Coletivo Improvisadores Anônimos

Coletivo Improvisadores Anônimos Grupo de improvisação teatral dedicado à pesquisa e concepção de espetáculos originais e clássicos de long form. Direção de José Guilherme Vasconcelos.

12/27/2017

Trecho da entrevista com o mestre Keith Johnstone.

José Guilherme Vasconcelos - atores x improvisadores - Improvisação Teatral. Trecho de entrevista concedida a um grupo de improvisadores em Calgary, no curso...

Apresentação do CIA no festival universitário de Impro sediado na UNIRIO e UFRJ.
11/08/2017

Apresentação do CIA no festival universitário de Impro sediado na UNIRIO e UFRJ.

11/07/2017

Hoje o Coletivo está em festa pela estreia o novo espetáculo no 1° Festival Universitário de Impro. “O Monstro”. Será às 19h no Auditório Vera Janacopulos da Uni-Rio. A entrada é gratuita e haverá distribuição de senhas antes. Recomendamos chegar com pelo menos uma hora de antecedência!! Garanta seu lugar nesse dia histórico para nós! Esperamos todos!

https://www.facebook.com/festivaluniversitariodeimpro/videos/1741882119440032/

Mentira? Você perdeu o último capítulo da novela feito pelo CIA? Vou te contar o que eu li numa revista de fofoca no sal...
01/27/2017

Mentira? Você perdeu o último capítulo da novela feito pelo CIA? Vou te contar o que eu li numa revista de fofoca no salão de beleza.

Herodes (Tomaz Pereira) avisa aos seus pais (Gabriel Sardinha e Vera Pais) que irá lutar contra os filipinos. O Diabo (Bernardo Nunes) vê nisso a oportunidade de Herodes morrer e finalmente se sobrepujar a Jesus. Na caminhada de Herodes, uma estranha (Julia Leal) suplica que ele siga o destino dele e entrega um centeio (isso mesmo, centeio). Os pais desconfiados de que Herodes se danaria na guerra decidem ir atrás dele. O Diabo chama Judácia (Isabelle Gurgel) para seduzir Herodes para um área específica onde será atingido por uma flecha. O exército filipino é derrotado por Herodes com centeio porque eles são alérgicos. A moça estranha se revela Deus.
Judácia conquista Herodes e o leva para o local da sua morte. Ela o fere. Seus pais os salvam com centeio. Atacam o Diabo com centeio. Há a aparição de Deus.
Fim.

Na última quarta, dia 18, houve mais uma apresentação do CIA com o formato longo de improvisação chamado Horário Nobre -...
01/20/2017

Na última quarta, dia 18, houve mais uma apresentação do CIA com o formato longo de improvisação chamado Horário Nobre - A novela da vida. E foi a vez de apresentar a novela "A caminho de Tulani".
Semana que vem tem mais traição, problemas na sucessão da presidência da empresa, casamentos, assassinatos, ascensão social e, claro, muita intriga.

Amanhã tem o CIA no Quartas Improvisadas com o novo espetáculo "Horário Nobre - A Novela da Vida". Coloque o seu nome na...
01/17/2017

Amanhã tem o CIA no Quartas Improvisadas com o novo espetáculo "Horário Nobre - A Novela da Vida". Coloque o seu nome na lista amiga e pague apenas $ 15. É amanhã, às 20h. Coloque nos comentários seu nome para entrar na lista amiga. Vamos todos?

Vai ter muita beldade nesse palco!
01/17/2017

Vai ter muita beldade nesse palco!

E nessa semana, além da participação mais que especial de Júlia "Montenegro", embelezando a cena junto com as nossas musas Vera "Severo" e Isabelle "Pires", teremos mais.

Teremos ele, o galã do seriado "Quem Matou Carlos de Cujus":

Sardinha "Gianecchini"!

E nessa semana, além da participação mais que especial de Júlia "Montenegro", embelezando a cena junto com as nossas mus...
01/17/2017

E nessa semana, além da participação mais que especial de Júlia "Montenegro", embelezando a cena junto com as nossas musas Vera "Severo" e Isabelle "Pires", teremos mais.

Teremos ele, o galã do seriado "Quem Matou Carlos de Cujus":

Sardinha "Gianecchini"!

