10/06/2026
A nossa família cresceu +1 🐾
Há uma semana eu dizia com toda a convicção: “isto é temporário”. Que o cão não ia ficar connosco, que éramos só uma família de passagem.
Spoiler: a vida riu-se um bocadinho disso.
A verdade é que isto começou de forma muito simples: o Pumba não podia seguir viagem com a família dele e a alternativa seria um canil.
O Pedro tratou de tudo sem que eu soubesse de nada! Assim que o vi, fiquei naquela fase de resistência total!
Eu não estava propriamente convencida. Quem me conhece sabe que sempre tive algum receio de cães, nunca cresci com animais.. e acho que cheiram sempre mal da boca 😜
Mas depois… os dias começaram a passar.
E ele foi-se instalando de uma forma muito tranquila. Um cão educado, sereno, daqueles que não se impõem. A maneira como se vai aproximando sem pressa, sem invadir. E isso desarma.
E depois há a minha filha. E essa ligação que se vai criando entre os dois, que é difícil de explicar mas muito fácil de sentir. Há ali qualquer coisa que ensina sem palavras.
Entretanto fomos ao veterinário, estivemos com o nosso amigo João Oliveira (que conhecem bem do Madeira Viva). Eu disse-lhe… precisamos de uma família para este patudo. E ele responde-me: “daqui a dias sou eu a entrevistar-te! Como foi adotar um cão sem estar nos planos”. 🐶 Como se ele já soubesse o desfecho desta história.
Porque aquilo que era “temporário” mudou em poucos dias.
Não é tudo perfeito. Ainda estou longe de ser aquela pessoa que passeia o cão sozinha com toda a naturalidade… nem tão pouco consigo deixar de sentir medo quando ladra nas brincadeira. Vamos com calma.
Mas há uma coisa que é clara: este não era o plano… e talvez por isso mesmo esteja a fazer tanto sentido.