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03/09/2026
Ler Armando Soares Imaginário.Há escritores cuja vida se mede pelos anos que viveram e há aqueles cuja verdadeira dimens...
01/09/2026

Ler Armando Soares Imaginário.
Há escritores cuja vida se mede pelos anos que viveram e há aqueles cuja verdadeira dimensão se mede pela obra que deixaram.
Armando Soares Imaginário pertence, inequivocamente, a esta
segunda categoria.
Nasceu na Chamusca, a 3 de junho de 1928 e morreu a 23 de setembro de 1945. É difícil escrever estas duas datas sem sentir o espanto que acompanha toda a leitura da sua obra. Porque entre uma e outra existe apenas uma adolescência, um intervalo quase suspenso no tempo. Contudo, esses escassos dezassete anos foram suficientes para deixar uma obra de dimensão e diversidade que dificilmente se poderiam imaginar numa vida tão breve.
É difícil explicar como Armando Soares Imaginário encontrou es-
paço na sua vida para escrever poesia, sonetos, quadras, canções, contos, lendas, textos de natureza filosófica, peças de teatro e traduções, experimentando diferentes formas literárias com uma naturalidade que constitui talvez uma das características mais impressionantes do seu legado.
Armando Soares Imaginário não foi apenas um poeta, foi um escri-
tor, e esta distinção é fundamental.
98 anos após a data do seu nascimento o livro " Obra Completa de Armando Soares Imaginário " será dado a conhecer, no dia 19 de Setembro de 2026.

Autor: Alice LázaroPáginas: 326Editor: Edições CosmosISBN: 9789727624416Idioma: PortuguêsSinopse;A Santarém de Pinho Lea...
01/07/2026

Autor: Alice Lázaro
Páginas: 326
Editor: Edições Cosmos
ISBN: 9789727624416
Idioma: Português
Sinopse;
A Santarém de Pinho Leal é mais do que a máxima acerca da gloriosa história da cidade e do seu legado patrimonial. A Santarém de Pinho Leal é, antes de tudo, um olhar nostálgico, que se espraia através da sua pena – duplamente pena – impotente, perante os escombros que teimavam em recordar-lhe o passado perdido da urbe.

Pela mão de Pinho Leal somos levados a ver a Scalabis pré-romana e a romana, demorando-nos depois na Santarém cristã, não sem ter dado acordo da moira Shantarin. Ao longo desse roteiro da saudade, o homem erudito vai-nos dando nota das datas e dos nomes de tudo e de todos, dos que à cidade deram vida, heróis reais ou lendários, conforme o tempo e a circunstância.

Viveu-a assim Pinho Leal – a sua Santarém – porque sitiado nela, durante a guerra civil (1832-34). Voltará, muitos anos depois, para nos contar as suas memórias que ressuscita dessa “flor do Tejo”. É uma fala carregada de tristeza; uma encarnação do profeta diante das ruínas de Nínive. Subitamente, diferente do profeta bíblico, damos por Pinho Leal a deixar-se embalar por uma inesperada confiança no progresso do país, que mostrava querer sair da terrível letargia pós-traumática, abarcando nele uma remoçada Santarém de olhos postos no futuro.

Nota de Leitura por José do Carmo FranciscoVítor Serrão e Mário Rui Silvestre 500 anos de CamõesChancela das Edições Cos...
24/06/2026

Nota de Leitura por José do Carmo Francisco
Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre 500 anos de Camões
Chancela das Edições Cosmos
MANDA-ME AMOR CAMÕES E OUTROS AFINS Mais do que um livro de 537 páginas, estamos perante um álbum pois além de diversos capítulos (5 na I Parte e 9 na II) surge um apêndice com poemas de António Gedeão, Bocage e Sophia de Mello Breyner e 32 páginas com ilustrações a cores e a preto e branco que abrem com o célebre retrato de Luís de Camões por Fernão Gomes. A edição é da COSMOS, tem prefácio de José Jorge Letria e apoios da Sociedade Portuguesa de Autores, Jornal Correio do Ribatejo, Jornal Mais Ribatejo, Assembleia da República, Centro de Investigação Prof. Doutor Joaquim Veríssimo Serrão, Município de Santarém e Comissão Nacional das Comemorações Nacionais do V Centenário do nascimento de Camões. Os autores já em 2024 tinham assinado um livro em conjunto com o título de «Camões: Altos Cumes, Scabelicastro e correlatos». Vítor Serrão é especialista em História de Arte, Património e Teoria da Arte. É um catedrático emérito da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Mário Rui Silvestre é historiógrafo, contista, romancista e poeta. Referimos apenas dois aspectos de um livro com mais de quinhentas páginas. Na primeira parte é chamada a atenção do leitor para o grupo de poetas que conviveu com Camões na aldeia de Vaqueiros: D. Manuel de Portugal, Diogo Bernardes e Frei Agostinho da Cruz. E conclui: «a obra do vate é um mundo infindo, um remoinho que atrai, encanta, ofusca e conduz a novos labirintos e estranhas paisagens». Mais do que a vida e o tempo de Luís de Camões este livro-álbum revela a vida e o tempo de Portugal entre 1524 e 1580. A segunda parte refere nas páginas 255 e 256 os autores que tiveram problemas com a Censura – Bernardim Ribeiro, Jorge de Montemor, Gil Vicente, Lopo de Sousa Coutinho, Jerónimo Corte Real e Jerónimo Osório que se viu obrigado a imprimir o seu livro em Veneza.
Jose do Carmo Francisco, escritor
https://filamentosarteseletras.art/

