25/07/2020
25/07::: DIA NACIONAL DE TERESA DE BENGUELA E DA MULHER NEGRA
Até hoje as mulheres sofrem preconceitos, violência gratuita seja ela verbal ou física, pior ainda quando acontecem os dois.
Você pode dizer: "Ah, mas a mulher já tem um dia internacional, pra quê outro só para as negras?
Esta mulher na imagem, uma quilombola que viveu no no século 18, quando Vila Bela da Santíssima Trindade era a primeira capital de Mato Grosso. Foi casada com José Piolho e, logo após a morte de seu marido, tornou-se RAINHA do quilombo e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luís Pinto de Sousa Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), morta ou aprisionada. Seu nome: Tereza de Benguela!
"Rainha Tereza”, como ficou conhecida em seu tempo, viveu na região do Vale do Guaporé.
Vale ressaltar que a mulher negra sofreu (e ainda sofre) uma dupla exploração, além der ser escravizada sofrendo da violência inerente a esse sistema ela foi também explorada sexualmente como amante, objeto de estupros e pr******ta. Além disso, essas mulheres trouxeram tradições ancestrais que influenciaram a língua, os costumes, a alimentação, a medicina e a arte, além de introduzirem métodos agrícolas, vários produtos e valores coletivos no Brasil.
Em comemoração, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências e feiras, entre outras atividades, que têm por objetivo reafirmar a identidade, a história e a luta das mulheres negras brasileiras. Mas acima de tudo isso, o que a mulher negra quer é !
Arte: José Bruno Lima / Especial "Nós, Mujeres"
25/07::: DIA NACIONAL DE TERESA DE BENGUELA E DA MULHER NEGRA
Até hoje as mulheres sofrem preconceitos, violência gratuita seja ela verbal ou física, pior ainda quando acontecem os dois.
Você pode dizer: "Ah, mas a mulher já tem um dia internacional, pra quê outro só para as negras?
Esta mulher na imagem, uma quilombola que viveu no no século 18, quando Vila Bela da Santíssima Trindade era a primeira capital de Mato Grosso. Foi casada com José Piolho e, logo após a morte de seu marido, tornou-se RAINHA do quilombo e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luís Pinto de Sousa Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), morta ou aprisionada. Seu nome: Tereza de Benguela!
"Rainha Tereza”, como ficou conhecida em seu tempo, viveu na região do Vale do Guaporé.
Vale ressaltar que a mulher negra sofreu (e ainda sofre) uma dupla exploração, além der ser escravizada sofrendo da violência inerente a esse sistema ela foi também explorada sexualmente como amante, objeto de estupros e pr******ta. Além disso, essas mulheres trouxeram tradições ancestrais que influenciaram a língua, os costumes, a alimentação, a medicina e a arte, além de introduzirem métodos agrícolas, vários produtos e valores coletivos no Brasil.
Em comemoração, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências e feiras, entre outras atividades, que têm por objetivo reafirmar a identidade, a história e a luta das mulheres negras brasileiras. Mas acima de tudo isso, o que a mulher negra quer é !
Arte: José Bruno Lima / Especial "Nós, Mujeres"