07/11/2025
Sou imensamente grato pelo convite de e da equipe do , por me concederem este espaço para publicar um artigo que escrevi, celebrando o ressurgimento do cauim na cultura brasileira.
Aproveito também para confidenciar uma conversa que tive com um amigo intimamente ligado à espiritualidade originária, antes de tudo isso acontecer, com quem falei no domingo, dia de Nossa Senhora Aparecida, na qual ele me disse que teriamos boas notícias ainda este mês.
E de fato, tivemos – no dia 31, menos de um mês após a revelação, me informou em primeira mão sobre a publicação do decreto do que doravente permite a produção e comercialização de cauim, chicha e todas as demais bebidas fermentadas à base de vegetais – um marco histórico para a cultura brasileira.
Assim, torna-se impossível não associar o dia de Nossa Senhora Aparecida, 12 de outubro como o ‘Dia do Cauim’.
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O respeitado canal do Marco, que, aliás, foi o primeiro bartender a criar um drink contemporâneo com , é há décadas o maior e mais respeitado portal brasileiro dedicado a coquetéis, drinks e cultura de bar, registra isso e muito mais.
Leia tudo em: https://mixologynews.com.br/11/2025/mixologia/cauim-proibida/
O texto celebra uma conquista gigante para a cultura brasileira: o decreto que finalmente legaliza não só o cauim, bem como a chicha, o mõg, o caxiri, o taruba... e dezenas de outras bebidas de culturas e etnias optantes.
É importante ressaltar que o cauim contemporâneo difere da cauinagem e do cauim ritualístico, parte de ricos rituais da cultura material e imaterial de diversas etnias originárias. Contudo, uma vez aceito pelos grupos étnicos optantes, essa categoria poderá se tornar um agente econômico, social e estratégico, com o poder de exaltar a cultura brasileira tanto no Brasil quanto no exterior, além de promover uma grande vantagem estratégica na preservação de comunidades indígenas brasileiras e, consequentemente, de nossos biomas ameaçados.
T’ereîkokatu