Hand Love

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Hand Love Art with soul💞💗 Olá, sejam bem vindos! Artigos de acordo com a encomenda de cada um. Enviem-nos as v/ sugestões, ponham-nos à prova.

Ou então deixem-nos dar largas à n/ imaginação!

A Celeste está a caminho da sua pessoa. 🤍A Celeste nasceu de uma memória.Daquelas colchas antigas das nossas avós, feita...
06/10/2026

A Celeste está a caminho da sua pessoa. 🤍

A Celeste nasceu de uma memória.

Daquelas colchas antigas das nossas avós, feitas de quadrados, de pontos, de paciência e de muitas horas de mãos ocupadas.

Havia qualquer coisa de especial nessas colchas.

Cada pedaço contava uma pequena história.
E, juntos, tantos pedaços diferentes criavam algo único.

Foi essa memória que inspirou a Celeste.

Pegámos numa imagem que pertence à nossa memória e demos-lhe uma nova forma.
Mais leve. Mais actual. Mas sem perder aquilo que a torna familiar.

Agora, a Celeste está pronta para deixar as nossas mãos.

Está a caminho da sua pessoa.

E talvez seja essa a parte mais bonita de criar uma peça única:

saber que, depois de tantas horas, tantos pontos e tantas escolhas, ela vai continuar a sua história nas mãos de alguém.

Celeste, vai ser feliz. 🤍

Uma peça.
Uma história.
Uma só pessoa.

HandLove

Às vezes, uma conversa é o princípio de uma peça.A feira terminou.Guardámos as peças, desmontámos a banca e voltámos ao ...
30/09/2026

Às vezes, uma conversa é o princípio de uma peça.
A feira terminou.
Guardámos as peças, desmontámos a banca e voltámos ao atelier.

Mas algumas coisas vieram connosco.

As conversas.
As ideias.
Aquelas frases que começam quase por acaso:

“E se fizesses uma assim?”
“E se experimentássemos desta forma?”

E, de repente, uma conversa transforma-se numa ideia.
E uma ideia começa a pedir mãos, tempo e vontade de criar.

Foi assim que, destes dias em Arouca, nasceram novas encomendas, novos projectos e possíveis parcerias.

Ainda não podemos mostrar tudo. Algumas histórias ainda estão a ser escritas.

Mas é isso que gostamos na HandLove:
ouvir uma ideia e imaginar como pode ganhar forma.

A feira acabou.
Mas deixou sementes.

Agora voltamos ao atelier para descobrir o que vai nascer delas.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

HandLove

E algumas histórias começaram.Há dias que terminam.E depois há dias que, mesmo depois de terminarem, ficam connosco.Este...
28/09/2026

E algumas histórias começaram.
Há dias que terminam.

E depois há dias que, mesmo depois de terminarem, ficam connosco.

Estes quatro dias foram assim.

Durante semanas, estas peças estiveram comigo.

Vi cada uma nascer devagar.
Escolhi cores. Desfiz pontos. Recomecei.
Vi uma ideia transformar-se em qualquer coisa que podia finalmente segurar nas mãos.

E depois chegou o momento de as deixar sair.

Levei-as comigo para a Feira das Colheitas, em Arouca, sem saber quem as iria olhar, tocar, experimentar ou reconhecer.

E foi bonito. Muito bonito.

Porque, de repente, aquelas peças que tinham sido feitas em silêncio começaram a fazer parte das histórias de outras pessoas.

Houve quem parasse.

Quem sorrisse.

Quem perguntasse pelos nomes.

Quem pegasse numa peça e dissesse, sem precisar de muitas palavras:

“É esta.”

E algumas encontraram a sua pessoa.

A Maria Eduarda.
A Pilar.
A Celeste.
E tantas outras.

Cada uma seguiu o seu caminho.

E eu fiquei com aquela sensação estranha e bonita de quem entrega alguma coisa que fez com as próprias mãos e sabe que, a partir daquele momento, já não lhe pertence verdadeiramente.

