Casa da Dança

Casa da Dança A Casa da Dança é um centro internacional de investigação em dança dedicado à criação contem

💥 Labs Mensais DANÇA CONTEMPORÂNEA +55 Anos com RAFAEL ALVAREZ 💥 ➡ Próximo LAB: 12 de setembro – sábado, das 15h às 17h3...
11/08/2026

💥 Labs Mensais DANÇA CONTEMPORÂNEA +55 Anos com RAFAEL ALVAREZ 💥
➡ Próximo LAB: 12 de setembro – sábado, das 15h às 17h30
INSCRIÇÕES ABERTAS!

Nestes laboratórios os participantes são desafiados a mergulhar no universo da dança e das artes performativas contemporâneas experimentando possibilidades de descobrir a criatividade através do corpo, partindo de um encontro do movimento e da dança com outros materiais, como a música, as imagens e o espaço, com foco na exploração de metodologias de improvisação e criação em dança contemporânea e performance.

RAFAEL ALVAREZ – Coreógrafo e intérprete, cenógrafo e figurinista, investigador e professor. O seu trabalho coreográfico tem sido apresentado desde 1997 na Europa, América do Sul e América do Norte, Médio Oriente, Ásia e África. Nos últimos 24 anos tem investigado e desenvolvido uma dimensão plástica do movimento e da composição, revelando uma forte componente visual na construção do corpo-espaço e da linguagem coreográfica.

+ INFO: www.casadadanca.pt
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Local: Casa da Dança – Ponto de Encontro
Destinatários: Participantes maiores de 55 anos (-55 anos bem-vindos!) com ou sem experiência anterior em dança contemporânea, motivados no desenvolvimento do seu potencial criativo e performativo através do movimento e da criação em dança contemporânea, valorizando a sua experiência de vida.
Participação gratuita.

Inscrições através do formulário disponível em www.casadadanca.pt
As inscrições serão aceites por ordem de receção, até ao preenchimento das vagas.

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

No último sábado decorreu a Partilha do Lab/PerformanceBORDER DANCE de Taoufiq Izeddiou com a colaboração de Juliette Bo...
27/07/2026

No último sábado decorreu a Partilha do Lab/Performance
BORDER DANCE de Taoufiq Izeddiou com a colaboração de Juliette Bouissou.
Foram seis dias de intenso trabalho com este incrível grupo conectando culturas e experiências diversas.

Fotos: Tereza Artigas (1), Adrinson Yanes Hernández (2 a 10)
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BORDER DANCE questiona a própria essência do que constitui a dança, explorando seus limites, suas transformações e as fronteiras que a definem — e a desafiam.

Na interseção da dança contemporânea, das práticas Gnawa e da cultura flamenca, a peça investiga como a dança pode emergir do ritmo compartilhado, da repetição e da presença coletiva. Explora a ressonância do coletivo, estados de transe, obsessão, liberdade e autenticidade. Através desses encontros, a obra busca uma energia que flui, conecta e transcende fronteiras, reunindo corpos, culturas e experiências de diversas origens.

Um forte compromisso com a transmissão e a experiência compartilhada está no cerne do projeto. Um espaço compartilhado para troca, escuta atenta, inclusão e criação coletiva. Esse processo permite que a obra seja continuamente reativada e remodelada pelas pessoas que participam dela, tornando cada apresentação um encontro único entre a prática artística e a comunidade local.

TAOUFIQ IZEDDIOU descobriu a paixão pela dança contemporânea em Marraquexe através de uma formação que o próprio descreve como selvagem. Em 2003 fundou a Anania, a primeira companhia de dança contemporânea de Marrocos. Em 2005, criou o festival On Marche, em Marraquexe. Em 2003 criou a primeira formação de dança em Marrocos: Al-Mokhtabar (O Laboratório). As coreografias de Izeddiou foram apresentadas no Danse Afrique Danse, Montpellier Danse, Charleroi Danse, Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-St-Denis, CND em Paris, Festival de Marseille, Tanzquartier em Viena, HAU em Berlim, TransAmériques no Canadá. Em 2019, Taoufiq Izeddiou foi nomeado Chevalier des Arts et des Lettres. É artista associado da VIADANSE – Centre Chorégraphique National de Bourgogne Franche-Comté em Belfort, apoiado pelo Ministério da Cultura e Comunicação (FR).

