doclisboa

doclisboa Doclisboa 2025
October 16-26 O Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade.

Recusando a categorização da prática fílmica, procuram-se as novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo. O Doclisboa tenta ser um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de percepção, reflexão, novas formas possíveis de acção. Membro do Doc Alliance
www.dafilms.pt

Doclisboa wants to question the present of fil

m, bringing along its history and assuming cinema as a mode of freedom. By refusing the categorization of film practice, it searches for the new problematics that cinematic image implies, in its multiple ways of engagement with the contemporary. Doclisboa tries to be a place to imagine reality through new modes of perception, reflection, and possible new forms of action. Member of Doc Alliance
www.dafilms.com

24/05/2026

Chega já esta semana aos cinemas “Ali, Aqui” (2025), que teve estreia mundial na edição do Doclisboa de 2025 e foi muito bem recebido pelo público que esgotou a Cinemateca Portuguesa para vê-lo.

Entre Maio e Junho poderás encontrá-lo aqui:

➡️Cinema City Alvalade, de 28.05 a 3.06
➡️Cinema City Setúbal, de 28.05 a 3.06
➡️Academia Almadense, de 28.05 e 3.06
➡️Casa do Cinema de Coimbra, 1.06

No filme de Fábio Lima, José Monteiro, Marlene Nobre, Martina Maher, Rafael Moura e Sony (Edmilson Furtado), produzido no contexto do projecto de cinema comunitário .almada, Rafa sai de casa para fazer um recado ao pai e encontra situações inesperadas.
A partir da história principal, o filme revela outras: Nelson convence Txidy a cortar-lhe o cabelo em troca de ajuda; Jamir procura Tofinha nas hortas, junto ao rio Tejo; Sony deambula pelo Penajóia à procura de palavras para o seu poema Ali. Numa aventura pelos diversos bairros do Monte da Caparica, o filme é uma versão de um território e de uma história, a partir da memória dos seus habitantes.

Já são conhecidos os vencedores do Prémio Doc Alliance 2026, anunciados hoje em Cannes, com a presença da equipa do Docl...
19/05/2026

Já são conhecidos os vencedores do Prémio Doc Alliance 2026, anunciados hoje em Cannes, com a presença da equipa do Doclisboa. O Prémio Doc Alliance para Melhor Longa-Metragem foi atribuído a “The Case Against Space” (Reino Unido/França), de Graeme Arnfield. A distinção para Melhor Curta-Metragem foi para “Some of You Fu**ed Eva” (França), de Lilith Grasmug. Já a longa-metragem “Fantaisie” ( França), de Isabel Pagliai, que fez parte da edição de 2025 do Doclisboa, recebeu uma Menção Especial do Júri.

Felicitamos todos os vencedores e restantes nomeados, que podem ser encontrados em docalliance.org/news.

Há 36 anos, a OMS retirou a homoss*xualidade da Classificação Internacional de Doenças, abrindo caminho à despatologizaç...
17/05/2026

Há 36 anos, a OMS retirou a homoss*xualidade da Classificação Internacional de Doenças, abrindo caminho à despatologização das identidades LGBTQIA+. Hoje, quando Portugal retrocede na autodeterminação de género e persistem números de violência contra pessoas q***r, o 17 de maio segue como uma data de resistência e memória.
Neste post, damos-te uma lista de sugestões de edições passadas do Doclisboa que retratam as formas de discriminação, resistência e exclusão enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+.

36 years ago, WHO removed homos*xuality from the International Classification of Diseases, paving the way for the depathologization of LGBTQIA+ identities. Today, as Portugal takes a step backward on gender self-determination and violence against q***r people continues, May 17 remains a day of resistance and remembrance.
In this post, we provide a list of recommendations from past editions of Doclisboa that depict the forms of discrimination, resistance, and exclusion faced daily by LGBTQIA+ people.

🎥 “It’s not Fado, It’s Fa**ot Fado” (2022), by Erin Macpherson. By reclaiming the scars that homophobia and transphobia have given them, Fado B***a exposes what Fado music could have been if society were more accepting.

🎥 “Life Is Not a Competition, But I’m Winning” (2023), by Julia Fuhr Mann. A collective of q***r athletes sets out to honour those who were excluded from the winners’ podium. Together they create a radical utopia far from the rigid gender rules in competitive sports.