Quanta indecência e volúpia...! Que bom,porque é assim mesmo que a gente gosta :) Não podia ser diferente com uma novela...
01/14/2017

Quanta indecência e volúpia...! Que bom,porque é assim mesmo que a gente gosta :) Não podia ser diferente com uma novela improvisada cujo título foi "O mel dos seus lábios". Excelente estréia do Coletivo de Improvisadores Anônimos no palco da Cia. de Teatro Contemporâneo. Teremos ainda duas apresentações nas próximas quartas-feiras às 20:00 horas na Rua Conde de Irajá n° 253. E tem novo ator convidado na área...

01/02/2017

O Coletivo de Improvisadores Anônimos deseja a todos um excelente ano repleto de arte e alegria! E com o início do ano, o Coletivo marca presença no palco da Companhia de Teatro Contemporâneo todas as quartas do mês de janeiro a partir do dia 11/01, às 20:00 horas com um formato inédito de Long Form, que dizem que foi supervisionado (e aprovado) por ninguém menos do que Walcyr Carrasco.
E neste início de ano, momento de renovação e planejamento, trazemos um pequeno texto de um diretor americano sobre sua visão acerca do que ele considera importante em um ator. O texto a seguir sofreu pequenas adaptações e foi traduzido para o português.

"(...) A chave é vulnerabilidade. Todos os bons atores estão “nus” no palco, totalmente expostos. Vulnerabilidade verdadeira envolve uma grande coragem e generosidade: você, o ator, da ao público um presente, que é aquilo que realmente te assusta, te envergonha e te deixa vulnerável ao que é perigoso. Como ator, você está dizendo ao público: “Eu amo e confio tanto em vocês que vou mostrar de que maneira vocês podem me machucar”.
Quando a plateia vê um ator tão exposto, eles se identificam e sentem expostos também. Eles não conseguem se imaginarem tão expostos, e se sentem gratos por os atores darem a eles um alívio – por expor aquilo que se encontra dentro deles mesmos de modo que eles próprios não precisem expor. As pessoas são inteligentes por não se exporem tanto, mas há um preço que é pago por fazerem isso. O Ator ajuda a fazer com que as pessoas expirem.
Todos vivemos dentro de armários. Atores nos mostram como é a vida for a do armário. Vivemos em um mundo que todos têm defesas erguidas. Grandes atores abaixam suas guardas.
O que é hipnótico a respeito de grandes atores é que eles andam até a cova do leão. Entram sabendo que vão ser comidos, e calmamente colocam a cabeça na boca do leão. Não se trata de não sentirem medo. Se eles não sentissem, não faria sentido chama-los de corajosos. Eles estão generosamente e corajosamente expondo seus medos. Essa combinação de terror e coragem é hipnótica.
Quando se junta isso a uma técnica muito refinada, controle do corpo e uma boa voz, mágica acontece.
É isso que procuro em atores: quando eles vêm para audições, quero saber se eles falam bem, movimentam-se bem e se eles se expõe. E em ensaios eu procuro trazê-los mais próximos da “nudez” porque é disso que a plateia precisa. Nós vemos pessoas “vestidas” todos os dias. Nós vamos ao teatro e ao cinema porque temos a necessidade de vermos nossas almas despidas".

Chegamos ao último textão sobre o livro "Impro: Improvisation and Theatre" do querido Keith Johnstone. Essa é a hora em ...
08/15/2016

Chegamos ao último textão sobre o livro "Impro: Improvisation and Theatre" do querido Keith Johnstone. Essa é a hora em que todos choram, bate aquele aperto no peito e buscamos no Google a receita de um brigadeiro com calmante.

Mas calma. Vamos relembrar o que discutimos sobre esse livro.

A grande premissa de KJ é a de que TODOS são CRIATIVOS por natureza. Ele entende que as histórias já existem e circulam no inconsciente coletivo. Ou seja, elas estão circulando por aí e qualquer um seria capaz de acessá-las e transmiti-las na forma de improvisação [no caso, estamos sendo específico para a improvisação, mas poderíamos expandir para outras formas de arte].

A facilidade de acesso e transmissão das histórias e ideias, por sua vez, está relacionada com a ESPONTANEIDADE do indivíduo. Quanto mais espontâneo for o improvisador, mais fluida será a improvisação.

