Centro Cultural Anjos Teixeira

Centro Cultural Anjos Teixeira Centro Cultural Anjos Teixeira é fisicamente um espaço multiusos, com uma galeria e um projecto expositivo permanente. Galeria de arte

Está aberto a todas as propostas de carácter cultural.

24/08/2026

Iniciativa terá lugar na Galeria Anjos Teixeira e será apresentada por Paula Almeida.

24/08/2026

A Galeria Anjos Teixeira, no Funchal, acolhe na próxima quinta-feira, 27 de Agosto, às 19 horas, a conferência 'A Madeira no cinema do Estado Novo', orientada pela professora Paula Almeida. A iniciativa faz parte do ciclo 'História com estórias', inserido nas comemorações dos 50 anos da Auton...

A Madeira no cinema do Estado Novo Na próxima quinta - feira, 27 de agosto, às 19h,  Galeria Anjos Teixeira, à Rua João ...
24/08/2026

A Madeira no cinema do Estado Novo

Na próxima quinta - feira, 27 de agosto, às 19h, Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus nº 12, no Funchal, terá lugar a próxima sessão da programação "História com estórias", sendo a convidada desta semana a Prof. Paula Almeida, que apresentará a conferência intitulada "A Madeira no cinema do Estado Novo".

Esta iniciativa tem por objetivo abrir o diálogo acerca da imagem da Ilha da Madeira e das narrativas sobre esta região insular prevalecentes no cinema ao serviço do regime, antes da "revolução dos cravos" de 24 de abril de 1974. Das leituras da cinematografia e da imagem então veiculada em relação à Madeira serão possíveis cruzamentos analíticos em relação à história recente.

Os filmes que foram selecionados para esta conferência "A Madeira no cinema do Estado Novo" são os seguintes: Ano X da Revolução Nacional - Comemoração do 28 de Maio no Funchal (Artur Costa de Macedo e Mota da Costa, 1936); Comemoração do 1º Centenário da Associação Comercial do Funchal (1936); A Pérola do Atlântico – Madeira (Heinrich Gartner e Mota da Costa, 1937).

Em Portugal, como noutras ditaduras europeias, o cinema foi usado como meio de propaganda. Salazar dizia que o cinema seria importante para, em primeiro lugar, “informar” e, depois, “formar”. Com base neste princípio, a cinematografia portuguesa foi mais controlada do que as restantes europeias, embora usufruísse de recursos mais parcos.

O cinema não podia distanciar-se dos valores ideológicos do regime, dominando uma mensagem populista, ruralista e conciliadora de classes. O regime incentivou um cinema nacional à sua imagem, dando ao país e ao povo uma visão idílica. Os filmes regionais tinham como temas abordados as paisagens, as festas e as tradições, que eram repetidos à exaustão. Outro importante formato de propaganda foram os cinejornais, que ocuparam um lugar primordial, dando especial atenção às festividades, às instituições e às realizações do Estado Novo, como a construção de obras públicas; bem visível no filme Ano X da Revolução Nacional – Comemoração do 28 de Maio no Funchal (1936).

O cinema deveria oferecer modelos positivos, socialmente construtivos e moralmente corretos a um público pouco instruído ou analfabeto. Por isso, a maioria dos filmes tinha uma linguagem demasiado paternalista, que, juntamente com a manipulação, era uma das características dominantes dos filmes do Estado Novo. Os habitantes das aldeias e vilas portuguesas tiveram contacto com esta arte, a partir de 1936, através do Cinema Ambulante. Com uma média de 230 espetáculos por ano, este formato chegou a quase dois milhões e meio de pessoas.

À semelhança do resto do país, também a Madeira foi palco de filmagens. Nestes registos cinematográficos, promovia-se o sentimento nacionalista, através da apologia da cultura tradicional e da paisagem autóctone. Porém, a linguagem usada pelo narrador ocultava a verdadeira realidade, como no filme A Pérola do Atlântico – Madeira (1937), ignorando a pobreza e as más condições de vida.

É neste contexto que será lançado o debate público nesta conferência inserida na programação da Galeria Anjos Teixeira relativa às comemorações dos 50 anos da Autonomia.

Sílvia Vasconcelos abordou o tema do "Teatro como palco político. Memória de uma peça de teatro", na Galeria Anjos Teixe...
21/08/2026

Sílvia Vasconcelos abordou o tema do "Teatro como palco político. Memória de uma peça de teatro", na Galeria Anjos Teixeira, no Funchal, no âmbito da programação "História com estórias", nos 50 anos da Autonomia.

O Teatro como palco político: memória de uma peça de teatro.Sílvia Vasconcelos estará na Galeria Anjos Teixeira, à Rua J...
17/08/2026

O Teatro como palco político: memória de uma peça de teatro.

Sílvia Vasconcelos estará na Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus n. 12, no Funchal, na quinta-feira, 20 de Agosto, às 19h, para apresentar uma reflexão sobre "O Teatro como palco político: memória de uma peça de teatro".

Esta é uma iniciativa que dá prosseguimento à programação da Galeria Anjos Teixeira "História com estórias", que está a dinamizada no âmbito das comemorações dos 50 Anos da Autonomia.