O Prof. Dr. José Augusto Bernardes, Comissário Nacional para as celebrações do V Centenário de Camões, escolheu Santarém...
23/06/2026

O Prof. Dr. José Augusto Bernardes, Comissário Nacional para as celebrações do V Centenário de Camões, escolheu Santarém para o epílogo das mesmas, apresentando o livro »Manda-me Amor Camões e Outros Afins» de Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre, com chancela das Edições Cosmos.
Foi apresentado em Santarém, no passado dia 20 de junho, o livro Manda-me Amor Camões e outros afins, da autoria de Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre, com chancela das Edições Cosmos, editora recentemente galardoada com a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores.

A obra já tinha sido apresentada em Lisboa, na Sociedade Portuguesa de Autores e na Assembleia da República, e em Constância, na Casa-Memória de Camões. A sessão em Santarém decorreu na Sala de Leitura Bernardo Santareno e teve apresentação do professor doutor José Augusto Cardoso Bernardes, Comissário Nacional para as Celebrações do V Centenário do nascimento de Luís de Camões.

para as celebrações nacionais do V Centenário de Camões

A apresentação em Santarém constituiu também um momento de reconhecimento da ligação da cidade ao poeta, que em Os Lusíadas designou Santarém como o “sempre enobrecido Scabelicastro”. Para os autores, a cidade tem lugar relevante na tradição camoniana, quer pela ligação à mãe de Luís de Camões, quer pelas teses que defendem em trabalhos anteriores sobre a relação do poeta com Santarém e o Ribatejo, nomeadamente em Camões, Altos Cumes; Scabelicastro e Correlatos.

A sessão foi igualmente entendida como uma homenagem aos escalabitanos que, ao longo do tempo, estudaram, divulgaram ou celebraram Camões, através de livros, ensaios, textos de imprensa e iniciativas culturais. Entre os nomes evocados contam-se Laurentino Veríssimo, Virgílio Arruda, Veríssimo Serrão e Rei Brasil, bem como a Biblioteca Camões, inaugurada em Santarém a 10 de junho de 1880, por ocasião do terceiro centenário da morte do poeta.

Sala de Leitura Bernardo Santareno. Apresentação do livro «Manda-me Amor Camões e Outros Afins», pelo Comissário Nacional para as celebrações do V Centenário do Poeta.

Num momento em que se encerram as celebrações do V Centenário do nascimento de Camões, realizadas ao longo de quase dois anos em vários países e continentes, a apresentação da obra em Santarém sublinhou também a atualidade do poeta como símbolo maior da língua portuguesa e da cultura nacional.

Para os autores, a ligação entre Camões, Santarém, Constância e outros lugares do Ribatejo pode constituir uma oportunidade para o desenvolvimento de um roteiro cultural camoniano, articulando literatura, património, memória histórica e turismo cultural.

Num texto publicado no seu blogue, o historiador de arte e professor catedrático emérito Vítor Serrão, coautor da obra, destacou a importância da sessão de Santarém e a intervenção de José Augusto Cardoso Bernardes.

“A Sessão De Lançamento Do Livro, Que Tem Chancela Das Edições Cosmos, Foi Muito Interessante E Pedagógica. O Prof. José Augusto Bernardes Deixou A Recomendação, Sempre Esclarecida, De Que Santarém — A Que O Poeta Chamou ‘O Sempre Enobrecido Scabelicastro’, N’Os Lusíadas — Homenageie Devidamente Camões, Assinalando E Valorizando Os Lugares Históricos Que, Sabe-Se Hoje, Estão Ligados À Sua Biografia E Obra”, Escreveu Vítor Serrão.

