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A Galatea tem o prazer de compartilhar a nova individual do artista Chico da Silva (Cruzeiro do Sul, Acre, 1910 — Fortal...
06/06/2026

A Galatea tem o prazer de compartilhar a nova individual do artista Chico da Silva (Cruzeiro do Sul, Acre, 1910 — Fortaleza, 1985) ‘And the soul is for the birds’ [E a alma é para os pássaros] no Nottingham Contemporary, em Nottingham, Reino Unido.
Essa é a primeira exposição individual institucional europeia do artista acreano conhecido por suas composições imaginativas, inspiradas nas tradições orais do Norte do Brasil, no folclore, nas narrativas indígenas, marcadas pelo uso de cores intensas e traços intrincados.
A exposição, que contou com a colaboração da galeria Mendes Wood DM, convida o público a reconsiderar o legado de Chico e abre novas possibilidades de encontro com a arte indígena contemporânea brasileira em contexto internacional.

Galatea is pleased to share ‘And the Soul Is for the Birds’, the new solo exhibition by artist Chico da Silva (Cruzeiro do Sul, Acre, Brazil, 1910 — Fortaleza, Brazil, 1985), on view at Nottingham Contemporary, in Nottingham, United Kingdom.
This marks the first European institutional solo exhibition dedicated to the artist from Acre, renowned for his imaginative compositions inspired by the oral traditions of Northern Brazil, folklore, and Indigenous narratives, characterized by vibrant colors and intricate forms.
Developed in collaboration with Mendes Wood DM, the exhibition invites audiences to reconsider Chico’s legacy and opens new possibilities for engaging with contemporary Indigenous art from Brazil in an international context.
‘Animais Fantásticos’ [Fantastic Animals], 1973
‘Sem título’ [Untitled], 1978
‘Animais fantásticos’ [Fantastic Animals], década de 1950 [1950s]
‘Sem título’ [Untitled], 1967
‘Sem título’ [Untitled], início década 1960 [early 1960s]

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Edival Ramosa: Alfabeto solare’, individual do artista Edival Ramosa (1940, São Go...
01/06/2026

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Edival Ramosa: Alfabeto solare’, individual do artista Edival Ramosa (1940, São Gonçalo, RJ — 2015, Niterói, RJ) que reúne pinturas, esculturas, objetos e desenhos produzidos ao longo dessas quase cinco décadas. A abertura acontece dia 9 de junho, das 18h às 21h, na unidade da galeria na Oscar Freire. 

Resultado de uma pesquisa desenvolvida por André Pitol, que assina a curadoria e o texto crítico da exposição, ‘Edival Ramosa: Alfabeto solare’ resgata trabalhos que permaneceram por longo período em coleções no Brasil e no exterior. Parte do conjunto apresentado integrou a 36ª Bienal de São Paulo, marco recente do processo de retomada crítica da obra do artista.

A obra de Edival Ramosa foi profundamente marcada pela sua vivência no continente africano e também europeu durante os anos 60 e 70. A influência de correntes da arte europeia e norte-americana no pós-guerra se vê nas suas investigações em torno de um estilo construtivista, com jogos ópticos e referências à visualidade urbana no uso de materiais como madeira esmaltada, aço inoxidável e acrílico. 

Elementos como esferas, casulos, luas, cometas, sóis e outros “objetos-forma”, como o artista descreve muitas de suas peças, ocuparam lugar central em sua produção, variando entre gradações cromáticas e formas geométricas. A partir da década de 1970, integrou à sua prática referências da estética indígena e afro-brasileira, empregando materiais como palha, peles, plumagens, miçangas e bambus.

1-3 ‘Studi per il Sole’, 1969
4-5 Catálogo da 36ª Bienal de São Paulo [36th São Paulo Biennial Catalog]

Exposição [Exhibition]
9 de junho a 8 de agosto 2026
[June 9th to August 8th, 2026]

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É com alegria que compartilhamos que os artistas Ygor Landarin e Carolina Cordeiro estão entre os artistas confirmados p...
29/05/2026

É com alegria que compartilhamos que os artistas Ygor Landarin e Carolina Cordeiro estão entre os artistas confirmados para compor o 39º Panorama da Arte Brasileira, curado pela pesquisadora Diane Lima. 

Intitulado ‘Depois que tudo foi dito’, o Panorama conta com 33 artistas brasileiros, entre diferentes linguagens e gerações. Os integrantes desta edição estão aproximados por uma mesma questão: seriam os pensamentos artísticos capazes de antecipar, refletir e imaginar outras possibilidades para além das formas de violência colonial e racial que sustentaram a construção do mundo moderno e contemporâneo?

