Ka Naombo Silva

Ka Naombo Silva Bonecas e bonecos de Pano desenvolvidos com muito carinho e capricho em homenagem a diversidade do nosso povo afrobrasileiro.

24/06/2021

Feliz Festejos Juninos.

Não aglomere. Nos cuidemos.

Use máscara.

São João é dentro de casa.

Afroabraços da família Kanaombo


27/05/2021

Da serie:

"Temos.coisas bonitas pra contar"

No dia 25 de maio de 2012 nasceu Maria Cecilia, a nossa Ceci.

Desde a sua gestação até os seus 9/anos de vida foram atravessados pelo kanaombo.

As suas bonecas espelhos foram planejadas minuciosamente por nós e sua mãe para que a envolvesse no universo de eqüidade e representação.

Da lembrança de maternidade aos lençóis de berço, tudo foi feito com muito carinho.

Ve-la crescer em graça e luz nos enche de alegria, esperança e cresce a certeza do quanto é essencial se desenvolver em meio a binquedos afirmativos.

Ate um modelo de boneca fizemos homenagem a ela.

Parabéns Ceci. Que a sua luz continue irradiando os caminhos de quem te acompanha nessa jornada da vida.

Te amamos.

Por .silva.395 e


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23/05/2021

No dia 20/de maio que celebramos o dia da(o) Pedagoga(o) e tambem o aniversario oficial do Kanaombo seguimos gratas ao universo pelos passos continuados e a@s noss@s ancestrais que sonharam com ele antes de nós.

Parabéns a tod@s profissionais da área que se comprometem com a educação antirra***ta e com a promoção da equidade racial.

Por .silva.395 e



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No sapatinho da janela nunca teve  presente. Papai Noel nunca nos visitou como nos filmes. Na nossa casa não tinha chami...
24/12/2020

No sapatinho da janela nunca teve presente.

Papai Noel nunca nos visitou como nos filmes.

Na nossa casa não tinha chaminé, eu sonhava que ele chegasse pelo quintal.

Como estacionar o trenó nas ruas estreitas da Saramandaia? Ele que se virasse...

Nunca se virou...

Pelas mãos do Velhinho, nunca chegaram a bicicleta, a Barbie, o patins, o Pense bem...

Tantos e tantos sonhos e devaneios sobre os presentes que o Bom Velhinho iria nos trazer...

Um dia, entendemos que o presente não viria, pois Painho e mainha não tinham dinheiro sobrando ( e quem dá os presentes são os nossos pais e eles se viravam para manter a nossa vida equilibrada. Na medida do possível, e quando puderam, nos deram coisas caras, e de marca).

Amor nunca faltou, nem a roupa nova, nem a o penteado novo, nem a Missa do galo...

Na verdade aqui em casa, quem sempre chegou foi o MENINO JESUS... HUMILDE, POBRE, SIMPLES E PERSEGUIDO... FEITO A GENTE DA PERIFERIA...

Incrível, a vida do aniversariante sempre me deixou comovida. Meu sentimento infantil de pena e solidariedade...

Tadinho de Jesus, nasceu pobre.( Éramos pobres).

A árvore feita de galhos secos revestida de algodão, simulava a neve em pleno verão Nordestino.
Peru, pêssego, damasco?
Sobre a mesa...salada, frango assado, melancia, mamão, afeto, olhinhos brilhando e paz.

Depois da Missa, depois de merendar, era lei passar na casa dos vizinhos para desejar Feliz Natal, comer bolo e beber tubaina...

Depois disso tudo, brincar na rua, diga- se de passagem( mostrar a roupa nova). E ai da gente que chegasse com a roupa Nova suja( missão quase impossível).

Aqui em casa, O Menino Jesus ganha presente, cuidados, amor e presença...
Ganha todo amor que nossos pais continuam nos dando.

ESTAMOS VIVOS, QUE CONTINUEMOS VIVOS E CHEIOS DE DEUS PARA SEGUIR JUNTOS NESSA JORNADA !

Feliz Natal!

Com amor, da familia kanaombo

Texto .silva.395

Da série"Temos coisas bonitas pra contar"Já nos antecipando as reflexões do Dia da Consciência Negra.Trago para nosso de...
19/11/2020

Da série

"Temos coisas bonitas pra contar"

Já nos antecipando as reflexões do Dia da Consciência Negra.