Hoje às 20h na Casa da Dança acontece a Partilha do Lab/PerformanceBORDER DANCE de Taoufiq Izeddiou com a colaboração de...
25/07/2026

Hoje às 20h na Casa da Dança acontece a Partilha do Lab/Performance
BORDER DANCE de Taoufiq Izeddiou com a colaboração de Juliette Bouissou.

Aqui alguns registos de Violena Ampudia do Lab que decorreu na última semana.

Reservas para a lista de espera: [email protected]
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BORDER DANCE questiona a própria essência do que constitui a dança, explorando seus limites, suas transformações e as fronteiras que a definem — e a desafiam.

Na interseção da dança contemporânea, das práticas Gnawa e da cultura flamenca, a peça investiga como a dança pode emergir do ritmo compartilhado, da repetição e da presença coletiva. Explora a ressonância do coletivo, estados de transe, obsessão, liberdade e autenticidade. Através desses encontros, a obra busca uma energia que flui, conecta e transcende fronteiras, reunindo corpos, culturas e experiências de diversas origens.

Um forte compromisso com a transmissão e a experiência compartilhada está no cerne do projeto. Um espaço compartilhado para troca, escuta atenta, inclusão e criação coletiva. Esse processo permite que a obra seja continuamente reativada e remodelada pelas pessoas que participam dela, tornando cada apresentação um encontro único entre a prática artística e a comunidade local.
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TAOUFIQ IZEDDIOU descobriu a paixão pela dança contemporânea em Marraquexe através de uma formação que o próprio descreve como selvagem. Em 2003 fundou a Anania, a primeira companhia de dança contemporânea de Marrocos. Em 2005, criou o festival On Marche, em Marraquexe. Em 2003 criou a primeira formação de dança em Marrocos: Al-Mokhtabar (O Laboratório). As coreografias de Izeddiou foram apresentadas no Danse Afrique Danse, Montpellier Danse, Charleroi Danse, Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-St-Denis, CND em Paris, Festival de Marseille, Tanzquartier em Viena, HAU em Berlim, TransAmériques no Canadá. Em 2019, Taoufiq Izeddiou foi nomeado Chevalier des Arts et des Lettres. É artista associado da VIADANSE – Centre Chorégraphique National de Bourgogne Franche-Comté em Belfort, apoiado pelo Ministério da Cultura e Comunicação (FR).

Lab/ Performance com MARCELO EVELINPROCESSO QUIMÉRICO14 a 19 de SETEMBROLab: segunda a sexta – 18h às 22hApresentação: 1...
22/07/2026

Lab/ Performance com MARCELO EVELIN
PROCESSO QUIMÉRICO

14 a 19 de SETEMBRO
Lab: segunda a sexta – 18h às 22h
Apresentação: 19 de setembro, sábado às 20h
Local: Casa da Dança – Ponto de Encontro
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Uma semana de investigação teórica-prática com o coreógrafo Marcelo Evelin, que mergulha em um processo de ativação do imaginário pessoal de cada participante, no intuito de ampliar suas capacidades de dançar, falar, cantar, performar, sonhar, manter-se de pé, ficar em silêncio e se posicionar no mundo.

Figurativamente o termo quimera alude a qualquer (de)composição fantástica, absurda, monstruosa ou incoerente, constituída de elementos disparatados, híbridos ou incongruentes, e pode significar também utopia, como um lugar que (ainda) não existe.

Foto: Elliot Dehaspe
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Local: Casa da Dança – Ponto de Encontro
Destinatários: Aberto a toda e qualquer pessoa disponível a ser atravessada e transformada pelo outro, com ou sem experiência em artes performativas.
Participação: gratuita

