Teatro Aberto

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Teatro Aberto O Novo Grupo – Teatro Aberto - foi fundado em 1982 por profissionais de teatro ligados aos primeiros grupos de teatro independente em Portugal.
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Foram seus fundadores: João Lourenço, Irene Cruz, Francisco Pestana e Melim Teixeira. Na linha de uma investigação dramatúrgica e teatral que estuda o homem nas contradições das diversas épocas e o modo como ele constrói ou desfaz o seu destino, o Teatro Aberto pretende apresentar um teatro em que a realidade e o sonho, a história e a poesia se manifestam no prazer da reflexão sobre a situação do homem no mundo. Para a concretização desse objectivo, o Teatro Aberto escolhe e trabalha sobretudo um repertório contemporâneo constituído por novos textos e novos autores da nova dramaturgia portuguesa e estrangeira. Desde Maio de 1982 que apresentamos um repertório de teatro contemporâneo, nacional e estrangeiro e desde 2002 que investimos num repertório musical essencialmente composto por óperas sob a direcção do Maestro João Paulo Santos;

- Fomentámos o desenvolvimento da nova dramaturgia portuguesa, quer convidando autores, como Fernando Dacosta, José Saramago, Clara Pinto Correia e Mário de Carvalho, a escreverem peças originais para a nossa companhia, quer promovendo, em conjunto com a SPA, o Grande Prémio de Teatro Português que, para além da sua vertente pecuniária, da edição e tradução da peça premiada, tem, na representação da peça pelo Novo Grupo, a sua componente principal;

- Programámos séries de peças em ciclos temáticos como o Ciclo de Peças Americanas, o Ciclo de Peças para a Juventude, o Ciclo de Peças Portuguesas e o Ciclo Neil LaBute;

- Produzimos espectáculos musicais como Happy End, A Ópera de Três Vinténs, Sweeney Todd e O Mar é Azul, Azul e fizemos co-produções como Mãe Coragem e os seus Filhos, O Caminho para Meca, Sweeney Todd, Menina e Moça e O Bobo e a sua Mulher esta Noite na Pancomédia;

- Obtivemos cerca de 70 prémios para produção, interpretação, cenografia, figurinos e encenação, atribuídos quer por entidades privadas, quer estatais, quer ainda municipais;

- Organizámos Encontros com a presença de autores portugueses e estrangeiros, para incentivar a leitura, tradução e representação de textos de teatro contemporâneo e promovemos Debates sobre temas ligados às peças apresentadas, entre muitas outras actividades que podem ser consultadas no nosso site: http://www.teatroaberto.com/. Inaugurámos a 24 de Fevereiro de 2002 o novo Teatro Aberto com duas Salas, Vermelha e Azul, um Foyer e um Restaurante, o Pano de Boca.

No dia 30 de Outubro às 18H, na Sala Vermelha,  recebemos o lançamento do livro Teatro, Performance e o Processo Revoluc...
20/10/2026

No dia 30 de Outubro às 18H, na Sala Vermelha, recebemos o lançamento do livro Teatro, Performance e o Processo Revolucionário em Curso, editado pela Tinta-da-China, com organização de José Pedro Sousa, Rui Pina Coelho e Ariadne Nunes.

Que papel desempenharam o teatro e as artes performativas na construção da democracia portuguesa? E que marcas do processo revolucionário ainda existem no tecido teatral do país?

Partindo destas perguntas, o livro Teatro, Performance e o Processo Revolucionário em Curso propõe uma cartografia estética, política e afectiva das práticas teatrais que emergiram, se reinventaram ou ganharam nova visibilidade em torno do 25 de Abril de 1974. Entre a rua e o palco, a criação e a intervenção, a experimentação artística e a reconfiguração institucional, acompanha‑se um tempo em que a Revolução transformou profundamente os modos de fazer, pensar e imaginar o teatro e em que o próprio teatro participou na invenção de novas formas de vida colectiva.