Trago para nosso deleite esse TBT da onde ensinamos nossas crianças a importância de lutar, assim como nossos ancestrais, pelo fim das diversas formas de racismos direcionadas aos nossos corpos pretos.

Sigamos em luta.
Sigamos em Marcha.

Na cultura ocidental, o hábito de ter uma daminha de honra junto as bonequinhas porta aliança foi adquirido ainda no tem...
09/11/2020

Na cultura ocidental, o hábito de ter uma daminha de honra junto as bonequinhas porta aliança foi adquirido ainda no tempo dos romanos.

As damas de honra eram exigidas, porque acreditava-se que protegiam a noiva.

Vestindo-se de maneira semelhante à noiva, enganava assim os maus espíritos, impedindo-os de reconhecerem a noiva.

Quando os pedidos desse dessas protetoras começaram a chegar, nos causou um grande alvoroço por conta do tamanho do desafio. Reproduzir a própria noiva em forma de boneca nos trouxe muitas "borboletas no estômago."

Não foram muitas daminhas que criamos. Mas as que passaram por nossas mãos foram carregadas de tanto capricho e carinho que até hoje sentimos o gosto de trazer representatividade aos modos de "casar".

"Temos coisas bonitas pra contar"

E muito o que nos emocionar...

Há 4 anos casamos Carlinha, uma grande irmã. E ainda vivemos do bem que essa noite nos fez.

Para o dia de hoje.Coragem.Cuidem-se!
05/11/2020

Para o dia de hoje.
Coragem.

Cuidem-se!

Da série:"Temos coisas bonitas pra contar"Ah se não fosse o  1o de Novembro. Aniversário do Ilê. Nossas bonecas e boneco...
02/11/2020

Da série:

"Temos coisas bonitas pra contar"

Ah se não fosse o

1o de Novembro. Aniversário do Ilê. Nossas bonecas e bonecos sempre foram atravessadas pela história desse Bloco Afro que carrega em sua história a luta por direitos do nosso povo negro.

Criado em novembro de 1974, o Ilê Ayê – em tradução livre, Mundo Negro – foi fundado por jovens do bairro da Liberdade, formado majoritariamente por negros. Imersos no mundo da cultura negra tradicional baiana dos candomblés e sambas, os fundadores se inspiraram na “onda soul” que atravessou o país empolgando a juventude negra no final dos anos 70 e nas lutas globais de emancipação racial.

Esse movimento musical foi responsável pela revolução no carnaval baiano com ritmos essencialmente africanos, favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra.

A proposta era ousada: formar um bloco só com negros. Obviamente a ideia desagradou a muitos de uma Bahia essencialmente ra***ta, principalmente a imprensa e a elite branca. De acordo com o atual presidente do Ilê, o bloco surgiu dentro do Ilê Axé Jitolu, “com as bênçãos da Yalorixá Hilda Jitolu, com a intenção de mudar o paradigma do carnaval de Salvador”.

Ao longo dos seus 45 anos, abordou vários assuntos ligados à temática negra, muitas vezes ausente currículos dos escolares do Brasil. Assim, de 1976 a 1988 todos os temas do Ilê contaram parte da história do continente negro, como o Watusi, em 1976; Zimbábue, em 1981; Angola, na comemoração dos seus 10 anos, em 1984 e Senegal, em 1988.

O Ilê Aiyê é o bloco afro mais antigo do mundo

A luta do Ilê nas ruas de Salvador foi além da folia e se tornou a preservação, valorização e expansão da cultura afro-brasileira.

É um dos espetáculos que mais emocionam quem vai ao Carnaval de Salvador, com apresentações quase sempre impecáveis em sua riqueza plástica e sonora.

Ah Ilê. Se não fosse você.

Parabéns

Doces ou travessuras?Dia das bruxas que chama?
31/10/2020

Doces ou travessuras?

Dia das bruxas que chama?

Se toque.A conscientização diminui a incidência do câncer. Participe dessa luta
30/10/2020

Se toque.

A conscientização diminui a incidência do câncer. Participe dessa luta

Endereço

Salvador, BA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
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Sexta-feira 09:00 - 17:00

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