Esta sessão de "História com estórias" foi pensada para enquadrar o trabalho desenvolvido por grupos de teatro, ao longo de muitos anos nesta Região, e, sobretudo, para dizer o papel emacipador do teatro, o seu protagonismo no desencadear de reflexão e acção, na convocação de outras formas de organização social, na aprendizagem de possibilidades de existência e de resistência.

Sílvia Vasconcelos é médica veterinária, desenvolveu projectos sobre os direitos da mulher na sociedade e esteve integrada no TEF-Teatro Experimental do Funchal.

Sílvia Vasconcelos abordará o tema do teatro como um gesto político, quer pelo que diz, pela intensão dos seus criadores, pelo conteúdo das peças que leva à cena, quer pela forma como existe, pelo que estabelece, no próprio acto de reunir, no que convoca um público para escutar, ver e sentir.

Assim, com esta nova proposta de encontro, no Funchal criar-se uma oportunidade para debater o desempenho das políticas da cultura na afirmação da consciência de um povo.

Sílvia Vasconcelos estará na próxima iniciativa "História com estórias", na Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus n...
14/08/2026

Sílvia Vasconcelos estará na próxima iniciativa "História com estórias", na Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus n. 12, no Funchal, na quinta-feira, 20 de Agosto, às 19h, para uma conversa sobre "O Teatro como palco político. Memória de uma peça de teatro".
Esta é uma proposta de encontro que se insere na programação comemorativa dos 50 Anos da Autonomia.

"O Processo de Leonel Nunes. 20 anos de um processo laboral", com a participação do Dr. João Lizardo. Na programação "Hi...
13/08/2026

"O Processo de Leonel Nunes. 20 anos de um processo laboral", com a participação do Dr. João Lizardo. Na programação "História com estórias", nos 50 anos da Autonomia.

50 ANOS AUTONOMIA REGIONAL Prosseguindo na realização de iniciativas com vista ao estudo e divulgação das bases da Auton...
09/08/2026

50 ANOS AUTONOMIA REGIONAL

Prosseguindo na realização de iniciativas com vista ao estudo e divulgação das bases da Autonomia, na Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus nº 12, no Funchal, no próximo dia 13 de agosto, 5ª feira, pelas 19 horas, tomar-se-á como ponto de partida a análise do livro, “O Processo Leonel Nunes – 20 Anos de um Processo Laboral”, que será apresentado pelo seu autor, o Dr. João Lizardo, figura bem conhecida e prestigiada nos meios do Direito Laboral.
Estaremos também perante uma flagrante oportunidade para recordar a pessoa de Leonel Nunes, infelizmente muito limitado por razões de saúde e que, sem qualquer dúvida, marcou todo o Movimento Sindical na Região Autónoma da Madeira no período posterior à revolução de 25 de abril de 1974.
É também oportuno, face aos debates que se sucedem na sociedade portuguesa, em que tanto se fala nos atrasos da Justiça, sublinhar que os vinte anos de duração deste processo, não corresponderam a qualquer falha no funcionamento dos Tribunais, mas sim à dificuldade em concretizar, na prática, as decisões que eram tomadas.
A efetiva reintegração do trabalhador, cujo despedimento tinha sido julgado sem justa causa, constituía uma situação quase inédita que gerou natural polémica, mostrando bem que a seca definição de princípios jurídicos não tem virtualidade para, só por si, resolver os problemas do dia-a-dia.
Também aqui é oportuno chamar a atenção para que, no presente momento, nos encontramos perante uma Ministra do Trabalho, do Governo PSD/CDS, cujo pensamento parece ter sido congelado, assentando em fórmulas jurídicas ultrapassadas e sem correspondência com a realidade.
A questão da não reintegração do trabalhador, pela qual a Srª. Ministra se bate, não tem a menor razão de ser, como foi claramente demonstrado pelo processo Leonel Nunes. Encontra-se algures publicada uma inventariação dos resultados das reintegrações decididas judicialmente e, nesse balanço, demonstra-se claramente que o prosseguimento das relações laborais decorreu positivamente quer para o trabalhador, quer para a empresa.
Face a todas as questões acima referidas e que estão presentes no “Processo Leonel Nunes” é previsível um importante debate na próxima quinta-feira, 13 de agosto.
Esta iniciativa insere-se na programação “História com histórias”, que a Galeria Anjos Teixeira está a promover ao longo deste ano, para comemorar os 50 Anos da Autonomia.

"A Rádio que Mudou o Tempo". História com estórias, na Galeria Anjos Teixeira, contou com a intervenção do jornalista Ni...
06/08/2026

"A Rádio que Mudou o Tempo". História com estórias, na Galeria Anjos Teixeira, contou com a intervenção do jornalista Nicolau Fernandes que abordou os impactos da criação da TSF /Madeira.

03/08/2026

A Galeria Anjos Teixeira, no âmbito da programação 'História com estórias', promove na próxima quinta-feira, 6 de Agosto, às 19h, à Rua João de Deus nº 12, no Funchal, uma conferência intitulada 'A Rádio que Mudou o Tempo'.

Endereço

Rua João De Deus, N. ° 12
Funchal
9050-027

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Terça-feira 10:00 - 18:00
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