muitas vezes, a regra era a de que se houvesse mais atores do que espetadores, podíamos optar por cancelar. Mas nunca o fizemos. Muitos na companhia não tinham formação em teatro, mas eram pessoas oriundas de diferentes disciplinas que se reuniam para fazerem teatro - por isso o nosso mantra não era propriamente "o espetáculo tem de continuar". Mas, contudo, sentíamos o dever de manter o nosso encontro com o público. Muitas vezes também, ensaiávamos durante o dia e à noite mostrávamos o nosso material como trabalho em progresso. Levávamos eventualmente anos a criar um espetáculo, enquanto nos sustentávamos a fazer digressão de espetáculos mais antigos. Trabalhar durante anos numa peça frequentemente se tornava entediante para mim, e eu considerava os ensaios desgastantes de certa maneira, mas aquelas
apresentações de peças em progresso eram sempre entusiasmantes
- mesmo se o reduzido público fizesse um juízo arrasador sobre o nível de interesse que o nosso trabalho suscitava. Isso fez-me compreender que, independentemente de quão poucas pessoas possa ser feito, o público dá vida e significado ao teatro, como testemunha.
Como dizia um letreiro na sala de ensaios, "PARA VENCER É PRECISO ESTAR PRESENTE". A experiência partilhada em tempo real de um acto de criação que pode ser concebido e registado mas que é sempre diferente, é com certeza a força óbvia do teatro.
Socialmente, e politicamente, nunca o teatro foi tão importante e fundamental para a nossa compreensão de nós próprios e do mundo.
O "elefante na sala" são as novas tecnologias e as redes sociais, que prometem conexão mas que, aparentemente, fragmentaram e isolaram as pessoas umas das outras. Eu uso o meu computador diariamente, apesar de não ter redes sociais, e já procurei o meu nome no Google, assim como já consultei a inteligência artificial para obter informações. Mas é preciso ser o pior cego para não admitir que o contacto humano corre o risco de ser substituído por relações com dispositivos. Enquanto alguma tecnologia nos pode ser útil, o problema de não saber quem está do outro lado do círculo da comunicação cava fundo, contribuindo para uma crise da verdade e da realidade. Mesmo e apesar de a internet ser capaz de suscitar questões, ela raramente capta a sensação de maravilha que o teatro cria. Um deslumbramento baseado na atenção, no compromisso e na comunidade espontânea de quem está presente num cículo de ação e resposta.

Como ator e criador de teatro, permaneço crente no poder do teatro.
Num mundo que parece cada vez mais dividido, controlador e violento, o nosso desafio como criadores de teatro é evitar que o teatro seja corrompido como uma atividade empresarial unicamente dedicada ao entretenimento pela alienação, ou como um árido guardião institucional de tradições secas e, em vez disso, incentivar a sua força para unir povos, comunidades e culturas e, acima de tudo, questionar para onde vamos.....
O grande teatro é sobre desafiar a forma como pensamos e encorajar-nos a imaginar aquilo a que aspiramos.
Somos animais sociais biologicamente concebidos para nos envolvermos com o mundo. Cada órgão sensorial é um portal para o encontro e, através desse encontro, alcançamos uma maior definição sobre quem somos. Através do contar de histórias, da estética, da linguagem, do movimento, da cenografia, o teatro, como forma de arte total, pode fazer-nos entender o que foi, o que é, e o que o nosso mundo poderia ser.

Comemoramos hoje o Dia Mundial da Poesia com DEITEMOS ÁGUA POUCA EM MUITO FOGO (quase esgotado)Dia 27 de Março comemoram...
21/03/2026

Comemoramos hoje o Dia Mundial da Poesia com
DEITEMOS ÁGUA POUCA EM MUITO FOGO (quase esgotado)

Dia 27 de Março comemoramos o Dia Mundial do Teatro com
A FARSA DE INÊS PEREIRA (Matinée, entrada gratuita sob reserva)
O PRÍNCIPE DE SPANDAU (Soirée, entrada gratuita sob reserva)

reservas aqui:

Cada vez somos mais : Teatro, Música, Cinema, Dança, Desporto, Exposição, Família

DIA MUNDIAL DO TEATRONo Dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro A Barraca, como faz desde há 50 anos de vida, estará a fe...
18/03/2026

DIA MUNDIAL DO TEATRO

No Dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro A Barraca, como faz desde há 50 anos de vida, estará a festejar em cena com os seus espectadores. Nesse dia em que todo mundo celebra o Teatro, venha também celebrar connosco.

