Autonomia Verbal

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A LAS MUJERESHa de ser obra de la juventudromper las cadenasde la esclavitud.Hacia otra vida mejordonde los humanosgocen...
11/10/2018

A LAS MUJERES

Ha de ser obra de la juventud

romper las cadenas

de la esclavitud.

Hacia otra vida mejor

donde los humanos

gocen del amor


(Refrão)

Debéis las mujeres colaborar,

en hermosa obre de la humanidad;

mujeres, mujeres,

necesitamos vuestra unión

el día que estalle

nuestra grande revolución


Hermanas que amáis con fe la libertad

habéis de crear la nueva sociedad…

El sol de gloria que nos tiene que cubrir

a todos en dulce vivir


Por una idea luchamos,

la cual defendemos

con mucha razón.

Se acabarán los tiranos,

guerras no queremos

ni la explotación

Todos nacemos iguales,

la naturaleza

no hace distinción;

comunistas libertarios,

luchad con firmeza

por la revolución.

Canção popular anarquista da Guerra Civil Espanhola (1936-1939) que convoca as mulheres para a construção da Revolução, 1936

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

https://autonomiaverbal.wordpress.com/2018/10/05/a-las-mujeres/

Vídeo com áudio da música e fotografias históricas: https://youtu.be/aXV2P5eeV5c

Ha de ser obra de la juventud romper las cadenas de la esclavitud. Hacia otra vida mejor donde los humanos gocen del amor   (Refrão) Debéis las mujeres colaborar, en hermosa obre de la humanid…

COTIDIANONão existe vitória na guerraMuito menos paz na terraOuço o som da mãe que berraVejo o filho que ela enterraCulp...
11/10/2018

COTIDIANO
Não existe vitória na guerra

Muito menos paz na terra

Ouço o som da mãe que berra

Vejo o filho que ela enterra

Culpa aqui?! Ninguém assumia

Se é de cor, tu associa?!

Jovem e pobre ainda, quem ligaria?!

Morreu o futuro, bom, quem diria.

Leonardo Dillan, 26.10.2018

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

Não existe vitória na guerra Muito menos paz na terra Ouço o som da mãe que berra Vejo o filho que ela enterra   Culpa aqui?! Ninguém assumia Se é de cor, tu associa?! Jovem e pobre ainda, que…

PAPÁ CUÉNTAME OTRA VEZPapá cuéntame otra vezese cuento tan bonitoDe gendarmes y fascistas,y estudiantes con flequilloY d...
11/10/2018

PAPÁ CUÉNTAME OTRA VEZ

Papá cuéntame otra vez

ese cuento tan bonito

De gendarmes y fascistas,

y estudiantes con flequillo

Y dulce guerrilla urbana

en pantalones de campana

Y canciones de los Rolling,

y niñas en minifalda

Papá cuéntame otra vez

todo lo que os divertisteis

Estropeando la vejez

a oxidados dictadores

Y cómo cantaste Al Vent

y ocupasteis la Sorbona

En aquel mayo francés

en los días de vino y rosas

Papá cuéntame otra vez

esa historia tan bonita

De aquel guerrillero loco

que mataron en Bolivia

Y cuyo fusil ya nadie

se atrevió a tomar de nuevo

Y como desde aquel día

todo parece más feo

Papá cuéntame otra vez

que tras tanta barricada

Y tras tanto puño en alto

y tanta sangre derramada

Al final de la partida

no pudisteis hacer nada

Y bajo los adoquines

no había arena de playa

Fue muy dura la derrota,

todo lo que se soñaba

Se pudrió en los rincones,

se cubrió de telarañas

Y ya nadie canta Al Vent,

ya no hay locos ya no hay parias

Pero tiene que llover

aún sigue sucia la plaza

Queda lejos aquel mayo,

queda lejos Saint Denis

Que lejos queda Jean Paul Sartre,

muy lejos aquel París

Sin embargo a veces pienso

que al final todo dio igual

Las ostias siguen cayendo

sobre quien habla de más

Y siguen los mismos mu***os

podridos de crueldad

Ahora mueren en Bosnia

los que morían en Vietnam



Daniel Serrano Moron & Ismael Serrano Moron, ao sonhadores de maio de 68, canção do álbum Atrapados en azul, 1997

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

https://autonomiaverbal.wordpress.com/2018/10/05/papa-cuentame-otra-vez/

Vídeo com o áudio da música: https://youtu.be/0xrMc6ZGs1w

Papá cuéntame otra vez ese cuento tan bonito De gendarmes y fascistas, y estudiantes con flequillo Y dulce guerrilla urbana en pantalones de campana Y canciones de los Rolling, y niñas en minifalda…

LETARGIAUm dia você acordará e irá perceber que o céu ficou cinza e que a chuva não traz mais em si a puerilidade dos te...
11/10/2018

LETARGIA

Um dia você acordará e irá perceber que o céu ficou cinza e que a chuva não traz mais em si a puerilidade dos tempos de outrora; e que pedir um dia de primavera será quase um mantra para quem antes praguejava, mesmo tendo recebido as benesses de um sorriso puro e acalante; e que espírito da apatia fez questão de derribar por orgulho ou desdém de quem achava que a vida é uma eterna festa; e que nunca haveria dias malévolos e insensatos, e, por isso, não destruiu a roda das ilusões, pois acreditava em um destino fácil e palpável a todos, sem perceber que a construção continua e árdua de sonhos e objetivos fazem parte do percurso.

