Instituto Luiz Paulo Flôres

Instituto Luiz Paulo Flôres O Instituto Luiz Paulo Flôres, tem o objetivo cultural, Educacional, Assistencial e Ecológico.

COAUTORA DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZCIDADE: FORTALEZA-CE.
08/05/2026

COAUTORA DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZ
CIDADE: FORTALEZA-CE.

COAUTOR DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZCIDADE: SÃO LEOPOLDO-RS.
08/05/2026

COAUTOR DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZ
CIDADE: SÃO LEOPOLDO-RS.

COAUTOR E PRESIDENTE DA ENTIDADE PARCEIRA (INSTITUTO CULTURAL PORTUGUÊS).CIDADE: PORTO ALEGRE-RS.
08/05/2026

COAUTOR E PRESIDENTE DA ENTIDADE PARCEIRA (INSTITUTO CULTURAL PORTUGUÊS).
CIDADE: PORTO ALEGRE-RS.

ORGANIZADORA E COAUTORA DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZCIDADE: NOVO HAMBURGO-RS.
08/05/2026

ORGANIZADORA E COAUTORA DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZ
CIDADE: NOVO HAMBURGO-RS.

IDEALIZADOR E ORGANIZADOR DA ANTOLOGIA  EÇA DE QUEIROZCIDADE: SANTA MARIA-RS.
08/05/2026

IDEALIZADOR E ORGANIZADOR DA ANTOLOGIA EÇA DE QUEIROZ
CIDADE: SANTA MARIA-RS.

LANÇAMENTO DO PROJETO LITERÁRIO EÇA DE QUEIROZEdital /Antologia Eça de QueirozDas páginas de Eça, a tinta ainda corre.Ho...
08/05/2026

LANÇAMENTO DO PROJETO LITERÁRIO EÇA DE QUEIROZ
Edital /Antologia Eça de Queiroz

Das páginas de Eça, a tinta ainda corre.
Hoje, ela encontra novas mãos.

Com apoio cultural do *ICP*, sob a presidência de *João Riél*,
e organização de *Luiz Paulo Flôres* e *Carolina Michel*, (Diretora Cultural do ICP)… Ver mais
— com Luiz Paulo Flôres - II e Instituto Luiz Paulo Flôres.

FOLCLORE DO NORDESTEPROJETO MARICOTAS TAMANQUEIRAS
16/02/2025

FOLCLORE DO NORDESTE
PROJETO MARICOTAS TAMANQUEIRAS

OS POVOS QUE HABITARAM A MESOPOTÂMIA...A Mesopotâmia, localizada entre os rios Tigre e Eufrates, é amplamente reconhecid...
21/12/2024

OS POVOS QUE HABITARAM A MESOPOTÂMIA...

A Mesopotâmia, localizada entre os rios Tigre e Eufrates, é amplamente reconhecida como o berço da civilização. Sua posição estratégica atraiu uma ampla diversidade de povos ao longo dos milênios, que moldaram a história, a cultura e o legado da região. Essa rica tapeçaria humana começou com os sumérios, seguidos por várias ondas migratórias de diferentes origens étnicas e linguísticas.

Os sumérios foram o primeiro grande povo a florescer na Mesopotâmia, por volta do sexto milênio a.C. Sua origem permanece debatida, mas muitos estudiosos sugerem que eles migraram do planalto do Irã. Caracterizados por sua língua isolada, sem conexões claras com outras línguas conhecidas, os sumérios foram responsáveis pela invenção da escrita cuneiforme, avanços na agricultura irrigada e a construção das primeiras cidades-estado, como Ur, Uruk e Lagash.

No terceiro milênio a.C., ondas de povos semitas começaram a migrar para a Mesopotâmia a partir da Síria. Os amoritas, por exemplo, estabeleceram reinos importantes, como Babilônia, governada por reis célebres como Hamurabi. Simultaneamente, os assírios começaram a se consolidar no norte da Mesopotâmia, fundando cidades como Assur e Nínive. Esses grupos trouxeram influências linguísticas e culturais que se integraram às tradições sumérias.

No início do segundo milênio a.C., povos de origem indo-europeia, como os hurritas, chegaram à região. Eles se estabeleceram principalmente no norte da Mesopotâmia e na Anatólia, formando reinos como Mitanni. Os cassitas, outro grupo indo-europeu, dominaram a Babilônia por séculos, mantendo relativa estabilidade política durante seu governo.

No final do segundo milênio a.C., uma nova onda de migração trouxe os caldeus para o sul da Mesopotâmia. Esse grupo semita desempenhou um papel crucial no renascimento da Babilônia, culminando no estabelecimento do Império Neobabilônico. Sob o governo de reis caldeus como Nabucodonosor II, a Babilônia atingiu um apogeu cultural e arquitetônico.

