07/01/2022
Eu era menina, bonita, fofinha
..Antes daquele mar de rugas me tomar como sua esposa, eu era a pureza que despia paz nos olhares da natureza;
E além de ser subvencionada como prosa, enfeitaram gargalhadas da minha mocidade
num poema de más intenções,
ilusões, enquanto fintavam a ingenuidade das minhas emoções,
Eu tinha apenas 13 anos,
quando os meu pais embalaram-me nas mãos de quem sequer soube abraçar os contraceptivos que compunham a saiota dos meus futuros planos
e apenas sabotava o meu â**s!
Eu dei o (S) porque a minha castidade desconhecia o abc-dário
Aos poucos rompi o ponteiro do relógio
Daí, em ondas de depressão encaxei o naufrágio;
Aquele homem, não só robou-me a escola
Ele trocou a luz que aflorava o meu sorriso
Trancou os meus sonhos
e pisou-me feito sola
E em cada suspiro despejou tristeza;
Em fim,
Moças como eu,
neste mundo de incautos existem em abundância
Que Deus nos cuide, pois cada dia f**a difícil sobreviver nessa vida desprovida de relíquias.
Pazé
Texto confeccionado por: Crimildo Saus
2020 Sentimentos
07/01/2022