Malfeito

Malfeito Promotora de divulgação e agitação artística e cultural sediada em Fafe. https://membrz.club/malfeito

Pobres almas desiludidas, aquelas a quem a chuva rouba sonhos e esperanças. Vos dizemos: perante as ameaças que se abeir...
25/08/2026

Pobres almas desiludidas, aquelas a quem a chuva rouba sonhos e esperanças. Vos dizemos: perante as ameaças que se abeiram, é esta a que menos mossa dá. Mas calma, que, como há quem diga, São Pedro não dorme, e tudo indica que vai fazer direta para o sítio certo. Sábado não chove, o mergulho não é obrigatório, mas a festa, ui, sim, é.

Já tardava o regresso desta tripla à Malfeito. Amigos de longa data e também habitués das brincadeiras da Malfeito, Pedro Dantas, voz e guitarra de Jepards, Guilherme Basta, que no ano passado lançou 'Arrasto', e João Torgal encontraram na amizade e no gosto de passar música motivo suficiente para criar a 2.ª Habitação. Três ouvidos com referências distintas e confiáveis juntam-se para passarem uma tarde a escolher música uns para os outros — e, já agora, para a malta toda.

A 29 de agosto, antes do concerto de Claiana, nas piscinas de Rilhadas, em Fafe. Bilhetes em membrz.club/malfeito

Parceria

Aprontem-se, navegantes de água clorada, retornados das praias-paraíso, das praias apinhadas, dos retiros campestres do ...
15/08/2026

Aprontem-se, navegantes de água clorada, retornados das praias-paraíso, das praias apinhadas, dos retiros campestres do toca e foge; ou irremediáveis macambúzios que não chegaram a ir, a quem o verão não fez cumprir as mais justas das vontades: eis um dos últimos tragos de um agosto-eclipse.

Pois bem, este último trago serve-se numa festa da piscina. E a água desse tanque azul há de chegar ao Atlântico, vasto caldo de encontros entre margens distantes e sonoridades de muitos lugares que Claiana absorve e devolve à sua maneira.

Com mais de uma década de percurso nas margens mais dançantes do underground portuense, Claiana, projeto do cabo-verdiano Aguinaldo Conceição, continua a escapar às categorias mais óbvias, misturando com liberdade referências, geografias e linguagens. Música mestiça, falsete, riqueza rítmica e um idioma inventado pelo próprio acabam por dar em gingado e corpo soltinho. E é aí que Claiana tem construído boa parte da sua reputação, numa história que vem de longe e que facilmente vira baile. Há poucos dias passou pelo Bons Sons; agora vem olear as ancas de Fafe.

A 29 de agosto, nas piscinas de Rilhadas, em Fafe.

Parceria

Andar por aí, ver música ao vivo, comer. A segunda edição do Mato Feito trilha alguns caminhos em direção a uma atuação ...
05/07/2026

Andar por aí, ver música ao vivo, comer. A segunda edição do Mato Feito trilha alguns caminhos em direção a uma atuação de Frederica Vieira Campos na Casa da Memória – Engenho de Recovelas.

A caminhada começa depois de nos encontrarmos na Junta de Freguesia de Ribeiros, em Fafe, e aí termina também. Este calor vai acalmar, mas convém ir pela fresca, não se atrasem. Na parte final do trilho, passando das paisagens naturais para as sonoras, refastelemo-nos na frescura de um antigo e restaurado lagar de azeite para um concerto de harpa e eletrónica, numa de vos revigorar, física e espiritualmente. A participação na caminhada e o concerto têm acesso livre.

Depois, para os interessados, há um almoço. Caso queiram partilhar uma confortável refeição num restaurante com ares madeirenses, inscrevam-se através de link na bio ou MP.

FREDERICA VIEIRA CAMPOS
Harpista e artista multidisciplinar portuense, explora os limites da improvisação e da música experimental com harpa elétrica e uma mesa de mistura, Frederica Vieira Campos tem feito um percurso que cruza intimamente a música com a dança, o vídeo e o teatro. Tocou com formações como a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Orquestra XXI, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. Apresentou-se ainda ao lado de nomes como Bruno Pernadas, Carlos Barreto, Unsafe Space Garden e Evaya. Integra os duos URTIQA, The Energy of Rising/Falling e Festa do Pijama, e assume a programação do ciclo de concertos Fritarias.

Mais informações em membrz.club/malfeito

Parceiro: Junta de Freguesia de Ribeiros

Não somos muito do calor mas regressa o Mato Feito, já que a brincadeira de ano passado foi sumarenta. Este ano, caminhe...
28/06/2026

Não somos muito do calor mas

regressa o Mato Feito, já que a brincadeira de ano passado foi sumarenta. Este ano, caminhemos ali por Ribeiros, Fafe, terminando o percurso com um concerto de Frederica Vieira Campos na Casa da Memória: Engenho de Recovelas. Depois, aquele almoço, sempre muito galhofeiro. A participação na caminhada é gratuita, a presença no almoço é opcional, mas altamente recomendada (mais infos e inscrições na bio).

