26/02/2022
A Rua do Castelo que se abre...era uma memória com vontade de ser presente.
Esta performance convoca os habitantes a refletir sobre o papel, que cada um tem, neste lugar que é seu.
Foi-lhe dada a palavra.
Foi lhes pedido que analisassem, um objeto, e transmitissem o que essa análise provocou neles; como os afeta ou incomoda.
Ficou a premissa: “Como podem os bracarenses apropriar de um espaço público como este?”.
Interpretação
Carla Leite, Diamantino Esperança, Jaqueline Rodrigues, Jorge Rodrigues, Helena Machado, Lúcia Lopes, Olga Nunes e Sabrina Rebelo.
Textos
Ana Paula Leite, Diamantino Esperança, Helena Machado, Jorge Nunes, Lurdes Martins, Olga Nunes, João Pedro da Costa.
Coreografia
Júlio Cerdeira
Música
Beatriz Cervellini e Karla Izidro
Iluminação
Carlos Barbosa
Criação
Ana Paula Leite
Apoio
Câmara Municipal de Braga
Apoio à Divulgação
Sabrina Rebelo
Agradecimentos
Junta de Freguesia de São Victor.
Fundação José Marques da Silva
Nova Comédia Bracarense.
Ao Arq. João Pedro Guimarães Lopes da Silva, por ter autorizado a utilização da sua tese de mestrado, “Edifício do Castelo: Encenação de uma história com quatro personagens”.
Este projeto conta com o apoio do através do «Olh’Ó Teatro – convocatória aberta para projetos artísticos no âmbito da descentralização cultural»