Entre esses “sítios camonianos”, o historiador refere o largo e a igreja do Santíssimo Milagre, o solar dos Coutinho, em Vaqueiros, os moinhos de Pernes, as ruínas do mosteiro de Vale de Figueira e trechos do curso do Alviela.

Para Vítor Serrão, estes lugares “merecem ser integrados num roteiro cultural a instituir no seio do Município”. O coautor acrescenta que, se a estes espaços se juntarem Punhete, atual Constância, associado ao “desterro de 1548”, e Torres Novas dos Lencastre, “é o próprio Médio Tejo que se constitui uma espécie de palco do Ribatejo camoniano”.

MRS

Foi apresentado em Santarém, no passado dia 20 de junho, depois de o ter sido em Lisboa (na Sociedade Portuguesa de Auto...
23/06/2026

Foi apresentado em Santarém, no passado dia 20 de junho, depois de o ter sido em Lisboa (na Sociedade Portuguesa de Autores e Assembleia da República) e em Constância (Casa Memória de Camões), o livro “MANDA-ME AMOR CAMÕES E OUTROS AFINS”, da autoria de Vítor Serrão e Mário Rui Silvestre, com chancela das Edições Cosmos, editora galardoada há pouco com a Medalha de Honra da SPA.

Esta apresentação esteve a cargo do Comissário Nacional para as Celebrações do V Centenário do nascimento do Poeta de Portugal ( 1525), Prof. Dr. José Augusto Bernardes e além de ser o epílogo destas importantes celebrações que ocorreram durante quase dois anos por todo o mundo (Europa, América, Ásia e África, continentes onde Camões ainda continua a ser estudado e lembrado, nas mais diversas universidades e academias), foi também um honroso reconhecimento de Santarém (o «sempre enobrecido Scabelicastro», in Os Lusíadas III, 55), como terra da mãe de Luís Vaz de Camões e, segundo alguns autores, a terra dele próprio.

Um acto e uma apresentação que marca uma data celebrada um pouco por todo o mundo, numa altura em que o nome de Luís de Camões é cada vez mais o símbolo maior deste país e da Pátria Portuguesa, e será em breve o do novo Aeroporto Luís de Camões, que trará para esta região para onde está previsto pessoas de todos os continentes que conhecem e admiram Camões, e que será uma mais valia para o turismo Cultural de gente amante da Poesia e Literatura Portuguesa e elites culturais, em busca dos lugares onde o Poeta viveu, teve origem ou conviveu com amigos e outros poetas

O Prof. José Augusto Bernardes deixou a recomendação de e sempre esclarecido que Santarém (a que o poeta chamou "o sempre enobrecido Scabelicastro" n` Os Lusíadas) homenageie devidamente Camões, assinalando e valorizando os lugares históricos que, sabe-se hoje, estão ligados à sua biografia e obra.

Entre esses `sítios camonianos`, contam-se o largo e igreja do SS. Milagre, o solar dos Coutinho em Vaqueiros, os moinhos de Pernes, as ruínas do mosteiro de Vale de Figueira, e trechos do curso do Alviela, que merecem ser integrados num roteiro cultural a instituir no seio do Município. Se a estes lugares referenciais somarmos Punhete (Constância), lugar do `desterro de 1548`, a Torres Novas dos Lencastre, ou Abrantes dos respectivos Condes, muito presentes na obra, lírica e épica do poeta de Portugal, sendo o próprio Médio Tejo que se constitui uma espécie de palco do Ribatejo camoniano.

in Jornal O Torrejano

Lançamento do livro Manda-me Amor CAMÕES de Vítor Serrão e Mario Rui Silvestre, pelo Prof. Dr. José Augusto Bernardes, C...
20/06/2026

Lançamento do livro
Manda-me Amor CAMÕES
de Vítor Serrão e Mario Rui Silvestre, pelo Prof. Dr. José Augusto Bernardes, Comissário Nacional para as Comemorações
do 5.º Centenário do nascimento do Luís Vaz de Camões.
Com a chancela das Edição da Cosmos.
Sala de Leitura Bernardo Santareno.
Uma sessão muito interessante e pedagógica.

Endereço

Rua Direita De S. Pedro, 207
Chamusca
2140-909

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Telefone

+351 249 768 122

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