Estaremos em cena com dois espectáculos: uma sessão à tarde para escolas ou jovens com familiares, com a divertida peça intemporal de Gil Vicente “Farsa de Inês Pereira” que tem encenação de Maria do Céu Guerra e é interpretada pelo elenco d’A Barraca, e à noite com “O Príncipe de Spandau” encenação e texto de Hélder Mateus da Costa, interpretado por Gil Filipe peça fundamental para compreender os perigos que as democracias correm e quais são os objetivos dos regimes que nos ameaçam na atualidade em todo o mundo e também no o nosso país.

“Farsa de Inês Pereira” às 16h00 e “O Príncipe de Spandau” às 21h30.

Ambos espetáculos com entrada livre (sujeito a lotação da sala) para o público escolar e público geral.

Apareçam e venham ver e festejar este que é o lindo Dia do Teatro.

Contactos: 213 965 360 / 213 965 275 [email protected]

Venha celebrar o Dia Mundial de Poesia, dia 21 de março às 21h30, n’A Barraca, com o recital “Deitemos Água Pouca Em Mui...
11/03/2026

Venha celebrar o Dia Mundial de Poesia, dia 21 de março às 21h30, n’A Barraca, com o recital “Deitemos Água Pouca Em Muito Fogo”!

Maria do Céu Guerra e o Maestro António Vitorino d’Almeida num recital imperdível para Piano e Vozes que vos dará a ouvir nosso maior poeta, Luís de Camões, a falar de si em diálogo com as palavras de outros autores que o interpelam, estimulando o público a amar o poeta, sabendo porquê.

É nos poemas líricos, nas Canções e sobretudo nos Sonetos que o nosso poeta se confessa em aventuras autobiográficas, cruzamo-los aqui com obras de poetas e escritores nossos contemporâneos como Herberto Helder, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, João Pedro Grabato Dias, Ana Hatherly, José Saramago, Jorge de Sousa Braga, Miguel Torga, Manuel Alegre, Eugénio de Andrade, Alexandre O’Neill, Luís Filipe Castro Mendes, António Barahona, Fernando Assis Pacheco, António Ramos Rosa, Al Berto, Ernesto Mello e Castro, cujos textos interpelam a obra de Camões seja em tom de elogio, revolta ou desabafo.

Um espectáculo único apresentado em cinco sessões em que
Maria do Céu Guerra, acompanhada por todo o elenco d’A Barraca, faz dialogar o Sec XVI e o Sec XX através do que de melhor tem a Poesia Portuguesa.

FICHA ARTÍSTICA
Direcção Artística, Criação e Dramaturgia: Maria do Céu Guerra
Composição Musical e Interpretação: Maestro António Vitorino
d’Almeida
Com: Maria do Céu Guerra, Sérgio Moras, Rita Lello, Gil Filipe, Vasco Lello, Erica Galiza, Manuel Petiz, Maria Baltazar
Espaço Cénico: Maria do Céu Guerra
Iluminação: Vasco Lello e Maria Baltazar
Espaço Cénico: Maria do Céu Guerra
Iluminação: Vasco Lello e Maria Baltazar lustrações e Vídeo: Luís Henriques e Manuel Diogo
Figurinos: José Manuel Costa Reis
Montagem: Mário Dias
Costureira: Elza Ferreira
Produção: Manuel Petiz e Inês Costa

🎟️ Para a compra de bilhetes, aceda ao link da Bol na nossa bio.

ℹ️ Reservas e Informações:
[email protected] / [email protected] ou 213 965 360 / 913 341 687 / 924 460 664

📍Teatro Cinearte, Largo de Santos 2, 1200- 800 Lisboa, Portugal

06/03/2026

A BARRACA - 50 ANOS DE ACTIVIDADE

A Porta dos Artistas parabeniza a Companhia "A Barraca" pelos 50 anos de actividade, sendo uma das companhias de maior sucesso e prestigio, que ao longo dos anos tem dado ao seu púbico espectáculos que marcaram as diversas gerações.

Parabéns A BARRACA Teatro

Endereço

Teatro Cinearte, Largo De Santos, 2
Lisbon
1200-808

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 23:30
Sexta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 23:30
Sábado 18:00 - 23:30
Domingo 15:00 - 19:00
20:00 - 23:30

Telefone

+351924460664

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