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Hoje, no Café Avenida.Duques do Precariado + Summer of Hate 22:30Bilhetes em membrz.club/malfeito
18/09/2026

Hoje, no Café Avenida.

Duques do Precariado + Summer of Hate
22:30

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Encarnação oferece um cancioneiro à altura destes dias diabólicos. Música deste tempo, essencial para pensar o tempo que queremos.

Tratará o tempo de guardar "Blood & Honey" no lugar que entender. A nós resta-nos vivê-lo agora. O mais recente disco de...
17/09/2026

Tratará o tempo de guardar "Blood & Honey" no lugar que entender. A nós resta-nos vivê-lo agora. O mais recente disco de Summer of Hate seduz-nos nesse permeio de ruído e delicadeza, encontrando nesta fricção o ponto raro de uma beleza inquieta.

Não errou quem disse que a banda portuguesa poderia ir de Oasis a Swans numa só canção. “Blood & Honey” dá corpo a uma ideia de melodia que não se deixa travar por desvios mais negros, retirando-a do seu plano limpo para a chutar — com classe — para terrenos onde a densidade e a distorção lhe mudam a pele.

Dividido entre dois lados contrastantes, o disco leva longe uma linhagem que vai da pop e do psicadelismo dos anos 60 ao post-punk e shoegaze dos 80, deixando entrar pelo caminho referências da música do Médio Oriente e Sul da Ásia. Editado pela norte-americana Tee P*e Records — selo por onde passaram nomes como Earthless e The Brian Jonestown Massacre —, "Blood & Honey" chega depois de um já longo percurso que ao vivo colocou Summer of Hate em cartazes com nomes como The Sisters of Mercy, A Place to Bury Strangers ou Fat White Family.

Amanhã, sexta-feira, 18 de setembro, no Café Avenida, Fafe, numa noite partilhada com Duques do Precariado. Bilhetes em membrz.club/malfeito

Agora que o popular nos invade em investidas amestradas, são cada vez mais raros os gestos em que sentimos que algo aind...
17/09/2026

Agora que o popular nos invade em investidas amestradas, são cada vez mais raros os gestos em que sentimos que algo ainda ferve, presos que estamos neste impulso subterrâneo de nos queimarmos para saber que ainda é real.

Em "Encarnação", segundo disco de Duques do Precariado, o tempo que nos calhou entra-nos pelas frinchas em canções que vão ao íntimo para tocar nos remendos que costuram muitas vidas, deixando que o amor, a perda, a morte e o medo apareçam sem pose, com a manha suficiente para não transformar tudo em lamento. É daí que arrancam o seu “folclore independente”, cruzando memória popular e genealogias fundamentais da música portuguesa.

Editado pela Lux Records, "Encarnação" valeu-lhes uma capa do Ípsilon e destaque editorial na Antena 1, Antena 3 e Radar. Depois de passagens pelo NOS Alive, Festival Músicas do Mundo e Mêda+, e com “Falho” nomeado para Melhor Canção nos Globos de Ouro, Duques do Precariado chegam agora a Fafe para apresentar o mais recente disco.

Esta sexta-feira, no Café Avenida, numa noite partilhada com Summer of Hate. Bilhetes em membrz.club/malfeito

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06/09/2026

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Pobres almas desiludidas, aquelas a quem a chuva rouba sonhos e esperanças. Vos dizemos: perante as ameaças que se abeir...
25/08/2026

Pobres almas desiludidas, aquelas a quem a chuva rouba sonhos e esperanças. Vos dizemos: perante as ameaças que se abeiram, é esta a que menos mossa dá. Mas calma, que, como há quem diga, São Pedro não dorme, e tudo indica que vai fazer direta para o sítio certo. Sábado não chove, o mergulho não é obrigatório, mas a festa, ui, sim, é.

Já tardava o regresso desta tripla à Malfeito. Amigos de longa data e também habitués das brincadeiras da Malfeito, Pedro Dantas, voz e guitarra de Jepards, Guilherme Basta, que no ano passado lançou 'Arrasto', e João Torgal encontraram na amizade e no gosto de passar música motivo suficiente para criar a 2.ª Habitação. Três ouvidos com referências distintas e confiáveis juntam-se para passarem uma tarde a escolher música uns para os outros — e, já agora, para a malta toda.

A 29 de agosto, antes do concerto de Claiana, nas piscinas de Rilhadas, em Fafe. Bilhetes em membrz.club/malfeito

Parceria

Aprontem-se, navegantes de água clorada, retornados das praias-paraíso, das praias apinhadas, dos retiros campestres do ...
15/08/2026

Aprontem-se, navegantes de água clorada, retornados das praias-paraíso, das praias apinhadas, dos retiros campestres do toca e foge; ou irremediáveis macambúzios que não chegaram a ir, a quem o verão não fez cumprir as mais justas das vontades: eis um dos últimos tragos de um agosto-eclipse.

Pois bem, este último trago serve-se numa festa da piscina. E a água desse tanque azul há de chegar ao Atlântico, vasto caldo de encontros entre margens distantes e sonoridades de muitos lugares que Claiana absorve e devolve à sua maneira.

