ARS Investigação e Desenvolvimento

ARS Investigação e Desenvolvimento Acolhe projectos de carácter inovador que revelem ligações da Cultura-Património com a criatividade, promovendo o seu entrosamento com a contemporaneidade.

ARS é uma estrutura de investigação multidisciplinar que origina o encontro de gente – com foco na emergência artística e científica – empenhada em pensar e agir. ARS é uma estrutura de investigação multidisciplinar que origina o encontro de gente – com foco na emergência artística e científica – empenhada em pensar e agir, integrando transversalmente experiências e conhecimentos em diversas áreas

do saber. Promove práticas democráticas e de cidadania ligadas à cultura, expressando a abrangência de toda a realidade cultural do território, com especial atenção das populações rurais.

07/04/2026

“INDELÉVEL” de Pedro Gramaxo
Inauguração – 18 Abril
18 Abril – 24 de Maio 2026

A exposição "Indelével" dá continuidade à exploração territorial da série “Cronoesculturas”, desenvolvidas pelo artista in loco desde 2021 em teerítorio nacional e ilhas, cartografando um imaginário de paisagem, a partir de arquivos topográficos e imagens satélite, sobre o lento processo de desaparecimento toponímico e sua descaracterização, o artista desenvolve este corpo de trabalho como Morfocronologias plásticas.
Na sua génese o conceito de “Cronoescultura” entrelaça-se com os aspectos temporais e materiais da existência humana no seu exponente artificial com finalidades construtivas, unindo o tema construtivo regenerativo póstomo, com a transitoriedade contemporânea e a memória colectiva que a antecede.
Estas obras escultóricas suscitam a contemplação da nossa relação com o tempo e a natureza, e a sua constante mutação aliada a tecnologia moderna de extração de recurso, afectando-a de forma superficial ou endógena.
Esta “solidez” ancestral, representada em inúmeros formatos esotéricos, artísticos e arquitetónicos, esculpida em pedra, como marcos temporais. Por outro lado, a origem efêmera das criações modernas, simbolizadas por delicadas formas geométricas de aço galvanizado, fala das tendências fugazes da era atual. Este aspecto está intrincado com a temporalidade das nossas escolhas e hábitos.
“Cronoesculturas” são obras “site-sourced” e “site-specific” que relacionam uma geometria do lugar na sua constituição, com a origem autóctone das pedras e materiais que exibe e a sua topografia.
_________
Nota Bio
Pedro Gramaxo (Lisboa, 1989) é um artista multidisciplinar “land-based” que trabalha em arte construtiva, instalação, fotografia e filme, analisando e aprofundando a nossa relação com o espaço, o tempo, a memória e estados alterados de percepção.
Canalizando a sua prática na exploração do dualismo entre o natural e o artificial, esta pesquisa aprofunda as distintas capacidades de percepção humana para com a Arte e natureza, expandido os domínios de identidade da territórios e consciência.
O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em exposições individuais, coletivas, residências e espaços públicos desde 2012 desde Portugal, a Itália, Holanda, Bósnia-Herzegovina, Brasil, China, Rússia, Argentina, Coreia do Sul, Estados Unidos, Albânia, Roménia e Islândia.
Conta com publicações em diversas revistas físicas e digitais e plataformas de arte em todo o mundo.

Bosques, montes, jardins e o marde Pollyanna FreireInaugura dia 20 de Fevereiro às 18H0020 de Fevereiro a 29 de Março 20...
15/02/2026

Bosques, montes, jardins e o mar
de Pollyanna Freire

Inaugura dia 20 de Fevereiro às 18H00
20 de Fevereiro a 29 de Março 2026

Espaço Pontes | RPAC* | Exposição
Rua João Franco 33, Fundão.

O trabalho exposto em "Bosques, montes, jardins e o mar" resulta da seleção de uma produção mais extensa, fundamentalmente experimental, realizada ao longo dos últimos dois anos e meio. Neste ínterim alimentei todas as ideias que surgiram, ensaiando e explorando, em variadas construções tridimensionais, a materialização destas vontades. A recusa de um projeto abrangente e, ao mesmo tempo, unificador para o conjunto, fez com que, apesar de manterem um diálogo cromático e formal, cada peça viesse a ter uma voz única. "Bosques, montes, jardins e o mar" é a terceira mostra desta produção, depois de "A pequena forma", no Ar.Co Xabregas, em 2025, e "Mas Se Acaso", na Kubik Gallery Porto, em 2026.

