Poetas D'Alma

Poetas D'Alma Festival Internacional de Poesia e Artes Performativas, POETAS D'ALMA
DE POESIA 20 anos

Moçambique domina Top 100 Mulheres Inspiradoras dos PALOPMoçambique domina a lista Top 100 Mulheres Inspiradoras dos Paí...
10/03/2026

Moçambique domina Top 100 Mulheres Inspiradoras dos PALOP
Moçambique domina a lista Top 100 Mulheres Inspiradoras dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) 2026, lançada hoje pela Womenice, no âmbito das celebrações do Mês Internacional da Mulher.
A lista que se encontra já divulgada nas plataformas da Womenice reúne 100 mulheres inspiradoras provenientes de Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, reconhecendo o contributo de mulheres que têm marcado a história e o presente destes países através da sua liderança, criatividade, inovação e compromisso social.
Entre as personalidades destacadas nesta edição encontram-se nomes amplamente reconhecidos na lusofonia africana, como Graça Machel, Paulina Chiziane, Lurdes Mutola, Fátima Mimbire, Quiteria Guirengane Leila Lopes, Maria Borges, Mayra Andrade, Vera Daves de Sousa, Filomena Fortes, Helena Semedo, Dina Salústio, Suzi Barbosa, Esperança da Costa.
De Moçambique, destacam-se ainda Gueta Chapo, Lizha James, Mingas, Renata Sadimba, Josina Machel. De Angola, Carolina Cerqueira, Ana Dias Lourenço, Nadir Tati, Micaela Reis, Pérola e Ary. De Cabo Verde, Elida Almeida, Naide Gomes, Anne-Marie Dias Borges, Anyse Pereira e Miriam Medina. Da Guiné-Bissau, Helena Nosolini Embaló, Eneida Marta, Odete Costa Semedo, Carmelita Pires e Catarina Tobarda. De São Tomé e Príncipe, Maria de Jesus Trovoada, Maria do Carmo Silveira, Maria das Neves, Nelma Fernandes e Edite Tenjua.
O processo de selecção foi conduzido por um comité liderado por Tania Tomé, presidente da Womenice, com a participação de Graça Sanches e Danielle Stsecki.
"O comité procurou assegurar um equilíbrio entre diferentes sectores de actividade — incluindo política, ciência, cultura, empreendedorismo, comunicação, artes, activismo social e desporto — bem como uma representação equilibrada entre os países dos PALOP", refere a Womenice, acrescentando que um dos elementos centrais desta edição é o compromisso com a inclusão e diversidade.
"A lista procura dar visibilidade a mulheres de diferentes contextos sociais, incluindo pessoas com albinismo, mulheres com deficiência e líderes que muitas vezes têm menos visibilidade mediática, mas que desempenham um papel fundamental na construção de sociedades mais inclusivas. (Jornal Notícias)

MOZ FIRE SOUND LEVA SOLIDARIEDADE AO PALCO DO NÚCLEO D'ARTEA banda moçambicana MOZ FIRE SOUND sobe hoje ao palco do Núcl...
30/01/2026

MOZ FIRE SOUND LEVA SOLIDARIEDADE AO PALCO DO NÚCLEO D'ARTE

A banda moçambicana MOZ FIRE SOUND sobe hoje ao palco do Núcleo D'Arte, em Maputo, para um concerto solidário com vista a angariar apoio para as vítimas das cheias que assolam o sul do país. A iniciativa é uma parceria do Colectivo POETAS D'ALMA, Núcleo D'Arte e o Restaurante Mana dos Artistas, que também organiza uma feira de artesanato e gastronomia moçambicana, para celebrar a riqueza cultural do país enquanto se apoia uma boa causa. Com uma mistura de sons e ritmos que reflectem a essência da música moçambicana, a banda composta por NayNay, Beauty Sitoe, Dagga, Cristalino e Ice, promete levar o público a uma jornada de emoções e solidariedade.
O evento contará ainda com a performance do poeta multifacetado, Féling Capela, que apresentará a sua poesia envolvente para somar à atmosfera de solidariedade e celebração cultural. Falando ao Notícias Online, NayNay, vocalista e compositora da banda, apela à solidariedade de todos os moçambicanos, destacando a importância da ajuda aos que perderam tudo nas cheias. "Cada moçambicano deve dar um pouco de si aos irmãos que tudo perderam... é também nosso dever e missão quanto cidadãos e artistas ajudar o próximo", rematou Nay. O público é convidado a juntar-se à causa, trazendo roupas, calçados e produtos não perecíveis para ajudar a minimizar o sofrimento das vítimas.

