06/08/2020
Hellen Roots começou sua carreira como MC de funk no ano de 2011. Em 2017 conheceu as batalhas de rima e se apaixonou pelo movimento Hip Hop. Porém, por conta do machismo e sexismo na cena, não participava das batalhas.
Em 2018 entrou para o Caoz, um grupo de rap formado por LGBTQIs+ da Baixada Santista, onde canta a liberdade e sua vivência de mulher negra e lé***ca em uma sociedade ra***ta, machista e LGBTfóbica. O Caoz lançou ano passado sua primeira mixtape, +band, com dez faixas, entre trabalhos solos e dois colaborativos.
É uma das idealizadoras do Crime/ Black Panthers Mob. Já levou sua música para diversas festas e festivais como Mostra Tereza de Benguela, Educafro, Joga PPK na mesa, Black P***y Supremacy, Afeminada, Procomum e Festival Ela.
Com a pandemia, tem mostrado seu trabalho em diversas lives.
Meduza Brava começou a frequentar as batalhas de rima na Baixada Santista e percebeu que assim como o machismo estava presente no seu dia a dia, também estava no Hip-Hop.
Foi então que organizou com outras mulheres da Baixada Santista, a Batalha do Caoz, um coletivo formado por mulheres e LGBTQIs+ que tem como objetivo fortalecer a cena Hip Hop e ser um espaço seguro para as minorias.
Com o Caoz pode tirar da gaveta algumas poesias, começar a escrever rap, fazer freestyle e dessa forma enfrentar o racismo e o machismo utilizando o rap como ferramenta de denúncia e resistência.
É uma das idealizadoras do Black Panthers Mob e já se apresentou em diversas festas e festivais como Mostra Tereza de Benguela, Educafro, Joga PPK na mesa, Black P***y Supremacy, Afeminada, Procomum, Festival Ela e Sesc Bertioga.
Meduza costuma dizer que o Hip Hop a salvou diversas vezes. Dessa forma, pretende ser inspiração para que outras mulheres possam também ser salvas.
08/08 ás 21h10 no link: https://www.youtube.com/channel/UCbNAih4ljO0fR5QPAYSz7dg