🎥 “Times of Desire” (2020), by Raquel Marques. A new place in the world is revealed while Bea is confronted with loss and what she imagines will come. In the house that prepares itself to embrace change, fears dwell. An unforeseen loneliness also seems to be part of her desire, that of being a mother without a partner and a le***an.

🎥 “In Hell with Ivo” (2025), by Kristina Nikolova. Hailing from Bulgaria, a conservative country where virtually no one is openly gay, emerges the flamboyant performance artist and musician Ivo Dimchev. Rejected by his family, Ivo invites us into his life, displaying himself with no shame and embracing his narcissism, s*x addiction and confrontational nature.

🎥 “Atopia” (2012), by Olivier De Vos. An introspective essay about the search for a place that exists between reality and imagination: a placeless place made up out of dreams, chimeras and a desire for gender fluidity.

🎥 “Casa Susanna” (2022), by Sébastien Lifsh*tz. In the 1950s and 1960s, deep in the north american countryside, a small wooden house was home to the first clandestine network of cross-dressers. Diane and Kate, now 80 years old, relate this forgotten but essential chapter of the early days of trans-identity.

🎥 “Playback” (2019), by Agustina Comedi. Far away from Argentina’s capital city, the end of a military regime promises a spring that doesn’t last long. ‘La Delpi’ is the only survivor from a group of transgender women and drag queens, who began to die of AIDS in the late 1980s. Today, the images of a unique and unknown footage are not only a farewell letter, but also a friendship manifesto.

🎥 “100 Ways to Cross the Border” (2022), by Amber Bemak. A self-reflexive documentary on the performance artist Guillermo Gómez-Peña’s 40-year career with La Pocha Nostra. When the media is filled with demonizing stories about the US–Mexico border, the film presents the philosophical frameworks of an artist with a dedication to artistic interventions on that border.

🎥 “The Beach of Enchaquirados” (2019), Iván Mora Manzano. Vicky is a fisherman by day and bar owner at night. When she was a little boy her dream was to be a radio soap opera star; nowadays she dreams of falling in love again.

🎥 “One Minute Is an Eternity for Those Who Are Suffering” (2025), by Fábio Rogério and Wesley Pereira de Castro. The protagonist place in Sergipe is the whole universe, with his most beloved ones: his mother, the animals, the plants, the books and the films. Between personal diary and a treatise about what it means to be human, the claustrophobia of fear and dreams that are bigger than reality, and the natural fluids and the abstraction of pixels, cinema is being born.

[PT below] In partnership with the Slow Pitch – ZagrebDox Pro 2026 program, Nebulae 2026 will host the project “Transfor...
16/05/2026

[PT below] In partnership with the Slow Pitch – ZagrebDox Pro 2026 program, Nebulae 2026 will host the project “Transformation Stories from Akbelen Forest,” directed by Selen Çatalyürekli and produced by Zeyneb Gültekin (Nar Film, Turkey).
The project is told through an ecofeminist lens - a work that explores personal change and imagines a just transition from extraction toward regenerative, gender-aware futures.
Nebulae, Doclisboa’s Industry Space, takes place within the context of the festival and features a series of activities such as roundtables, project presentations, and creative and critical workshops.
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Em parceria com o programa Slow Pitch - ZagrebDox Pro 2026, o Nebulae 2026 receberá o projecto "Transformation Stories from Akbelen Forest," dirigido por Selen Çatalyürekli e produzido por Zeyneb Gültekin (Nar Film, Turquia).
O projecto é contado através de uma perspectiva ecofeminista - uma obra que explora a transformação pessoal e imagina uma transição justa da extracção para futuros regenerativos e sensíveis às questões de género.
O Nebulae, o Espaço de Indústria do Doclisboa, decorre no contexto do festival e traz uma série de actividades como mesas redondas, apresentações de projectos e laboratórios de criação e crítica.

