O Teatro a Tiracolo, grupo sobretudo dedicado ao público jovem e com uma forte aposta na itinerância, estreou recentemente «As Viagens do Zé Latão», peça de Álvaro Faria, encenada pelo próprio autor e tendo no elenco Carlos Pereira, Tiago Peralta e Zé Pedro Ramos. E, embora goste muito da sua aldeia, está cansado de ver sempre as mesmas coisas. Tem várias ideias para a modificar – mas todos as ach
am disparatadas. Um dia, resolve ir visitar um sábio, para lhe pedir que sugira uma mudança que os outros aceitem. No entanto, o que o simpático sábio e o seu divertido ajudante Barnabé lhe propõem é que, em vez disso, parta em viagem, para ver novos mundos. E as surpresas sucedem-se.
«As Viagens do Zé Latão», cujo texto foi recentemente editado pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores, é um espectáculo infanto-juvenil para toda a família, com a duração de cerca de 50 minutos. Colorido, interactivo e muito alegre, adapta-se a qualquer espaço, pelo que vai ao encontro do público onde quer que ele se encontre: escolas, ATL, campos de férias, espaços públicos, jardins, praias, festas de aniversário, etc.
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Classificação etária: maiores de 4 anos
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Texto e encenação: Álvaro Faria
Interpretação: Carlos Pereira, Tiago Peralta e Zé Pedro Ramos
Operação de luz e som: João Descalço
Música: André Cardoso e Alex K. Veiga
Cenografia, figurinos e adereços: Mara Maravilha
Costura: Clara Baptista
Design gráfico: ColorinDesign
Fotografia: José Rodrigues
Vídeo: André Gaspar
Produção executiva: Inês Ramos, José Rodrigues e Bernardo Peixoto
Colaboração: Zunzum Associação Cultural
Produção: Teatro a Tiracolo, Associação Cultural
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Ficamos à vossa inteira disposição para marcações e qualquer esclarecimento. Contacto: 96 520 17 47
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ESTES SÃO OS NOSSOS ACTORES:
CARLOS PEREIRA:
Nascido em 1976, mas tem aparência de 1984. Ator profissional desde 2000 (ou seja, a receber!!, mas já bombava há 4 anos em teatro amador). Trabalhou com encenadores como carlos avilez, filipe crawford, nuno pino custódio, josé peixoto, joaquim benite, luis vicente, juvenal garcês e… vasco letria!!!! Bacharel no curso de formação de atores/encenadores na escola superior de teatro e cinema (antigo conservatório) trabalhou com muitos atores conhecidos, mas uuuuuuiii, são demasiados para por aqui. No seu longo, espetacular, fascinante e brilhante percurso de ator, conheceu vários segredos de gente conhecida suficientes para concorrer à casa dos segredos, mas decidiu dedicar-se à natureza e a outras atividades de moral duvidosa. Experiencia em bateria e percussão. Experiencia em esgrima artistica e combate cénico
vendo: máquina de rapar cabelo por 30 euros, com óleo proposto várias vezes ao galardão de melhor ator de teatro no género drama a nivel europeu e também peninsula ibérica faz de homem estátua na quinta da regaleira às 2as feiras das 23h às 3h da manha gosta de animais e de algumas pessoas algumas pessoas tambem gostam dele tenciona fazer teatro até bater as botas. TIAGO PERALTA:
Depois de dezanove anos retido no seu camarim privado, camarim este, que os seus pais gostariam que fosse um quarto, quarto este recheado de pósteres de carros de rali de uma revista automóvel muito em voga nos anos 80, ingressou no meio artístico, em 1999, como actor. Tirou a carta de condução nesse mesmo ano. Começou por fazer personagens femininas (sem plumas, note-se) em teatro infantil, em Santiago do Cacém. Para além de teatro, também trabalhou em rádio, mas não foi como pirata, nem como repórter, mas sim como pivot, nomeado mais tarde, como a voz mais sexy do Alentejo. Realizou e produziu um programa de rádio semanal na Rádio Antena Miróbriga. Em 2001, já mais crescido, regressa à sua terra natal, Lisboa. Trabalhou numa Associação Cultural, como actor, onde também desempenhou funções