Com mais de uma década de percurso nas margens mais dançantes do underground portuense, Claiana, projeto do cabo-verdiano Aguinaldo Conceição, continua a escapar às categorias mais óbvias, misturando com liberdade referências, geografias e linguagens. Música mestiça, falsete, riqueza rítmica e um idioma inventado pelo próprio acabam por dar em gingado e corpo soltinho. E é aí que Claiana tem construído boa parte da sua reputação, numa história que vem de longe e que facilmente vira baile. Há poucos dias passou pelo Bons Sons; agora vem olear as ancas de Fafe.

A 29 de agosto, nas piscinas de Rilhadas, em Fafe.

Parceria

Andar por aí, ver música ao vivo, comer. A segunda edição do Mato Feito trilha alguns caminhos em direção a uma atuação ...
05/07/2026

Andar por aí, ver música ao vivo, comer. A segunda edição do Mato Feito trilha alguns caminhos em direção a uma atuação de Frederica Vieira Campos na Casa da Memória – Engenho de Recovelas.

A caminhada começa depois de nos encontrarmos na Junta de Freguesia de Ribeiros, em Fafe, e aí termina também. Este calor vai acalmar, mas convém ir pela fresca, não se atrasem. Na parte final do trilho, passando das paisagens naturais para as sonoras, refastelemo-nos na frescura de um antigo e restaurado lagar de azeite para um concerto de harpa e eletrónica, numa de vos revigorar, física e espiritualmente. A participação na caminhada e o concerto têm acesso livre.

Depois, para os interessados, há um almoço. Caso queiram partilhar uma confortável refeição num restaurante com ares madeirenses, inscrevam-se através de link na bio ou MP.

FREDERICA VIEIRA CAMPOS
Harpista e artista multidisciplinar portuense, explora os limites da improvisação e da música experimental com harpa elétrica e uma mesa de mistura, Frederica Vieira Campos tem feito um percurso que cruza intimamente a música com a dança, o vídeo e o teatro. Tocou com formações como a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Orquestra XXI, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. Apresentou-se ainda ao lado de nomes como Bruno Pernadas, Carlos Barreto, Unsafe Space Garden e Evaya. Integra os duos URTIQA, The Energy of Rising/Falling e Festa do Pijama, e assume a programação do ciclo de concertos Fritarias.

Mais informações em membrz.club/malfeito

Parceiro: Junta de Freguesia de Ribeiros

Não somos muito do calor mas regressa o Mato Feito, já que a brincadeira de ano passado foi sumarenta. Este ano, caminhe...
28/06/2026

Não somos muito do calor mas

regressa o Mato Feito, já que a brincadeira de ano passado foi sumarenta. Este ano, caminhemos ali por Ribeiros, Fafe, terminando o percurso com um concerto de Frederica Vieira Campos na Casa da Memória: Engenho de Recovelas. Depois, aquele almoço, sempre muito galhofeiro. A participação na caminhada é gratuita, a presença no almoço é opcional, mas altamente recomendada (mais infos e inscrições na bio).

Não sei se já cá andavam, mas há uns anos fizemos uma Pool Party. Pois venha outra, a fechar Agosto, com um pouco de gosto. É um gostinho que inclui um concerto de Claiana, um DJ set de 2a Habitação, comida boa e caseira, bebida e, porque tem de ser, uma piscina grande com água. Em Rilhadas, Fafe.

Parceiros: , Junta de Freguesia de Ribeiros

Pois que a fechar a noite, a estreia de Eclético na cabine. Sem cartilhas ou amarras de género, o alinhamento é desenhad...
06/05/2026

Pois que a fechar a noite, a estreia de Eclético na cabine. Sem cartilhas ou amarras de género, o alinhamento é desenhado à medida para prolongar o impacto cravado pela formação neozelandesa Ripship. Um cruzamento direto entre a descoberta e o familiar.

Como manifesto de intenções, deixa-nos esta comovente quadra:

"Prepara-te para ouvir de tudo um pouco,
Vais conhecer e relembrar.
Abraça, beija e grita,
Só não pares de dançar."

A 8 de maio, esta na sexta-feira, no Café Avenida, Fafe. Bilhetes na bio.

Na primeira digressão em continente europeu, o duo neozelandês Ripship passa por Fafe.Atualmente sediados em Melbourne, ...
03/05/2026

Na primeira digressão em continente europeu, o duo neozelandês Ripship passa por Fafe.

Atualmente sediados em Melbourne, Callum Lincoln e Rae McLean exploram os limites do sci-fi psych-rock. A sua sonoridade assenta num cruzamento denso de ritmos polirrítmicos, linhas de sintetizador cirúrgicas e guitarras texturadas, servindo de base para temas focados na ideia de distopia tecnológica. Ao vivo, puxam a densidade e o peso sonoro com apenas dois instrumentos. Esta capacidade de preencher a sala com uma execução técnica afiada e alto volume valeu-lhes as primeiras partes de nomes como Jack White e Osees.

No mais recente disco, "Crawling Chorus" (2025), o duo cristaliza essa visão num registo onde a complexidade rítmica da bateria e a urgência dos sintetizadores e guitarras atingem o seu ponto mais refinado. É ele que apresentam no Café Avenida, já sexta-feira. Em Fafe, a 8 de maio. Bilhetes na bio.

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