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22/08/2020
07/08/2020
07/08/2020

Q**m ku tene pusubilidade i tene pena de és mindjer ku ista na sufri pai djudal istana prisiza de ajuda urgenti nimsi si duno tene humbócadu ipudi djudal .

23/06/2020

Membro do comité central do PAIGC detido hoje em Bissau

Bissau, 20 jun 2020 (Lusa) - O membro do comité central do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) Armando Correia Dias foi hoje detido em Bissau, disse à Lusa fonte daquela formação política da Guiné-Bissau.

Armando Correia Dias, também empresário guineense e conhecido por N'Dinho, foi detido quando circulava numa viatura, como passageiro, onde seguiam mais duas pessoas, explicou a mesma fonte.

Segundo a fonte, Armando Correia Dias está detido na segunda esquadra em Bissau.

Numa mensagem divulgada na rede social Facebook, o PAIGC questiona se a "comunidade internacional é cúmplice ou patrocinadora de sequestros e torturas".

"O empresário Armando Correia Dias pode ser assassinado se algo não for feito para impedir uma tragédia anunciada. Estejamos todos vigilantes", acrescenta a mensagem.

A Guiné-Bissau tem vivido desde o início do ano mais um período de crise política, depois de Sissoco Embaló, dado como vencedor das eleições pela Comissão Nacional de Eleições, se ter autoproclamado Presidente do país, apesar de decorrer no Supremo Tribunal de Justiça um recurso de contencioso eleitoral apresentado pela candidatura de Domingos Simões Pereira.

Na sequência da sua tomada de posse, o Presidente guineense demitiu o Governo do PAIGC liderado por Aristides Gomes e nomeou para o cargo Nuno Nabian, líder da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau, que formou um Governo com o Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), o PRS (Partido de Renovação Social) e elementos do movimento de apoio ao antigo Presidente guineense, José Mário Vaz, e do antigo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior.

Em abril, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reconheceu Umaro Sissoco Embaló como vencedor das eleições presidenciais, apesar do recurso de contencioso eleitoral, e pediu a nomeação de um novo Governo, que respeitasse os resultados das legislativas de março de 2019, ganhas pelo PAIGC, até 22 de maio.

A União Europeia, União Africana, ONU, Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e Portugal elogiaram a decisão da organização sub-regional africana por ter resolvido o impasse que persistia no país, mas exortaram a que fossem executadas as recomendações da CEDEAO, sobretudo a de nomear um novo Governo respeitando o resultado das últimas legislativas.

O prazo imposto pela CEDEAO não foi cumprido e o Presidente guineense estendeu depois o mesmo até 18 de junho, admitindo dissolver o parlamento caso não houvesse um entendimento, e dando as rédeas para ultrapassar a situação ao presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassamá, que acabou por remeter o assunto para a plenária.

A comissão permanente do parlamento guineense anunciou terça-feira que a sessão ordinária de junho tem início no próximo dia 29.

Umaro Sissoco Embaló admitiu esperar pela sessão ordinária da Assembleia Nacional Popular antes de decidir se dissolve ou não o parlamento, perante o impasse para a formação de um Governo.

O parlamento guineense encontra-se dividido em dois blocos com ambos a reivindicarem a maioria parlamentar e a defenderem o seu direito de formar Governo.

O PAIGC venceu as legislativas de março de 2019 sem maioria e fez um acordo de incidência parlamentar com a Assembleia do Povo Unido -Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Partido da Nova Democracia e União para a Mudança, obtendo 54 dos 102 assentos no parlamento.

Logo no início da legislatura, o líder da APU-PDGB, Nuno Nabian, que ocupa agora o cargo de primeiro-ministro, incompatibilizou-se com o PAIGC e aliou-se ao Madem-G15, segunda força política do país, com 27 deputados, e Partido da Renovação Social, que elegeu 21 deputados.

Apesar da nova aliança, quatro dos cinco deputados da APU-PDGB mantiveram a sua lealdade ao acordo de incidência parlamentar assinado com o PAIGC.