No entanto, esse atributo é geralmente reprimido pelo formato da educação formal, em que se exige respostas corretas. Com o passar do tempo, as crianças vão se tornando adultos com medo de exposição, de se tornarem vulneráveis aos julgamentos dos outros. Surge, assim, o BLOQUEIO, que é a negação pelo improvisador (e não do personagem) de uma proposta em cena.

Grande parte dos exercícios e jogos de KJ são orientados para relaxar os improvisadores e resgatar a espontaneidade de cada um.

Seguindo a linha de raciocínio de que é natural ser criativo, KJ também terá uma preocupação de explorar uma atuação mais natural dos improvisadores. O conceito que ele desenvolve é o de STATUS, que ajuda na construção das interações entre os personagens e o ambiente.

Ainda com uma preocupação sobre a atuação, KJ entende que alguns objetos podem ajudar na construção de personagens de forma rápida, como é exigido na improvisação. Esses objetos são chamados de MÁSCARAS e são capazes de expurgar a personalidade do improvisador e colocar em seu lugar o espírito do personagem.

Além disso, sabemos que a improvisação é uma dramaturgia espontânea, e por isso os improvisadores, além de dominarem as técnicas de atuação, devem também compreender a estrutra de uma história. Portanto, KJ discorre sobre as HABILIDADES NARRATIVAS, onde será destacada a importância de focarmos na estrutura da história, e não no conteúdo. (E por que isso? Porque o conteúdo emerge da espontaneidade, pois ele o conteúdo já existe e está pairando no ar, lembra?)

Por fim, é isso. Mesmo com uma série de textões é impossível esgotar as discussões sobre esses conceitos apresentados nesse livro. Por isso, se esquecemos de alguma coisa que ache relevante, comente!

(Imagem extraída da internet)

Hoje é "textão"-feira, em meio aos jogos olímpicos. E o que isso tem a ver com o último capítulo do livro Impro de KJ? B...
08/08/2016

Hoje é "textão"-feira, em meio aos jogos olímpicos. E o que isso tem a ver com o último capítulo do livro Impro de KJ? Bem, Olimpíadas lembram Grécia, que lembra Teatro Antigo, que lembra MÁSCARAS, que é o próximo tema a ser discutido aqui. ;)

Já identificamos que KJ gosta de iniciar deus capítulos apresentando o problema que motivou a estudar determinado assunto. Nesse caso, ele descreve uma experiência ruim que teve com George Devine quando este foi dar uma aula sobre Máscaras para o grupo de autores do "Royal Court".

Diante desse desconforto, KJ e William Gaskill desenvolveram uma "teoria" para a atuação com máscara. O grande pulo do gato é que o ator não deveria apenas fingir ser outra pessoa ao vestir uma máscara, mas usá-la como meio de induzir um estado de transe. Ou seja, o que veste a máscara não é o rosto, mas o espírito do ator, e por isso a necessidade de entender o transe.

Tá complicado de entender? KJ cita um depoimento de Chaplin que mostra que ao se vestir e se maquiar, o ator começou a compreender o seu personagem e a agir diferente. Trata-se de um processo de criação do personagem que parte da Máscara.

KJ menciona que outros teóricos já haviam desenvolvido estudos sobre o uso de máscara e o estado de transe. Mas um, em particular, merece destaque que é o Vakhtangov, pupilo de Stanislavski. Ele tinha configurado um circo em que os palhaços usavam máscaras e o que ele mais pedia para seus atores era que eles fossem espontâneos. A espontaneidade se torna importante porque facilita o alcance do estado de transe.

Hummmmmmm. Agora as peças do quebra-cabeça se encaixaram né? A espontaneidade não só contribui para a construção de histórias (dois últimos capítulos), como também favorece a atuação via a construção do personagem (máscara e transe).

Mas afinal de contas, o que é MÁSCARA? Nas palavras (traduzidas) do KJ: "uma Máscara é um instrumento para remover a personalidade do corpo e permitir que o espírito tome a posse disso". Ou seja, uma Máscara pode ser qualquer objeto que transforme o ator em um personagem, podendo ser uma máscara propriamente dita ou um pequeno acessório, como um brinco.

E aí? Qual é a sua Máscara? Conta pra gente!

(Imagem extraída da internet)

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Crossroads Market - South West Entrance, 1235 - 26th Ave. S.E.
Calgary, AB
T2G 1R7

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