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A ATO LIVRE – Associação Cultural surgiu em 2022 do objetivo de um grupo de artistas em investigar, criar, produzir e apresentar espetáculos que refletem os seus objetivos enquanto artistas e cidadãs, promovendo o acesso à Arte e à Cultura.

Há 115 anos, elas estiveram aqui! 😃28 de maio de 2026 e 28 de maio de 1911. Ana de Castro Osório e Carolina Beatriz Ânge...
28/05/2026

Há 115 anos, elas estiveram aqui! 😃

28 de maio de 2026 e 28 de maio de 1911. Ana de Castro Osório e Carolina Beatriz Ângelo. Há 115 anos, Carolina tornou-se na primeira mulher a votar em Portugal. Fotografia tirada na Rua Pascoal de Melo, por Joshua Benoliel.

Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette no espetáculo “Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui”, da ATO LIVRE, em 2026, interpretadas por , .duarte_ e .
Um abraço que simboliza este momento histórico! Fotografia tirada por .nunes_00.

Esta é uma homenagem da ATO LIVRE. Agora, só falta uma placa verdadeira. O que acha, ?

Carolina requereu a sua inclusão nos cadernos de recenseamento eleitoral e teve o seu pedido negado. Fez um requerimento ao Ministro do Interior António José de Almeida e recebeu um “não”.

Apresentou um recurso ao Tribunal da Boa-Hora. Foi apreciado pelo Juiz Dr. João Baptista de Castro, pai de Ana de Castro Osório. A sentença foi favorável!

“Vistos os presentes autos de reclamação eleitoral, em que é reclamante D. Carolina Beatriz Ângelo, viúva, médica, residente na freguesia de S. Jorge de Arroios, desta cidade de Lisboa, e reclamado o membro recenseador do 2.º bairro desta mesma cidade de Lisboa: Mostra-se que os ditos autos se reduzem à petição de folhas 2, em que a referida reclamante requer a este juízo para ser mandada recensear como eleitora e elegível, em harmonia com a lei vigente, pelo não ter feito a comissão recenseadora, como lhe havia requerido; Mostra-se que à dita petição se juntou apenas a notas de folhas 3, com a informação de folhas 4, em que se insiste na recusa da inscrição da reclamante como eleitora e elegível, com razões manifestamente imperiosas ou verdadeiras sofismas; e por isso, mostra-se do meu despacho de folhas 5, em data de ontem, que avoquei todos os documentos apresentados pela reclamante e que deviam estar em poder da dita comissão recenseadora; mas mostra- se que, em vez de tais documentos, se remeteu hoje apenas nova informação, como se vê de folhas 6 e 7, insistindo nos supostos fundamentos da inscrição da reclamante; ora todavia:
Considerando que os requerentes não podem nem devem ser prejudicados por ignorância ou má vontade dos encargos de lhes fazer justiça; assim, não obstante a nossa remessa dos referidos documentos aceitando a confissão de que a reclamante tem todos os requisitos para ser inscrita como eleitora e elegível e que somente obsta a que seja inscrita o ser mulher;
Considerando que o referido decreto, com força de lei, de cinco de abril corrente, publicado no Diário do Governo do dia imediato, diz terminantemente, digo diz terminante e simplesmente que são eleitores e elegíveis os portugueses maiores de vinte e um anos, residentes em territórios nacionais e que souberem ler e escrever e forem chefes de família; e assim inclusive não só os homens mas também as mulheres, no significado natural e rigoroso da nossa língua, pois quando se diz Portugal tem seis milhões de habitantes entende-se que são homens e mulheres, aliás, ter-se-ia de dizer, por exemplo, que são três milhões e meio de mulheres e dois e meio de homens, o que seria até ridículo ou impróprio; e especialmente:
Considerando que o texto legal que ainda hoje regula o assunto é o Código Civil, art. 18.º e seguintes, em que corrente e terminantemente se diz que são cidadãos portugueses tanto homens como mulheres que estiverem compreendidos nos números indicados e nomeadamente de ser cidadão português: 6.º ‘A mulher estrangeira que casar com um cidadão português’, assim – considerando que o reclamado está em manifesto erro tanto gramatical como jurídico, quando pretende sustentar que portugueses e cidadãos portugueses são os homens com exclusão das mulheres; e Considerando que também está em erro evidente, perante os factos e a lei, querendo que não haja mulheres que sejam chefes de família, como a reclamante que, vivendo com sua filha menor e criados, é realmente chefe de família, e, como tal, não podia ser excluída do recenseamento eleitoral sem disposição terminante que o ordenasse, porquanto a linguagem do n.º 2 do artigo do referido decreto de 5 de abril corrente é manifestamente explicativa e taxativa, por isso:
Considerando que o legislador, se quisesse excluir as mulheres do recenseamento eleitoral expressamente o podia e devia dizer tapando a porta que havia aberto com tanta franqueza e justiça; assim, considerando que o legislador da última república proclamada no mundo correta e dignamente se colocou a par dos governos mais civilizados, como alguns da América, Austrália e Escandinávia, verdadeiros precursores na cruzada da civilização; pois:
Considerando que à verdadeira cruzada das chamadas sufragistas em França, Inglaterra, Alemanha e Itália para breve se fará justiça, porque a concessão do voto a todas as mulheres é questão de tempo, porque tal concessão é manifestamente de justiça e interesse geral; pois:
Considerando que está provado que é da mais profícua influência civilizadora a intervenção das mulheres na vida política das nações, por se terem tornado mais corretas as assembleias eleitorais a que já concorrem e até ter diminuído o vício do alcoolismo; e
Considerando que as mulheres do nosso país sempre tiveram e têm grande influência nas eleições, apesar de não terem tido voto, o que geralmente lhes dará incontestável influência, sem responsabilidade, o que é sempre perigoso como sucede com todos os poderes ocultos;
Considerando que excluindo a mulher, apesar de ser uma ilustração, como a reclamante, de ser eleitora e ter intervenção nos assuntos políticos – só por ser mulher, como se diz a folhas n.º 6, verso – é simplesmente absurdo e iníquo e em oposição com as próprias ideias da democracia e justiça proclamadas pelo partido republicano, porquanto desde que a reclamante tem todos os predicados para ser eleitora, não pode, arbitrariamente, ser excluída do recenseamento eleitoral, porque onde a lei não distingue não pode o julgador distinguir; por isso em obediência aos verdadeiros princípios da moderna justiça social: Julgo procedente e provada a presente reclamação e mando que a reclamante seja incluída no recenseamento eleitoral em preparação no lugar e com os requisitos precisos. Intime-se.”