Pertence à história de alguém.

Obrigada a todas as pessoas que passaram pela nossa banca.

Às que compraram.
Às que olharam.
Às que tocaram.
Às que perguntaram.
Às que nos fizeram rir.
Às que nos fizeram sorrir.

Obrigada a quem ajudou a tornar estes dias possíveis.

E obrigada, sobretudo, a quem olhou para uma criação HandLove e viu nela qualquer coisa que era sua.

A feira terminou.

Mas algumas histórias estão apenas a começar.

E talvez seja essa a parte mais bonita de criar.

Fazer com as nossas mãos.
Entregar com o coração.
E deixar que cada peça continue a sua história nas mãos de outra pessoa.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

— HandLove

✨ Há bancas que vendem. E há bancas que contam histórias.A banca da HandLove não nasceu para ser apenas um espaço cheio ...
26/09/2026

✨ Há bancas que vendem. E há bancas que contam histórias.
A banca da HandLove não nasceu para ser apenas um espaço cheio de peças bonitas.
Cada peça que aqui encontram foi pensada, escolhida e feita à mão, com tempo, dedicação e aquela atenção aos pequenos detalhes que as máquinas não sabem dar.
Há cores, texturas, fios, pontos, formas e muitas horas de trabalho.
Mas, acima de tudo, há uma ideia que nos acompanha em tudo o que fazemos:
uma peça, uma história, uma só pessoa.❤️
Na HandLove não queremos fazer dezenas de exemplares iguais.
Queremos que, quando escolher uma peça, sinta que encontrou a sua!
Porque o verdadeiro valor do feito à mão não está apenas no produto final.
Está no tempo que levou a nascer.
Nas mãos que o fizeram.
Na criatividade.
Na imperfeição que o torna único.
E é isso que queremos continuar a levar até vocês.
Peças únicas. Feitas com as mãos. Escolhidas com o coração.

HANDLOVE — onde cada peça encontra a sua pessoa.

Durante semanas, estas peças foram apenas ideias.Depois foram fios, cores, pontos, escolhas, tentativas, mudanças de rum...
23/09/2026

Durante semanas, estas peças foram apenas ideias.

Depois foram fios, cores, pontos, escolhas, tentativas, mudanças de rumo, horas e horas de mãos ocupadas.

Foram ganhando forma.

Ganharam nomes.

Ganharam personalidade.

E, sem eu dar por isso, ganharam também uma pequena história.

Amanhã, vão finalmente sair do lugar onde nasceram.

Vão deixar o atelier.

Vão sair das minhas mãos.
E vão encontrar outras mãos, outros olhos, outras pessoas.

Talvez alguém pegue numa delas e reconheça qualquer coisa.

Talvez haja aquele instante em que não é preciso explicar nada.

Aquele:“É esta.”

É isso que mais me entusiasma nesta feira.
Não é apenas mostrar aquilo que fiz.
É descobrir quem vai reconhecer a sua peça.

De 24 a 27 de Setembro, na Feira das Colheitas, em Arouca.

Se por lá passarem, venham conhecê-las.

Algumas já conhecem.

Outras ainda não vos apresentei.

E talvez uma delas esteja à vossa espera.

Uma peça, ma história, uma só pessoa.

HandLove

Até já....
22/09/2026

Até já....

Querem conhecer a Maria Eduarda, a Paulina, a Rebeca… e as suas amigas?Algumas delas já passaram por aqui.Outras ainda n...
20/09/2026

Querem conhecer a Maria Eduarda, a Paulina, a Rebeca… e as suas amigas?

Algumas delas já passaram por aqui.Outras ainda não vos apresentei.

Foram nascendo devagar, entre fios, cores, pontos e muitas horas de trabalho.

Cada uma com a sua personalidade.Cada uma com a sua história.E cada uma feita para existir uma única vez.