Construído durante o processo revolucionário em curso e inaugurado a 25 de Maio de 1976, com O Círculo de Giz Caucasiano, de Brecht, o Teatro Aberto mantém, desde então, uma actividade continuada, atenta ao pulsar dos tempos. É, por isso, com alegria redobrada que acolhemos o lançamento deste livro, que revisita um período tão determinante para a história do teatro e da sociedade portuguesa.

“Se nos deixarem sozinhos sem livros, ficamos perdidos e confusos num instante.” Fiódor Dostoiévski, Memórias do Subsolo...
16/10/2026

“Se nos deixarem sozinhos sem livros, ficamos perdidos e confusos num instante.” Fiódor Dostoiévski, Memórias do Subsolo (1864)

Há livros que nos ajudam a compreender o mundo, outros que nos confrontam com aquilo que pensamos conhecer. A literatura afirma-se assim, como um espaço privilegiado de exploração dos dilemas, das inquietações e das contradições que atravessam o pensamento e a consciência individual.

Em O Som Interior, de Adam Rapp, a escrita ocupa um lugar central, abrindo caminho a uma reflexão sobre o processo criativo, a relação entre a palavra e o pensamento e a necessidade de encontrar sentido nas histórias que contamos uns aos outros.

Que leitura vos fez pensar, questionar ou descobrir algo verdadeiramente novo?

O arquivo guarda memórias de espectáculos, encontros e textos que continuam a fazer parte da nossa história.Em Outubro d...
13/10/2026

O arquivo guarda memórias de espectáculos, encontros e textos que continuam a fazer parte da nossa história.

Em Outubro de 2014, o Teatro Aberto apresentou pela primeira vez Três Mulheres com Máscara de Ferro, uma ópera a partir de um texto inédito de Agustina Bessa-Luís, com música original de Eurico Carrapatoso, direcção musical de João Paulo Santos e encenação de João Lourenço. O espectáculo voltou ao palco em Outubro de 2018.

A escolha deste mês ganha ainda uma particularidade: o nascimento de Agustina Bessa-Luís, a 15 de Outubro de 1922.

As Três Mulheres com Máscara de Ferro são F***y Owen, Ema e Sibila, as protagonistas femininas de três dos mais reconhecidos romances da autora. O texto de Agustina Bessa-Luís foi publicado pela Babel em 2014, por ocasião da estreia mundial da ópera, e republicado em 2018, pela Relógio D’Água, no âmbito das obras da autora.

O lugar do autor tem sido uma dimensão fundamental do trabalho do Teatro Aberto, com especial atenção à dramaturgia cont...
09/10/2026

O lugar do autor tem sido uma dimensão fundamental do trabalho do Teatro Aberto, com especial atenção à dramaturgia contemporânea, à descoberta de novas vozes e novas formas de escrita dramática.

Continuamos os ensaios e a construção do cenário do espectáculo O Som Interior, de Adam Rapp, com versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos. O espectáculo terá encenação de João Lourenço e interpretação de Mónica Garnel e Francisco Monteiro Lopes.

Autor, dramaturgo, argumentista e realizador norte-americano, Adam Rapp, desenvolve uma obra profundamente atenta às relações entre linguagem, identidade e experiência.

Na sua escrita, a palavra é simultaneamente instrumento de aproximação e lugar de tensão, revelando as fragilidades, os desejos e os conflitos que atravessam as relações humanas.

Amanhã voltamos a ouvir as palavras de John Logan numa leitura comunitária da peça Vermelho!Às 18h30, o Enredos - Clube ...
06/10/2026

Amanhã voltamos a ouvir as palavras de John Logan numa leitura comunitária da peça Vermelho!

Às 18h30, o Enredos - Clube de Leitura, volta a reunir-nos em torno da dramaturgia, num momento de partilha que nos convida a revisitar o texto e a descobrir novas formas de o ouvir através das vozes de quem participa.

A sessão será conduzida pela dramaturgista Vera San Payo de Lemos e contará com a presença do actor João Vicente, que interpretou Ken no espectáculo.

