Céu de Nazca

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30/11/2022

AS SETE LINHAS DA UMBANDA – OS EXÉRCITOS DOS ORIXÁS

‘As sete linhas da Umbanda são formadas por exércitos espirituais, comandados por um determinado Orixá. As linhas, ou vibrações, foram ratificadas em um congresso realizado no Rio de Janeiro, em 1941, 33 anos após a fundação da Umbanda. Este foi o Primeiro Congresso Brasileiro de Umbanda. Os nomes e configurações das sete linhas da Umbanda podem variar. Cada uma, existe por um propósito, que protege e influencia a vida de todos. Neste artigo, vamos falar um pouco sobre as sete linhas da Umbanda.

AS SETE LINHAS DA UMBANDA

As linhas tradicionais, de acordo com as doutrinas dos terreiros, possuem poderes cósmicos, se subdividem e incluem todas as entidades da Umbanda. Conheça cada uma das linhas ou vibrações.

As sete linhas da Umbanda – Linha Religiosa

Dentre as sete linhas da Umbanda, a Linha Religiosa é comandada por Oxalá. Ela representa o início, a criação, a imagem de Deus e a luz solar. Oxalá possui sincretismo com Jesus Cristo e a composição desta linha é formada por caboclos, pretos velhos, santos católicos e o povo do Oriente. Ela é a primeira das sete linhas da Umbanda e representa a religiosidade e a fé. As entidades desta linha são calmas e se expressam com elevação. Os pontos cantados de Oxalá invocam grande misticismo, porém são raros de ser escutados hoje em dia, pois dificilmente assumem uma “Chefia de Cabeça”.

As sete linhas da Umbanda – Linha do Povo D’água

Esta linha é comandada por Iemanjá. Ela representa a gestação, o divino, a mãe de todos os Orixás. Iemanjá tem sincretismo religioso com Nossa Senhora da Conceição. A composição de sua linha é formada por orixás femininos, ondinas, náiades, sereias, caboclas dos rios e das fontes, ninfas e marinheiros. As vibrações destas entidades são serenas e trabalham com a água do mar. Os pontos cantados de Iemanjá possuem lindos ritmos e costumam falar sobre o mar.

As sete linhas da Umbanda – Linha da Justiça

Das sete linhas da Umbanda, um dos destaques é a Linha da Justiça. Ela é liderada pelo Orixá da Justiça, Xangô. O Orixá Xangô comanda a lei kármica, dirige as almas e rege a balança universal, que influência nosso estado espiritual. O exército da Linha da Justiça é composto por advogados, cablocos, pretos velhos, juristas e policiais. O sincretismo religioso de Xangô é com São Jerônimo. Os pontos cantados deste Orixá transportam para os sítios vibracionais como cachoeiras, montanhas e pedreiras.

As sete linhas da Umbanda – Linha das Demandas

O Orixá Ogum é o comandante da Linha das Demandas. Esta linha rege a fé, as batalhas da vida e salva os aflitos. Ogum é o senhor da glória ou da salvação, ele mede as consequências do Karma. No misticismo, é conhecido por defender os guerreiros. Seu sincretismo religioso é feito com São Jorge. O exército da linha é composto por baianos, boiadeiros, caboclos, ciganos, eguns (almas) e exus de lei. Os Caboclos do Orixá Ogum andam de um lado para o outro, possuem vivacidade e falam de forma forte. As preces cantadas de Oxum fazem invocações para a luta pela fé, batalhas, guerras, etc.

As sete linhas da Umbanda – Linha dos Caboclos

Esta linha pertence ao Orixá Oxossi, que tem sincretismo religioso com São Sebastião. Ele é o regente das almas e atende na doutrina e na catequese. Seus trabalhos, conselhos e passes são calmos e sua entidade fala serenamente. Seu exército é composto por boiadeiros, caboclos e índias. Seus pontos são cantados para invocar as forças da espiritualidade e das matas.

As sete linhas da Umbanda – Linha das Crianças

A Linha das Crianças é regida por Iori, sincretizado como Cosme e Damião. Suas entidades, têm vozes infantis e serenas. São protetores das crianças e gostam de comer doces sentados no chão. A composição do exército é formada por crianças de todas as raças. Os pontos cantados de Iori podem ser alegres e tristes, geralmente falam em Papai e Mamãe do Céu e em mantos sagrados.