12, 13, 14 de março: 21h15 de março: 17h30 – sessão com LGPAna, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui.Sala de Teatro d...
14/03/2026

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui.

Sala de Teatro do Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
[email protected]

🔖Bilheteira Online: https://escolademulheres.bol.pt/Comprar/Bilhetes/172037-ana_carolina_e_adelaide_ainda_estamos_aqui-espaco_escola_de_mulheres/Sessoes

💰Preços: 7€ a 12,50€

Acolhimento:

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

M/12

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desportoartes








Julia Brito no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".12, 13, 14 de março: 21h15 de março: 17h30 – se...
13/03/2026

Julia Brito no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres
(Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

Acolhimento: Escola de Mulheres

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
[email protected]

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💰Preços: 7€ a 12,50€

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

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Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
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de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

Rebeca Duarte no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".12, 13, 14 de março: 21h15 de março: 17h30 – ...
13/03/2026

Rebeca Duarte no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres
(Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

Acolhimento: Escola de Mulheres

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Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

M/12

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
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de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

Rita Cruz no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".12, 13, 14 de março: 21h15 de março: 17h30 – sess...
13/03/2026

Rita Cruz no espetáculo "Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui".

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres
(Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

Acolhimento: Escola de Mulheres

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
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💰Preços: 7€ a 12,50€

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

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Ficha Técnica e Artística
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Encenação:
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Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

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de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

TEATRO | Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui12, 13, 14 de março: 21h15 de março: 17h30 – sessão com LGP📍Sala de...
13/03/2026

TEATRO | Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres
(Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

Acolhimento: Escola de Mulheres

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
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💰Preços: 7€ a 12,50€

Dia 13: Conversa com os espectadores

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

M/12

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desportoartes








de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

09/03/2026

TEATRO | Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui
12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres
(Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

Acolhimento: Escola de Mulheres

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
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💰Preços: 7€ a 12,50€

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

M/12

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP:
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desportoartes








Teatro – 15 de março – 17h30 – Sessão com Língua Gestual Portuguesa“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” na Sal...
03/03/2026

Teatro – 15 de março – 17h30 – Sessão com Língua Gestual Portuguesa

“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” na Sala de Teatro do Clube Estefânia/Escola de Mulheres em Lisboa.

