Cinematógrafo

Cinematógrafo Participe! https://cinematografo.art.br Cinematógrafo na Saladearte - Cinema do Museu (Corredor da Vitória). Infos: https://bahiadoc.com.br/

Cinematógrafo na Saladearte: Sessões de Cinema mensais, de variadas propostas, nas diferentes salas do Circuito: Cinematógrafo; Cinematógrafo EM FOCO; Cine Cineasta, CinematograFinho e Matinê. Sessões de cinema mensais aos sábados, seguidas de conversas.

10/06/2026

🇧🇷 HOJE! (QUARTA) - 20H
Clássico no Cinematógrafo BRASIL:

⏰️Quarta, 10 de junho, às 20h
📍No Cine Daten Paseo

📽 XICA DA SILVA
De Cacá Diegues | 1976

📒 NOTA DOS CURADORES
Por Mel e Fabrício

Um dos filmes mais importantes de Cacá Diegues, Xica da Silva marcou época como grande sucesso de público e causou furor no debate cultural e ideológico no país, dividindo opiniões e transcendendo o cinema para se pensar o sentido do Brasil em pleno regime ditatorial.

O filme, com sua estrutura carnavalesca e estética barroca, resgata a presença histórica e quase mitológica de Chica da Silva, mulher escravizada que desafiou o poder no Brasil colonial, no século XVIII. A trilha de Menescau e com a célebre música de Jorge Ben Jor, e o elenco com Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker, Stepan Nercessian, Elke Marahilha, Altair Lima e Paulo César Pereio, sob a batuta de um dos maiores nomes do cinema brasileiro e fundador do Cinema Novo, tornam o filme um clássico profundamente brasileiro.

À epoca do lançamento, o Brasil enfrentava os tempos nublados da ditadura militar e os ânimos oscilavam, nos meios intelectuais e culturais, entre a melancolia, o exílio, o refúgio ideológico muitas vezes dogmático e a vontade de revolta. A aparição de um filme festivo e exuberante, com o protagonismo de uma mulher negra, perturbou a paisagem e causou alvoroço.

Entre o Brasil colonial e o Brasil dos anos 1970, entre a chanchada, o tropicalismo, o cinema histórico e a crítica social subversiva, Xica da Silva permanece vivo tanto como monumento quanto expressão de disputa permanente de sentidos sobre como vivemos e pensamos o Brasil.

Sessão especial no Cinematógrafo Brasil.

____

Com agradecimentos ao Acervo Carlos Diegues (www.carlosdiegues.com.br), à Luz Mágica Produções Audiovisuais e à Tereza Souza.

A gente se encontra na Saladearte!

Cinematógrafo 10anos!

08/06/2026

🇧🇷 Clássico no Cinematógrafo BRASIL:

⏰️Quarta, 10 de junho, às 20h
📍No Cine Daten Paseo

📽 XICA DA SILVA
De Cacá Diegues | 1976

📒 NOTA DOS CURADORES
Por Mel e Fabrício

Um dos filmes mais importantes de Cacá Diegues, Xica da Silva marcou época como grande sucesso de público e causou furor no debate cultural e ideológico no país, dividindo opiniões e transcendendo o cinema para se pensar o sentido do Brasil em pleno regime ditatorial.

O filme, com sua estrutura carnavalesca e estética barroca, resgata a presença histórica e quase mitológica de Chica da Silva, mulher escravizada que desafiou o poder no Brasil colonial, no século XVIII. A trilha de Menescau e com a célebre música de Jorge Ben Jor, e o elenco com Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker, Stepan Nercessian, Elke Marahilha, Altair Lima e Paulo César Pereio, sob a batuta de um dos maiores nomes do cinema brasileiro e fundador do Cinema Novo, tornam o filme um clássico profundamente brasileiro.

À epoca do lançamento, o Brasil enfrentava os tempos nublados da ditadura militar e os ânimos oscilavam, nos meios intelectuais e culturais, entre a melancolia, o exílio, o refúgio ideológico muitas vezes dogmático e a vontade de revolta. A aparição de um filme festivo e exuberante, com o protagonismo de uma mulher negra, perturbou a paisagem e causou alvoroço.

Entre o Brasil colonial e o Brasil dos anos 1970, entre a chanchada, o tropicalismo, o cinema histórico e a crítica social subversiva, Xica da Silva permanece vivo tanto como monumento quanto expressão de disputa permanente de sentidos sobre como vivemos e pensamos o Brasil.

Sessão especial no Cinematógrafo Brasil.

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Com agradecimentos ao Acervo Carlos Diegues (www.carlosdiegues.com.br), à Luz Mágica Produções Audiovisuais e à Tereza Souza.

A gente se encontra na Saladearte!

Cinematógrafo 10anos!

07/06/2026

🇧🇷 Clássico no Cinematógrafo BRASIL:

⏰️Quarta, 10 de junho, às 19h
📍No Cine Daten Paseo

📽 XICA DA SILVA
De Cacá Diegues | 1976

📒 NOTA DOS CURADORES
Por Mel e Fabrício

Um dos filmes mais importantes de Cacá Diegues, Xica da Silva marcou época como grande sucesso de público e causou furor no debate cultural e ideológico no país, dividindo opiniões e transcendendo o cinema para se pensar o sentido do Brasil em pleno regime ditatorial.