Recordamos-te que tens disponível para stream vários filmes de edições passadas do Doclisboa, na plataforma gratuita da ...
13/05/2026

Recordamos-te que tens disponível para stream vários filmes de edições passadas do Doclisboa, na plataforma gratuita da CaixaForum+. Aproveitamos para deixar mais quatro recomendações para a tua semana. A selecção reflecte sobre o que é isto de estar vivo: do teatro aos movimentos políticos, da literatura ao território, da música clássica às paisagens urbanas e seus actores.
🎥 "Avenida Almirante Reis em 3 Andamentos", de Renata Sancho (2018, Portugal, 66’) documenta esta grande artéria da cidade de Lisboa, através de um mapeamento, ao longo do séc. XX, circunscrito à memória do espaço da avenida e às vivências que ali ocorreram e ocorrem. Através de imagens de arquivo, recua à sua abertura em 1908 e às grandes enchentes dos comícios republicanos, passando pelo 1º de Maio de 1974, e pelo quotidiano de quem nela trabalha e habita entre 2016 e 2018.
🎥 "Tempo|Espaço", de Tiago Afonso (2013, Portugal, 70’) documenta um conjunto de actividades organizadas a partir do mote das "Memórias do Cárcere", de Camilo Castelo Branco, ao longo de meio ano, no Estabelecimento Prisional Regional de Guimarães, explorando outros pormenores – tatuagens, vigias, ferrolhos – num dia a dia algures na fronteira entre o documentário observacional e os dispositivos provocados.
🎥 "Lisbon Revisited", de Edgar Pêra (2014, Portugal, 62’) leva-nos numa viagem onírica vista através dos olhos espantados de um trans­‐humano e uma kino­‐sinfonia de vozes dos inúmeros heterónimos de Fernando Pessoa. “Pensar é estar doente dos olhos”, disse Alberto Caeiro, o mais sensorial deles. Lisbon Revisited vive através desta doença, mostrando formas alternativas de ver (a cidade) e ouvir (Pessoa).
🎥 "No Meio das Coisas", de Luciana Fina (2013, Portugal, 72’): “Dialogar com a arquitectura e a poética de Manuel Tainha implica rimar não apenas com o desenho, o espaço e a luz , mas com o movimento, o tempo e a vida que os habitam. As palavras do arquitecto conduzem-me através de algumas das obras concebidas entre as décadas de 1950 e 1970, filmadas hoje, num momento da sua existência.” — Luciana Fina.
A CaixaForum+ é a plataforma cultural da Fundação ”la Caixa”, lançada em Portugal com o apoio do BPI.
Nela podes fazer stream online de conteúdos audiovisuais e podcasts sobre música, artes visuais e plásticas, artes performativas, cinema, história e pensamento, ciência, arquitetura e design ou literatura.
➡️ Aqui: caixaforumplus.org|s|doclisboa-caixaforum

Em Maio de 1968, estudantes tomaram as ruas de Paris contra a guerra e a desigualdade.  Uma revolução cultural, política...
08/05/2026

Em Maio de 1968, estudantes tomaram as ruas de Paris contra a guerra e a desigualdade. Uma revolução cultural, política e geracional que ecoou pelo mundo inteiro até aos dias de hoje.
No cenário actual em Portugal, onde estudantes enfrentam rendas e propinas incomportáveis e a investigação é dominada pela precariedade, reflectimos sobre a importância da desobediência estudantil e o trabalho académico como forma de resistência, através duma selecção de filmes que passaram pelo Doclisboa.

🎥 “June Turmoil” (1969), de Želimir Žilnik, documenta manifestações de estudantes, em Belgrado, em Junho de 1968, capturando a imersão dum actor profissional numa situação de vida real: Stevo Žigon declama, em frente a uma imensa multidão, o monólogo de Robespierre extraído de “A Morte de Danton”, de Büchner.

🎥 “We Demand” (2016), de Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold, conta a história do movimento contra a Guerra do Vietname na perspectiva de James R. Roebuck, um afro-americano que estudou na Universidade da Virgínia no entre os anos 60 e 70.

🎥 “United Red Army” (2007), de Kōji Wakamatsu. Em 1972, 14 membros do Exército Vermelho Unido foram executados, durante sessões de “autocrítica”. Os sobreviventes resistiram à polícia durante dias, num dos momentos cruciais da história do Japão. Este filme debate a radicalização das universidades nipónicas nos anos 60.

🎥 “Whoever Loves the Earth” (1974), de Joachim Hellwig, Uwe Belz, Jürgen Böttcher e Harry Hornig mostra o X Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes em Berlim Oriental em 1973. Sem comentários, vive apenas do som original dos estudantes em discussão, contributos musicais, discursos e apresentações, com particular destaque à activista Angela Davis.