As sete linhas da Umbanda – Linha das almas ou dos Pretos Velhos

Esta linha é designada a combater o mal sempre que for manifestado. O líder da linha é o Orixá Iorimá, que é sincretizado com São Benedito. Os Pretos Velhos são os mestres da magia, que velam as formas kármicas. Representam a doutrina, os fundamentos e ensinamentos. Realizam suas consultadas sentados e fumando ca*****os. Eles pensam muito antes dizer algo, e falam de forma compassada. O exército desta linha é formado por pretos e pretas velha de todas as nações. Os pontos cantados da linha dos Pretos Velhos possuem melodias tristonhas e melancólicas, com ritmos compassados.

As sete Linhas da Umbanda, as Legiões e as Falanges

Além das sete linhas da Umbanda, existem as sete legiões, que também possuem um líder. As legiões, dividem-se em falanges, que também têm seus chefes. Ainda existem as sub-falanges, que acompanham a mesma configuração. As divisões seguem uma regra lógica, determinada pela religião Umbanda.

30/11/2022

▪︎ Mujer Estelar Nazca

Sacerdotiza de la cultura Nazca con tatuajes, basados en piezas de Cerámica Nazca (un ser antropomorfo en cada nalga, y seres celestes que conformarían el universo). también se toma en cuenta la deformación craneana y peinado de esta sabia cultura del antiguo Perú.

En el antiguo Perú, la mujer estuvo vinculada a la vida, la fertilidad, a la naturaleza floreciente e incluso a seres celestes como la luna y las estrellas.
Las figurillas Nazca son muestra de ello, muestran su cuerpo desnudo habitado por esferas celestes, las convierten en el manto mismo del universo como dadora de vida. Fueron creadas hace aproximadamente 1500 años y representan el poder reproductor femenino.

¿Te imaginas vivir en medio del desierto en aquellos tiempos?

A pesar de lo adverso de su entorno, los nazcas desarrollaron ingeniosos sistemas de obtención de agua llamados "puquios" que los permitieron desarrollar la actividad agrícola y sobrevivir en medio del desierto. Pero en medio de ese desierto costero, las largas épocas de sequía podían llegar a ser tan devastadoras que causaban crisis social y hambruna colectiva, perjudicando incluso la fertilidad de las mujeres. Por ello los nazcas realizaban rituales y ceremonias para pedir a los dioses por la fertilidad de la tierra.

Incluso esta búsqueda estaría asociada según algunas investigaciones a las famosas Líneas de Nazca que transformaron el inhóspito desierto en un gran espacio ritual. En esos rituales pequeñas figurillas eran utilizados como símbolo de fertilidad para propiciar las tan ansiadas lluvias. Con ello nos permiten conocer el importante papel que cumplían las mujeres en el antiguo Perú, no sólo por su facultad reproductiva, sino por permitir la transmisión de saberes, ritos y tradiciones de generación en generación.

Imagen: Alvaro lujan

13/11/2022
20/10/2022

▪︎ La trágica vida de la Qoya Cura Ocllo - La última reina Inca

Desde su infancia, tuvo que vivir la cruenta guerra civil fratricida, donde prácticamente fue aniquilada la panaca del Inca Huáscar. Uno de los sobrevivientes, Manco Inca, fue nombrado Inca por los españoles tomando como esposa a su hermana Cura Ocllo según la tradición incaica.

Al inicio vieron a los españoles como salvadores, wiracochas que llegaron del mar para acabar con tan terrible guerra y vengar los crímenes de Atahualpa contra su panaca, por ello los ayudaron en todo lo que pedían, incluso entregándoles el sagrado oro del Coricancha.

Esto cambió cuando Gonzalo Pizarro quiso tomar a Cura Ocllo para él mismo. Manco Inca trató de convencerlo de tomar otras esposas, le ofreció incontables indígenas, las más bellas de Los Andes, pero Gonzalo Pizarro estaba empecinado con Cura Ocllo. Se dice que incluso Manco Inca llegó a buscar a la indígena más parecida a su esposa y vestirla igual a ella, entregándosela a Gonzalo Pizarro aprovechando que el efecto de la embriaguez cubra el engaño. No fue así y al darse cuenta de la treta, Gonzalo Pizarro mandó a encerrar a Manco Inca y tomar a Cura Ocllo a la fuerza.

Este fue el detonante para iniciar la sublevación de Manco Inca, el quiebre de la alianza con los españoles y la rebelión más grande hasta entonces para expulsarlos del territorio. Se podría decir que Cura Ocllo fue la Helena de Troya de este lado del planeta al detonar su secuestro tan terrible guerra. La Historia nos enseña que te puedes meter con el oro sagrado, pero no con la esposa.