Agora estão quase prontas para sair do atelier.
Vão deixar as minhas mãos e, pela primeira vez, vão estar frente a frente com quem as pode escolher.

Talvez uma delas encontre a sua pessoa.
De 24 a 27 de Setembro, a HandLove vai estar na Feira das Colheitas, em Arouca.

E eu gostava muito que fossem conhecê-las.
Porque há peças que vemos numa fotografia.
E há peças que só entendemos verdadeiramente quando as temos à nossa frente.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

HandLove

Não sei fazer duas vezes a mesma coisa.E não é falta de capacidade para repetir.É, mesmo, falta de vontade.Quando acabo ...
17/09/2026

Não sei fazer duas vezes a mesma coisa.

E não é falta de capacidade para repetir.
É, mesmo, falta de vontade.

Quando acabo uma peça, não sinto vontade de voltar ao princípio e fazer outra igual. Para mim não faz sentido replicar.

Quero experimentar outra combinação.
Outra textura. Outra forma. Outra ideia que entretanto apareceu.

Muitas vezes, ou quase sempre, começo sem saber exactamente onde vou chegar.
E é precisamente aí que gosto de estar. É nesse lugar de desconforto, de busca, de inspiração, que me encontro com a minha obra e o meu conforto.
Entre o que imaginei e aquilo que as mãos acabam por criar.

Talvez seja por isso que cada peça HandLove acaba por ser tão diferente da anterior.

Não existe uma linha de montagem à espera da próxima.

Existe uma ideia.

E depois existe o caminho até ela se tornar realidade. É nesse caminho, que nunca é recto, muita coisa acontece...

Uma peça termina. Outra história começa. A história da pessoa encontrar a sua peça.
E nenhuma precisa de ser repetida, porque nenhuma pessoa é igual.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

HandLove

Há coisas que não se fazem com pressa.Vivemos a correr.Corremos para chegar, para produzir, para entregar, para fazer ma...
15/09/2026

Há coisas que não se fazem com pressa.
Vivemos a correr.

Corremos para chegar, para produzir, para entregar, para fazer mais uma coisa antes que o dia termine.

Tudo parece ter de ser mais rápido.
Mais imediato.
Mais eficiente.

E, no meio dessa pressa toda, há qualquer coisa de profundamente bonito em parar.

Pegar num fio.
Escolher uma cor.
Sentir a textura nas mãos.
Fazer um ponto.
Depois outro.
E outro.

Sem máquinas a acelerar o processo.
Sem linhas de produção.
Sem a obrigação de fazer igual àquilo que já fizemos.

Só tempo.

O meu tempo.

Talvez seja precisamente por isso que gosto tanto de criar com as mãos.

Porque enquanto faço uma peça, o mundo lá fora continua a correr.

Mas aqui, por alguns momentos, não.

Aqui há tempo para experimentar.
Para mudar de ideias.
Para desfazer.
Para começar outra vez.

E talvez seja essa a verdadeira razão pela qual não sei fazer duas vezes a mesma coisa.

Não quero repetir.

Quero descobrir.

Porque cada peça leva consigo alguma coisa que não se consegue fabricar em série:

o tempo de quem a fez.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

HandLove

Maria EduardaHá peças que simplesmente se fazem.E há outras que, enquanto as fazemos, começam a ganhar personalidade.A M...
13/09/2026

Maria Eduarda

Há peças que simplesmente se fazem.
E há outras que, enquanto as fazemos, começam a ganhar personalidade.

A Maria Eduarda nasceu assim....

Entre fios, pontos, texturas e pequenas escolhas, foi tomando forma devagar, até deixar de ser apenas uma ideia e passar a ser uma peça com identidade própria.

Delicada, mas com presença.
Simples, mas cheia de detalhes.

Foi feita à mão, com tempo, cuidado e, sobretudo, com vontade de criar algo que não se repita.

Porque a Maria Eduarda é só uma.
E quando encontrar a pessoa certa, a sua história continua.

Uma peça. Uma história. Uma só pessoa.

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