26/08/2026
🇵🇹 Há coisas que podemos fazer com o corpo só porque conseguimos.
Mas conseguir não signif**a necessariamente que seja a melhor escolha.
Para mim, trabalhar com o corpo não é levá-lo constantemente mais longe — mais amplitude, mais intensidade, mais esforço, mais dificuldade.
É perceber o que aquele corpo precisa naquele momento e escolher o estímulo certo.
Às vezes é força.
Às vezes é mobilidade.
Às vezes é parar de forçar.
Às vezes é respirar.
E às vezes é simplesmente encontrar outra estratégia.
É por isso que, nas minhas aulas, não procuro apenas corpos que consigam fazer mais.
Procuro pessoas que aprendam a perceber, adaptar e escolher.
Porque um corpo inteligente não precisa de estar sempre a fazer mais.
Precisa de saber o que fazer.
Se te interessa desenvolver essa relação com o teu corpo, f**a por aqui. 🤍
🇬🇧 There are things we can do with our bodies simply because we are capable of doing them. But being able to do something doesn’t necessarily mean it’s the best choice. For me, working with the body isn’t about constantly pushing it further—seeking greater range of motion, intensity, effort, or difficulty. It’s about recognizing what that body needs in the moment and choosing the right stimulus. Sometimes it’s strength. Sometimes it’s mobility.
Sometimes it’s stop pushing.
Sometimes it’s breathing.
And sometimes, it’s simply finding a different strategy. That’s why, in my classes, I’m not just looking for bodies that can do more. I’m looking for people who learn to perceive, adapt, and choose. Because an intelligent body doesn’t need to be constantly doing more. It needs to know what to do.
If you’re interested in developing that kind of relationship with your body, stay with me. 🤍