A exposição, realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), tem previsão de abertura para 12 de setembro de 2026. 



We are delighted to share that artists Ygor Landarin and Carolina Cordeiro have been selected to participate in the 39th Panorama of Brazilian Art, curated by researcher Diane Lima.

Titled ‘After It’s All Said’, this edition of the Panorama brings together 33 Brazilian artists from different generations and working across a range of media. The participants of this edition are gathered around a common question: could artistic thoughts antecipate, rethink and imagine other possibilities beyond the colonial and racial violence that underpinned the construction of the modern and contemporary world?

Organized by the Museum of Modern Art of São Paulo (MAM-SP), the exhibition is scheduled to open on September 12, 2026.

1-3 Carolina Cordeiro, ‘O tempo é’ [Time Is], 2023
4-5 Ygor Landarin, ‘Grande onda e incêndio’ [Great Wave and Fire] 2024
6 Ygor Landarin ‘Berbigão’ [Cockle], 2026

Informamos que a exposição ‘Edival Ramosa: Alfabeto Solare’ será adiada por questões logísticas, sua nova data de abertu...
28/05/2026

Informamos que a exposição ‘Edival Ramosa: Alfabeto Solare’ será adiada por questões logísticas, sua nova data de abertura está programada para o dia 9 de junho. 

Reforçamos que a exposição ‘Memórias particulares - Oito décadas de arte brasileira’ ocorrerá normalmente, sendo aberta ao público hoje, quinta-feira (28), das 18h às 21h, em nossa unidade da Padre João Manuel.

Abre amanhã, quinta-feira (28), das 18h às 21h, a exposição ‘Memórias particulares – Oito décadas de arte brasileira’, n...
27/05/2026

Abre amanhã, quinta-feira (28), das 18h às 21h, a exposição ‘Memórias particulares – Oito décadas de arte brasileira’, na unidade da Padre João Manuel.

Dentre os nomes que compõem a mostra está José Pancetti, artista ítalo-brasileiro que começou a pintar enquanto servia em um encouraçado da Marinha brasileira, experiência que deu origem à produção pela qual se consagrou como um dos grandes paisagistas da pintura brasileira — especialmente por suas numerosas marinhas, algumas delas presentes na exposição. 

Dentro do recorte de representações de cenas paisagísticas brasileiras, Alberto da Veiga Guignard também ganha destaque com obras que constroem atmosferas etéreas, com espaços amplos, marcados por leveza, cor e mistério.

Sobre essa seleção, Tomás Toledo, sócio-fundador da Galatea, escreve no texto crítico que acompanha a exposição:

“A exuberância da natureza brasileira sempre exerceu um papel importante na arte produzida no Brasil, sendo Guignard um artista que dedicou-se com afinco ao tema em suas paisagens oníricas e imaginadas (...). As paisagens de Pancetti relacionam-se com as demais obras da exposição por sua complexidade pictórica, expressa em quatro marinhas pintadas com a economia formal característica do artista (...)” 

1-2 Alberto da Veiga Guignard, ‘Jardim Botânico’ [Botanical Garden], 1950
3-8 José Pancetti, ‘Marinha’ [Seascape], da série [from the series] ‘Saquarema’, 1955 & ‘Marinha com barcos’ [Seascape with boats], da série [from the series] Itapoan, 1953 & ‘Il mattino sul mare’, 1941

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Esta é a última semana para conferir a coletiva ‘Barracas e Fachadas do Nordeste’, em cartaz na unidade da Galatea em Sa...
26/05/2026

Esta é a última semana para conferir a coletiva ‘Barracas e Fachadas do Nordeste’, em cartaz na unidade da Galatea em Salvador até o próximo sábado, dia 30. Realizada em colaboração com a Nara Roesler, a mostra abriu a temporada de exposições de 2026 da Galatea Salvador com obras de Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez e Adenor Gondim. 

A programação de encerramento acontece no espaço da galeria, no sábado, às 15h30, e contará com uma conversa entre o artista Zé di Cabeça e Alana Silveira, diretora da Galatea Salvador e co-curadora da exposição. 

Durante o encontro, abordarão as pesquisas e interesses estéticos e políticos presentes na produção do artista, dialogando sobre sua trajetória nas artes e sobre as memórias e materialidades que coleta, pinta e resgata em seu cotidiano a partir da vida e da estética do Subúrbio Ferroviário de Salvador. 