Inscrição: mediante preenchimento de formulário, disponível em www.casadadanca.pt (a partir de 24 de julho). Vaga sujeita a seleção dependendo do número de participantes inscritos.
Requisitos obrigatórios: disponibilidade durante todo o período da residência e participação na apresentação pública
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MARCELO EVELIN – Bailarino, coreógrafo e pesquisador. Vive entre Teresina e Amsterdão e trabalha no Brasil, Japão e em vários países da Europa como artista independente à frente da Plataforma Demolition Incorporada, baseada no CAMPO, um espaço de Residência e Resistência das Artes Performáticas em Teresina, no Piaui. Os seus espetáculos “De Repente F**a Tudo Preto de Gente”, “Batucada” e “A Invenção da Maldade” circulam atualmente por teatros e festivais do mundo. Ensina na Escola Superior de Artes de Amsterdão desde 1999 e cria projetos em universidades e cursos de mestrado, entre eles ISAC (Bruxelas), Museu Reina Sofia (Madrid), EXERCE (Montpellier) e CND (Paris). Em 2019 recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Piauí. Em 2020 criou “And Yes, I sad Yes, I will Yes” para Coroline Eckly/Companhia Carte Blanche (Bergen,Noruega), “Drama” para La Manufacture (Lausanne, Suíça), “La Nuit Tombe Quand Elle Veut” (Rennes, França) em colaboração com Latifa Laabissi, e reapresentou o seu solo “ai, ai, ai” (1995) no Festival d’Automne em Paris. Em 2022 recriou o acontecimento performático BARRICADA para o Festival Transborda (Almada, Portugal) e estreou UIRAPURU a mais recente criação da Plataforma Demolition Incorporada.

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

Na última sexta NICOLE GOMES partilhou o processo de DESERTO JÁ FOI FLORESTA na Casa da Dança em Almada.Fotos: Violena A...
20/07/2026

Na última sexta NICOLE GOMES partilhou o processo de DESERTO JÁ FOI FLORESTA na Casa da Dança em Almada.

Fotos: Violena Ampudia

DESERTO JÁ FOI FLORESTA é um dos três trabalhos selecionados para o “Apoio à Criação 2026”, uma parceria entre o Forum Dança e a Casa da Dança.

DESERTO JÁ FOI FLORESTA é uma investigação em forma de des-instalação performativa, um território híbrido em que materialidades são ativadas. Uma linha espiralar que transita de uma experiência aparentemente árida, vazia e inabitada que se transforma em um ecossistema vibrante, diverso, onde corpos, coisas e fantasmas coexistem. A pesquisa explora a revelação do espaço e do corpo como um processo de escavação: camadas que provavelmente não se notam ao primeiro plano, pouco a pouco se manifestam na inversão do tempo – voltar para avançar, cavar para encontrar começos, ou talvez aquilo que já tenha sido.
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Criação e performance: Nicole Gomes
Colaboração e performance: Natália Mendonça
Assistência dramatúrgica: Josefa Pereira
Acompanhamento artístico e vocal: Bruno Brandolino
Acompanhamento artístico: Lucas Damiani e Bibi Dória
Luz e Som: Gabriela Ladra
Figurino: Rafaela Salgueiro e Nicole Gomes
Produção: Kora Criativa
Produção executiva: Bebel Coelho
Apoio residências: Real Pelágio, Piscina, Interferências, Linha de Fuga
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NICOLE GOMES – Brasileira, vive em Lisboa. Artista criadora performer, atua nas artes performativas com projetos que investigam sobretudo a relação e fricção entre corpo, matéria e espaço, interessando-se pela construção de novas ficções, subjetividades e paisagens, na busca de um diálogo multidisciplinar entre as artes performativas e as artes visuais. Acredita na coletividade como prática fundamental dos seus processos criativos e na potência dos encontros como forma de criação. É graduada em Licenciatura em Dança, Teatro, Fundamentação em Artes Visuais e participou do PACAP 5.

BORDER DANCE - TAOUFIQ IZEDDIOUPartilha Lab/Performance 25 JULHO | SÁBADO | 20H​Local: Casa da Dança Entrada livrereserv...
17/07/2026

BORDER DANCE - TAOUFIQ IZEDDIOU
Partilha Lab/Performance

25 JULHO | SÁBADO | 20H
​Local: Casa da Dança
Entrada livre
reservas: [email protected]
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BORDER DANCE questiona a própria essência do que constitui a dança, explorando seus limites, suas transformações e as fronteiras que a definem — e a desafiam.

Na interseção da dança contemporânea, das práticas Gnawa e da cultura flamenca, a peça investiga como a dança pode emergir do ritmo compartilhado, da repetição e da presença coletiva. Explora a ressonância do coletivo, estados de transe, obsessão, liberdade e autenticidade. Através desses encontros, a obra busca uma energia que flui, conecta e transcende fronteiras, reunindo corpos, culturas e experiências de diversas origens.

