ARS Investigação e Desenvolvimento

ARS Investigação e Desenvolvimento Acolhe projectos de carácter inovador que revelem ligações da Cultura-Património com a criatividade, promovendo o seu entrosamento com a contemporaneidade.

ARS é uma estrutura de investigação multidisciplinar que origina o encontro de gente – com foco na emergência artística e científica – empenhada em pensar e agir. ARS é uma estrutura de investigação multidisciplinar que origina o encontro de gente – com foco na emergência artística e científica – empenhada em pensar e agir, integrando transversalmente experiências e conhecimentos em diversas áreas

do saber. Promove práticas democráticas e de cidadania ligadas à cultura, expressando a abrangência de toda a realidade cultural do território, com especial atenção das populações rurais.

- Paradoxo dos Gémeos – Parte II de João Marçal | Exposição- Apresentação da publicação “João Marçal’s Coloring Book for...
30/05/2026

- Paradoxo dos Gémeos – Parte II de João Marçal | Exposição
- Apresentação da publicação “João Marçal’s Coloring Book for Kids and Young Souls. Volume 1”

17 horas | 2 de junho a 16 de Julho 2026
Espaço Pontes | Rua João Franco 33 | Fundão.

A proposta expositiva de João Marçal para o Espaço ARS no Fundão, desenvolve-se enquanto sequela da exposição “Paradoxo dos Gémeos” na Appleton Box, em Lisboa, recentemente apresentada entre 9 de abril e 14 de maio de 2026.

A ideia geral da exposição tem novamente o seu epicentro nas inquietações anacrónicas, intrínsecas à relação do artista com a obra que desenvolve ao longo dos anos.

O conjunto de obras expostas inclui uma tela de pequenas dimensões realizada em 2006, um mural pensado especificamente para o espaço expositivo – que se apresenta como um “desdobramento espacializado” da pintura original – e dois desenhos sobre papel da popular personagem Bart Simpson. Nestes últimos, é subtraída à personagem a magia atemporal de atravessar gerações sem que o tempo lhe esculpa a aparência.

Será ainda apresentada a publicação “João Marçal’s Coloring Book for Kids and
Young Souls. Volume 1”, realizada no contexto das exposições realizadas na Appleton
Box, Lisboa, e no Espaço ARS, Fundão, com o apoio da Fundação Carmona e Costa.
Este livro de colorir (para crianças e almas jovens), consiste simultaneamente num
pequeno catálogo de pinturas selecionadas de Marçal, realizadas ao longo de mais de
vinte anos. A edição tem o selo da Palpable Press e o design ficou a cargo da 100%
Graphic Design Solutions.

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João Marçal
Nasceu em Santarém, em 1980, vive e trabalha atualmente em Lisboa.
Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística
apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.
O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica.

ARS Investigação Desenvolvimento, Projecto Pontes, Município do Fundão, República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto, Direção Geral das Artes, O Espaço Pontes integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), Appleton - Associação Cultural

