Sala é o espaço mais coletivo da casa. É onde junta todo mundo, seja no tapete do chão ou no sofá. O Room B é assim. Acrescentamos a segunda letra do alfabeto para fugirmos de tudo o que é tradicional, porque o lado b é mais legal e é o que nos acolhe. Room B é um projeto que nasceu de uma necessidade de expansão. Veio de uma arquiteta que se encontrou na fotografia e de um publicitário que se enc
aixou na música, e de ambos que queriam algo mais. Querem propor, de uma forma intimista e próxima, conexões entre diferentes vertentes artísticas num mesmo espaço, onde todos são bem vindos. A essência é a troca, interpessoal e artística. Extraindo das raízes mineiras, é provável que terão tapetes e almofadas, música acústica e alguma intervenção de arte que some, mas nada longe de você. A proximidade e a interatividade são necessárias para que possam haver trocas reais. O Room B pode acontecer em uma sala. Ou num espaço bem inusitado da sua cidade que queiram nos receber. O Room B ocupa lugares assim: inusitados que tenham algo para contar e para somar. Não há lugar fixo, não há sede. Somos líquido que se adequa aos espaços e os preenche com muita arte, amor e interação.
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