ART VEINE

ART VEINE Difusão das artes visuais contempôraneas

A exposição "Os Trópicos têm Poros" apresenta a produção recente de  , marcada por uma investigação sensível entre corpo...
21/04/2026

A exposição "Os Trópicos têm Poros" apresenta a produção recente de , marcada por uma investigação sensível entre corpo, matéria e espaço. Sua prática desloca a observação para além do campo científico, propondo modos de percepção que emergem da experiência direta e da relação tátil com o mundo.

Entre o micro e o macro, suas obras instauram tensões entre superfície e profundidade, visível e latente, ativando correspondências entre o corpo e o território. A artista trabalha com linguagens híbridas: pintura, imagem, objeto, movimento e som, construindo um campo expandido onde o gesto e a materialidade tornam-se centrais.

Museu do Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra
Curadoria:
Exibição: 18/04/26 a 12/07/26 | 16h às 20h

Criado em 1985, o coletivo Guerrilla Girls nunca falou baixo. Entre estatísticas incômodas, humor ácido e imagens que co...
19/04/2026

Criado em 1985, o coletivo Guerrilla Girls nunca falou baixo. Entre estatísticas incômodas, humor ácido e imagens que colam na memória, suas obras desmontam uma verdade persistente: o sistema da arte reforça as desigualdades do mundo.
Quem aparece? Quem é silenciada? Quem é exposta e em que condições?

Décadas depois, as perguntas seguem urgentes. Se antes era preciso “estar nua para entrar no museu”, hoje mulheres continuam sendo expostas, julgadas e violentadas, agora em escala massiva, nas redes sociais. A lógica não desapareceu: apenas mudou de plataforma.

O que as Guerrilla Girls fizeram e continuam fazendo é transformar indignação em linguagem. Nomear o problema. Torná-lo visível. Ridicularizar o poder. Recusar o silêncio.

Num momento em que a violência contra mulheres cresce de forma alarmante no ambiente digital, a arte volta a ocupar um papel fundamental. Como interrupção. Como confronto.

A coragem das nos lembra que não basta representar é preciso intervir. Toda imagem carrega uma posição política. Se o sistema não muda sozinho, a arte consegue pressionar para que mude.

A luta não é apenas por representação é por transformação. Enquanto houver desigualdade, a arte continuará sendo uma ferramenta de resistência, denúncia e mudança em qualquer lugar do mundo.

Qual artista visual contemporânea te inspira na luta feminista e no combate à violência contra mulheres? Partilha nos comentários, vamos fortalecer essa rede de referências e vozes que provocam mudança.

17/03/2026

Veludo Mais Azul - Desdobramentos

Mostra de videoarte experimental, com curadoria de António Olaio e Nelson Ricardo Martins, realizada no âmbito da XXVIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra.

A escolha das(os) artistas participantes deu-se, em sua grande maioria, por meio de uma open call.

Voltada para artistas de língua portuguesa, a mostra reúne 25 obras que têm como pano de fundo a beleza em seus inúmeros desdobramentos.

A primeira exibição da mostra ocorreu na Casa da Esquina, em Coimbra (Portugal), no dia 12 de março de 2026, com um público estimado de 30 pessoas.

A segunda exibição da mostra acontecerá online, no YOUTUBE da ART VEINE, no dia 26 de março de 2026, às 20h30 (Portugal) e 17h30 (Brasil)

Acesse a mostra Veludo Mais Azul, no link da Bio

https://youtu.be/rNA0f5oqJ-c



Para Além Daqui - António OlaioO Brasil conhecerá a obra do artista português António OlaioPrimeira exposição individual...
08/10/2025

Para Além Daqui - António Olaio
O Brasil conhecerá a obra do artista português António Olaio

Primeira exposição individual do artista português António Olaio no Brasil, “Para Além Daqui”, com curadoria de Isabel Portella e Nelson Ricardo Martins, acontecerá na Galeria do Lago, Museu da República, zona sul do Rio de Janeiro.

António Olaio apresentará uma série de pinturas inéditas, inspiradas na biodiversidade do Jardim do Museu da República, em contraste com a agitação urbana das ruas presentes no entorno.