🎥 “Cosas de mujeres” (1978), de Rosa Martha Fernández. Os anos 1970, no México, foram marcados pelo nascimento do movimento feminista e pelo surgimento de um novo cinema independente. O colectivo Cine Mujer, de várias alunas do Centro Universitário de Estudos Cinematográficos, realiza um trabalho sobre o ab**to no México, que eventualmente resultaria neste filme, apresentando o caso de uma jovem estudante submetida à humilhação de um médico que pratica a operação clandestinamente e a leva a ser hospitalizada.

🎥 “74” (2012), de Rania Rafei e Raed Rafei. A 19 de Março de 1974, estudantes ocuparam a Universidade Americana de Beirute, revoltando-se contra o aumento de 10% das propinas. O protesto foi parte de um vasto movimento exigindo mudança no país. A 13 de Abril de 1975, eclodiu a Guerra Civil Libanesa, pondo fim a todos os movimentos sociais. Em 2011, sete jovens activistas políticos recriaram a revolta estudantil de 1974, ao eclodirem revoluções por todo o mundo árabe.

🎥 “Pride” (2021), de Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold. Em 1975, estudantes da Universidade da Virgínia lançaram Pride, uma publicação mensal intelectualmente estimulante que cobria artes, cultura, história e política, sob orientação da Aliança de Estudantes Negros. Situado em Charlottesville, no início dos anos 1990, o filme acompanha uma aspirante a escritora enquanto ela finaliza notícias para a última edição de Pride.

🎥 “Not a Carwash” (2012), de Gentian Koçi. O realizador Kujtim Cashku tentou realizar uma conferência de imprensa para discutir uma disputa de terras com a sua escola de cinema e dirigentes municipais. A polícia interrompeu a concentração pacífica e tentou tomar o jardim e o cinema ao ar livre da escola. O filme capta os dias dramáticos que se seguiram quando alunos, professores, activistas e amantes de cinema tentaram impedir que o ecrã fosse destruído pela polícia e interesses empresariais.

🎥 “Winners fight” (2023), de Mukesh Kumaravel. Setembro, Universidade de Paris-Nanterre. Uma centena de alunos não tem colocação no início do ano lectivo. Perante esta situação, decidem fazer ouvir as suas vozes e junta-se-lhes uma união estudantil numa luta de vários meses.

NEBULAE 2026 is already on track, and the call for Greek projects remains open. In the previous edition, this was the sp...
04/05/2026

NEBULAE 2026 is already on track, and the call for Greek projects remains open. In the previous edition, this was the space where conversations, presentations, and new connections among film professionals came together—and this year we want to bring that same energy back.

The call for submissions is open until May 13.

This edition is developed in collaboration with . NEBULAE is supported by .

ℹ️ Learn more at the link in the bio.

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O NEBULAE 2026 já está em marcha, e a convocatória para projectos gregos continua aberta. Na edição anterior, este foi o espaço onde se cruzaram conversas, apresentações e novas ligações entre profissionais do cinema — e este ano queremos voltar a reunir a mesma energia.

A convocatória decorre para projectos gregos em desenvolvimento decorre até 13 de Maio.

Esta edição é desenvolvida em colaboração com o . O NEBULAE é apoiado por .

ℹ️ Sabe mais no link na bio.

Já está disponível para stream uma selecção de filmes do Doclisboa que reflecte sobre o que é isto de estar vivo: do tea...
01/05/2026

Já está disponível para stream uma selecção de filmes do Doclisboa que reflecte sobre o que é isto de estar vivo: do teatro aos movimentos políticos, da literatura ao território, da música clássica às paisagens urbanas e seus actores.

Podes assistir aqui: caixaforumplus.org|s|doclisboa-caixaforum

Aproveitamos ainda para deixar três recomendações para a tua semana.

🎥 Motu Maeva, de Maureen Fazendeiro | 2014 | França, Portugal | 43’
Retrato de Sonja, aventureira do século XX, a viver numa ilha que ela construiu sozinha: Motu Maeva.

🎥 O Diabo do Entrudo, de Diogo Varela Silva | 2024 | Portugal | 52’
Este filme explora os fascinantes caretos e os seus trajes elaborados, oferecendo não apenas uma visão das festividades carnavalescas mas também uma reflexão sobre as dinâmicas de género e a perpetuação de costumes ancestrais transmitidos entre gerações numa antiga aldeia portuguesa.