Um forte compromisso com a transmissão e a experiência compartilhada está no cerne do projeto. Um espaço compartilhado para troca, escuta atenta, inclusão e criação coletiva. Esse processo permite que a obra seja continuamente reativada e remodelada pelas pessoas que participam dela, tornando cada apresentação um encontro único entre a prática artística e a comunidade local.
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TAOUFIQ IZEDDIOU descobriu a paixão pela dança contemporânea em Marraquexe através de uma formação que o próprio descreve como selvagem. Em 2003 fundou a Anania, a primeira companhia de dança contemporânea de Marrocos. Em 2005, criou o festival On Marche, em Marraquexe. Em 2003 criou a primeira formação de dança em Marrocos: Al-Mokhtabar (O Laboratório).
As coreografias de Izeddiou foram apresentadas no Danse Afrique Danse, Montpellier Danse, Charleroi Danse, Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-St-Denis, CND em Paris, Festival de Marseille, Tanzquartier em Viena, HAU em Berlim, TransAmériques no Canadá. Em 2019, Taoufiq Izeddiou foi nomeado Chevalier des Arts et des Lettres. É artista associado da VIADANSE – Centre Chorégraphique National de Bourgogne Franche-Comté em Belfort, apoiado pelo Ministério da Cultura e Comunicação (FR).

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

DESERTO JÁ FOI FLORESTA  💥 Partilha de Processo de NICOLE GOMES17 de julho, sexta às 19hLocal: CASA DA DANÇA – Ponto de ...
01/07/2026

DESERTO JÁ FOI FLORESTA 💥 Partilha de Processo de NICOLE GOMES
17 de julho, sexta às 19h

Local: CASA DA DANÇA – Ponto de Encontro
Entrada livre
Reservas: [email protected]
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DESERTO JÁ FOI FLORESTA é um dos três trabalhos selecionados para o “Apoio à Criação 2026”, uma parceria entre o Forum Dança e a Casa da Dança.

DESERTO JÁ FOI FLORESTA é uma investigação em forma de des-instalação performativa, um território híbrido em que materialidades são ativadas. Uma linha espiralar que transita de uma experiência aparentemente árida, vazia e inabitada que se transforma em um ecossistema vibrante, diverso, onde corpos, coisas e fantasmas coexistem. A pesquisa explora a revelação do espaço e do corpo como um processo de escavação: camadas que provavelmente não se notam ao primeiro plano, pouco a pouco se manifestam na inversão do tempo – voltar para avançar, cavar para encontrar começos, ou talvez aquilo que já tenha sido.

Foto: Susana Chicó

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Criação e performance: Nicole Gomes
Colaboração e performance: Natália Mendonça
Assistência dramatúrgica: Josefa Pereira
Acompanhamento artístico e vocal: Bruno Brandolino
Acompanhamento artístico: Lucas Damiani e Bibi Dória
Luz e Som: Gabriela Ladra
Figurino: Rafaela Salgueiro e Nicole Gomes
Produção: Kora Criativa
Produção executiva: Bebel Coelho
Apoio residências: Real Pelágio, Piscina, Interferências, Linha de Fuga
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NICOLE GOMES – Brasileira, vive em Lisboa. Artista criadora performer, atua nas artes performativas com projetos que investigam sobretudo a relação e fricção entre corpo, matéria e espaço, interessando-se pela construção de novas ficções, subjetividades e paisagens, na busca de um diálogo multidisciplinar entre as artes performativas e as artes visuais. Acredita na coletividade como prática fundamental dos seus processos criativos e na potência dos encontros como forma de criação. É graduada em Licenciatura em Dança, Teatro, Fundamentação em Artes Visuais e participou do PACAP 5.

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

Lab: Composição em Tempo Real (CTR) com CLÁUDIA DIAS💥 18 de julho – sábado, das 15h às 18h.📣 Inscrições abertas!-----Lab...
29/06/2026

Lab: Composição em Tempo Real (CTR) com CLÁUDIA DIAS
💥 18 de julho – sábado, das 15h às 18h.
📣 Inscrições abertas!
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Labs CTR | Composição em Tempo Real