Ao longo desta temporada em que se celebram os 50 anos do Teatro Aberto, propomo-nos a voltar a olhar todos os meses par...
29/09/2026

Ao longo desta temporada em que se celebram os 50 anos do Teatro Aberto, propomo-nos a voltar a olhar todos os meses para o nosso arquivo, pois queremos também partilhá-lo com os nossos espectadores, lembrando espectáculos, evocando memórias de cena ou contando histórias que fizeram parte do nosso percurso.

Olhamos para trás e lembramos o mês de Setembro de 1990, no qual o Teatro Aberto apresentou um Ciclo de Teatro Norte-Americano, estreando em simultâneo Desejo Sob os Ulmeiros (Foto 1), de Eugene O’Neill, um autor que é uma das referências do teatro moderno, e Loucos Por Amor (Foto 2), de Sam Shepard, na altura um autor em ascensão, tanto no teatro como no cinema. Os dois espectáculos eram apresentados em dias alternados, podendo o espectador adquirir um bilhete único para assistir às duas peças.

Em Setembro de 2026, com o começo dos ensaios de O Som Interior, de Adam Rapp, regressamos aos autores norte-americanos, esperando, mais uma vez, interessar e surpreender os espectadores com o espectáculo que iremos estrear a partir desta nova peça.

Na quarta-feira dia 7 de Outubro, às 18h30, vamos ler em comunidade a peça Vermelho, de John Logan! O espetáculo a parti...
25/09/2026

Na quarta-feira dia 7 de Outubro, às 18h30, vamos ler em comunidade a peça Vermelho, de John Logan! O espetáculo a partir deste texto estreou em 2011 na Sala Vermelha do Teatro Aberto.

Gostaríamos de contar consigo para esta primeira sessão da temporada do nosso Enredos - Clube de Leitura!

A sessão será conduzida pela dramaturgista Vera San Payo de Lemos e contará com a presença do actor João Vicente, que interpretou Ken no espectáculo.

Para se inscrever, envie um email para [email protected]

Começaram no os ensaios da nossa próxima produção, que estreará na Sala Azul do Teatro Aberto! Trata-se de O Som Interio...
22/09/2026

Começaram no os ensaios da nossa próxima produção, que estreará na Sala Azul do Teatro Aberto! Trata-se de O Som Interior, do autor norte-americano contemporâneo Adam Rapp. Com versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos, o espectáculo terá encenação de João Lourenço e interpretação de Mónica Garnel e Francisco Monteiro Lopes.

Em O Som Interior, uma professora universitária de Escrita Criativa estabelece uma relação inesperadamente intensa com um jovem e enigmático aluno em torno da paixão que ambos têm pela literatura. À medida que as histórias que ambos escrevem e contam sobre si próprios se entrelaçam, um pedido surpreendente coloca à prova os limites da confiança, da proximidade e daquilo que estamos dispostos a fazer por uma outra pessoa.

📷 Filipe A. Figueiredo

Podem ser consultados no site do Teatro Aberto todos os documentos Leituras das últimas temporadas. Estas publicações sã...
16/09/2026

Podem ser consultados no site do Teatro Aberto todos os documentos Leituras das últimas temporadas. Estas publicações são elaborados com coordenação da dramaturgista Vera San Payo de Lemos e reúnem informação que existe em “pano de fundo” e foi importante para a criação dos espectáculos.

São leituras paralelas que aprofundam as temáticas dos espectáculos, com reflexões e referências complementares, enriquecidas através de hiperligações e recursos adicionais, que dão a conhecer os bastidores conceptuais e criativos de cada produção.

O Teatro Aberto distingue-se por manter com consistência e qualidade esta forma de documentação e mediação artística, promovendo o conhecimento e a reflexão em torno dos espectáculos.

Endereço

Praça De Espanha
Lisbon
1050

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 14:00 - 22:00
Quinta-feira 14:00 - 22:00
Sexta-feira 14:00 - 22:00
Sábado 14:00 - 22:00
Domingo 14:00 - 19:00

Telefone

+351213880086

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