Jewish Cultural Center: Rua da Judiaria

The Cultural Center: Judiaria de Lisboa, aims to promote Portuguese and Jewish Sephardic culture in all its specificities for the preservation of Jewish memory and identity in its material and intangible heritageand at the Lisboa Jewry and all Portugal.

Shabat Shalom em frente a nossa STOLPERSCHWELLEN ✡️ | Wishing everyone a peaceful Shabbat Shalom in front of our Stolper...
12/06/2026

Shabat Shalom em frente a nossa STOLPERSCHWELLEN ✡️ | Wishing everyone a peaceful Shabbat Shalom in front of our Stolperschwelle | everyone a peaceful Shabbat Shalom in front of our STOLPERSCHWELLEN |

A Grande Sinagoga de Bucareste, Sinagoga Mare, foi construída em 1846 no antigo bairro judeu da cidade. Ligada à comunid...
10/06/2026

A Grande Sinagoga de Bucareste, Sinagoga Mare, foi construída em 1846 no antigo bairro judeu da cidade. Ligada à comunidade judaica asquen**ita de origem polonesa, tornou-se um dos marcos da presença judaica na capital romena.

O edifício, hoje reconhecido como monumento arquitetônico, atravessou reformas, destruições e restaurações. Durante o pogrom de Bucareste, em janeiro de 1941, a sinagoga foi devastada por legionários fascistas e posteriormente restaurada.

Hoje, a Grande Sinagoga é também um lugar de memória. O espaço preserva a história da comunidade judaica romena e mantém viva a lembrança do Holocausto na Romênia.

Entre prédios modernos, placas e memoriais, a Sinagoga Mare lembra que a presença judaica em Bucareste não pertence apenas ao passado. Ela continua inscrita na cidade, na arquitetura e na responsabilidade de lembrar.

The Great Synagogue of Bucharest, Sinagoga Mare, was built in 1846 in the city’s old Jewish quarter. Connected to the Ashken**i Jewish community of Polish origin, it became one of the landmarks of Jewish presence in the Romanian capital.

Today recognized as an architectural monument, the building survived renovations, destruction and restoration. During the Bucharest pogrom in January 1941, the synagogue was devastated by fascist Legionnaires and later restored.

Today, the Great Synagogue is also a place of memory. It preserves the history of Romanian Jewry and keeps alive the memory of the Holocaust in Romania.

Surrounded by modern buildings, plaques and memorials, the Sinagoga Mare reminds us that Jewish presence in Bucharest is not only part of the past. It remains inscribed in the city, in its architecture and in the responsibility to remember.

Fontes para os dados históricos: construída em 1846 pela comunidade judaica polonesa/asquen**ita e localizada na Rua Vasile Adamache; hoje associada à memória do Holocausto na Romênia.

No coração de Bucareste, a Sinagoga Coral, Templul Coral, permanece como um dos grandes símbolos da vida judaica na Romé...
09/06/2026

No coração de Bucareste, a Sinagoga Coral, Templul Coral, permanece como um dos grandes símbolos da vida judaica na Roménia.

Construída entre 1864 e 1867, em estilo neo-mourisco, foi inspirada pelo Leopoldstädter Tempel de Viena. Ao longo da sua história, enfrentou danos provocados pelo terremoto de 1940, pela violência antissemita de janeiro de 1941 e pelo grande terremoto de Vrancea, em 1977.

Mesmo marcada por destruição, restauração e reconstrução, a Sinagoga Coral continua de pé. Mais do que um monumento, é um testemunho da presença judaica, da continuidade comunitária e da força da memória.

Sobre a entrada, uma inscrição do profeta Isaías recorda:

“A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

A Sinagoga Coral não conta apenas a história dos judeus da Roménia. Ela lembra que a memória judaica europeia continua viva nos lugares que resistiram ao apagamento.

In the heart of Bucharest, the Choral Temple, Templul Coral, remains one of the great symbols of Jewish life in Romania.