13/01/2026

Africa: where poetry and orality dance identity.

21/12/2025

Maria Caetano VilaLobos

POETAS D'ALMA: O Festival que Escreveu, em Colectivo, a Possibilidade de um Mundo NovoMaputo tornou-se a capital de uma ...
11/12/2025

POETAS D'ALMA: O Festival que Escreveu, em Colectivo, a Possibilidade de um Mundo Novo

Maputo tornou-se a capital de uma utopia audível e visível. Por onze dias, de 20 à 30 de Novembro, o VII Festival Internacional de Poesia e Artes Performativas - Poetas D’Alma, sob o tema “A Possibilidade de um Mundo Novo”, transformou a cidade num organismo poético. Galerias, ruas de bairro, casas-museu e centros culturais pulsaram como órgãos de um mesmo corpo, movidos por um sangue feito de palavras, ritmo e luz. Foi uma cartografia do afecto, uma prova prática de que o futuro não se prevê, mas constrói-se colectivamente, sílaba a sílaba.
O festival começou, significativamente, no IGR - Instituto de Guimarães Rosa, na baixa da cidade de Maputo, com uma exposição curada por Jorge Dias sobre a Consciência Negra ergueu-se como um contra-ponto vital. “A arte não é um acessório da nação; é a sua respiração e a sua memória crítica”, afirmou o curador. A mostra honrou José Craveirinha e Mia Couto, mas inclinou-se, com especial reverência, para as mulheres guerreiras, arquitetas da resiliência moçambicana. Dessa força ancestral, emergiu a voz de Paulina Chiziane, cujas palavras definiram o tom do festival: “Isto é a celebração da nossa ancestralidade. A poesia é a ferramenta para resgatar as vozes que a história quis apagar”.

A Transmissão da Chama: Encontros nos Lugares de Origem
O Poetas D’Alma operou numa lógica de proximidade. Após a abertura oficial, os artistas nacionais e internacionais foram conduzidos em peregrinação aos lugares-semente da cultura moçambicana. A visita à residência de Paulina Chiziane foi um ritual de transmissão íntima. O encontro com Mia Couto, por sua vez, foi uma semente lançada ao vento. Num jardim sombreado, o escritor recebeu o Colectivo e, após ouvir relatos do movimento, declarou: “Vejo neste festival uma árvore jovem, mas com raízes profundas. Continuem. A poesia de vocês não decora o mundo; ela pergunta, desarruma, reconstrói. Sigam escrevendo o universo que sonham”. Suas palavras, “Jovens, façam poesia e salvem o mundo”, transformaram-se num mantra que ecoou em todos os sotaques presentes.

A jornada prosseguiu até ao bairro do Aeroporto, à Casa Museu Malangatana. Lá, sob a orientação do artista Manguiza Malangatana, filho do pintor-poeta, o workshop sobre o mestre foi uma imersão tátil no seu universo. “Tocar nos seus pincéis, nos seus pigmentos de terra, é entender que a cor pode ser uma oração e um grito”, partilhou Thaíse Monteiro, poeta brasileira do Goiânia Clandestina. A emoção foi selada por Manguiza Malangatana Ngwenya, que, visivelmente comovido, afirmou: “Meu pai falava através das formas e das cores. Hoje, vejo a chama dele acesa em vocês. Malangatana estaria muito feliz pela vida que este colectivo dá”.

O Olhar que Revela o Invisível: Uma Aliança pela Imagem
Um dos momentos capitais, ainda pouco narrado, foi a visita ao Centro de Documentação e Formação Fotográfica (CDFF). Num gesto de profunda generosidade intelectual, a diretora Cecília Gonçalves conduziu os artistas de várias nacionalidades pelos arquivos do centro. Num silêncio reverente, ela apresentou a obra monumental do Mestre Ricardo Rangel, pioneiro do fotojornalismo moçambicano. “Rangel não fotografava eventos; fotografava o intervalo entre os acontecimentos. O olhar cansado de um trabalhador, a espera num autocarro, a luz poeirenta da tarde nos subúrbios de Maputo. Ele ensinou-nos a ver o extraordinário no tecido simples do dia”, explicou Gonçalves, enquanto folheava cópias de contacto que eram verdadeiros poemas visuais.
Para honrar esta visita, o CDFF preparou uma exposição especial com fotografias de Rangel, uma sessão Jam de Poesia Jazz e Mbira com o músico e construtor de instrumentos tradicionais, Maneto e Féling Capela, criando um diálogo silencioso e poderoso entre a imagem do passado, a música acústica e palavra poética do presente. “É uma convergência natural”, reflectiu Cecília Gonçalves. “A poesia e a fotografia de Rangel partilham a mesma missão: fixar a verdade fugidia, dar dignidade ao instante, questionar o que é visto”.
Deste encontro, nasceu mais do que inspiração; nasceu um compromisso. O CDFF e o Poetas D’Alma firmaram uma parceria estratégica. “Esta aliança”, anunciou Gonçalves, “visa criar oportunidades concretas para jovens fotógrafos e investigadores. Queremos residências, bolsas de estudo e publicações que cruzem o olhar da lente com o olhar da palavra. O futuro da memória visual de Moçambique depende destas pontes”.