Sinopse:
Trata-se de um espetáculo teatral que retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabete, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

Para mais informações sobre o espetáculo e venda de bilhetes:
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/172037-ana_carolina_e_adelaide_ainda_estamos_aqui-espaco_escola_de_mulheres/

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)
ℹ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
[email protected]

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística: Julia Brito
Encenação: Margarida Cardeal
Interpretação: Rita Cruz, Rebeca Duarte e Julia Brito
Cenografia: Mafalda Matos
Figurinos: Clara Pache e Anderson Luiz de Souza
Desenho de luz: Diana dos Santos
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: Federica Balbi e Raúl de Figueiredo
Design gráfico: Rui Miguel
Fotografia e Vídeo: Hugo Nunes
Operação de Luz e Som: Janaína Gonçalves
Interpretação em LGP: Jéssica Ferreira
Produção: Margarida Sá - ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Fundação GDA
Escola de Mulheres
Pólo Cultural Gaivotas Boavista
Câmara Municipal de Lisboa
Rede de Bibliotecas Municipais
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Assembleia da República

de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

02/03/2026

Teaser | Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui | Espetáculo Teatral

📆 12 a 15 de MARÇO
🕘 Quinta a Sábado: 21h
🕕 Domingo: 17h30 – sessão com LGP

📍Sala de Teatro do Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

ℹ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
[email protected]

🔖 Bilheteria Online: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/172037-ana_carolina_e_adelaide_ainda_estamos_aqui-espaco_escola_de_mulheres/

Acolhimento: Escola de Mulheres - Oficina de Teatro

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabete, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

Ficha Técnica e Artística
Ideia original, texto e direção artística: Julia Brito
Encenação: Margarida Cardeal
Interpretação: Rita Cruz, Rebeca Duarte e Julia Brito
Cenografia: Mafalda Matos
Figurinos: Clara Pache e Anderson Luiz de Souza
Desenho de luz: Diana dos Santos
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: Federica Balbi e Raúl de Figueiredo
Design gráfico: Rui Miguel
Fotografia e Vídeo: Hugo Nunes
Operação de Luz e Som: Janaína Gonçalves
Interpretação em LGP: Jéssica Ferreira
Produção: Margarida Sá - ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Fundação GDA
Escola de Mulheres
Pólo Cultural Gaivotas Boavista
Câmara Municipal de Lisboa
Rede de Bibliotecas Municipais
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Assembleia da República

Rebeca Duarte, Rita Cruz, Margarida Cardeal e Julia Brito. Ensaios do espetáculo teatral “Ana, Carolina e Adelaide: aind...
11/02/2026

Rebeca Duarte, Rita Cruz, Margarida Cardeal e Julia Brito. Ensaios do espetáculo teatral “Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui.”

Estreia: 12 de março

Sinopse
“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabette, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

12, 13, 14 de março: 21h
15 de março: 17h30 – sessão com LGP

Sala de Teatro do Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24A, Lisboa)

ℹ️ Informações e Reservas: 915 039 566 (4ª a domingo das 15h00 às 19h00)
[email protected]

🔖Bilheteira Online: https://escolademulheres.bol.pt/Comprar/Bilhetes/172037-ana_carolina_e_adelaide_ainda_estamos_aqui-espaco_escola_de_mulheres/Sessoes
💰Preços: 7€ a 12,50€

M/12

Ficha Artística
Ideia original, texto e direção artística:
Encenação:
Interpretação: , .duarte_ e
Cenografia:
Figurinos: .clarapache e
Desenho de luz:
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: e Raúl de Figueiredo
Design gráfico:
Fotografia e Vídeo:
Operação de Luz e Som:
Interpretação em LGP: .vasconcelos.80
Produção: / ATO LIVRE

Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desportoartes







de 12/03/2026 00:00:00 a 15/03/2026 00:00:00, Duração de 60 minutos, Maiores de 12 anos

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Lisbon

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