A diversidade étnica da Mesopotâmia não foi apenas uma característica distintiva, mas também uma fonte de sua força cultural e inovação. A interação entre sumérios, semitas, indo-europeus e outros povos criou uma base rica para o desenvolvimento de tecnologias, religiões e sistemas de governança que influenciaram o mundo antigo.

Fontes consultadas

1. Postgate, J. N. Early Mesopotamia: Society and Economy at the Dawn of History. Routledge, 1994.

2. Roux, Georges. Ancient Iraq. Penguin Books, 1992.

3. Oppenheim, A. Leo. Ancient Mesopotamia: Portrait of a Dead Civilization. University of Chicago Press, 1977.

OS DOCUMENTOS QUE NOS PERMITEM, CONHECER A HISTÓRIA DO EGITO ANTIGO...As Listas Reais do Egito são documentos fundamenta...
21/12/2024

OS DOCUMENTOS QUE NOS PERMITEM, CONHECER A HISTÓRIA DO EGITO ANTIGO...

As Listas Reais do Egito são documentos fundamentais para a reconstrução da sucessão dos faraós que governaram Kemet, a terra do Nilo, ao longo de milênios. Essas listas, inscritas em pedra ou registradas em papiro, possuem valor inestimável, apesar de frequentemente serem incompletas e apresentarem vieses decorrentes de fatores históricos, políticos e religiosos. A seguir, apresentamos as principais listas reais e suas características:

1. Pedra de Palermo

Descrição: Fragmento de um bloco de basalto datado da V Dinastia.

Conteúdo: Registra os nomes dos faraós, eventos importantes e os níveis anuais da cheia do Nilo, divididos em três registros.

Distribuição: Outros fragmentos encontram-se no Cairo e em Londres.

2. Lista Real de Karnak

Localização original: Sala dos Antepassados no templo de Amon, em Karnak.

Contexto histórico: Inscrita durante o reinado de Tutemés III (XVIII Dinastia).

Características: Inclui 61 reis, desde Menés até Tutemés III.

Destino: Levado a Paris por Prisse d’Avennes em 1843, encontra-se hoje no Museu do Louvre. Uma réplica foi instalada em Karnak.

3. Lista Real de Abidos

Localização: Muro do templo de Seti I (XIX Dinastia) em Abidos.

Conteúdo: Apresenta 76 nomes de faraós, desde Ahmose (XVIII Dinastia) até Seti I.

Omissões notáveis: Exclui Hatshepsut, Akenaton e outros faraós considerados "heterodoxos".

4. Lista Real de Saqqara

Origem: Reinado de Ramsés II (XIX Dinastia).

Localização: Tumba de um nobre em Saqqara.

Conteúdo: Contém 58 cartuchos com nomes de faraós, repetindo as omissões presentes na Lista de Abidos.

5. Cânone Real de Turim

Formato: Papiro escrito em hierático, datado do reinado de Ramsés II.

Particularidades:

Inclui nomes de faraós e deuses pré-dinásticos.

Não é influenciado por um faraó específico, sendo mais inclusivo.

Atualmente consiste em cerca de 160 fragmentos, muitos muito pequenos, o que limita sua reconstrução completa.

6. Lista de Manetão

Autor: Manetão, sacerdote egípcio da Época Ptolemaica.

Obra: Aegyptiaka, encomendada por Ptolomeu I.

Importância:

Introduziu a divisão em períodos e dinastias.

Embora o original tenha se perdido, é conhecido graças a autores como Flávio Josefo, Sexto Júlio Africano, Eusébio de Cesareia e Jorge Sincelo.

Essas listas não apenas fornecem dados históricos, mas também refletem as ideologias e preferências de seus criadores. Um exemplo claro é a omissão deliberada de faraós como Hatshepsut e Akenaton, considerados controversos por seus sucessores. No entanto, documentos como o Cânone de Turim e as contribuições de Manetão permitiram uma visão mais ampla e crítica da história faraônica, ajudando os egiptólogos a reconstruírem o passado com maior precisão.

Fontes:

1. Wilkinson, T. A. H. The Royal Annals of Ancient Egypt. Columbia University Press, 2000.

2. Morkot, R. The Egyptians: An Introduction. Routledge, 2005.

3. Shaw, I. (ed.). The Oxford History of Ancient Egypt. Oxford University Press, 2000. Ver me

PROJETO INTERNACIONAL HEXOLOGIA POÉTICAA FORÇA DA GRATIDÃO.MAIS UM GRANDE PROJETO DA AIAP E DO INSTITUTO LUIZ PAULO FLÔR...
09/09/2024

PROJETO INTERNACIONAL HEXOLOGIA POÉTICA
A FORÇA DA GRATIDÃO.
MAIS UM GRANDE PROJETO DA AIAP E DO INSTITUTO LUIZ PAULO FLÔRES (INSTITUTO ATHENA).

Endereço

Rua 20 De Setembro
São Vicente Do Sul, RS
97420000

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