Desta contraposição emergem formas abstratas e insetos inventados que, na hibridez da sua existência, se movimentam pelas telas, em iminente transbordamento para fora do suporte.

Segundo a curadoria, “a série propõe o entrelaçamento fora-dentro, amalgamado a composições orgânicas que se deslocam pelas superfícies.

São naves, engrenagens, sussurros delirantes, insetos-máquinas-insetos. A obra dialoga com a ‘fita de Moebius’, símbolo de infinito, continuidade e ciclos”.

A exposição inaugura no dia 25 de outubro, às 14h:30, com a presença do artista que realizará uma performance no interior da galeria.

“Seeds of Change” de Maria Thereza Alves Artista e ativista brasileira, a artista Maria Thereza Alves(1961)  vive entre ...
07/10/2025

“Seeds of Change” de Maria Thereza Alves

Artista e ativista brasileira, a artista Maria Thereza Alves(1961) vive entre Nápoles e Berlim. Sua obra conecta arte, ecologia e história local, em diálogo com comunidades e especialistas.

Na obra “Seeds of Change”, investiga, há mais de 20 anos, a história oculta das sementes trazidas nos navios coloniais, revelando como a flora de lastro conecta ecologia, comércio marítimo e violência colonial.

O lastro era a terra, areia, pedras ou cascalho usados para equilibrar embarcações, especialmente durante o período colonial, quando os navios viajavam muitas vezes vazios de mercadorias em uma das direções. Esse material era recolhido em um porto e descartado em outro.

No solo usado como lastro, vinham sementes “escondidas”, que germinavam ao serem despejadas em novos territórios.

Assim, plantas consideradas “exóticas” se espalharam pelo mundo, acompanhando as rotas do comércio marítimo — e, junto delas, as histórias de colonização e escravidão.

Fonte: “Seeds of Change”, Vera List Center for Art and Politics, The New School.

Foto 1 :Vista da instalação, Bristol, Reino Unido, 2015. De Seeds of Change, 1999–.
Maria Thereza Alves, Seeds of Change: A Floating Ballast Seed Garden, 2012–16, barcaça, plantas, solo, madeira. Foto: Maria Thereza Alves.

Foto 2: Vista da instalação de Maria Thereza Alves, Seeds of Change: New York – A Botany of Colonization no Vera List Center/Sheila C. Johnson Design Center, The New School, novembro de 2017. Foto de David Sundberg.

🔻🔹🔺Um passeio pelo jardim transversal “A câmera deve ser vista como um instrumento análogo ao olho humano”Dziga VertovO ...
30/06/2025

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Um passeio pelo jardim transversal

“A câmera deve ser vista como um instrumento análogo ao olho humano”
Dziga Vertov

O vídeo constitui-se como linguagem híbrida ao deslocar-se em direção a outros contextos, caracterizando-se, sobretudo, pelo seu potencial experimental, desde a sua origem como meio artístico, na década de 60, através do movimento artístico interdisciplinar Fluxus, tendo a frente artistas como Num June Paik e Wolf Vostell.

“O chão ainda pede por liberdade”, de Lilian Walker, em exposição na LojaZ (rua Adelino Veiga, Coimbra), é uma obra radicalmente experimental, não só por estabelecer uma relação simbólica entre o sólido e o eletrônico-digital, mas também ao operar o sensório com a possibilidade do imprevisível.

Na visceralidade de sua existência orgânica-inorgânica, transforma cotidianamente a sua trama arquitetural, tendo como ponto de partida a irrupção de dois elementos que emergem das profundezas: o corpo da artista e o corpo do suporte.

Fusiona-se, assim, metaforicamente, carne, ossos, veias a dispositivo de raios catódicos, placas, circuitos eletrônicos.

Um outro elemento configura-se como basal na narrativa. Trata-se da obra seminal, nesse contexto, “Plano de Contenção”, que nos remete a ideia de tubo de imagem em conexão com o fora de campo, trazido por memórias associadas às peles cumulativas da cidade.

Essa intervenção escultórica, feita de lixas azuis, foi aplicada pela artista nas grades de uma loja abandonada semanas antes da videoinstalação ser inaugurada na LojaZ, no âmbito da 1ª Trienal dos Espaços Invisíveis.