Formação na área da improvisação e composição que usa como ferramenta teórico-prática a Composição em Tempo Real (CTR), criada por João Fiadeiro.
Aplicada no contexto artístico, a CTR constitui uma ferramenta de trabalho para lidar com o desconhecido, uma vez que nesta prática não existe um guião pré-definido. Nesse sentido, pode ser entendida como uma técnica de improvisação embora ultrapasse largamente essa categorização. Esta técnica tem um modo operativo estruturado a partir de um quadro espacial, temporal e funcional e é apoiado por princípios orientadores.
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Cláudia Dias – Coreógrafa, performer, formadora, diretora dos projetos Sete Anos Sete Peças, Sete Anos Sete Escolas, A Coleção do Meu Pai e ARECA. Fundadora da SETE ANOS/COMPANHIA DE DANÇA DO SEIXAL, onde desempenha as funções de direção artística e coreógrafa.
Iniciou a sua formação em dança na Academia Almadense, foi bolseira na Companhia de Dança de Lisboa, concluiu o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea no Fórum Dança e o Mestrado em Artes Cénicas na UNL. Foi bailarina no Grupo de Dança de Almada. Foi artista associada da Re.Al e do Espaço do Tempo e artista residente no Alkantara.
Nomeada para o Prémio Melhor Coreografia de 2013 e 2017 pela SPA. As suas peças foram escolhidas pela crítica especializada nacional por diversas vezes para figurarem entre as melhores do ano.
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Local: Casa da Dança / Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro

Destinatários: Pessoas com ou sem experiência anterior na CTR, com interesse por modos de operar em colectivo e com disponibilidade para experimentar práticas de improvisação e composição com o corpo.

Número máximo de participantes: 15
Participação gratuita.

Inscrições para o Lab de 18 de julho 2026 através do formulário disponível aqui:
https://www.casadadanca.pt/claudiadias2026/

As inscrições serão aceites por ordem de receção, até ao preenchimento das vagas.
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Sete Anos - Associação Cultural

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

FESTA NA PLANTAÇÃO - Partilha de processo💥 Residência de THAIS DI MARCO 💥27 JUNHO | SÁBADO | 19:00​Local: Casa da DançaE...
17/06/2026

FESTA NA PLANTAÇÃO - Partilha de processo
💥 Residência de THAIS DI MARCO 💥

27 JUNHO | SÁBADO | 19:00
​Local: Casa da Dança
Entrada livre

FESTA NA PLANTAÇÃO é uma nova criação em grupo que transforma a tradicional festa junina brasileira em uma experiência de teatro participativo. A obra parte da encenação de um casamento fictício dentro de uma plantação, onde o público não entra como espectador, mas como convidado da celebração.

As festas juninas no Brasil são celebrações populares que acontecem em territórios marcados por histórias de colonização, deslocamento forçado e encontros culturais entre povos indígenas, africanos, europeus, asiáticos e do Oriente Médio. A obra reativa esse contexto no presente, atravessando temas como mudança climática, migração, agronegócio, família, território, conflito e convivência.

Durante a performance, performers encarnam figuras sociais reconhecíveis, como noiva, padre, dono da terra, policial, ativista, amante ou político. A cerimônia se desenvolve de forma aberta, entre dança, humor, tensão e improvisação, revelando as forças que estruturam a vida coletiva.
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Thais Di Marco (elu/delu) é uma artista multidisciplinar, diretora de artes performativas e pessoa q***r de descendência Romani, nascida em São Paulo, com raízes na comunidade de Candomblé de Redandá, em Cipó-Guaçú, e Caixeira do Divino da Casa de Nagô, em São Luís do Maranhão. Vive e trabalha em Amsterdã desde 2017. Em 2018, graduou-se no DAS Choreography, após desenvolver pesquisa no Benim com o artista Romuald Hazoumè. Seu trabalho articula movimentos decoloniais, ritual, pensamento crítico, arte experimental e humor, com colaborações junto ao EZLN no México, o espaço Bon Gah no Irã, Mujeres Creando na Bolívia, o mestre de Lucha Libre El Gladiador e movimentos Romani na Europa. Em 2024, recebeu o prêmio 3 Package Deal da cidade de Amsterdã. Apresentou trabalhos em instituições como Stedelijk Museum, Frascati, Framer Framed, WORM, De Singel, Arenberg e Centrale Fies. É diretora da Stichting The Goldfish Bleeding in a Sea of Sharks, da BIXARIA e do CÍRCULO. Em 2026, estreou The Obsessors, em coprodução com De Singel, ICK Dans Amsterdam e parceiros.

Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

Endereço

Rua Trindade Coelho 3
Almada
2800-297

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