Ana Santos - DANÇA

Ana Santos - DANÇA Ana Santos , Lisboa
DANÇA - Interpretação/Formação/Criação
Instagram - AnaSantos_Dan Performer, Professora e criadora
Interesses Multidisciplinares

Aos 7 anos a liberdade também se celebra assim, falamos de cravos vermelhos e de coluna vertebral e terminamos com os ch...
25/04/2026

Aos 7 anos a liberdade também se celebra assim, falamos de cravos vermelhos e de coluna vertebral e terminamos com os chakras num tronco. Obrigada aos presentes e à ALSAB - Lagoa e Brescos pelo apoio. Continuemos, sempre!

25/03/2026

Foi um espectáculo imenso em todas as dimensões o de mas antes de ser canção, poesia ou encenação, a biografia musicada da mãe Maria Fernanda é um espelho reflector das mães e mulheres não biografas pela literatura.

A Vulgar Mulher Extraordinária é a história crua de um país em que ser pobre sai caro. Sem temor nem ódio.

Artigo completo em https://mesademistura.substack.com/p/este-pais-nao-e-para-maes

💖🙏
24/03/2026

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A vulgar mulher extraordinária.
Não foi só uma grande sorte tê-la como mãe, foi uma grande honra ter sido sua filha.

21 e 22 de março no CCB
Ainda há bilhetes de mobilidade reduzida.
Obrigada a quem levou os outros :)

Primavera triste esta, em que vo(l)tam costas ao sentir do outro... tenho a certeza que estas pessoas não fazem ideia do...
21/03/2026

Primavera triste esta, em que vo(l)tam costas ao sentir do outro... tenho a certeza que estas pessoas não fazem ideia do que estão a votar, não é possível....

20/03/2026
Culturgest -Projeto R.A.D.A.R."Corpo que Fala " com Ana Santos e alunos do 1° ciclo Janeiro a junho 2026
24/02/2026

Culturgest -Projeto R.A.D.A.R.
"Corpo que Fala " com Ana Santos e alunos do 1° ciclo
Janeiro a junho 2026

18/02/2026

A educação artística nunca foi um território periférico. Foi sempre um lugar onde o pensamento se constrói a partir da experiência.

Trabalhar com cor, forma e espaço não é apenas produzir imagens. É exercitar perceção. É treinar atenção. É aprender a decidir. É compreender que cada escolha formal transporta valores, referências culturais e modos de ver o mundo.

Quando um aluno altera uma composição, interrompe um processo ou decide reformular uma ideia, está a fazer muito mais do que resolver um problema plástico. Está a experimentar autonomia intelectual. Está a estruturar pensamento através da matéria.

Criar implica escolher.
Escolher implica assumir posição.

Num sistema educativo cada vez mais pressionado por métricas, resultados rápidos e respostas previsíveis, a arte preserva o território da complexidade. Preserva o tempo longo. Preserva o direito à dúvida produtiva.

A educação artística ensina a ver antes de julgar.
A observar antes de simplificar.
A sustentar a ambiguidade sem a eliminar.

Não como ornamento.
Não como complemento.
Mas como estrutura formativa.

Na Arte Central trabalhamos a partir desta convicção: a de que educar pela arte é formar sujeitos atentos, críticos e culturalmente ativos e implicados, capazes de imaginar alternativas e de agir com consciência.

É a partir daqui que desenhamos formação, investigação e prática: com exigência e responsabilidade cultural.

Não como tendência. Não como moda pedagógica.
Mas como compromisso estruturante com a educação.

Guarde este manifesto.
A educação artística precisa de memória.

Memórias daquelas que mexem nas entranhas.Barriguinha da gravidez do Lee, Paula Pinto, Compotas. Obrigada vida.✨
18/02/2026

Memórias daquelas que mexem nas entranhas.
Barriguinha da gravidez do Lee, Paula Pinto, Compotas.
Obrigada vida.

Video integrado no espectáculo COMPOTA no âmbito da Residência Artística Compota de 24 a 29 de Setembro 2012 no Auditório Carlos Paredes - Benfica, LisboaCo...

05/02/2026

A previsão do tempo para os próximos dias continua com alerta máxima⚠️
Da experiência do Japão, um país de desastres naturais, queremos partilhar algumas dicas para se manter em segurança durante as e .
Estamos convosco🇵🇹

💡Dicas práticas do Japão para a sua segurança em caso de inundações⛈️

👟 O calçado ideal: Ténis, não galochas!
Pode parecer contraditório, mas evite usar galochas em zonas inundadas. Se a água entrar nas botas, estas tornam-se extremamente pesadas e dificultam a locomoção em caso de emergência. O ideal é usar ténis (sapatilhas) bem ajustados ao pé, que oferecem maior estabilidade e agilidade.

🌊 O limite do joelho: Quando é tarde demais para andar?
A regra de ouro é: evacue antes que a água chegue ao nível do joelho. Quando a água atinge essa altura, a pressão da água torna quase impossível para um adulto caminhar contra a corrente. Se o nível da água subir rapidamente acima dos joelhos enquanto estiver em casa, não tente sair; suba para o andar mais alto da casa (evacuação vertical).

🌂 Use um "terceiro pé" (Caminhar na água).
Se tiver mesmo de atravessar uma zona com água, utilize um cabo de vassoura ou um guarda-chuva para sondar o chão à sua frente. Com as cheias, as tampas dos esgotos podem saltar e ficam invisíveis sob a água suja, criando armadilhas que podem ser mortais.

🚗 Atenção aos condutores!
Lembre-se: apenas 30 cm de água em movimento podem arrastar a maioria dos automóveis. Se encontrar uma estrada inundada, não arrisque: volte atrás, não se afogue! ⛔️

https://www3.nhk.or.jp/nhkworld/en/shows/2090038/

30/01/2026

CORPO QUE FALA

Será que só falamos com a boca? Nem pensar! O nosso corpo consegue dizer muitas coisas sem dizer uma palavra. Nesta oficina, os participantes são convidados a transformar ideias em movimento e a reconhecer-se como território de invenção. Este é um espaço vivo de descoberta, onde o corpo se torna instrumento de expressão, imaginação e encontro. ANA SANTOS é formada em Dança. Como intérprete, professora e criadora, o seu trabalho tem-se focado na pesquisa em improvisação como ferramenta de composição coreográfica e ferramenta pedagógica.

Orientado por Ana Santos
DATA 07 Fevereiro

Oficinas para a infância TMJB:
6 aos 12 anos
Aproximadamente 90 minutos
Sábado — 15H00
5€ (2,5€ para os pequenos membros do Clube de Amigos)

Inscrições e informações em:
ctalmada.pt
[email protected]
917433120

30/01/2026

Há alturas em que temos de salvar o outro. Salvar mesmo. Dar o que temos para dar para devolver a quem já não tem.

Lanço este apelo a cada um dos meus leitores, mas lanço sobretudo às empresas: façam o que podem. É o que basta.

Vamos salvar-nos uns aos outros.

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