En todo momento, Cura Ocllo apoyó a Manco Inca en su sublevación, por eso fue un duro golpe al Inca cuando ella cayó prisionera de los Pizarro. Gonzalo Pizarro, aún resentido por su rechazo, ordenó a todos sus hombres violarla, pero ella se resistió usando la fuerza como colocándose sustancias apestosas que provoque nauseas en los hombres que querían acercársele.

Conociendo su importancia para el Inca, la usaron para forzar su rendición. Si no se rendía, sería torturada y asesinada. Manco Inca se mantuvo firme en su rebelión por lo que Cura Ocllo fue entregada a los cañaris, que aún tenían la sangre en el ojo por los abusos que Atahualpa cometió contra ellos, para que se desquiten con Cura Ocllo.
Ellos la desnudaron, la amarraron a un palo y la golpearon. Los españoles miraban atónitos como la coya del Inca no emitía siquiera un quejido ante la brutal golpiza. Por lo que los cañaris cargaron sus arcos y la usaron como blanco para disparar sus flechas.

Los españoles, a pesar de estar acostumbrados a la guerra y la muerte, observaban consternados como Cura Ocllo resistía en silencio cada uno de los flechazos. Pedro Pizarro llegó a escribir en su crónica: "¡Uno no puede sino admirar a una mujer que no se queja ni habla ni emite un solo gemido de dolor de las heridas mientras muere!".

Finalmente, sus últimas palabras fueron retadoras ante sus agresores cañaris gritándoles de forma desafiante: "¿Sacan su ira con una mujer?... Dense prisa y acaben conmigo y así podrán satisfacer todos sus deseos".
No contentos con la tortura, una vez mu**ta colocaron su cuerpo en una canasta y lo enviaron flotando en el río Vilcanota para ser encontrado por los hombres de Manco Inca. Pocos días más tarde, Manco Inca recibió el cadáver destrozado y quedó "abatido y desconsolado por la muerte de su esposa. Lloró y agonizó por ella, pues la amaba mucho y regresó (con su cuerpo) retirándose a Vilcabamba".

Imagen: Estatua de Cura Ocllo en Ollantaytambo - Cusco.

15/07/2022

🏹 Sobre Oxóssi 🏹

Não há Ògún sem Ọ̀ṣọ́ọ̀sì (Oxóssi) e nem Ọ̀ṣọ́ọ̀sì sem Ògún. A relação de cumplicidade, amor e irmandade entre os dois deuses caçadores é tamanha que em muitas famílias tradicionais de Ògún na Nigéria utilizam somente um ojúbọ (assentamento / local de culto) para cultuar e reverenciar ambos, não sendo essa, contudo, uma prática que há em minha família espiritual.

Tratar da relação entre Ògún e Ọ̀ṣọ́ọ̀sì requer desconstruir certos estigmas sociais e de gênero que existem na sociedade brasileira. Ọ̀ṣọ́ọ̀sì é muitas vezes louvado como “ìyàwó Ògún”, cuja tradução literal seria “esposa de Ògún”. Ọ̀ṣọ́ọ̀sì, o grande caçador, é, na verdade, o grande companheiro de Ògún, cuja função social / simbólica de proteção da casa é, dentro da sociedade yorùbá, muitas vezes dada à mulher. Embora eu desconheça a variabilidade de gênero de Ọ̀ṣọ́ọ̀sì em terras yorùbá, não descarto a possibilidade dessa existir e é meu dever respeitar tal tradição caso exista.

Quando Ògún travava suas batalhas e ia para guerras distantes, era Ọ̀ṣọ́ọ̀sì aquele que ficava com a incumbência de proteger a população e a cidade de possíveis invasores e perigos.

Além disso, devemos desconstruir a masculinidade tóxica que nos cerca. Ọ̀ṣọ́ọ̀sì ama Ògún e Ògún ama Ọ̀ṣọ́ọ̀sì, demonstrando que não há nada de errado em dois homens sentirem afeto não-sexual/romântico/atrativo um pelo outro. São irmãos, companheiros, amigos, leais um ao outro. Aquele que deseja compreender Ògún deve necessariamente compreender Ọ̀ṣọ́ọ̀sì, seu primeiro e maior aprendiz.

Rogo a esses dois grandes deuses que abençoem a relação que tenho com meus irmãos, cujo vínculo, embora não seja sanguíneo, é tão significativo e importante em minha vida. E rogo também a eles que façam minha vida próspera e resistente tal qual ambos são. Ògún yè mo yè! Ọdẹ o! Èepàà Ọ̀ṣọ́ọ̀sì!

Ọ̀ṣọ́ọ̀sì a gbé wa o! Que Oxóssi nos abençoe!

Ológún Ògúndáre

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