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26/03/2020

- Que tal cuidar do seu? -

Tenho visto muitas premissas espirituais sendo aplicadas ao advento da pandemia e a maioria delas extremamente equivocadas ou mesmo desonestas, quando não são próprias réplicas de discursos de ódio. Absolutamente a linha oposta de qualquer espiritualidade verdadeira.

Há quem diga que o corona é um castigo de Deus. Não vou nem me demorar refutando estes. Quem vê Deus dessa maneira, como um carrasco castigador, está longe de ter qualquer autoridade para falar sobre Ele.

Desconfie também de quem diz que está havendo uma limpeza no mundo, como se quem morre fosse lixo e quem f**a fosse sei-lá-o-quê. Não dê ouvidos a quem promete um "povo escolhido" ou uma "terra prometida". Essas velhas promessas são reminiscências de um falso deus. Essas falácias partem do princípio errôneo de que a morte é um mal.

Existe sim um propósito espiritual para essa pandemia e sua consequente clausura: que o ser humano reflita sobre sua relação com a morte. Esta é uma das esferas mais involuídas da nossa nação planetária. Enquanto não reconhecermos a morte não como uma despedida, mas como uma promessa de reencontro, não conseguiremos acessar a escala de mundo onde a morte não é sinônimo de tragédia, sofrimento e dor.

Agora, reclusos em nossos lares, receberemos a notícia das mortes de pessoas queridas, sem a oportunidade de nos despedirmos dos corpos, afinal, os corpos não importam. Nos prepararemos para essas mortes com uma naturalidade forçada, pois não temos nada a fazer a não ser esperar, é aceitar ou aceitar. Reflitiremos sobre a possibilidade da nossa própria morte e talvez, apenas talvez, alguns de nós alcançemos a maturidade de abraça-lá como uma velha amiga.

Sim, o planeta está passando por uma transição, iniciando a Era da Regeneração e os desencarnes em massa fazem parte desse processo, como muitos mestres predisseram. No entanto, saber disso não é motivo para que nós, meros casulos à mercê da liberdade, comecemos a fazer juízo de valor sobre a morte de outrem.

Dentre os que morrem agora existem diversas causas e diversos destinos. Alguns serão realocados em outras escolas-planetárias semelhantes à Terra, pois não conseguiriam acompanhar a evolução progressiva para qual nos encaminhamos. Afora isso, há uma expressiva parcela dos que desencarnarem agora que partem justamente para reencarnar na Nova Terra. Há ainda indivíduos iluminados que desencarnam agora para, nos eventos que se sucedem, auxiliarem o trabalho no plano astral: morrer não signif**a descansar.

Por isso, não desperdicem o tempo de vocês para tripudiar sobre os mistérios da morte alheia. Se existe alguém que precisa temer alguma coisa nesse momento, somos nós que sobrevivemos ou sobreviveremos. Neste século, quem morre é por que está sendo poupado. E quem vive, é por que o seu destino ainda não foi decidido. Que tal cuidar do seu?

Marcos Paulo Moreira

20/01/2020

Talvez, apenas talvez, exista uma remota possiblidade de Roberto Alvim não ter feito sua homenagem nazista de caso pensado. Algumas repetições intermitentes de nossos ciclos de existência são frutos de memórias ancestrais. Ele seria, por isso, menos culpado? Nem um pouco.

Há quem refute essa teoria baseando-se no brilhantismo intelectual de Goebbels, ou mesmo de Hi**er, que os antagonistas atuais não possuem. Acontece que a perda de capacidade cognitiva ou o abrutamento da intelectualidade também pode ser uma resposta cármica, de uma vida para outra. Uma das maneiras do universo educar as cápsulas individuais de consciência (os espíritos) é regulando o acesso que esses indivíduos encarnados têm ao seu eu superior. Deste modo, evita que o devedor repita o mesmo "brilhantismo" de uma vida anteriormente amaldiçoada, para que num novo ciclo encarnatório não venha a influir tão gravemente sobre a realidade, enquanto está sendo reavaliado moralmente.

Outra questão que se deve considerar nesse caso é sobre a natureza de Hi**er e Bolsonaro... Pra mim hoje é muito claro que Hi**er não foi um espírito. Hi**er foi a consciência encarnada da egrégora de uma pátria. Quando um grupo de pessoas dispende energia por uma mesma causa ou ideia, essa energia condensada cria um campo de força chamado de egrégora. Essa egrégora é capaz de desenvolver uma consciência independente, uma espécie de gênio. Se necessário, o universo pode decidir por encarnar essa egrégora num indivíduo que surgirá justamente para educar a massa espiritual que a criou. Esse é um mecanismo de aprimoramento em massa das coletividades dentro da matrix.

O que eu me pergunto hoje é se Bolsonaro não é fruto desse mesmo mecanismo. Ou ainda se não é a mesma egrégora da Alemanha nazista realizando mais uma encarnação missionária.

No espiritismo, por exemplo, é comum encontrar teorias de que diversos personagens do nazismo vieram a reencarnar e viver suas reminiscências cármicas no Brasil. Alguns desses exemplos são os incêndios da Boate Kisses e do Edifício Joelma.

[INVASÃO  ] : "First: Eu odeio Yag Padrão. Sou a Hater n° 1 do  . E o silêncio ensurdecedor do Allan Kardec sobre a medi...
13/01/2020

[INVASÃO ] : "First: Eu odeio Yag Padrão. Sou a Hater n° 1 do . E o silêncio ensurdecedor do Allan Kardec sobre a mediunidade dessa gay? NEXT. Chico Xavier está revirando na tumba uma hora dessas. Uma padrãozinha, biscoitera, frequentadora da , que tira foto sem camisa na academia, chega falando que é MÉDIUM? Mas só podia ser branco fazendo branquicie. // Look by: Grifavela. Reparem na estampa de favela da brusinha, militei toda.

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