Uma cama ensanguentada

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23/10/2013

curtiram meus contos ?

11/10/2013

Conto- O Melhor Amigo do Homem
No interior de Minas contam uma história de um sujeito que perdeu-se em uma mata. ficou vagando por dias, sem água ou comida. Todo maltrapilho e à beira da morte viu de longe em uma clareira um cão que latia para ele. Por um momento pensou que fosse uma alucinação causada pelo seu estado debilitado. Chegando mais perto, pode ver que se tratava de um cão de verdade que se afastava a passos lentos cada vez que o sujeito se aproximava.
Pensou então com ele: "Se há um cachorro aqui, devo estar perto de alguma habitação. Alguém deve morar por perto. Vou segui-lo."
Andou na direção do animal, que se afastava como que mostrando um caminho para o homem. Após alguns horas o sujeito pode ver uma pequena casinha mal construída, feita de barro e palha, onde um casal sentado à porta, conversava sobre amenidades.
Feliz e desesperado, o homem correu na direção dos dois moradores, sentindo-se salvo.
Assustados, os dois receberam o homem tentando entender o que havia se passado. Depois de beber um pouco d'água e se recuperar, o sujeito contou a história, falando do cachorro que o havia guiado pela mata até o local onde estava agora.
Entreolhando-se, os dois moradores desconfiaram da história, dizendo que não havia nenhum cachorro pelas redondezas. Ele, então, se propôs a levar os dois céticos ao local onde havia visto o cachorro pela primeira vez.
Ao chegar lá, nada viram a não ser uma cruz sobre uma cova rasa, que o morador informou tratar-se do túmulo do filho, que havia sido assassinado por uma matilha de lobos.
O Baile
Era um sábado à noite... O baile iria começar às 23:00 hs. Todos chiques, bem arrumados, vestidos para uma noite de gala. Mulheres lindas, homens charmosos.
Richard tinha ido ao baile sozinho. Não tinha namorada, apesar de ser muito bonito. No baile conheceu uma moça muito bonita que estava sozinha e procurava alguém com quem dançar.
Richard dançou com ela a noite toda, e conversaram por muito tempo. Acabaram se apaixonando naquela noite, mas tudo só ficou na conversa e no romantismo. No final do baile, Richard prometeu que levaria a moça embora, mas de repente ela sumiu. Ele procurou-a por todo o salão por muito tempo. Como não encontrou, desistiu e foi embora.
No caminho para sua casa, ainda muito triste, ele passou em frente ao cemitério e viu a moça entrando lá. Desconfiou do que tinha visto... suspeitou que fosse o cansaço e que estivesse sonhando.
Quando Richard chegou em casa, ele não conseguia dormir, nem parava de pensar na cena que tinha visto da moça entrando no cemitério.
Quando amanheceu o dia, Richard não se conteve e foi ao cemitério. Estava vazio e ele não encontrou ninguém. Passando por um dos túmulos, ele encontrou a foto da garota, vestida como no baile. E lá estava registrado que ela tinha morrido há dez anos.
E um detalhe: Ninguém viu a moça com que Richard dançou a noite toda, a não ser ele. Ninguém mais viu a tal mulher entrando ou saindo.
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11/10/2013

Conto -Gwarach-y-Rhibyn
O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é "Bruxa da Bruma" mas é mais comumente chamada de "Bruxa da Baba". Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte. Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro.
Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling.
Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.
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11/10/2013

Conto -Casa dos Rostos
Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento.
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns químicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluíram que explicasse a origem dos retratos.
/ gente, antes que vocês me falem que esses contos são copia, eu disse no começo, que eu era dona de uma conta no ask de contos de terror, mais por problemas pessoais eu excluir

Conto - O Mosteiro de Satanás1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a famíli...
11/10/2013

Conto - O Mosteiro de Satanás
1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.
Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa..."Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!!!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente.
Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra.
A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra.
Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.
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11/10/2013

Conto -As flores da morte

Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada.
Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte.
Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração.
Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos.
A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.

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11/10/2013

Mais contos para vocês :3
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11/10/2013

A Noite Tenebrosa
Sexta-feira, 23h50min. Acenderam algumas velas vermelhas pelos cantos da sala, sete amigos sentados formando um círculo e, no centro deles, uma tábua contendo todos os algarismos, todos os números de 0 a 9, um SIM e um NÃO. Temerosos, mas excitados com o que poderia acontecer, olham um na face do outro. Com um sinal de concordância dado por Michel, o mais velho entre eles, Rafael colocou sua mão sobre o copo virgem que se encontrava com a boca para baixo sobre a tábua: (ler contos de terror, histórias assustadoras)

-Tem alguém aí? Tem alguém aí?

- Nada, nenhum movimento do copo, apenas uma tremedeira causada pela mão do jovem Rafael. Todos olhavam em volta, sentindo um leve calafrio que lhe percorriam a espinha. Um leve vento frio entrou janela adentro. Núbia, a única garota do grupo, pediu para pararem, mas foi alvo das chacotas de Michel:

- Sabia que não deveríamos trazer uma mulher com a gente!