This is the final week to visit ‘Barracas e Fachadas do Nordeste’ [Stalls and Façades of the Northeast], on view at Galatea’s Salvador space through Saturday, May 30. Organized in collaboration with Nara Roesler, the exhibit opened Galatea Salvador’s 2026 exhibition season with works by Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez and Adenor Gondim. 

The closing program will take place at the gallery on Saturday at 3:30 pm and will feature a conversation between the artist Zé di Cabeça and Alana Silveira, director of Galatea Salvador and co-curator of the exhibition. 

During the conversation, they will discuss the aesthetic and political inquiries that shape the artist’s practice, reflecting on his trajectory in the arts as well as on the memories and materialities he collects, paints, and reclaims in his daily life through the experiences and visual culture of the Subúrbio Ferroviário district of Salvador.

Nesta quinta-feira (28), das 18h às 21h, a Galatea inaugura a exposição ‘Memórias particulares – Oito décadas de arte br...
25/05/2026

Nesta quinta-feira (28), das 18h às 21h, a Galatea inaugura a exposição ‘Memórias particulares – Oito décadas de arte brasileira’, na unidade da Padre João Manuel.

Em destaque estão obras produzidas por Volpi na década de 1960, momento em que a geometria e a arquitetura popular brasileira tornam-se centrais em sua prática e revelam estruturas em diferentes níveis de geometrização, oscilando entre construções rigorosamente organizadas e composições mais dispersas. 

Em ‘Morro do Rio de Janeiro’, de Di Cavalcanti, o artista reafirma o interesse na cultura popular brasileira ao retratar uma região periférica carioca, respeitando sua composição topográfica. Entre cenas de um universo urbano em desenvolvimento, festas populares, trabalhadores e figuras femininas — também presentes em ‘Baianas no terraço’ (1963) —, sua pintura constrói um imaginário marcado pela vida social do país.


This Thursday (28), from 6 pm to 9 pm, Galatea opens the exhibition ‘Private Memories – Eight Decades of Brazilian Art’ at its Padre João Manuel location.

Highlights include works produced by Volpi in the 1960s, a period in which geometry and Brazilian popular architecture became central to his practice, revealing structures that move between rigorously organized constructions and more dispersed compositions.

In ‘Morro do Rio de Janeiro’, Di Cavalcanti reaffirms his interest in Brazilian popular culture by depicting a peripheral neighborhood in Rio de Janeiro while remaining attentive to its topographical composition. Amid scenes of an urban world in transformation, popular festivities, workers, and female figures, his painting constructs an imaginary shaped by the country’s social life.

Emiliano Di Cavalcanti, 1-2 ‘Morro do Rio de Janeiro’ [Hills of Rio de Janeiro], década de 1940 [1940s] & 3-4 ‘Baianas no terraço’ [Baianas on the Terrace], 1963
Alfredo Volpi, 5-6 ‘Fachada com janela’ [Facade With Window] & 7-8 ‘Arcos em verde’ [Green Arches] & 9-10 ‘Elementos náuticos’ [Nautical Elements], década de 1960 [1960s]

22/05/2026

‘Edival Ramosa: Alfabeto solare’, exposição dedicada à trajetória do artista Edival Ramosa (São Gonçalo, 1940 – Niterói, 2015) abre no dia 28 de maio, das 18h às 21h, na unidade da galeria na Oscar Freire.

O vídeo, narrado pelo pesquisador e curador da exposição, André Pitol, percorre a trajetória do artista desde sua mudança para Milão, onde trabalhou ao lado de nomes como Arnaldo Pomodoro e Lucio Fontana, até a consolidação de uma produção marcada pela abstração geométrica, pelos jogos ópticos e por  referências à estética afro-indígena. O vídeo também destaca trabalhos centrais da mostra, como ‘Studi per il Sole’ e a instalação ‘O Sol dos povos de cor’ (1969), além do recente reposicionamento crítico da obra de Ramosa no circuito institucional brasileiro.



‘Edival Ramosa: Alfabeto solare’, an exhibition dedicated to the trajectory of the artist (São Gonçalo, 1940 – Niterói, 2015) opens on May 28, from 6 pm to 9 pm, at the gallery’s Oscar Freire location.

The video, narrated by researcher and curator of the exhibit, André Pitol, traces the artist’s trajectory from his move to Milan, where he worked alongside figures such as Arnaldo Pomodoro and Lucio Fontana, to the consolidation of a body of work marked by geometric abstraction, optical effects, and references to Afro-Indigenous aesthetics. The video also highlights key works featured in the exhibition, such as ‘Studi per il Sole’ and the installation ‘O Sol dos povos de cor’ (1969), as well as the recent critical repositioning of Ramosa’s work within the Brazilian institutional art circuit.