Pollyanna Freire
Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1982. Vive e trabalha em Portugal desde 2010. Foi selecionada para o Prémio EDP Novos Artistas em 2015. Inaugurou sua primeira escultura pública no ano de 2025, em Sardín, Espanha. Em 2017 fez a sua primeira exposição individual em Portugal, "Escultura", seguindo-se "Cavalo Verde", em 2020, ambas no Módulo - Centro Difusor de Arte, Lisboa. Das suas mais recentes exposições individuais destaca-se: “A Pequena Forma” no Ar.Co Xabregas, 2025; VÃO no MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, 2023, seguindo-se VANO na Central Artistica de Bueño, Espanha, 2024; "Verde-azulado, Azul-amarelado", n'A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, Fundão, 2024. Em 2017, foi convidada para integrar a 8.a edição da exposição Artemar, em Cascais, comissariada por Luísa Soares de Oliveira. De entre as exposições coletivas que integrou, refiram-se: "Não sei se posso desejar-lhe um feliz ano", no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa, 2022; "Play is a serious matter", Museu das Comunicações / Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa, 2019; "O pouco ou muito a diferença é pouca", Módulo – Centro Difusor de Arte, 2014, com curadoria de João Silvério. Foi selecionada em 2012 para o IV Certamen de Dibujo Contemporáneo Pilar y Andrés Centenera Jaraba, integrando a exposição "Me, Myself and I", em Madrid, onde recebeu uma menção honrosa.

* O Espaço Pontes integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC)

04/12/2025
“Actos de Língua” problematiza e celebra o que significa viver numa comunidade feita de diferenças, na qual a linguagem ...
28/11/2025

“Actos de Língua” problematiza e celebra o que significa viver numa comunidade feita de diferenças, na qual a linguagem acontece como um acto de constante tradução e transmissão, um gesto social que carrega clareza e mal-entendimentos, murmúrios, tremores, e vibração.

Temos o prazer de a/o convidar para a inauguração da 45ª exposição do Espaço Pontes na Rua João Franco 33, Fundão.

“Actos de Língua” problematiza e celebra o que significa viver numa comunidade feita de diferenças, na qual a linguagem acontece como um acto de constante tradução e transmissão, um gesto social que carrega clareza e mal-entendimentos, murmúrios, tremores, e vibração.

Gostaríamos de contar com a sua presença no próximo sábado, 29 de novembro às 17h00 , na inauguração de "Actos de Língua" instalação de James Newitt e Carlos M. Oliveira.

Actos de Língua
Instalação de James Newitt e Carlos M. Oliveira
29 de novembro a 18 de janeiro de 2026
Inauguração: 29 de novembro às 17 h00
Espaço Pontes (Rua João Franco 33, Fundão)

Actos de Língua é uma instalação de vídeo concebida por Carlos M. Oliveira e James Newitt, que aqui cruzam as suas práticas de coreografia e imagem em movimento, respectivamente, para dar conta da expressão corpórea das línguas e da fricção que acontece na comunicação entre pessoas. Traz para primeiro plano diferenças entre línguas cuja determinação passa pelo corpo, e expõe uma multiplicidade de modos de comunicação, bem como a sua coabitação possível. Reivindica por uma sensibilidade à diversidade dos corpos, da neurodiversidade à diversidade funcional, e experimenta confundir divisões entre eficiência e deficiência, rejeitando a ideia de comunicação como equivalência de sentidos, e propondo outra, em que a transformação de sentido não cessa de acontecer, impossibilitando a sua reprodução, em benefício de outras existências comuns. Actos de Língua problematiza e celebra o que significa viver numa comunidade feita de diferenças, na qual a linguagem acontece como um acto de constante tradução e transmissão, um gesto social que carrega clareza e mal-entendimentos, murmúrios, tremores, e vibração.

ARS Investigação Desenvolvimento, Projecto Pontes, Município do Fundão, República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto, Direção Geral das Artes, O Espaço Pontes integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC)

Ficha técnica
Direcção Artística: Carlos M. Oliveira e James Newitt
Videografia: James Newitt
Coreografia: Carlos M. Oliveira
Composição e Mistura de Som: Diogo Alvim
Interpretação: Maria Meneses, Ana Trincão, Aliu Baio, Tarlie Lumbie, Ana Ribeiro, Tony Weaver
Interpretação em LGP: Teresa Figueiredo
Captação de Som: Maria Khadija
Luz: Luís Moreira
Estúdio de Gravação: Espaço Parasita
Residências Artísticas: ARS-ID / Projecto Pontes (Fundão), Associação Parasita (Lisboa) Produção Executiva e Administração: Lysandra Domingues Produção: Cotão
Co-produção: Anda&Fala, Convento de São Francisco / Câmara Municipal de Coimbra
Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes

