16/09/2014
O quanto o tamanho do p***s importa?
Amigos, para entender a questão, espero que de forma definitiva,
vocês precisam entender primeiramente como funciona o íntimo das nossas queridas e gostosíssimas parceiras.
A imagem emotiva que elas têm do parceiro ideal é a do homem de traços mais primitivos, musculoso, voz grossa, acima da média em altura, determinado e seguro em atitudes, e sim, com um p***s grande. Assim é desde sempre, pois é a imagem que as ancestrais delas têm do macho, dos nossos próprios ancestrais, que iria lhes dar numerosos e saudáveis filhos, lhes proteger dos perigos, e lhes dar segurança em tudo – e que a irá fazer g***r infalivelmente gostoso, todas as vezes.
Tudo está encadeado nela, pois, nos nossos ancestrais, ele sempre tinha todas essas coisas juntas. Logo, se você é um Deus Grego, mas demonstra ter a firmeza de uma gelatina, isso enfraquece nela a virilidade que acha que você poderia ter. Da mesma forma, se você não tem frescuras para lidar com ela nem com nada, mas nasceu pouco dotado, a mulher entenderá (de forma emocional, não é algo que esteja sob o seu controle) que você não “macho” assim, da mesma forma.
Mas na prática, é assim que funciona? Bem, não exatamente.
Algumas pesquisas já de alguns anos atrás, mas que ainda consideramos fiáveis, colocam o tamanho do p***s em segundo plano, com a higiene do membro como mais importante, seguida de perto pelo aspecto visual (pelos, veias proeminentes). Os p***s de maior espessura, grossos, também costumam ser preferidos aos finos, a despeito do tamanho.
As médias práticas de tamanho apontadas oscilam entre 14 e 16cm, coisa que a maioria dos homens não tem dificuldade de possuir. Seria mais simples colocar a resposta dentro de um “quanto maior, melhor”, mas a questão não é tão simples.
Como eu já falei antes, tudo depende do quanto as emoções dela são estimuladas. Um p***s grande dá um indicador de virilidade que a torna mais excitada. No entanto, se o homem for dotado muito acima dos outros mortais, o tiro pode sair pela culatra, e a mulher entenderá que o homem irá machucá-la, o que acabaria com toda a excitação – você a amedrontou, muito mais que a deixou desejosa.
Logo, a impressão geral que você transmite, é o que vai determinar o quanto sua parceira irá participar do prazer com máxima entrega.
Se você nasceu simplesmente um mediano ou está abaixo das nossas médias, sua estima é onde está seu maior problema. Mulheres lêem estados emocionais com muita facilidade. Se você tem um p***s pequeno, e sua estima é afetada por isso, não irá ter a desenvoltura necessária para expressar sua virilidade a contento. Ao invés de se confrontar com um problema, terá dois (você ser mau dotado, e você ser um “banana”) – e provavelmente, as coisas não terminarão bem.
O que eu posso lhe recomendar, é não ser apressado, trabalhar bem as preliminares – assim diminuindo um possível impacto negativo de quando ela ver seu membro – e não ter o menor “não-me-toques” na relação. Pegue, puxe, segure, trave, derrube, possua. Deixe fluir naturalmente a postura que você foi programado para ter. E não se esqueça de dar preferência para posições onde possa penetrar mais fundo.
Contudo, se você deixa longe as medidas mais comuns, não cante vitória ou ache que tudo será sempre como um filme adulto. Seu orgulho disso é o problema por atacar, pois apesar disso poder gerar alguma atenção – por questões de curiosidade – também irá aumentar o receio que pode surgir. Principalmente se você tem preferências por s**o a**l, uma propaganda muito precoce ou mal feita dos seus “dotes”, pode gerar uma apreensão que vai lhe deixar, realmente, em casa vendo filmes adultos. Recomendo a você não adiantar o momento de tirar a cueca, deixando também a moça bem excitada antes disso. E dê preferência para posições onde você não a penetre com muita profundidade, para não tornar real o medo que pode causar em algumas.
Mantenha então em mente que sim, o tamanho importa, mas isso só se tornará um problema, se isso lhe impedir de se comportar como um Homem na cama – sem receios ou temores, mas também sem bravatas e descaso.