As obras encontram-se em exposição na rua Adelino Veiga, sendo que a videoinstalação permanece até o dia 06/07 e a instalação à mercê do tempo e da predação humana.

Sugiro que a visita seja pensada através de duas possibilidades temporais. A primeira, partindo da LojaZ, hoje um jardim-em-processo, num traveling flashback, já que um retorno à origem. E a segunda, iniciando-se no núcleo gestacional.

O cinema, sempre o cinema, como arcabouço rizomático do processo.

(curador)

Fotos

🔹No âmbito do ciclo Café Duplo, a partir do convite da Blue House para dialogar com a Canção Apagão — composição de Bea ...
28/05/2025

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No âmbito do ciclo Café Duplo, a partir do convite da Blue House para dialogar com a Canção Apagão — composição de Bea Bandeirinha e Homem em Catarse — a artista visual Lilian Walker apresenta a instalação “O chão ainda pede por liberdade”, cujo título é retirado de um dos versos da música.

A obra nasce como resposta poética à canção, ativando um trabalho de 2019, criado pela artista durante uma residência artística em Brasília, e agora transfigurado pela paisagem e pelos afetos de Coimbra.

A instalação também inaugura o projeto Rosa de Hiroshima, com curadoria de
Nelson Ricardo Martins: inspirado no poema-resistência de Vinícius de Moraes, a iniciativa propõe ocupar a Loja Z, na Baixa de Coimbra, com repertórios experimentais que se inscrevem no campo das artes visuais contemporâneas.

A abertura acontece na próxima quarta-feira, 4 de junho, às 20h30, no Largo do Paço do Conde, e contará ainda com apresentação de Bea Bandeirinha, às 21h.

Num tempo de ruídos impostos, este é também um convite a resistirmos juntos: pela escuta sensível e pelo olhar demorado.

THE ONGOING LECTURE #2CALL para apresentações de projetos de investigação em desenvolvimentoNo prosseguimento do evento ...
18/03/2025

THE ONGOING LECTURE #2

CALL para apresentações de projetos de investigação em desenvolvimento

No prosseguimento do evento THE ONGOING LECTURE, integrado na Bienal Cultura e Educação 2023 - RETROVISOR: Uma História do Futuro, promovida pelo Plano Nacional das Artes, o Colégio das Artes lança a chamada para a sua segunda edição a acontecer em Maio de 2025.

 DESTINATÁRIOS

Alunas (os) do Curso de Mestrado em Estudos Curatoriais do Colégio das Artes
da Universidade de Coimbra.

Alunas (os) do Curso de Doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

Alunas (os) do Curso de Mestrado em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Alunas (os) do Curso de Doutoramento em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

 A proposta deverá apresentar:
Resumo (500 palavras, 5 palavras-chave) + 5 imagens + autor + contacto email Duração da apresentação: 10´ Datas para submissão: 1 a 31 de março Anúncio dos resultados aos candidatos: 21 de Abril Datas do evento: 29 e 30 de Maio 

E-MAIL PARA ENVIO DAS PROPOSTAS:

[email protected]

Comissão Científica
Ana Rito
(CAUC_FLUC_CEIS20)
Catarina Leitão
(CAUC_LIDA ESAD/CR)
Fernando Matos Oliveira
(FLUC_CAUC_CEIS20)
José Maçãs de Carvalho
(FCTUC_CAUC_CEIS20)
Sérgio Dias Branco
(FLUC_CAUC_CEIS20)
 
Keynote Speakers
Luísa Santos
(Universidade Católica Portuguesa)
Hugo Barata
(UL_CICANT_ESES)
 
ORGANIZAÇÃO
Colégio das Artes
CEIS20

AQUI, ONTEMExposição individual de Nelson Ricardo Martins no Quarto 22O trabalho de Nelson Ricardo Martins associa o cor...
01/01/2025

AQUI, ONTEM

Exposição individual de Nelson Ricardo Martins no Quarto 22

O trabalho de Nelson Ricardo Martins associa o corpo do artista ao tempo-espaço infinito, entrelaçando-o a arquitetura centenária que abriga a exposição: o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Dilui-se na estrutura fusionando-se as memórias ali depositadas.

