18/12/2025
A MINHA CANDIDATURA
Boa tarde a todos.
Passado o prazo da recolha das assinaturas para a candidatura à Presidência da República, venho, por este meio, informar que infelizmente não consegui reunir as 7500 assinaturas necessárias para formalizar a minha candidatura junto do Tribunal Constitucional.
Mas quero agradecer muito a todos os amigos, conhecidos e desconhecidos que me apoiaram e que acreditam que eu poderia fazer a diferença neste Portugal que tanto precisa de uma voz unificadora, consensual, humana, interessada, constitucionalista e independente.
A minha cidadania activa continuará, temos 5 anos pela frente para delinear uma estratégia para chegar às massas, baseada no real, fora das linhas comentadeiras dos holofotes, exprimindo capacidade de levar mais conhecimento aos portugueses e de escutar activamente o que têm para nos dizer.
Da minha parte deixo a promessa de que continuarei sempre a lutar para defender um Estado de Direito Democrático para Portugal, baseado na dignidade da pessoa humana, na defesa dos direitos fundamentais e da nossa Constituição da República Portuguesa.
Não vejo com bons olhos os tempos vindouros, avizinham-se tempos difíceis e creio que é um dever dos cidadãos travar decisões que possam pôr em causa a nossa Liberdade e a nossa Democracia. Não basta apanhar os cacos à posteriori, é preciso não deixar cair, tomar medidas preventivas para que nada se rache ou quebre.
A união faz a força.
Muitos portugueses andam equivocados com os seus direitos e os seus deveres e com os direitos e deveres de terceiros, mas se cada um de nós tomar consciência de que faz parte de um todo, um colectivo ao qual chamamos sociedade, ainda é possível melhorar e defender o nosso Estado Social e Democrático, promovendo acções de sensibilização junto de todos.
Sabemos o que tem acontecido na Europa e noutros países do mundo, ditos desenvolvidos, com a ascendência de certas correntes políticas neoliberalistas e fascistas que transformaram a politica internacional num circo perigoso de domadores infantilizados, com traços de psicopatia, onde o ser humano foi reduzido a nada. Uma instalação de tiranos no poder, disfarçados de salvadores da pátria que remetem a culpa dos males do mundo para os mais vulneráveis e desprotegidos. Um completo retrocesso da civilização camuflada por democracias fingidas que ano após ano têm vindo a retirar aos povos direitos adquiridos com tanto esforço e de tantas nações valentes.
Urge a necessidade de união, de todos juntos termos uma só voz e dizer basta! Temos de nos unir com todos aqueles que partilham os valores da democracia, dos direitos humanos e da paz. A empatia é uma condição humana que também se ensina e quando tudo parece estar a falhar, cada vez mais precisamos de nos recordar que todos somos iguais. E esse é o nosso grande papel social na vida, com as nossas acções definimos caminhos para nós, mas que também servem de exemplo aos outros.
E para que nunca se esqueçam e tomem como lema de vida como eu, deixo aqui o artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade".
Muito obrigada a todos. ❤
A luta continua.
Rita Baldaya
18/12/2025