Não sei se já cá andavam, mas há uns anos fizemos uma Pool Party. Pois venha outra, a fechar Agosto, com um pouco de gosto. É um gostinho que inclui um concerto de Claiana, um DJ set de 2a Habitação, comida boa e caseira, bebida e, porque tem de ser, uma piscina grande com água. Em Rilhadas, Fafe.

Parceiros: , Junta de Freguesia de Ribeiros

Pois que a fechar a noite, a estreia de Eclético na cabine. Sem cartilhas ou amarras de género, o alinhamento é desenhad...
06/05/2026

Pois que a fechar a noite, a estreia de Eclético na cabine. Sem cartilhas ou amarras de género, o alinhamento é desenhado à medida para prolongar o impacto cravado pela formação neozelandesa Ripship. Um cruzamento direto entre a descoberta e o familiar.

Como manifesto de intenções, deixa-nos esta comovente quadra:

"Prepara-te para ouvir de tudo um pouco,
Vais conhecer e relembrar.
Abraça, beija e grita,
Só não pares de dançar."

A 8 de maio, esta na sexta-feira, no Café Avenida, Fafe. Bilhetes na bio.

Na primeira digressão em continente europeu, o duo neozelandês Ripship passa por Fafe.Atualmente sediados em Melbourne, ...
03/05/2026

Na primeira digressão em continente europeu, o duo neozelandês Ripship passa por Fafe.

Atualmente sediados em Melbourne, Callum Lincoln e Rae McLean exploram os limites do sci-fi psych-rock. A sua sonoridade assenta num cruzamento denso de ritmos polirrítmicos, linhas de sintetizador cirúrgicas e guitarras texturadas, servindo de base para temas focados na ideia de distopia tecnológica. Ao vivo, puxam a densidade e o peso sonoro com apenas dois instrumentos. Esta capacidade de preencher a sala com uma execução técnica afiada e alto volume valeu-lhes as primeiras partes de nomes como Jack White e Osees.

No mais recente disco, "Crawling Chorus" (2025), o duo cristaliza essa visão num registo onde a complexidade rítmica da bateria e a urgência dos sintetizadores e guitarras atingem o seu ponto mais refinado. É ele que apresentam no Café Avenida, já sexta-feira. Em Fafe, a 8 de maio. Bilhetes na bio.

19/04/2026

Foi o Ano Malfeito, convosco e

A Boy Named Sue, Bulir #2 (Helena Margarida, System Sophie, Vitor Silva), Chicas Mal Hechas, Faca/Cega, Lesma, Má Estrela, OkA, Sereias, The Family Men, Tricla, Unsafe Space Garden, Vaiapraia.

Para o ano festejamos dez. Chiça.

Vídeo:

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[2 3 4 abril 2026]

Que não vos falte coisas novas. O pulso da dissidência em seis discos que aqui se vão tocar, entre hoje e amanhã.  Bilhe...
03/04/2026

Que não vos falte coisas novas. O pulso da dissidência em seis discos que aqui se vão tocar, entre hoje e amanhã.

Bilhetes na bio, mas não muitos.

Ano Malfeito 2026
[2 3 4 abril] Fafe

É mesmo para mexer no que está quieto. A segunda edição do Bulir juntou os universos de Sofia Ribeiro (System Sophie), V...
03/04/2026

É mesmo para mexer no que está quieto. A segunda edição do Bulir juntou os universos de Sofia Ribeiro (System Sophie), Vitor Silva (El Señor, Coletivo Pointlist) e Margarida Antunes num espaço de criação em residência artística.

O resultado desta colaboração estreia hoje À TARDE no Ano Malfeito. Na Estação Memória, às 18:00.

Ano Malfeito 2026
[2 3 4 abril] Fafe

Nada mais que esbichar o colapso que vem da banalização dele mesmo. No cruzamento livre entre post-punk, jazz e noise, o...
01/04/2026

Nada mais que esbichar o colapso que vem da banalização dele mesmo. No cruzamento livre entre post-punk, jazz e noise, o coletivo portuense Sereias ergue um cenário caótico e hoje cabalmente necessário, alicerçado na poesia maldita de António Pedro Ribeiro.

Em Fafe abrimos o peito a "A Odisseia de Carlos Bizarro", novo disco, lançado no mês passado com selo da Lovers & Lollypops. Através da figura de um protagonista errante e precário, a banda traça o retrato amargo de uma sociedade refém da máquina capitalista e da ameaça crescente da extrema-direita.

Depois dos abrasivos "O País a Arder "(2018) e "Sereias" (2022) — registos amplamente celebrados pela crítica nacional, do Ípsilon ao Rimas e Batidas, como marcos vitais da contracultura contemporânea —, este terceiro movimento é talvez o mais lúcido e feroz, afirmando a insubordinação poética e sonora como um ato profundamente político.

No sexta-feira, 3 de abril, no Café Avenida, Fafe. Bilhetes na bio.

Ano Malfeito 2026
[2 3 4 abril] Fafe

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