- Está com medinho?

- Corre para debaixo da saia da mamãe e deixe que os homens continuem aqui.

Núbia abaixou sua cabeça, encobrindo a vergonha, mas não se levantou. Na verdade, todos ali estavam com medo, mas nada diziam temerante às gozações de Michel. Sob a ordem dele, Rafael voltou a pôr a mão sobre o copo e novamente questionar:

- Tem alguém aí? Tem alguém aí?

A janela bate quase derrubando a parede; um vento forte e gélido corre por entre a sala como se em círculos; as luzes piscam. Núbia foi tomada por um desespero. Chorava e, aos gritos, pedia para pararem com aquilo, mas não foi ouvida. Rafael, também amedrontado, tentou tirar a mão do copo, mas foi impedido pelas mãos de Michel:

- Vai, continua! Continua!

Núbia se levantou aos prantos e correu para a cozinha. Seu pavor estava totalmente fora de controle. Rafael, ainda obedecendo ao amigo, continuou:

- Tem alguém aí?

Antes que perguntasse novamente, o copo se moveu: SIM. Todos ficaram paralisados. As mãos trêmulas de Rafael já não conseguiam mais segurar o copo. Todos os seis se juntaram ainda mais, um se se encostando ao outro, espremidos em seu medo, mas atentos à tábua. Rafael, em soluços, voltou novamente a questionar:

- Quem é você? Quem é você?

O copo voltou a mexer indo em direção aos algarismos. Tomados pelo medo e pela curiosidade, eles fixaram os olhos na tábua, enquanto o copo continuava a se mover: E, U, P, E, D, I, P, A, R, A, P, A, R, A, R, E, M, Michel repetiu a frase soletrada:

- Eu pedi para pararem…

Todos olharam em direção à cozinha, para onde Núbia teria corrido, mas se depararam com a jovem em pé atrás deles, segurando uma faca de cozinha nas mãos. Com um só golpe, cortou a garganta de Michel, jorrando sangue em todos os outros. Rafael se levantou em direção da amiga tentando segurá-la, mas a força da jovem, naquele momento, era incrível. Atirou Rafael na parede e lhe estocou a faca em sua barriga. Os outros se agruparam no canto da sala, aos berros. Queriam correr pra fora, mas Núbia estava posicionada na única passagem possível.

Os berros que vinham da casa chamaram a atenção dos vizinhos. Um deles, mais do que depressa, chamou a polícia, que chegaram 30 minutos depois. Quando já não se ouvia mais nada vindo de dentro da casa, uma multidão se formou defronte à residência. Com o aparecimento da polícia, todos queriam saber o que aconteceu. Um dos policiais abriu a porta da sala com os pés. Deparou-se com Núbia sentada no sofá, coberta por pedaços de corpos e sangue, como se em estado de catatonia apenas repetia a frase:

- Eu pedi para eles pararem! Eu pedi para eles pararem! Eu pedi…

1,2, ele vem te pegar2,3 tranque a porta5,6 pegue um crucifixo7, 8 melhor ficar acordado9, 10 nunca mais durmanao durma ...
11/10/2013

1,2, ele vem te pegar
2,3 tranque a porta
5,6 pegue um crucifixo
7, 8 melhor ficar acordado
9, 10 nunca mais durma
nao durma esta noite ele vai pegar vc

11/10/2013

A Baba e o palhaço -2
Eu estava apenas sentada no banco da praça, até aparecer um senhor, no qual era muito gentil. Ficou puxando assunto comigo, me perguntando várias coisas e eu respondendo tudo e achando aquela conversa bem interessante. Ficamos horas conversando. No dia seguinte eu passando por aquela praça, ele me chamou e me disse : - Gostaria de mostrar algo que eu fiz para uma uma pessoa, mas ninguém aparece por aqui, a não ser você.
Fiquei assustada e disse que estava atrasada para ir pra casa, mas ele insistiu e falou que era uma coisa que muitos adolescentes da minha idade iriam gostar.
O segui e vi uma casinha na árvore. Era uma casinha muito bonita, dentro havia várias coisas legais, então eu fiquei mexendo em uns discos de Rock que haviam lá. Senti que ele não parava de me olhar, então disse que tinha que ir embora, pois estava tarde. Mas ele mandou eu ficar. Estava morrendo de medo e eu sai correndo. Só que de repente eu senti alguém segurando meu cabelo. Era ele !
Ele me pegou, me levou de volta pra casinha na árvore e me matou. Todas as crianças que passavam por ali eu as chamava para brincar. E o que eu fiz com ele ? O matei ! Só que foi uma morte diferente, arranquei seus olhos, cortei seus braços, peguei seu coração e coloquei dentro de um pote de vidro. O seu corpo eu deixei de baixo da árvore da casinha que ele me matou. E hoje todas as crianças que entram nessa casinha morrem e vivem andando por aquela cidade que agora é mal assombrada de crianças que eu matei.

Endereço

Salvador, BA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 23:00
Domingo 10:00 - 23:00

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