11/09/2022
CIDADE DE BABILÔNIA
CAPÍTULO 1
Boa leitura
Todos nós fomos estrangeiros um dia.
Todos vamos padecer de algo um dia.
Todos serão traídos um dia.
Todos morrerão um dia.
NEW YORK - Ano 2025
seja uma boa pessoa e eu f**arei muito agradecida. E por favor, se for arrumar um namorado, não escolhe alguém que a vida dele se resume em fatos, cara trancada. Não quero ouvir que você foi presa por espancar o filho alheio por ser mal humorado. - Disse Larissa.
Os amigos não abandonam os outros amigos. Não é a primeira vez que você faz isso. Eu sempre quis ser alguém que te ajudasse sempre, mas parece que em todas as suas decisões para superar algo, nunca estou incluído. - Disse Christian
NEWARK ( aeroporto ) - 20:30
Charlloth estava dormindo e sentia alguém mexendo o braço dela. De repente acordou assustada.
— calma! Sou eu. - disse Sheila rindo, enquanto se levantava. — Até para acordar você , tem que ser com jeito. Um dia desses levo algo que vou me arrepender.
Charlloth respirou fundo e olhou em volta. — Desculpa. Eu estava a sonhar. Algo não muito agradável.
— chegamos. Levanta e vamos sair daqui.
Charlloth levantou finalmente.
O tempo estava ruim. Muita chuva e elas não esperavam aquilo.
Charlloth é uma garota com 18 anos de idade. Pertence a família Castle, e tem um irmão gêmeo Christian. Personalidades diferentes mesmo sendo um pouco parecidos em algumas coisas. Charlloth perdeu o namorado faz alguns dias , morto por uma mulher , uma antiga inimiga de seus pais. Ela assistiu a mulher cortar a garganta do namorado sem puder fazer nada. Ficou traumatizada e perdeu o controle de sua vida. Como consequência, preferiu deixar a família , o país e se afastar de tudo e começar uma nova vida longe de tudo que lembra o namorado.
Depois de todos os processos, saíram do interior do aeroporto e foram até a estrada onde pegaram um táxi direito para Manhattan .
No caminho , Sheila ficou a olhar a vista pela janela enquanto Charlloth tentava dormir.
Sheila é uma ex empregada da casa da família Castle. Mas devido a confiança que conquistou da Família, Charlloth escolheu ela para ser sua companheira nessa nova etapa de sua vida. Viver juntas num país novo.
— já podemos ligar para a sua mãe? — perguntou alto.
— você não se cansa de falar com a Larissa? Por favor Sheila agora não. Depois ela não vai parar de falar e eu vou f**ar irritada.
— tudo bem. Você é quem manda.
Larissa Pires , mãe de Charlloth. Ainda não carrega o sobrenome Castle porque o grande senhor " Will Castle " ainda está se decidindo se casa ou não mesmo vivendo junto a muitos anos. Larissa não é o tipo de mãe que Charlloth ama bater um papo. As duas têm um temperamento muito forte. É praticamente duas cargas positivas entrando em choque e sempre não há uma boa conexão.
O táxi deixou elas num prédio onde f**a o apartameno e tiveram que subir até ao sexto andar.
— É essa, a nossa casa? — entraram no apartamento e ligaram as luzes.
— Parece que sim. Eu vou dormir um pouco , depois vamos ver bem isso. Por favor não me acorde.
Sheila ficou sozinha e não incomodou a Charlloth.
Os amigos não abandonam os outros amigos. Não é a primeira vez que você faz isso. Eu sempre quia ser alguém que te ajudasse sempre, mas parece que em todas as suas decisões para superar algo, nunca estou incluído. - Disse Christian
isso é mentira. Quando é que eu fiz isso responde? — perguntou Charlloth.
***
No dia seguinte por volta das 8 horas , Charlloth acordou e saiu do quarto ainda com a roupa de ontem. Encontrou a Sheila na cozinha a falar com a Larissa pelo vídeo chamada. Charlloth tentou voltar no quarto antes que Larissa notasse a sua presença, mas foi tarde. Larissa já gritou por ela teve que dar um sinal.