em Produção, Cenografia e Relações Públicas. Paralelamente vendia telemóveis. (Tem ainda em stock um nokia 3310, desbloqueado, para venda – 15€- preço de artigo de coleccionador). Participou, como actor, em dois pseudo projectos teatrais, em 2001 e 2002, encenados por Florbela Oliveira, com relativo sucesso. Em 2004 inicia a sua carreira profissional como técnico em teatro na carismática Companhia Teatral do Chiado, como Contra-Regra. No final desse ano compra um Opel Corsa, o seu primeiro carro a gasóleo com tecto de abrir. Posteriormente, passa a trabalhar como técnico de iluminação nessa mesma companhia e como Freelancer, noutros projectos teatrais. Em 2005 faz 37 Workshops de Escrita Criativa para Sketches e Stand Up para Televisão e Teatro dos quais só se aproveitaram dois deles, com o Stephen Rosenfield, Director do American Comedy Institute e o outro na Act-Escola de Actores. Depois de ter rejeitado vários convites de Hollywood, Nova Iorque e Santa Maria da Feira, Tiago Peralta participou, como actor e autor, num promissor grupo de Sketches, intitulado de “Irmões”, formado por mais dois colegas seus: Um careca de olhos azuis e o outro Comissário de Bordo. Esteve sempre ligado ao teatro e à musica também, como baterista. Em 2009 foi pai de duas gémeas, iguais, igualzinhas. Colaborou como técnico freelancer em várias produções de António Pires, bem como a inauguração do Teatro do Bairro. Estreou-se profissionalmente, como actor, no Teatro Estúdio Mário Viegas, com a comédia “Corações em Festa, Agencia de Produções e Eventos, Lda” (título não fictício, sim, era mesmo assim). Em 2012 fez parte integrante de uma companhia de comédia de improviso, os “Ostra Azul”. Actualmente, trabalha como actor residente na Companhia de Teatro Bocage desde 2011 e preside a Companhia Teatro a Tiracolo, onde também trabalha como actor. Tem como objectivo, continuar a fazer o que gosta, com quem gosta e adquirir um Jeep Wrangler para levar o Zé à pesca. Carlos compro-te a máquina por 5€, “output 4ever”! ZÉ PEDRO RAMOS
Nasceu algures no início da década de oitenta do século passado, entre a Serra do Caramulo e a Serra da Estrela e por ali andou até iniciar o seu percurso académico. Apesar de muito cobiçado por Harvard, Oxford e Cambridge, foi parar à Universidade de Aveiro. Foi ali que assentou na vida convertendo-se, de corpo e alma, a esta profissão (chamemos-lhe assim), pouco promissora (segundo o seu pai), sendo responsável a Efémero – Companhia de Teatro de Aveiro. Algumas pessoas, culpadas, do caminho que fez, são: Jorge Fraga, Ana Varela, John Mowat, Genoveva Faísca, José Soeiro, Hugo Cruz, Ilda Teixeira, Pedro Wilson, Álvaro Faria, Pompeu José e principalmente o He-Man e os Thundercats. Há que culpar a sua irmã por não lhe ter dado a conhecer os Ursinhos Carinhosos e os Pequenos Póneis, pois hoje certamente não teria tão mau feitio. Em cinema apenas deu o privilégio do seu trabalho aos realizadores: Cláudio Oliveira, José Fonseca e Costa e ainda Júlio Ramos, isto porque o Spielberg não se inteirou da sua dentição, ideal para o “Rex” no Jurassic Park. Em 2007, Portugal livrou-se dele, durante uns tempos, e este foi fazer estragos para Barcelona com a Albiñana Films e curar diarreias criativas na Packartdesign. Nos últimos 15 anos meteu o bedelho no Projeto Ad-Hoc, no Teatro Onomatopeia da Zunzum-AC, no GITA – Grupo Independente de Teatro de Aveiro, entre outras aparições fugazes em algumas companhias que, se ainda não desapareceram, as políticas culturais farão o obséquio... Tem conseguido vender formação desde 2004 no âmbito da Expressão Dramática e AnimaçãoSC (1º, 2º, 3º Ciclos, Secundário). Custa-lhe o novo acordo ortográfico (pois nem o velho ainda lhe tinha entrado), o seu inglês é terrível, mas já se fez entender facilmente em três cantos do mundo. Actualmente, apresenta-se como um sobrevivente actor freelancer (no Teatro Bocage, Teatro a Tiracolo e Poster Animado), gosta de se levantar cedo e se pudesse ia à pesca aos domingos de manhã.