24/05/2026
“Há desejos que não buscam conclusão; permanecem aderidos, atravessando o corpo com uma presença constante.” -
Este ensaio explora o conceito de play piercing como linguagem estética e performática, onde o corpo deixa de ser apenas suporte e passa a ocupar um espaço de experiência, presença e expressão. Através das perfurações temporárias, da tensão da pele e da composição visual criada entre dor, delicadeza e ornamentação, o trabalho investiga os limites entre o íntimo e o ritualístico, transformando o corpo em superfície artística viva.
Desenvolvido para a estudante de Artes Visuais - UFSM , o ensaio dialoga com pesquisas em artes que atravessam corporeidade, permanência, desejo e intervenção estética. O play piercing aparece aqui não apenas como prática, mas como metáfora visual para marcas invisíveis, sensações contínuas e estados emocionais que insistem em permanecer.
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