Jasão, 1° de Outubro

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

Um dia você acordará e irá perceber que o céu ficou cinza e que a chuva não traz mais em si a puerilidade dos tempos de outrora; e que pedir um dia de primavera será quase um mantra para quem antes…

REVOLUCIONAR(i)[a]MENTEDe repentementeNa menteVeio um repenteDecenteTremendamenteEnvolventeComo rolou entre a genteNaque...
06/10/2018

REVOLUCIONAR(i)[a]MENTE

De repentemente
Na mente
Veio um repente
Decente
Tremendamente
Envolvente

Como rolou entre a gente
Naquele tempo recente
Em que te pedir solenemente
Aquele ‘beso caliente’

Como antigamente
Quando o mundo era mais atraente
E não apenas aparente

Cheio de pessoas carentes
Vivendo como clientes
Revolucionários obedientes
Dóceis crentes
Alguns gerentes
Outros não menos inocentes

Agora espero impacientemente
Romper este presente
Voltar a ser seu pretendente
Não de maneira indolente

Mas sim consciente
Que o amor é uma forma potente
Arma combatente
Para enfrentarmos intensamente
Queimar ardente
Esse ódio doente
Ainda remanescente

Revolucionar a mente
É assim que humildemente
Traduzo os versos da mente
Neste singelo repente

Malafama, Primavera

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

https://autonomiaverbal.wordpress.com/…/revolucionariamente/

De repentemente Na mente Veio um repente Decente Tremendamente Envolvente Como rolou entre a gente Naquele tempo recente Em que te pedir solenemente Aquele ‘beso caliente’   Como antigamente Q…

DOS LIXÕES ÀS GALÁXIASSou fruto de transformações humanasPasso reto no ciclo naturalEstrutura desconhecida como naturais...
06/10/2018

DOS LIXÕES ÀS GALÁXIAS

Sou fruto de transformações humanas
Passo reto no ciclo natural
Estrutura desconhecida como naturais de lamas
Desconfiguração de ecossistema surreal

Na natureza todo vivo é planta e bicho
No mar desde tubarão ao ouriço
Na terra dos homens tudo vira lixo
Por isso recicle o resíduo

Da preocupação dos antigos
Nunca quebrando a harmonia dos seres perdidos
Para a resolução dos problemas vividos
A educação sustentável se faz presente e vivo
Soluções ecológicas existem para tudo isso

Das minhas necessidades a criar
Descubro e produzo sem parar de gerar
Vidro, metal, computacional de tecnologia criativa
Ideias saem da mente para nunca degradar
Ambiente sempre simplório vamos todos reciclar

Da transformação sideral
Sou lixo universal
Meu habitat é gravitacional
Na sua mente pareço com lixo espacial

Sou consequência de muitas transformações
Poluo sem limitações
Você pode transformar sem quebrar a harmonia
Sem quebrar o ciclo natural usando o vaso e a pia
Busque dar-me verdadeira assistência
Me renove, me recicle,
Nossa natureza precisa de paciência.


Homem Interplanetário

Autonomia Verbal Ano 0, Volume 0 (1968-2018)

https://autonomiaverbal.wordpress.com/2018/10/05/dos-lixoes-as-galaxias/

Há palavras que ecoam pelos corredores, que murmuram mais alto do que os amplificadores das festas! Palavras de incômodo...
05/10/2018

Há palavras que ecoam pelos corredores, que murmuram mais alto do que os amplificadores das festas!
Palavras de incômodo, pois a realidade da sociedade dos espetáculos já não sacia nossas mais profundas necessidades.
Diversas destas palavras ao serem verbalizadas acabam sendo interditadas pelas autoridades escolares, acadêmicas, políticas, jurídicas, policiais, religiosas, familiares...
Palavras ditas proibidas de serem verbalizadas, interrompidas de serem disseminadas.
Portanto, podemos falar?
O fato de aparentemente podermos falar nos permite verbalizarmos aquilo que desejamos expressar?
O que evitamos verbalizar?
Não pretendemos aqui dizer, falar, verbalizar o que a Autonomia Verbal é – ou, ao menos, desejaríamos que fosse, ou, ainda, o que não deveria ter sido – pretendemos que esta própria se torne.
Isto só é possível a partir da ação coletiva.
Desejamos nos apropriar das palavras.
Diversos atores sociais, políticos, religiosos... estão se apropriando das palavras para verbalizarem seu ódio autoritário. Portanto, devemos ocupar esta disputa verbal com palavras propositivas e construtivas, que nos possibilite enfrentar este autoritarismo crescente e incitar a reflexão transformadora de diversas pessoas entorpecidas pela mentalidade do ódio autoritário.
Que o sentimento de impotência diante desta realidade perversa que nos cerca, seja a potência geradora de uma ação permanente de mudança, que não se inicia e nem se encerra nas palavras, mas que as palavras verbalizadas autonomamente sejam também arma de transformação!
Convocamos, portanto, as palavras verbalizadas como protesto, as mesmas escondidas nos recônditos mais profundos – desautorizadas em diversos momentos, ou, quando negamos reiteradas vezes em verbalizá-las – agora exercitadas pela desobediência que irrompe através da nossa necessidade de expressar realidades vivas, em que diversos mundos sejam possíveis!
Que as palavras aqui presentes sejam deslocadas, multiplicadas, convocadas, ocupadas, espalhadas, ampliadas, (re)apropriadas, difundidas, acionadas, propagadas, potencializadas para além das linhas da autonomia verbal!
Para quem tiver interesse em colaborar verbalizando autonomamente suas palavras, são bem vindas as contribuições dos mais diversos gêneros literários e textuais, das rimas do rap aos sonetos, das crônicas às prosas, de ensaios aos poemas e etc.; bem como, sugestão de textos literários, musicais, filosóficos... Por uma autonomia verbal transformadora!

CONTATO: [email protected]
FACEBOOK: https://www.facebook.com/Autonomia-Verbal-741451576200754/
BLOG: autonomiaverbal.wordpress.com

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