Built between 1864 and 1867 in Neo-Moorish style, it was inspired by Vienna’s Leopoldstädter Tempel. Throughout its history, it suffered damage from the 1940 earthquake, the antisemitic violence of January 1941, and the major Vrancea earthquake of 1977.

Marked by destruction, restoration and rebuilding, the Choral Temple still stands. More than a monument, it is a testimony to Jewish presence, communal continuity and the strength of memory.

Above the entrance, an inscription from the prophet Isaiah recalls:

“My house shall be called a house of prayer for all peoples.”

The Choral Temple does not only tell the story of Romanian Jewry. It reminds us that Jewish memory in Europe is still alive in the places that resisted erasure.

JewishHistory Synagogue JewishMemory EuropeanJewishHeritage RuaDaJudiaria

Em maio, participei em Bucareste no evento anual do Paideia, um encontro que reuniu mais de 100 participantes da rede Pa...
08/06/2026

Em maio, participei em Bucareste no evento anual do Paideia, um encontro que reuniu mais de 100 participantes da rede Paideia, vindos de diferentes países.

O propósito do encontro foi fortalecer conexões, partilhar conhecimento e apoiar novas iniciativas ligadas à vida judaica, à educação, à cultura e à memória judaica na Europa.

Tive a honra de ser um dos oradores e apresentar o Jew Where, projeto que foi desenvolvido e apresentado no ano passado no Paideia Project-Incubator, em Estocolmo.

O Jew Where nasce em Lisboa com o objetivo de conectar lugares, histórias, documentos e memória judaica através de uma plataforma digital e de marcadores físicos com QR codes.

Apresentar este projeto em Bucareste foi mais um passo importante para transformar uma iniciativa local numa rede europeia de preservação, educação e transmissão da herança judaica.

In May, I participated in Paideia’s annual event in Bucharest, a gathering that brought together more than 100 participants from the Paideia network, coming from different countries.

The purpose of the event was to strengthen connections, share knowledge, and support new initiatives connected to Jewish life, education, culture, and Jewish memory in Europe.

I was honored to be one of the speakers and to present Jew Where, a project that was developed and presented last year at the Paideia Project-Incubator in Stockholm.

Jew Where was born in Lisbon with the aim of connecting places, stories, documents, and Jewish memory through a digital platform and physical markers with QR codes.

Presenting this project in Bucharest was another important step in transforming a local initiative into a European network for the preservation, education, and transmission of Jewish heritage.

Segue em PT e EN:Na Via della Reginella 15, no antigo Ghetto de Roma, uma parede reúne símbolos e memórias da comunidade...
05/06/2026

Segue em PT e EN:

Na Via della Reginella 15, no antigo Ghetto de Roma, uma parede reúne símbolos e memórias da comunidade judaica romana.

Ali funcionou o Circolo I Ragazzi del ’48, Zì Raimondo, um centro cultural judaico dedicado a Raimondo di Neris, sobrevivente da Shoah e figura importante da vida judaica romana.

Na fachada f**aram placas, estrelas de David, menorot e baixos-relevos.

Algumas peças lembram a identidade judaica de Roma. Outras recordam a deportação dos judeus romanos em 16 de outubro de 1943.

Não é uma parede decorativa.

É um conjunto de marcas deixadas por uma comunidade que transformou aquele lugar em espaço de encontro, memória e presença judaica.

O centro fechou, mas a parede permaneceu.

Na Roma judaica, a memória também está nas fachadas da cidade.

At Via della Reginella 15, in the old Jewish Ghetto of Rome, a wall brings together symbols and memories of the Roman Jewish community.

This was once the home of Circolo I Ragazzi del ’48, Zì Raimondo, a Jewish cultural center dedicated to Raimondo di Neris, a Holocaust survivor and an important figure in Roman Jewish life.

On the façade, plaques, Stars of David, menorahs, and reliefs remain.

Some pieces refer to Jewish identity in Rome. Others remember the deportation of Roman Jews on October 16, 1943.

This is not a decorative wall.

It is a set of marks left by a community that turned this place into a space of gathering, memory, and Jewish presence.

The center closed, but the wall remained.

In Jewish Rome, memory is also written on the façades of the city.