- James Newitt (1981, Hobart) é um artista visual e cineasta australiano nascido na Tasmânia e radicado em Lisboa, Portugal. A sua prática é orientada para a investigação – ligada a um processo de envolvimento público, investigação contextual e histórica. Apresentou o seu trabalho em exposições individuais e coletivas em toda a Europa, Austrália e Ásia ao longo dos últimos 20 anos e recebeu inúmeras bolsas, residências internacionais e prémios em reconhecimento do seu trabalho. Lecionou em Time Based Media, na Universidade da Tasmânia, Escola de Artes Criativas, e foi professor visitante na City University of New York; Sound Image Culture, Bruxelas; e na Tromsø Art Academy, Universidade de Tromsø, Noruega. Ganhou vários prémios, incluindo a Bolsa para Arte Multimédia da Stiftung Niedersachsen na Edith-Russ-Haus (2022); a Bolsa Internacional de Artes Visuais Samstag (2012); o Prémio de Arte da Cidade de Hobart (2011) e o Prémio de Arte Contemporânea Qantas (2009).
- Carlos M. Oliveira (1980, Santarém) trabalha como artista nos campos da dança, coreografia e performance contemporâneas. Depois de um período dedicado à crítica da relação entre coreografia e dança — foi investigador em universidades da Europa e E.U.A., doutorando-se em 2016 pelo Programa UT Austin | Portugal com um estudo sobre o modo de existência dos objectos coreográficos—, dedica-se desde 2017 a produzir, criar e apresentar o seu trabalho artístico e curatorial, sem abandonar os mesmos problemas. Foi coordenador nacional do sector de teatro do INATEL (2005), director artístico do “Novo Circo do Ribatejo”(2004-2007), Professor Adjunto de Estudos dos Média no Instituto Superior de Tecnologias Avançadas de Lisboa (2015-2016) e Professor Adjunto de Corpo e Movimento na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa (2019-2020). É sócio-fundador das Associações Cotão (2006) e Apneia Colectiva (2019) e foi artista associado da Associação Parasita (2019 - 2025).

Últimos dias para visitar a exposição"Quase que pisei o chão" exposição de Nuno Sousa VieiraEspaço Pontes (Rua João Fran...
18/11/2025

Últimos dias para visitar a exposição
"Quase que pisei o chão" exposição de Nuno Sousa Vieira
Espaço Pontes (Rua João Franco 33, Fundão)
Até sexta-feira, 21 de novembro

"Espiral" exposição de Ana Manso e André Romão inaugura no próximo dia 10 de julho às 16h00 no Espaço Pontes.Exposição e...
24/06/2025

"Espiral" exposição de Ana Manso e André Romão inaugura no próximo dia 10 de julho às 16h00 no Espaço Pontes.

Exposição em parceria com a Appleton - Associação Cultural.

Espiral constitui o quarto momento de colaboração e confronto entre a obra de André Romão e Ana Manso, depois de “Sereia” no Museu Nogueira Pinto, em Braga, em 2014, de “Sirena” na Galleria Umberto di Marino, em Nápoles, em 2015, e de “Espiral” na Appleton Square, em Lisboa, em 2025. As exposições assumem a forma de um diálogo que parte da aparente heterogeneidade das práticas como força produtiva, explorando diálogos, contaminações e tensões que contribuem para a criação de sentido nos movimentos de aproximação e distanciamento.
O trabalho dos dois artistas da mesma geração tem-se desenvolvido de forma paralela desde o início dos respetivos percursos encontrando sempre fortes pontos em comum. Ambos os artistas têm explorado de forma diferente ideias de intuição e de encontro, alicerçando a sua prática numa dimensão emotiva e corpórea.

"Espiral" exposição de Ana Manso e André Romão inaugura no próximo dia 10 de julho às 16h00 no Espaço Pontes.
Exposição em parceria com a Appleton - Associação Cultural.

Espiral constitui o quarto momento de colaboração e confronto entre a obra de André Romão e Ana Manso, depois de “Sereia” no Museu Nogueira Pinto, em Braga, em 2014, de “Sirena” na Galleria Umberto di Marino, em Nápoles, em 2015, e de “Espiral” na Appleton Square, em Lisboa, em 2025. As exposições assumem a forma de um diálogo que parte da aparente heterogeneidade das práticas como força produtiva, explorando diálogos, contaminações e tensões que contribuem para a criação de sentido nos movimentos de aproximação e distanciamento.

O trabalho dos dois artistas da mesma geração tem-se desenvolvido de forma paralela desde o início dos respetivos percursos encontrando sempre fortes pontos em comum. Ambos os artistas têm explorado de forma diferente ideias de intuição e de encontro, alicerçando a sua prática numa dimensão emotiva e corpórea.

Ana Manso tem desenvolvido a sua prática principalmente no campo da pintura, explorando acumulações e transparências, pensando o suporte pictórico como um campo de correntes de consciência, o terreno por excelência para o confronto entre corpo e sensibilidade, pele e movimento.

André Romão tem trabalhado sobretudo nos campos da escultura e da poesia, procurando explorar ideias de mutação e desierarquização, criando corpos híbridos e noturnos que povoam as suas exposições como fantasmas que navegam e transcendem as barreiras e categorias do mundo.
Ambos os artistas têm prestado especial atenção a ideias como fluidez e energia vital, sempre num confronto entre vitalidade e melancolia, energia e opacidade.

A figura da espiral, que serve de nome à exposição, assume uma força programática no seu movimento perpétuo. A figura geométrica assume um vetor de crescimento, expandindo-se num movimento do interior para o exterior: uma metáfora para o processo de trabalho. Contudo, o vetor tem sempre duas direções, reforçando a importância da força da incorporação do mundo exterior.

Endereço

Rua Dos Bombeiros Voluntários 5
Fundão
6230-422

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando ARS Investigação e Desenvolvimento publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para ARS Investigação e Desenvolvimento:

Compartilhar

Categoria