07/04/2026

“INDELÉVEL” de Pedro Gramaxo
Inauguração – 18 Abril
18 Abril – 24 de Maio 2026

A exposição "Indelével" dá continuidade à exploração territorial da série “Cronoesculturas”, desenvolvidas pelo artista in loco desde 2021 em teerítorio nacional e ilhas, cartografando um imaginário de paisagem, a partir de arquivos topográficos e imagens satélite, sobre o lento processo de desaparecimento toponímico e sua descaracterização, o artista desenvolve este corpo de trabalho como Morfocronologias plásticas.
Na sua génese o conceito de “Cronoescultura” entrelaça-se com os aspectos temporais e materiais da existência humana no seu exponente artificial com finalidades construtivas, unindo o tema construtivo regenerativo póstomo, com a transitoriedade contemporânea e a memória colectiva que a antecede.
Estas obras escultóricas suscitam a contemplação da nossa relação com o tempo e a natureza, e a sua constante mutação aliada a tecnologia moderna de extração de recurso, afectando-a de forma superficial ou endógena.
Esta “solidez” ancestral, representada em inúmeros formatos esotéricos, artísticos e arquitetónicos, esculpida em pedra, como marcos temporais. Por outro lado, a origem efêmera das criações modernas, simbolizadas por delicadas formas geométricas de aço galvanizado, fala das tendências fugazes da era atual. Este aspecto está intrincado com a temporalidade das nossas escolhas e hábitos.
“Cronoesculturas” são obras “site-sourced” e “site-specific” que relacionam uma geometria do lugar na sua constituição, com a origem autóctone das pedras e materiais que exibe e a sua topografia.
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Nota Bio
Pedro Gramaxo (Lisboa, 1989) é um artista multidisciplinar “land-based” que trabalha em arte construtiva, instalação, fotografia e filme, analisando e aprofundando a nossa relação com o espaço, o tempo, a memória e estados alterados de percepção.
Canalizando a sua prática na exploração do dualismo entre o natural e o artificial, esta pesquisa aprofunda as distintas capacidades de percepção humana para com a Arte e natureza, expandido os domínios de identidade da territórios e consciência.
O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em exposições individuais, coletivas, residências e espaços públicos desde 2012 desde Portugal, a Itália, Holanda, Bósnia-Herzegovina, Brasil, China, Rússia, Argentina, Coreia do Sul, Estados Unidos, Albânia, Roménia e Islândia.
Conta com publicações em diversas revistas físicas e digitais e plataformas de arte em todo o mundo.

Bosques, montes, jardins e o marde Pollyanna FreireInaugura dia 20 de Fevereiro às 18H0020 de Fevereiro a 29 de Março 20...
15/02/2026

Bosques, montes, jardins e o mar
de Pollyanna Freire

Inaugura dia 20 de Fevereiro às 18H00
20 de Fevereiro a 29 de Março 2026

Espaço Pontes | RPAC* | Exposição
Rua João Franco 33, Fundão.

O trabalho exposto em "Bosques, montes, jardins e o mar" resulta da seleção de uma produção mais extensa, fundamentalmente experimental, realizada ao longo dos últimos dois anos e meio. Neste ínterim alimentei todas as ideias que surgiram, ensaiando e explorando, em variadas construções tridimensionais, a materialização destas vontades. A recusa de um projeto abrangente e, ao mesmo tempo, unificador para o conjunto, fez com que, apesar de manterem um diálogo cromático e formal, cada peça viesse a ter uma voz única. "Bosques, montes, jardins e o mar" é a terceira mostra desta produção, depois de "A pequena forma", no Ar.Co Xabregas, em 2025, e "Mas Se Acaso", na Kubik Gallery Porto, em 2026.

Pollyanna Freire
Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1982. Vive e trabalha em Portugal desde 2010. Foi selecionada para o Prémio EDP Novos Artistas em 2015. Inaugurou sua primeira escultura pública no ano de 2025, em Sardín, Espanha. Em 2017 fez a sua primeira exposição individual em Portugal, "Escultura", seguindo-se "Cavalo Verde", em 2020, ambas no Módulo - Centro Difusor de Arte, Lisboa. Das suas mais recentes exposições individuais destaca-se: “A Pequena Forma” no Ar.Co Xabregas, 2025; VÃO no MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, 2023, seguindo-se VANO na Central Artistica de Bueño, Espanha, 2024; "Verde-azulado, Azul-amarelado", n'A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, Fundão, 2024. Em 2017, foi convidada para integrar a 8.a edição da exposição Artemar, em Cascais, comissariada por Luísa Soares de Oliveira. De entre as exposições coletivas que integrou, refiram-se: "Não sei se posso desejar-lhe um feliz ano", no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa, 2022; "Play is a serious matter", Museu das Comunicações / Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa, 2019; "O pouco ou muito a diferença é pouca", Módulo – Centro Difusor de Arte, 2014, com curadoria de João Silvério. Foi selecionada em 2012 para o IV Certamen de Dibujo Contemporáneo Pilar y Andrés Centenera Jaraba, integrando a exposição "Me, Myself and I", em Madrid, onde recebeu uma menção honrosa.

* O Espaço Pontes integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC)

04/12/2025

Endereço

Rua Dos Bombeiros Voluntários 5
Fundão
6230-422

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