— já acordou! Bom dia. — disse Sheila. Virou nela enquanto Charlloth se aproximava com um sorriso falso.
Filha! Então, a viagem foi boa? A Sheila estava aqui a me contar umas coisas sobre a casa e mostrou um pouco para mim. Eu na verdade gostei, é perfeita para vocês, foi o seu pai que escolheu, sabia? E planos para hoje? Já têm algo pensado assim para hoje? Vocês podem ir ao Central Park é perto daí. Vocês podem ir ver o Arranha Céus de perto, Empire State Building , Broadway e, e , e...
Charlloth pegou no telefone e cortou a ligação.
— Hey! Porquê fez isso? — Sheila ficou surpresa com a atitude da Charlloth.
— a Larissa não cansa de falar. Eu já falei para você, esquece um pouco ela.
— Falavas pelo menos um bom dia mãe. Como passou a noite , chegamos bem e estou adorar aqui. Tens que evitar mostrar esse seu lado frio, você ainda é muito jovem.
— Sheila, você cozinhou pelo menos? Estou com fome.
— sim. Acordei cedo , comprei umas coisas e olha naquela mesa ai , tudo para você. — disse sorrindo.
Charlloth olhou para a Sheila e perguntou: — você tem certeza que dormiu mesmo?
Sheila começou a coçar a nuca. Charlloth comeu , preparou-se e as duas saíram. Foram conhecer a universidade Rockefeller. Depois foram dar uma volta e no final do dia voltaram para casa. Preparam o jantar e conversaram durante a refeição
Sheila teve a ideia de saírem as duas mais uma vez e ver a cidade de noite. Só para calar a boca da Sheila , Charlloth aceitou e saíram assim que terminaram de jantar. Posto na rua, avistaram com um grupo de manifestantes , mas não prestaram atenção sobre o que estavam gritando e o que queriam. Continuaram a caminhar até muito tarde. No final Sheila não aguentou mais e pediu para voltar. As duas chegaram no prédio por volta da meia noite. Como estavam muito cansadas , decidiram pegar o elevador. Encontraram quatro moços no elevador e um deles carregava consigo uma caixa.
Enquanto subiam, ninguém deu uma só palavra ao outro. Sheila estava muito cansada e apoiava sua cabeça no ombro da Charlloth com os olhos fechados. Charlloth estava acordada e reparou algo estranho num dos moços. Um deles ( que carregava a caixa ) suava muito e as pernas tremiam. Posto no 6° andar , os dois grupos saíram e o moço da caixa deixou cair um carregador de arma.
Ele baixou a rir para tirar enquanto olhava a Charlloth. Charlloth e Sheila entraram no apartamento e fecharam a porta.
— eu vou dormir. Estou morta. — disse Sheila.
— Espera! Você viu aquilo ? Era um carregador.
— carregador? Onde?
— Quando saímos do elevador. Um deles deixou cair um carregador , você não viu ?
— Charlloth é normal alguém deixar cair um carregador. Qual é o problema nisso? — perguntou rindo.
— Que carregador te referes? Eu estou a falar carregador de arma. Uma grande mesmo.
— e onde você viu carregador de
arma? Espera ! o que é um carregador de arma? Armas se carregam?
Charlloth revirou os olhos e mandou ela esquecer e ir dormir.
Charlloth não conseguiu dormir. Ficou a pensar naquilo quase a noite inteira. Por volta das 4 horas conseguiu pegar no sono e aconteceu de novo.
- Os amigos não abandonam os outros amigos. Não é a primeira vez que você faz isso. Eu sempre quis ser alguém que te ajudasse sempre, mas parece que em todas as suas decisões para superar algo, nunca estou incluído. - disse Christian
— isso é mentira. Quando fiz isso? responde. — perguntou Charlloth.
— Quando tínhamos 5 anos e a Odeth bateu em ti por causa da maçã. Choramos juntos trancados no quarto, mas quando você decidiu fugir de casa, nem sequer pensaste em mim. Você foi, e hoje estás a fazer a mesma coisa.
CONTINUA