Settimia Spizzichino nasceu em Roma em 15 de abril de 1921.Em 16 de outubro de 1943, durante a grande prisão dos judeus ...
04/06/2026

Settimia Spizzichino nasceu em Roma em 15 de abril de 1921.

Em 16 de outubro de 1943, durante a grande prisão dos judeus de Roma, foi capturada pelos n***s e deportada para Auschwitz.

Mais de mil judeus foram levados naquele dia. Apenas 16 voltaram: 15 homens e uma mulher.

Essa mulher era Settimia.

Ela sobreviveu a Auschwitz, Bergen-Belsen e às marchas da morte. Depois da guerra, voltou a Roma e dedicou a vida a testemunhar o que viu.

Settimia não foi apenas uma sobrevivente. Foi uma voz da memória judaica italiana.

A sua frase resume o sentido da sua vida depois da Shoah:

“Sono tornata per raccontare.”

“Voltei para contar.”

Settimia Spizzichino was born in Rome on April 15, 1921.

On October 16, 1943, during the great round-up of the Jews of Rome, she was arrested by the N***s and deported to Auschwitz.

More than one thousand Jews were taken that day. Only 16 returned: 15 men and one woman.

That woman was Settimia.

She survived Auschwitz, Bergen-Belsen, and the death marches. After the war, she returned to Rome and dedicated her life to bearing witness.

Settimia was not only a survivor. She became a voice of Italian Jewish memory.

Her own words summarize the meaning of her life after the Shoah:

“Sono tornata per raccontare.”

“I came back to tell.”

Antes de ser um jardim, este lugar foi um cemitério judaico.O atual Roseto Comunale de Roma, no Monte Aventino, ocupa a ...
04/06/2026

Antes de ser um jardim, este lugar foi um cemitério judaico.

O atual Roseto Comunale de Roma, no Monte Aventino, ocupa a antiga área do cemitério da Comunidade Judaica de Roma, usado entre 1645 e 1934.

O local também era conhecido como Ortaccio degli Ebrei, um nome antigo e depreciativo, que refletia a posição imposta aos judeus na cidade.

Em 1934, durante o período fascista, o cemitério foi transferido para o Verano. Em 1950, com o acordo da Comunidade Judaica de Roma, a área foi transformada no Jardim das Rosas.

A origem judaica do lugar continua marcada na entrada e nos caminhos em forma de menorá.

Mesmo transformado em jardim público, o local preserva a memória do antigo cemitério judaico do Aventino.

Before it became a garden, this place was a Jewish cemetery.

Today’s Roseto Comunale in Rome, on the Aventine Hill, stands on the former cemetery of the Jewish Community of Rome, used between 1645 and 1934.

The site was also known as Ortaccio degli Ebrei, an old and derogatory name that reflected the position imposed on Jews in the city.

In 1934, during the Fascist period, the cemetery was transferred to Verano. In 1950, with the agreement of Rome’s Jewish Community, the area was transformed into the Rose Garden.

The Jewish origin of the site remains visible at the entrance and in the menorah-shaped paths.

Even as a public garden, the site preserves the memory of the old Jewish cemetery of the Aventine.

Em 13 de outubro de 1943, durante a ocupação n**i de Roma, a Grande Sinagoga de Roma foi invadida pela SS, saqueada e se...
03/06/2026

Em 13 de outubro de 1943, durante a ocupação n**i de Roma, a Grande Sinagoga de Roma foi invadida pela SS, saqueada e selada.

Três dias depois, em 16 de outubro, mais de mil judeus romanos foram presos no antigo Gueto de Roma e deportados para Auschwitz. Apenas 16 sobreviveram.

Durante meses, a sinagoga permaneceu fechada. Não era apenas um edifício selado. Era o coração de uma comunidade atingida pelo medo, pela perseguição e pelo silêncio.

Em 4 de junho de 1944, Roma foi libertada pelas forças Aliadas. Nesse dia, o soldado judeu-americano Charles Aaron Golub rompeu simbolicamente os selos da Grande Sinagoga.