Lusa

23/06/2020

Guiné-Bissau inicia preparativos para o Campeonato do Mundo de Patinagem 2021 que terá lugar na Argentina.

Os três jovens patinadores guineenses, nomeadamente M***a Só, Bidam Sambu e João Rodrigues, estão a receber formação em matéria da patinagem na Índia, com vista a participação do país no campeonato mundial de patinagem, isto depois da participação dos referidos jovens no campeonato mundial da modalidade no mesmo país, onde figurou o jovem patinador na quarta posição.

Informou à Rádio Jovem, este sábado 19 de junho de 2020, o patinador M***a Só. A ocasião serviu também para o atleta revelar que a principal desvantagem do país aquando da sua participação foi a pista de patinagem. Neste sentido, segundo ele, é urgente a melhoria de infraestruturas para a prática desta modalidade desportiva.

Dentre cinco mil participantes, M***a destacou-se e foi considerado o melhor entre os seus pares africanos.

Na sua conversa com a emissora da juventude guineense, M***a promete trazer a medalha de ouro do campeonato mundial de Patinagem 2021 que terá lugar nas terras das pampas, isto caso forem criadas as condições para os patinadores.

"Imagine a Guiné-Bissau sem pista e patins profissionais, mas mesmo assim conseguiu figurar na quarta posição, a frente dos grandes patinadores, razão pela qual, na verdade, se forem criadas as condições para os patinadores, vamos trazer mais medalhas" frisou o jovem patinador.

De salientar que a Guiné-Bissau foi vice-campeã africana de patinagem em 2015, na categoria de junior, realizado na cidade de Dakar (Senegal).

17/06/2020

Ontmoet de internationale cast van Into the Night, de eerste Belgische Netflix Original-serie: Jan Bijvoet, Stefano Cassetti, Babetida Sadjo, Ksawery Szlenki...

17/06/2020

PRESIDENTE GUINEENSE DISPONÍVEL PARA AJUDAR A RESOLVER CRISE NA LÍBIA

O Presidente da República da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, mostrou-se disponível para ajudar na busca de uma solução pacífica para a crise na Líbia, devido à sua ligação com o regime do Presidente Muammar Kadhafi.

Sissoco Embaló deixou esta garantia esta segunda-feira, 15 de junho, no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, antes da sua deslocação ao Congo, onde terá encontro com o seu homólogo Denis Sassou Nguesso, um dos membros do comité ad hoc de alto nível da União Africana (UA) sobre a crise líbia.

"Presidente Sassou Nguesso, é um dos membros que foi designado pela UA para ajudar a resolver a crise líbia e ele entende muito bem que eu posso contribuir na busca da solução para a crise, tendo em conta a minha ligação com a Líbia", explicou Sissoco Embaló.

Nesta visita oficial de 24 horas ao Congo, o Chefe de Estado guineense fará ainda uma paragem de algumas horas no Senegal, onde se avistará com o Presidente daquele país que tem fronteira com a Guiné-Bissau, Macky Sall, para trocar algumas impressões com o seu homólogo sobre a situação na Líbia.

Questionado pela imprensa sobre o plano bilateral entre a Guiné-Bissau, Senegal e Congo, Embaló garante que, durante encontros com os seus dois homólogos, a retoma da cooperação será abordada.

Na sua curta declaração aos jornalistas, Sissoco Embaló fez lembrar aos guineenses que o Presidente Denis Sassou Nguesso teve boa relação com os antigos Chefes de Estados guineenses, Luís Cabral e Nino Vieira.

A Líbia, que possui as reservas de petróleo mais importantes no continente africano, é um país imerso num caos político e securitário desde a queda do regime de Muammar Kadhafi em 2011.

No leste do país, existe um Governo rival, que apoia o marechal Khalifa Hafter, cujas forças lançaram uma ofensiva para capturar Tripoli em abril de 2019.

Duas autoridades disputam o controlo da Líbia: o GNA, reconhecido pela ONU; e um Governo e um parlamento no leste da Líbia sob o comando de Haftar.

Por: Plácido Cumeré

27/05/2020
27/05/2020

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