🎥 8816 Versos, de Sofia Marques | 2013 | Portugal | 78’
Camões terá demorado 20 anos a escrever os 8816 versos que compõem Os Lusíadas. António Fonseca dedicou quatro anos da sua vida a torná-los seus. Neste filme, é documentado o ano que antecedeu a apresentação final da falação d'Os Lusíadas, a 9 de Junho de 2012, em Guimarães, Capital Europeia da Cultura, que deu os versos de Camões a ouvir e a dizer.

Hoje, no 1º de Maio, quando o país discute um pacote de medidas que fragilizam a classe trabalhadora, celebramos as luta...
30/04/2026

Hoje, no 1º de Maio, quando o país discute um pacote de medidas que fragilizam a classe trabalhadora, celebramos as lutas laborais. Deixamos convosco alguns filmes de edições passadas do Doclisboa que nos trazem rotinas invisíveis no mundo do trabalho, bem como episódios de acção colectiva.

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Today, on 1st of May, as the country debates a set of measures that undermine the working class, we celebrate labor movements. We’d like to share with you some films from past editions of Doclisboa that shed light on the unseen routines of the working world, as well as episodes of collective action.

📽️ “The Passaic Textile Strike” (1926), by Samuel Russak, employs reportage and reenactments to document the strike and unionisation of 16,000 textile mills workers in New Jersey in 1926, setting a remarkable social documentary precedent.

📽️ “Evening Land” (1976), by Peter Watkins, depicts two events in Copenhagen during the mid‑70s: a workers’ strike at a shipyard and the kidnapping of a Danish official by a guerrilla organisation. An examination of Denmark's ‘model’ social democracy.

📽️ “The Old School of Capitalism” (2012), by Želimir Žilnik, is rooted in the first wave of workers’ revolts to hit Serbia since the advent of capitalism. It divides itself between the fight of factory workers and the activism of young anarcho-syndicalists.

📽️ “The Poor Stockinger, the Luddite Cropper and the Deluded Followers of Joanna Southcott” (2012), by Luke Fowler, focused on Marxist historian E. P. Thompson, teaching literature and social history to adults in the industrial towns of West Riding.

📽️ “Rules of the Assembly Line, at High Speed” (2020), by Yulia Lokshina, gives us the reality of a small town in western Germany, where migrant temporary workers of the largest slaughter-house in the country are fighting for survival, while German activists who stand up for their rights are fighting against the local authorities.

📽️ “Favoriten” (2024), by Ruth Beckermann, follows a class of pupils from the ages of seven to ten and their devoted teacher throughout three years, in an ethnically diverse school in Vienna, in a traditionally working‑class district. An ode to childhood and education.

📽️ “Bulakna” (2025), by Leonor Noivo, invokes the name of an ancient Filipino warrior who resisted colonial invasion, to portray thousands of Filipino women who nowadays face a new form of colonisation: forced migration for work. Domestic servants and caregivers in foreign countries, supporting other people’s economies, and leaving their own families behind in their homeland.

📽️ “Pride & Attitude” (2025), by Gerd Kroske, surveys the past and the state of affairs of East Germany. His protagonists, female employees of large factories in a country that no longer exist, are concerned with both labour power and women’s issues, such as the opportunities available to women in terms of employment, active participation in social life and self-realisation.

Retomamos o nosso throwback à 23ª edição do Doclisboa: os presentes, convidados internacionais, cineastas, programadores...
28/04/2026

Retomamos o nosso throwback à 23ª edição do Doclisboa: os presentes, convidados internacionais, cineastas, programadores, voluntários, trabalhadores e amigos do festival que fizeram desta edição um marco tão especial.

Entretanto, trabalhamos com entusiasmo para vos receber na edição de 2026. De 15 a 25 de Outubro, o mundo inteiro cabe em Lisboa!

( 📸 Eduardo Martins, Claudia Cordova Zignago, Inês Dust, Syed Farish, Vera Palminha)
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We’re continuing our throwback at the 24th edition of Doclisboa: the attendees, international guests, filmmakers, programmers, volunteers, staff and friends of the festival who made this edition such a special milestone.

In the meantime, we are working enthusiastically to welcome you to the 2026 edition. From 15 to 25 October, the whole world will be in Lisbon!

( 📸 Eduardo Martins, Claudia Cordova Zignago, Inês Dust, Syed Farish, Vera Palminha)

Endereço

Casa Do Cinema, Rua Da Rosa, 277, 2º
Lisbon
1200-385

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

Telefone

+351213470816

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