Poucos dias depois, os judeus de Roma voltaram a rezar ali.

A porta foi fechada pelo ódio.

Foi reaberta pela liberdade.

EN

On October 13, 1943, during the N**i occupation of Rome, the Great Synagogue of Rome was raided by the SS, looted, and sealed.

Three days later, on October 16, more than one thousand Roman Jews were arrested in the old Jewish Ghetto of Rome and deported to Auschwitz. Only 16 survived.

For months, the synagogue remained closed. It was not only a sealed building. It was the heart of a community struck by fear, persecution, and silence.

On June 4, 1944, Rome was liberated by the Allied forces. That same day, the American Jewish soldier Charles Aaron Golub symbolically broke the seals of the Great Synagogue.

A few days later, the Jews of Rome returned to pray there.

The door had been closed by hatred.

It was reopened by freedom.

Em 13 de outubro de 1943, durante a ocupação n**i de Roma, a Grande Sinagoga de Roma foi invadida pela SS, saqueada e se...
03/06/2026

Em 13 de outubro de 1943, durante a ocupação n**i de Roma, a Grande Sinagoga de Roma foi invadida pela SS, saqueada e selada.

Três dias depois, em 16 de outubro, mais de mil judeus romanos foram presos no antigo Gueto de Roma e deportados para Auschwitz. Apenas 16 sobreviveram.

Durante meses, a sinagoga permaneceu fechada. Não era apenas um edifício selado. Era o coração de uma comunidade atingida pelo medo, pela perseguição e pelo silêncio.

Em 4 de junho de 1944, Roma foi libertada pelas forças Aliadas. Nesse dia, o soldado judeu-americano Charles Aaron Golub rompeu simbolicamente os selos da Grande Sinagoga.

Poucos dias depois, os judeus de Roma voltaram a rezar ali.

A porta foi fechada pelo ódio.

Foi reaberta pela liberdade.

On October 13, 1943, during the N**i occupation of Rome, the Great Synagogue of Rome was raided by the SS, looted, and sealed.

Three days later, on October 16, more than one thousand Roman Jews were arrested in the old Jewish Ghetto of Rome and deported to Auschwitz. Only 16 survived.

For months, the synagogue remained closed. It was not only a sealed building. It was the heart of a community struck by fear, persecution, and silence.

On June 4, 1944, Rome was liberated by the Allied forces. That same day, the American Jewish soldier Charles Aaron Golub symbolically broke the seals of the Great Synagogue.

A few days later, the Jews of Rome returned to pray there.

The door had been closed by hatred.

It was reopened by freedom.

Museu Judaico de RomaO Museu Judaico de Roma f**a dentro do complexo da Grande Sinagoga de Roma. Criado em 1960, preserv...
02/06/2026

Museu Judaico de Roma

O Museu Judaico de Roma f**a dentro do complexo da Grande Sinagoga de Roma. Criado em 1960, preserva a memória de uma das comunidades judaicas mais antigas da diáspora.

A coleção reúne objetos litúrgicos, manuscritos, documentos, mármores e peças vindas das antigas Cinco Scole do Gueto de Roma. Entre os destaques estão cerca de 900 tecidos e 400 peças de prata usadas na vida religiosa judaica.

Mais do que um museu, é um arquivo vivo da continuidade judaica em Roma.

Jewish Museum of Rome

The Jewish Museum of Rome is located inside the Great Synagogue complex. Founded in 1960, it preserves the memory of one of the oldest Jewish communities in the diaspora.

Its collection includes liturgical objects, manuscripts, documents, marbles, and pieces from the ancient Five Scole of the Roman Ghetto. Among its highlights are around 900 textiles and 400 silver objects used in Jewish religious life.

More than a museum, it is a living archive of Jewish continuity in Rome.

Fontes: Museu Judaico de Roma sobre localização, fundação e acervo; página oficial das coleções sobre os cerca de 900 tecidos e 400 peças de prata.

Endereço

Rua Da Judiaria 6
Lisbon
1100296

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 16:00
Domingo 10:00 - 18:00

Telefone

+351915561177

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