Estas sensações vibráteis ditadas pelo movimento e que, agora, incorporam-se a pele da estrutura, são colhidas pelo artista após o percurso.

Resgata os fragmentos do seu corpo, depositando-os nos suportes. Transmuta as imagens em fotos-escultura.

O ritual continua sobre o esqueleto de uma cama encontrada nas entranhas do Colégio, trazida para o espaço expositivo: nave-tambor, partitura delirante, partículas dançantes.

Com curadoria de António Olaio, “AQUI, ONTEM” estará em cartaz no Quarto 22, galeria situada no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (PT), até o dia 22/01/2025, de segunda a 2ª a 6ª feira, das 14h as 18h.

Aksel Juno [1-1- 25]

Aqui, OntemNelson Ricardo MartinsNelson Ricardo Martins, na obra “Aqui, Ontem”, utiliza como matéria-prima o próprio loc...
09/12/2024

Aqui, Ontem
Nelson Ricardo Martins

Nelson Ricardo Martins, na obra “Aqui, Ontem”, utiliza como matéria-prima o próprio local onde a mesma será apresentada, o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

O artista documenta fotograficamente o seu trajeto desde a entrada do Colégio até o espaço expositivo, utilizando uma técnica de longa exposição.

Dilui o seu corpo nas entranhas das paredes seculares.

Após a fusão, colhe a pele do Colégio, agora, também sua, depositando-a nos suportes.

São fotos-escultura no espaço expositivo.

Transporta o seu corpo, agora, tijolo, para o interior da galeria e sobre a base de uma cama encontrada no local, pulveriza-o em milhares de fragmentos.

O movimento retorna ao seu início, volta a ser grão, passado.

A performance, registrada em vídeo pelo curador e interlocutor da obra, António Olaio, esteve no espaço-intervalo-temporal.

Aqui, Ontem
De Nelson Ricardo Martins

Curadoria: António Olaio

Local: Colégio das Artes da UC
Data: 14/12/2024
Horário: 16h:00 (vernissage)

Seminário “Arte Contemporânea - Metodologias Criativas - No Colégio das ArtesNo dia 22/11, a partir das 10h:30, o NEAC e...
18/11/2024

Seminário “Arte Contemporânea - Metodologias Criativas - No Colégio das Artes

No dia 22/11, a partir das 10h:30, o NEAC estará realizando o seminário “Arte Contemporânea - Metodologias Criativas”, que acontecerá na sala do doutoramento do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

O NEAC (Núcleo de Estudos em Arte Contemporânea), é um grupo de pesquisa formado por doutorandas e doutorandos do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, dedicado a fomentar um processo criativo e investigativo colaborativo. O Núcleo valoriza o diálogo contínuo com outra(os) artistas, professoras e professores, investigadoras e investigadores, construindo redes de trocas que potencializam a criação, a pesquisa e também experimentações junto a cidade, através de temas relacionados com a arte, a criação, a sociedade e o contemporâneo.

O seminário é gratuito e aberto para qualquer pessoa.

Segue, abaixo, a programação:

10:30
Abertura do seminário / comissão organizadora do NEAC

Com: Catarina Parente, Emanuela Boccia, Íris Faria e Nelson Ricardo Martins

10h:45
Acerto: o arame farpado é uma
narrativa de minha experiência pessoal

Com: Babu

11h:15
Palavras compartilhadas…

Com: Rosana Ricalde

11:45
Apresentação a partir da exposição:
ana vieira: cadernos de montagem”

Com: Antonia Gaeta

12:15 às 12:45
Perguntas e respostas

Pausa para o almoço

14h:30
Editor-onça: escrever, editar e rugir nas matas estrangeiras

Com: Wladimir Vaz

15h:00
Experiências para a construção de coletivo

Com: Casa da esquina

15h:30
Caprichos e práticas de atenção - estratégias para activar e manter algum pensamento coreográfico

Com: Sílvia Pinto Coelho

16h:00 às 16h:30
Perguntas e respostas

16h:30
Corpos performáticos

Endereço

Rua António Vasconcelos, 29
Coimbra
3000-054

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