A Trilha Sonora da Resistência e os Palcos da Inclusão
O festival soube orquestrar uma paisagem sonora tão diversa quanto a sua poesia. O concerto SOUL’ACÚSTICO foi uma celebração da fraternidade entre os artistas: a cantora poeta e compositora Flávia Carolina, do Brasil, a cantorane compositora de Eswatini, Leebombo e o cantor e compositor, Bhaka Yafole, enquanto a noite CLAVE DE SOUL aprofundou esse diálogo íntimo. O tributo FALA FELA elevou a energia ao transportar para Maputo o espírito de insuborduição do Rei do Afrobeat, Fela Kuti. A música, tal como a poesia de Fela, mostrou-se uma arma política dançante, um chamado à liberdade que ecoou pelas noites da capital no Mar À Vista.
Nos bastidores e no palco, a ética da inclusão foi um pilar. A performance teatral do Colectivo Goiânia Clandestina, do Brasil, foi um marco: acompanhada por interpretação em Língua de Sinais, garantiu que a sua mensagem de resistência periférica atravessasse todas as barreiras sensoriais. Foi a materialização do princípio que orientou o festival: diversidade é ser convidado; inclusão é ser chamado para dançar no centro.

O Legado: Um Poema que Não Termina
O encerramento, ao som da curadoria histórica dos DJs Maskoff e Dub Rui (este também baixista dos 340ml), não foi um ponto final. Foi um ponto de viragem. O festival deixou sementes plantadas: pinturas colectivas com a participação do público serão doadas à comunidade da Mafalala, uma parceria vital com o CDFF, e uma Feira do Livro que levou fragmentos deste mundo novo para casa.
Ao anunciar o tema para 2026, “Diálogos Globais: Arte, Poesia e Resistência”, o Poetas D’Alma confirmou a sua natureza de movimento perene. Em Maputo, durante aqueles onze dias, a possibilidade de um mundo novo deixou de ser uma abstração. Tornou-se respirável na alma, visível nas fotos de Rangel, palpável no aperto de mão entre Mia Couto e os jovens poetas, audível no silêncio respeitoso perante a obra de Malangatana, ensinamentos ancestrais da Paulina Chiziane.
O festival provou que o mundo novo não é um destino a alcançar, mas um verbo a conjugar no presente colectivo. É tecer, como fizeram as mulheres ancestrais. É fotografar, como ensinou Rangel. É incluir, como mostrou o Goiânia Clandestina. É, acima de tudo, continuar. Foi um poema escrito a muitas mãos, uma primeira estrofe poderosa de um épico que mal começou.

05/12/2025

Gratidão MIA COUTO

03/12/2025

03/12/2025

*Aviso Importante!*Devido ao mau tempo, o evento CLAVE DE SOUL “A Festa do Poeta” *agendado para hoje*, foi adiado e ser...
29/11/2025

*Aviso Importante!*

Devido ao mau tempo, o evento CLAVE DE SOUL “A Festa do Poeta” *agendado para hoje*, foi adiado e será adicionado ao evento FALA FELA! ’Alma

*Novo Local e Horário:*
Restaurante Mar À Vista, Avenida Marginal de Maputo, entre o Clube Naval e o Centenário, Domingo (30 Nov.) a partir das 15h00.

*Entrada Livre!*

Venha se juntar a nós para uma tarde de:
- *Poesia*
- *Música Acústica*
- *Dj Chilliout Music*
- *Live Painting*
- *Feira do Livro e Disco*

Não perca essa oportunidade de se conectar com a arte e a cultura!

28/11/2025

📍Fundação Fernando Leite Couto

27/11/2025

📍16Neto

Endereço

Moçambique, Marracuene, Macaneta
Maputo

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