O filme, com sua estrutura carnavalesca e estética barroca, resgata a presença histórica e quase mitológica de Chica da Silva, mulher escravizada que desafiou o poder no Brasil colonial, no século XVIII. A trilha de Menescau e com a célebre música de Jorge Ben Jor, e o elenco com Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker, Stepan Nercessian, Elke Marahilha, Altair Lima e Paulo César Pereio, sob a batuta de um dos maiores nomes do cinema brasileiro e fundador do Cinema Novo, tornam o filme um clássico profundamente brasileiro.

À epoca do lançamento, o Brasil enfrentava os tempos nublados da ditadura militar e os ânimos oscilavam, nos meios intelectuais e culturais, entre a melancolia, o exílio, o refúgio ideológico muitas vezes dogmático e a vontade de revolta. A aparição de um filme festivo e exuberante, com o protagonismo de uma mulher negra, perturbou a paisagem e causou alvoroço.

Entre o Brasil colonial e o Brasil dos anos 1970, entre a chanchada, o tropicalismo, o cinema histórico e a crítica social subversiva, Xica da Silva permanece vivo tanto como monumento quanto expressão de disputa permanente de sentidos sobre como vivemos e pensamos o Brasil.

Sessão especial no Cinematógrafo Brasil.

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Com agradecimentos ao Acervo Carlos Diegues (www.carlosdiegues.com.br), à Luz Mágica Produções Audiovisuais e à Tereza Souza.

A gente se encontra na Saladearte!

Cinematógrafo 10anos!

04/06/2026

Novo filme dos curadores do Cinematógrafo, os cineastas Mel e Fabrício. Feitonsem apoio institucional, conta com o generoso apoio de diversos amigos e dos atores queridos demais .anaces e .aleixo

Com ,

IRONIAS

Curta | HD | Cor | 2026
Duração: 22 MIN.

Um filme de Fabricio Ramos e Camele Queiroz

Com MILA ANACES e DOUGLAS ALEIXO

SINOPSE:

Em Salvador, um jovem casal percorre lugares onde suas memórias afetivas se confundem com pequenas ironias da história. Catarina Paraguaçu, Padre Antônio Vieira, Glauber Rocha e o general Labatut surgem como ecos de uma cidade contemporânea que atravessa os séculos. Entre silêncios e discreta cumplicidade, num jogo de ausências e presenças, eles conversam sobre cinema, amor e estrelas, e o passeio faz ressoar o coração do país.

Produção da

02/06/2026
📣 Em uma co-realização entre o Circuito Saladearte () e o Cinematógrafo, junto com a CPC-UMES () e a própria Mosfilm () ...
29/05/2026

📣 Em uma co-realização entre o Circuito Saladearte () e o Cinematógrafo, junto com a CPC-UMES () e a própria Mosfilm () , o Cine Cineasta traz - em junho e julho - a mostra Mosfilm, que exibirá, nos dois meses, 15 filmes.

📍 A mostra começa no dia 6 de junho e as sessões acontecem no Cine Daten Paseo.

📒 NOTA DOS CURADORES
Por Mel e Fabrício

Tempo, memória e Fé

O complexo ambiente cultural da Rússia revolucionária impactou para sempre o cinema com a contestação, pelas vanguardas emergentes, do simbolismo dominante. Do pioneirismo teórico de Kuleshov à montagem de Eisenstein, o cinema se afirma, então, como arte autoral, expressão intelectual e força transformadora.

Neste mês, começaremos justamente com o retorno ao neo-simbolismo filosófico e espiritual de Andrei Tarkovski, passando por clássicos construtivistas de Eisenstein, transitando da profunda interrogação Tarkoviskiana sobre o mistério da Fé, a finitude e a dúvida ontológica contemporânea, para a montagem convertida em energia de pensamento e símbolos de Eisenstein, que compõe uma épica da história do século XX e do próprio cinema.

Já o eletrizante "Arsenal" (1929), do fundamental Aleksandr Dovjenko, atravessa a guerra e a convulsão política com uma força mais lírica e trágica, fazendo da paisagem e do sofrimento humano imagens de uma memória dilacerada.

O conjunto de filmes apressentados em junho, presenças da criação artística em meio à barbárie da História, evocam a dialética entre revolução e silêncio, matéria e espirito, num encontro entre tempo, memória e Fé que torna o cinema uma forma de consciência, uma experiência a mais no mundo. Uma experiência essencial.

Em julho, veremos obras de Larisa Shepitko, Mikhail Kalatozov e outros nomes fundamentais e contemporâneos do cinema soviético e russo, com filmes antológicos que permanecem na consciência mundial, seja como promessa sufocada de um futuro, seja como imaginário do presente incerto.

🔔 Acompanhe a programação! Programe-se e compareça! Tem rodas de conversas após as sessões matinais.

Endereço

Avenida 7 De Setembro, 2195
Salvador, BA
40020-000

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