Vídeo [Video]: Raquel Nogueira

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Memórias particulares - Oito décadas de arte brasileira’, coletiva que reúne obras...
21/05/2026

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Memórias particulares - Oito décadas de arte brasileira’, coletiva que reúne obras produzidas entre as décadas de 1880 e 1980, muitas delas raramente exibidas e preservadas por décadas em acervos privados, fora do circuito expositivo. A abertura acontece dia 28 de maio, das 18h às 21h, na unidade da galeria na Padre João Manuel. 

Mais do que uma reunião de obras históricas, a mostra revela um imaginário específico do Brasil construído ao longo do século XX. O núcleo principal da exposição atravessa paisagens urbanas, litorâneas e agrárias, com trabalhos que acompanham as transformações do país e os deslocamentos da visualidade diante da modernização. 

Das cenas portuárias de Benedito Calixto às composições de Alfredo Volpi, passando pelas marinhas de José Pancetti, pelas paisagens de Di Cavalcanti e Alberto da Veiga Guignard, a seleção aproxima artistas brasileiros de diferentes gerações, com trajetórias de amplitude nacional e internacional, em torno de um mesmo horizonte simbólico.

A exposição reúne ainda obras de Candido Portinari, Lasar Segall, Victor Brecheret, Milton Dacosta, Flávio de Carvalho e Anita Malfatti. Entre os destaques estão duas pinturas raras de Guignard, incluindo a monumental ‘Paisagem Imaginária’ (1952), além de marinhas de Pancetti e um importante conjunto de obras de Di Cavalcanti produzidas entre as décadas de 1940 e 1960.

1-3 Alberto da Veiga Guignard, ‘Paisagem Imaginária’, (1952)
4 ‘Um mundo a perder de vista: Guignard’ Porto Alegre: Fundação Iberê Camargo, 2009 – p. 46 & ‘Alberto da Veiga Guignard: modernidade e tradição’. Campinas: Editora Unicamp, 2022 - p. 122

Exposição [Exhibition]
28 de maio a 25 de julho de 2026
[May 28th to July 25th, 2026]

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É com alegria que a Galatea anuncia a representação da artista Grauben do Monte Lima (Iguatu, 1889 – Rio de Janeiro, 197...
13/05/2026

É com alegria que a Galatea anuncia a representação da artista Grauben do Monte Lima (Iguatu, 1889 – Rio de Janeiro, 1972) e seu legado. 

Ainda jovem, a pintora cearense mudou-se para o Rio de Janeiro no início do século XX para atuar como servidora pública dos Ministérios da Agricultura e da Fazenda e tornou-se a primeira mulher a trabalhar na redação da revista Fon-fon, como jornalista e tradutora de contos. 

A pintura só entrou em sua vida aos 70 anos, depois de ser presenteada por uma sobrinha com tintas guache e cartolina. A partir disso, e principalmente depois de uma experiência formadora com Ivan Serpa, estima-se que a artista tenha produzido cerca de 3.000 obras até falecer aos 83 anos. As pinturas de pássaros, plantas, flores e borboletas, descritas pelo crítico Walmir Ayala como “neo-impressionismo, com paisagens imaginárias compostas em pequenas pinceladas, como pontos de luz”, rapidamente ganharam amplo reconhecimento. 

Participou consecutivamente de três edições da Bienal Internacional de São Paulo na década de 1960, e realizou, em 1966, individual que reuniu 80 de suas pinturas no MAM Rio. Dentre exposições recentes da artista estão: Grauben do Monte Lima (Individual, Museu Inimá de Paula, 2025) e Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte (Coletiva, CCBB São Paulo, 2002), entre outras. 

As pinturas de Grauben podem ser encontradas em acervos de museus nacionais e internacionais, tais como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, Rio de Janeiro, Brasil; Collection Cérès Franco, Montolieu, França. 

2 ‘Sem título’ [Untitled], 1966
3 Revista Manchete, 1967
4 ‘Dictionnaire des peintres naïfs du monde entier’ (1976) & ‘Arte ingênua brasileira’ (1985)
5 ‘Grauben: o ponto do crepúsculo’. ArtRio 2023
6 Catálogo [Catalog] Museu de Arte Moderna do Rio, 1966 & Catálogo [Catalog] ‘8 peintres naïfs brésiliens’ (Galerie Jacques Massol, Paris, 1965)
7 Jornal Correio do Povo, 1972
8 e 10 ‘Grauben do Monte Lima’. Museu Inimá de Paula, 2025
9 ‘Pavão azul’ [Blue Peacock] 1960 [1960]

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